Marina e a teoria do erro dos outros

Do Blog do Magno

Se a crise desembocar numa eleição presidencial, a ex-senadora Marina Silva entrará com boa vantagem na disputa. Duas vezes candidata, teve 19 milhões de votos em 2010 e 22 milhões em 2014. Tomara que ela pare de culpar os eleitores pelo fato de nunca ter chegado ao segundo turno.

A ex-senadora pisou três vezes na mesma bola.

Numa, disse: “A população terá oportunidade de corrigir o erro a que foi induzida”.

Na outra: “O TSE devolveria para os 200 milhões de brasileiros a possibilidade de reparar o erro a que foram induzidos a cometer.”

Num documento da Rede, repetiu-se, sempre atribuindo o “erro” aos eleitores e usando expressões como “corrigir” e “reparar”. Que tal discutir os indutores e deixar em paz os eleitores?

Fez melhor Aécio Neves, que disse ter sido derrotado por uma “organização criminosa”.

Natural do Rio de Janeiro, é jornalista formado pela Favip. Desde 1990 é repórter do Jornal VANGUARDA, onde atua na editoria de política. Já foi correspondente do Jornal do Commercio, Jornal do Brasil, Folha de S. Paulo e Portal Terra.

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