Poupança tem retirada líquida de R$ 5,2 bilhões em janeiro

Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

Num mês tradicionalmente marcado por despesas com educação e com o pagamento de impostos, os brasileiros voltaram a sacar recursos da caderneta de poupança. Em janeiro, a retirada líquida (saques menos depósitos) somou R$ 5,2 bilhões, divulgou hoje (6) o Banco Central (BC).

Pelo quarto ano seguido, segundo o BC, os investidores retiraram a mais do que aplicaram na caderneta de poupança em janeiro. A saída de recursos em 2018, no entanto, foi menor que em outros anos. A retirada líquida tinha chegado a R$ 5,52 bilhões em janeiro de 2015, R$ 12,03 bilhões em janeiro de 2016 e R$ 10,73 bilhões em janeiro de 2017.

Histórico

No ano passado, a poupança tinha registrado o primeiro ingresso líquido desde 2014. Em 2017, os brasileiros tinham depositado R$ 17,12 bilhões a mais do que tinham sacado da caderneta.

Até 2014, os brasileiros depositavam mais do que retiravam da poupança. Naquele ano, as captações líquidas chegaram a R$ 24 bilhões. Com o início da recessão econômica, em 2015, os investidores passaram a retirar dinheiro da caderneta para cobrirem dívidas, num cenário de queda da renda e de aumento de desemprego.

Em 2015, R$ 53,5 bilhões foram sacados da poupança, a maior retirada líquida da história. Em 2016, os saques superaram os depósitos em R$ 40,7 bilhões.

Mesmo com a queda de juros, a poupança tinha voltado a atrair recursos nos últimos meses do ano passado. Isso porque o investimento voltou a garantir rendimentos acima da inflação. No entanto, a inflação subiu levemente nos últimos meses, reduzindo a rentabilidade real (descontada a alta de preços) da caderneta.

Nos 12 meses terminados em janeiro, a poupança rendeu 5,9%. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)-15, que funciona como uma prévia da inflação oficial, acumula 3,02% no mesmo período. Em novembro do ano passado, esse índice registrava 2,7% no acumulado em 12 meses. Na quinta-feira (8), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga o IPCA cheio de janeiro.

“Retrocesso ao futebol”, diz Romário sobre veto ao VAR

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Folhapress

O senador e ex-atacante Romário criticou o veto à implantação do sistema eletrônico na arbitragem nacional. Romário entende que o afastamento da aparelhagem é um “retrocesso ao futebol”.

“A maioria dos clubes da Série A foi covarde ao não aprovar a implantação do ‘árbitro de vídeo’ no Brasileirão. Se a CBF é a promotora por que não bancar as despesas com o ‘árbitro de vídeo’? Para onde vai o dinheiro que recebe dos patrocinadores?”, escreveu Romário, nas redes sociais.

O Campeonato Brasileiro de 2018 não contará com a tecnologia do árbitro de vídeo. Em reunião do conselho arbitral ocorrida na segunda-feira (5), no Rio de Janeiro, os clubes da elite do futebol nacional reprovaram o uso do sistema na competição mais importante do calendário no país. Somente na Copa do Brasil, o VAR estará disponível -e bancado pela CBF.

Dos 20 participantes da Série A, 12 votaram contra a utilização do árbitro de vídeo no Campeonato Brasileiro (Corinthians, Santos, América-MG, Cruzeiro, Atlético-MG, Atlético-PR, Paraná, Vasco, Fluminense, Sport, Vitória e Ceará). Sete clubes se mostraram favoráveis ao uso da tecnologia: Bahia, Botafogo, Chapecoense, Flamengo, Grêmio, Internacional e Palmeiras. O São Paulo não votou, já que o representante tricolor deixou a reunião antes da votação.

Segundo Sergio Correa, responsável por liderar os estudos sobre o sistema na CBF, os clubes contrários ao uso do VAR apresentaram diversos argumentos. A tecnologia entraria em ação somente depois da Copa do Mundo, no segundo semestre.

“Não foi exatamente a questão do custo. Teve clube que argumentou com a questão técnica, outro falou de testes, alguns de custos. Uma pena. Mas vamos seguir trabalhando para ter”, afirmou Correa.

De acordo com o estudo da entidade, o custo da instalação do VAR ficaria entre R$ 40 mil e R$ 50 mil por jogo. O valor financeiro, segundo Manoel Serapião, atrapalhou as negociações para usar o sistema neste ano.

