BNDES concede crédito a criadores de aves e suínos afetados por greve

Agência Brasil

Os setores de aves e suínos que tiveram prejuízos com a greve dos caminhoneiros já têm à disposição uma linha de capital de giro no valor de R$ 1,5 bilhão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A informação é do presidente do BNDES, Dyogo Oliveira.

Quem pegar o dinheiro terá 60 meses para pagar com prazo de carência de 24 meses. Os juros devem ficar em torno de 10% a 11% ao ano. “É uma taxa atrativa para uma linha de capital de giro com um prazo tão longo”, disse Dyogo Oliveira.

A linha de crédito foi um dos temas tratados hoje (3) em reunião de Oliveira com o presidente Michel Temer, no Palácio do Planalto. Na reunião, Oliveira também falou sobre o programa de transformação estratégica do BNDES, que tem o objetivo de torná-lo um banco com mais recursos para pequenas e médias empresas e para infraestrutura.

“O objetivo é fazer a transição do BNDES de um banco monopolista, de taxas de juros muito baixas, subsidiadas, para um banco que vai ter mais disponibilização de recursos para pequenas e médias empresas e mais foco na área de infraestrutura”, disse o presidente da instituição.

Segundo Dyogo Oliveira, o programa prevê a implementação de 12 projetos estratégicos até o final deste ano. Entre esses projetos, ele citou a reorganização interna do banco e a captação de recursos para a continuidade das atividades.

Em entrevista a jornalistas, o presidente do BNDES ainda afirmou que discute com o Tesouro Nacional como antecipar o pagamento de empréstimos da União à instituição financeira.

Comédia “Coroas” em cartaz em Santa Cruz

O mês de julho promete ser animado em Santa Cruz do Capibaribe. A comédia “Coroas” deve arrancar boas risadas do público nos fins de semana da cidade. A peça está em cartaz no Teatro Municipal de Santa Cruz nos dias 14, 15, 21, 22, 28 e 29 de julho, a partir das 20h. Os ingressos antecipados custam 15 reais e são encontrados na Ótica Brunique. Já quem deixar para comprar no dia da peça, o valor é de 20 reais.

A peça é de Saulo Queiroz e direção de André Casanova. Ela conta a história das irmãs Maria das Dores, Maria da Luz e Maria da Paz que não conseguiram casar e sempre que levam pretendentes para casa, a mãe delas arquiteta várias formas de espantar os namorados, por que querem manter as filhas solteiras para sempre, pois ela esconde um segredo. Esse segredo é mostrado no desenrolar da peça. “É uma comédia de costumes em que vai envolver a plateia com essa família engraçada e esquisita.”, destaca Casanova.

Nota da Compesa sobre o acidente ocorrido no Bairro Kennedy

A Compesa lamenta o acidente ocorrido na manhã desta terça-feira, 03, envolvendo dois funcionários de uma empresa terceirizada, que faziam uma manutenção de rotina no sistema de esgotamento sanitário do bairro Kennedy, em Caruaru. Os bombeiros foram acionados, mas, infelizmente, Daniel Henrique dos Santos, de 26 anos, morreu. O outro funcionário, Roberto Bezerra da Silva, de 56 anos, foi levado para o Hospital Regional do Agreste, onde permanece internado.A Compesa informa que acionou a empresa terceirizada para que seja prestada toda a assistência à família dos funcionários. A Compesa irá acompanhar as investigações que irão revelar as causas do acidente.

Férias em Buíque terão atividades culturais no Sesc Ler

Para proporcionar um período de férias com muitas atividades artísticas, o Sesc Ler Buíque realiza desde ontem (02/07) o projeto Cultura nas Férias, em que estão sendo desenvolvidas oficinas culturais para todas as idades e uma apresentação da Banda Matuttano. Todas serão realizadas no próprio Sesc e as inscrições podem ser feitas no Ponto de Relacionamento com Clientes, na Rua Projetada, s/n, no bairro Frei Damião.

A primeira oficina foi a de percussão, que começou na segunda (02/07) e segue até a sexta-feira (06/07).

De 9 a 13 de julho, duas oficinas serão realizadas, ambas ministradas por Vitor Cruz: a primeira é a de jogos teatrais, que será gratuita, e acontece das 14h às 17h; a segunda é a de palhaço (clown), das 19h às 22h, com taxa de inscrição a R$ 10 para o público geral e R$ 5 para os trabalhadores do comércio, bens e serviços e seus dependentes. Nesta oficina, os participantes aprendem a linguagem visual e corporal do personagem que arranca risadas das plateias nos picadeiros dos circos.

“Estas atividades que o Sesc Ler promove todos os anos neste período, têm como objetivo o desenvolvimento artístico-cultural do público de Buíque e região. Elas atendem a uma procura que cresce na comunidade. Por isso, damos sequência ao processo de sensibilização de todos para a arte, a cultura e o pensamento crítico”, explica Gilvaneide Marques, professora de artes do Sesc Ler Buíque.

Sesc – O Serviço Social do Comércio (Sesc) foi criado em 1946. Em Pernambuco, iniciou suas atividades em 1947. Oferece para os funcionários do comércio de bens, serviços e turismo, bem como para o público geral, a preços módicos ou gratuitamente, atividades nas áreas de educação, saúde, cultura, recreação, esporte, turismo e assistência social. Atualmente, existem 19 unidades do Sesc do Litoral ao Sertão do estado, incluindo dois hotéis, em Garanhuns e Triunfo. Essas unidades dispõem de escolas, equipamentos culturais (como teatros e galerias de arte), restaurantes, academias, quadras poliesportivas, campos de futebol, entre outros espaços e projetos. Para conhecer cada unidade, os projetos ou acessar a programação do mês do Sesc em Pernambuco, basta acessar www.sescpe.org.br.

Serviço – Cultura nas Férias

Data: de 2 a 13 de julho de 2018

Local: Sesc Ler Buíque – Rua Projetada, s/n – Frei Damião

Informações: (81) 3721.3967

Programação:

Oficina de Percussão

De 2 a 6 de julho, das 14h às 17h

Gratuita

Instrutor: Sérgio Arlindo

Oficina de Jogos teatrais

De 9 a 13 de julho, das 14h às 17h

Gratuita

Instrutor: Vítor Cruz

Oficina de Palhaço (Clown)

De 9 a 13 de julho, das 19h às 22h

R$ 5 (trabalhadores do comércio, bens e serviços e dependentes)

R$ 10 (público geral)

Instrutor: Vítor Cruz

Show da Banda Matuttano

6 de julho, às 16h

Gratuito

Artigo: Quero mudar de área. E agora?

*Por Marianna Greca

Quem não passou a adolescência ouvindo a palavra “vestibular”, talvez ainda esteja imune às várias armadilhas que o tempo revela. Se a carreira é uma delas, esse texto é para você. Afinal, o que considerar ao mudar de carreira? O dilema de muitos é que, aos 17 anos, nos deparamos com algumas decisões que nem mesmo aos 27 estamos tão certos sobre qual caminho tomar. De qualquer maneira, somos ensinados a fazer “o que gostamos”. Mas se você foi ensinado a escolher o que te agrada desde o início, você pode se perguntar: “como vim parar aqui”?

Faço parte da geração Y, um grupo orientado pela satisfação profissional, talvez acima da busca pela própria estabilidade. Quando ingressamos