Eunício admite que será difícil Senado votar reforma da Previdência às pressas

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Agência Brasil

O presidente do Senado, Eunício Oliveira, disse nesta terça-feira (6) que caso o governo consiga aprovar a reforma da Previdência na Câmara, não será fácil votar o tema no Senado às pressas. “O difícil é convencer os senadores que essa matéria depois de passar um ano e dois meses na Câmara chegue aqui de manhã e, sem nenhum direito a debate, sem nenhum direito a emendas, sem nenhum direito à discussão, seja aprovada no mesmo dia. O sistema é democrático e bicameral”, disse.

Eunício Oliveira comparou a análise da reforma com as de medidas provisórias, que passam a maior parte do tempo em discussão na Câmara, onde começam a tramitar, e quando chegam ao Senado precisam ser votadas correndo para não perderem a validade. “Se a medida provisória viesse do Executivo como proposta, a Câmara votasse e o Senado confirmasse, tudo bem. Mas as MPs vêm cheias de emendas e chegam aqui [no Senado] de última hora. Os senadores carimbam ou pedem para o líder do governo pedir veto. Isso não é funcionamento de sistema bicameral”, reclamou, lembrando que a Câmara precisa analisar uma proposta votada há três anos no Senado, que muda o rito de tramitação da MPs.

Segurança
O presidente do Senado reafirmou que dará atenção especial à pauta de segurança pública. “Quem foi para os seus municípios, para os seus estados, sabe da aflição da população brasileira. 90% da população do meu estado têm angústia em relação à segurança pública. É uma pauta importante que nós temos que destravar aqui no Congresso. Essa é uma questão do país, de todos os estados, do Acre ao Rio Grande do Sul”, destacou.

Sem dar detalhes, Eunício Oliveira defendeu a criação de um Sistema Único de Segurança Pública e disse que o Congresso está aberto a debater o tema com governadores.

Ex-presidente Lula critica Moro por receber auxílio-moradia

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Folhape

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou, na manhã desta terça-feira (06), o juiz Sergio Moro por receber auxílio-moradia. O petista reproduziu em sua página oficial no Twitter alguns trechos de sua entrevista concedida à Rádio Jornal, na qual criticou o Ministério Público e aconselhou os brasileiros que não receberam reajuste salarial a requererem o benefício.

“Agora aprendi uma nova: o povo brasileiro que não tem aumento de salário, por favor, façam como juiz Moro e requeiram auxílio-moradia. Ou façam como os procuradores, porque isso que está na imprensa”, afirmou, reproduzindo a declaração na rede social. A reportagem revelou recentemente que o juiz Sergio Moro recebe auxílio-moradia mesmo tendo imóvel próprio em Curitiba.

“Como pode uma pessoa que recebe 30 mil requerer auxílio-moradia porque não teve aumento de salário, enquanto o povo está sem despejado, enquanto as pessoas que ganham um salário mínimo não têm mais Minha Casa, Minha Vida?”, declarou o ex-presidente.

Lula também afirmou que não guarda raiva, mas que tem gente que usa o cargo como dirigente partidário. Sobre a postura adotada após a confirmação da condenação pelo TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) no caso do tríplex em Guarujá, Lula voltou a dizer que não existem provas e que o juiz Moro inventou uma história para dar respaldo ao powerpoint feito pelo Ministério Público.

O petista disse ainda que não está desrespeitando a Justiça, mas defendendo a própria honra. Se eu disser que respeito a decisão, minha bisneta, quando tiver dez anos, vai me chamar de covarde, disse.

Sobre a possibilidade de fugir do país para evitar a prisão, argumento usado por juiz de Brasília para autorizar a apreensão do passaporte do ex-presidente no final de janeiro, Lula respondeu: “A palavra fugir não existe na minha vida.” Outra decisão judicial determinou a devolução do documento.

Shopping Difusora entra na folia e divulga horário de expediente no Carnaval

Shopping Difusora_Fachada

Carnaval é o período festivo mais aguardado em todo o país. E já no clima de folia, o Shopping Difusora divulga o horário especial de expediente nos dias de momo. Durante o Carnaval, o Shopping Difusora não abrirá apenas na terça feira (13). Nos demais dias, o mall funciona em horário especial. De 10 de fevereiro (sábado de Zé Pereira) até dia 12 (segunda-feira de Carnaval), as lojas, quiosques, praças de alimentação, espaço para crianças, cinema e play toy estarão funcionando ao público, conforme tabela abaixo:

OPERAÇÃO

DIA

HORÁRIO

Praças de alimentação 1°, 2° e 3° piso; entretenimento (play toy, cinema)

10, 11, 12/02

Das 11h às 21h

Todas as lojas | Quiosques

10, 11, 12/02

Das 11h às 20h

Todas as lojas | Quiosques

13/02

FECHADO

Todas as lojas | Quiosques

14/02

Horário normal

Prouni: inscrições estão abertas e vão até a próxima sexta-feira

Os estudantes interessados em se inscrever no Programa Universidade para Todos (ProUni) devem ficar atentos. As inscrições foram abertas nesta terça-feira (6) e terminam na próxima sexta-feira (9). Quem quiser participar da seleção oferecida no primeiro semestre de 2018 deve se inscrever pela internet, na página do programa: http://siteprouni.mec.gov.br/. O ProUni oferece bolsas de estudo integrais e parciais (50%) em instituições privadas de educação superior, em cursos de graduação.

Podem concorrer brasileiros sem diploma de curso superior e que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2017, com nota superior a 450 pontos e acima de zero na prova de redação.

É necessário, ainda, que o candidato atenda aos seguintes requisitos:

– Ter cursado o ensino médio completo em escola pública ou em instituição privada como bolsista integral;

– Estudantes com deficiência;

– Ser professor da rede pública, em efetivo exercício do magistério da educação básica, sem necessidade de estar enquadrado no perfil de renda.

O processo seletivo é composto por duas chamadas sucessivas e a previsão é de que o resultado com a lista dos candidatos pré-selecionados na primeira chamada seja divulgado em 14 de fevereiro. A segunda chamada deve ser divulgada em 2 de março.

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Empresas adotam práticas de investigação antes de apostarem em investimento esportivo

O receio de ter a imagem vinculada aos recentes escândalos de corrupção que envolvem o mundo esportivo no país está levando empresas a contratarem serviços de levantamento reputacional e avaliação de riscos antes de fecharem patrocínios.

As companhias estão buscando a Kroll, líder global em gestão de riscos, investigações, compliance, segurança cibernética e resposta a incidentes, para avaliar as ameaças associadas a agremiações esportivas, ligas, federações, confederações e atletas profissionais através de vários serviços oferecidos pela consultora, incluindo o due diligence em suporte a transações comerciais e financeiras, investigações internas, investigações de fraude e, cada vez mais, proteção de dados digitais.

“A despeito das especificidades regulatórias e organizacionais locais, o segmento esportivo profissional vive um ambiente de negócios extremamente complexo e desafiador no Brasil, que cobra um amadurecimento em termos de governança”, afirma Ian Cook, diretor sênior no escritório da Kroll em São Paulo.

De acordo com Cook, esse processo é inevitável à medida que organizações e profissionais do esporte operam cada vez mais sob uma estrutura empresarial sofisticada e estão sujeitos a impactos financeiros, operacionais, legais e reputacionais.

“Clientes do universo esportivo, assim como seus pares em outros setores da economia, estão vivenciando as mesmas necessidades por controles internos efetivos, assim como por estratégias de combate à corrupção, de promoção de compliance, transparência e princípios éticos”, explica.

Em nível global, a Kroll há muitos anos oferece serviços de gestão de riscos para este setor. Recentemente, Alex Horne, ex-presidente da Football Association, entidade que regula o futebol inglês, juntou-se ao time de especialistas da companhia como consultor para o segmento esportivo profissional.

Com mais de 11 anos na Football Association, onde também ocupou os cargos de CFO e COO, além de ter atuado como diretor geral do lendário Wembley Stadium, em Londres, Horne traz um profundo conhecimento sobre os desafios enfrentados pelo mundo afora por clubes e organizações, seja em operações financeiras e comerciais, em investigações de problemas internos e na gestão de questões reputacionais.

“A quantidade de recursos que o setor esportivo movimenta cresce de forma significativa, e essa realidade anda lado a lado com a responsabilidade de preservar a integridade da marca por organizações e atletas. Diariamente, eles devem equilibrar cuidadosamente a promoção de seus perfis com a salvaguarda de sua reputação”, comenta Horne.

Histórico de casos

Há anos, a Kroll tem auxiliado clubes de futebol europeus com serviços de due diligence para determinar a adequação de potenciais investidores. Nesses projetos, os objetivos são tanto a identificação da origem dos fundos como a análise de aportes em diferentes formatos de patrocínio.

“Além da preocupação financeira e operacional, as agremiações esportivas estão com cada vez mais frequência buscando se resguardar de passivos e de problemas que possam impactar a integridade de suas marcas futuramente”, explica Cook.

A Kroll também auxilia clientes do setor com investigações que abrangem desde suporte a litígios até a validação de controles internos. Em um projeto junto a uma organização internacional de ciclismo, por exemplo, a Kroll investigou a participação e conivência de dirigentes do órgão em casos de doping envolvendo profissionais da modalidade.

Em outro caso, a empresa ajudou a identificar o autor de uma campanha difamatória nas redes sociais contra um atleta de elite. Usando sofisticadas técnicas de segurança cibernética, os especialistas da Kroll conseguiram vincular múltiplos nomes de usuário a uma única fonte.

Sobre a Kroll

A Kroll é líder mundial em gestão de riscos e investigações corporativas. Há mais de 40 anos, ajuda seus clientes a tomarem decisões sobre negócios, pessoas e ativos, por meio de uma ampla gama de serviços para prevenir e mitigar riscos. Com sede em Nova York e mais de 35 escritórios em 20 países, a Kroll tem uma equipe multidisciplinar de quase 1000 colaboradores e serve a uma clientela global de escritórios de advocacia, instituições financeiras, empresas, organizações sem fins lucrativos, agências governamentais e indivíduos. Para mais informações visite www.kroll.com/brasil

Empresas dobram o volume de investimento em inovação em 2017

O mercado nacional despertou para a importância de investir em inovação em 2017. Mesmo com a crise vivida nos últimos anos as empresas dobram o volume de investimentos no tema. A mensuração de mercado e os resultados da Echos – Laboratório de Inovação, empresa que se tornou referência em inovação e Design Thinking no Brasil, medidos nos últimos dois anos, apontam que não só mais empresas estão buscando se atualizar nesse sentido, como as que já haviam despertado para a inovação estão investindo cada vezes mais.

Outro dado relevante da Echos que apresenta esse desenvolvimento do setor são os números de crescimento apresentado nos últimos dozes meses. A empresa atingiu um faturamento de R$ 9 mi em 2017, 74% maior do que os resultados de 2016. A empresa, que no ano passado investiu para internacionalizar seus serviços, prevê um crescimento de 70% para 2018.

Certamente os últimos anos foram de significativos avanços para a empresa. Em 2016, a Echos triplicou seu faturamento em comparação com 2015, passando de R$ 1 milhão e 800 mil reais para R$ 5 milhões e 400 mil. Já neste ano, o crescimento registrado foi de 74%, atingindo a marca de R$ 9 milhões e 300 mil. Nesse cenário, os projetos internacionais representam 8% do faturamento da empresa e a divisão de cursos online cerca de 11%. “Nos últimos anos, o Brasil viveu uma crise política e econômica, mas mesmo assim a Echos registrou um crescimento impressionante. Nossa leitura é que as empresas investiram em inovação para se diferenciar e se destacar frente à concorrência. Na divisão de cursos, as pessoas também buscaram maior qualificação para aprimorar o currículo e se recolocarem no mercado de trabalho”, explica Mario Rosa, gerente de negócios da Echos.

Segundo Mario, o sucesso da empresa pode ser atribuído a dois fatores principais, o planejamento de negócios, que é feito com a abordagem do Business Design, e a velocidade de implementação de mudanças onde a operação trabalha dentro do conceito de Design Doing. “O Business Design é mais do que uma ferramenta, é um modo de encarar os problemas. Ele acontece com a união entre o empreendedorismo e o design como ferramentas complementares. Já o conceito Design Doing é a proposta de sair da ideação e partir para o fazer. Testar hipóteses é a melhor maneira de construir produtos e serviços que são soluções reais”, justifica.

Para o ano de 2018, a empresa projeta um crescimento de mais 70% sobre os resultados de 2017. “As metas são ousadas, mas acreditamos que o mercado está se recuperando e, por conta disso, as empresas irão investir ainda mais em inovação, em processo de treinamento, mudança de mindset e cultura”, finaliza.

Sobre a Echos – Fundada em 2011, a Echos pretende formar a nova geração de inovadores do país. Ao todo, mais de 20 mil pessoas já passaram pela Escola Design Thinking, que possui atuação em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre, Blumenau, Joinville e São Luís. São oferecidos diversos cursos, entre eles o Design Thinking Experience, com três dias de duração; Design Thinking Specialisation, com quatro meses de duração; Social Innovation Experience voltado a projetos de impacto social; Business Design Experience, que utiliza do pensamento do design para desenvolvimento de negócios inovadores, Service Design Experience, especialmente desenvolvido para que empresas de serviços possam criar experiências inesquecíveis aos seus clientes; entre tantos outros. Já a divisão de projetos da Echos tem em seu portfólio mais de 30 cases realizados, entre eles empresas como Faber-Castell, Klabin, Tecnisa, Hospital Albert Einstein e a Agência Nacional de Saúde (ANS).

Educação e Saúde devem ser prioridade no Orçamento, defende Armando

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A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou, nesta terça-feira (6), relatório do senador Armando Monteiro (PTB-PE) favorável a projeto, de autoria da senadora Rose de Freitas (MDB-ES), que estabelece prioridade para despesas com Saúde e Educação na execução orçamentária dos entes da Federação. O PLS 329/2017 modifica a Lei nº 4.320, para prever que o Poder Executivo, ao aprovar o quadro de cotas trimestrais da despesa de cada unidade orçamentária deverá priorizar as despesas destinadas a serviços públicos de Saúde e Educação, de forma a garantir a observação dos limites mínimos previstos na Constituição. Ou seja, ao destinar as verbas para os diversos setores do serviço público, primeiro devem ser garantidos os recursos para essas duas áreas.

Em seu relatório, Armando ressalta que “a despeito de todas as garantias constitucionais, são frequentes os casos de programas e ações de Saúde e Educação ficarem comprometidos ou mesmo paralisados em decorrência do atraso de repasses dos recursos públicos”. “E, mais grave, muitas vezes ao tempo em que outros programas de menor relevância social continuam sendo desenvolvidos normalmente. O PLS ajudará a equacionar esse grave problema”, destacou.

“A Educação é o futuro do Brasil, e prejudicar o ensino agora trará sérias consequências no médio e longo prazo para o País. O mesmo acontece com a Saúde. Um cidadão não pode esperar a crise passar para ter acesso ao exame, à vacina, ou a uma cirurgia que precisa. Ou seja, essa prioridade não pode ser apenas discurso. E hoje demos um passo importante no Senado para esse princípio se tornar realidade. Vamos trabalhar agora para aprovar rapidamente no plenário do Senado”, reforçou Armando.

Para Armando, no quadro de dificuldades fiscais por que passa o País, esse projeto é ainda mais relevante. A violenta queda no nível de atividade provocou uma redução sem precedentes na arrecadação. Assim, projetam-se déficits fiscais elevados para este ano e o próximo. Em que pese o prognóstico de recuperação da economia, nada impede que uma futura queda de arrecadação traga uma situação próxima da insolvência, como já acontece com alguns governos estaduais e municipais, que já são obrigados a atrasar pagamentos a fornecedores e mesmo de salários e aposentadorias dos funcionários.

Nesse cenário, de acordo com o senador, havendo recursos ineficientes para cobrir todas as despesas obrigatórias, a prioridade deverá ser dada a ações e serviços públicos de Educação e Saúde, segundo determina o projeto.

Grupo RM reforça parceria com Italac para PE

O Grupo RM está reforçando sua parceria estratégica com a empresa do setor lácteo, Italac. Tanto na RM Distribuidora, como as lojas RM Express, o portfólio da empresa está presente. Hoje a marca é a 8° mais consumida nos lares brasileiros segundo ranking Brand Footprint, da Kantar Worldpanel. Com mais de 17,5 mil produtores rurais, possui uma das maiores bacias brasileiras de captação de leite e capacidade de produção superior a 7 milhões de litros/dia. Possui um portfólio com mais de 100 produtos comercializados em todas as regiões do mercado brasileiro.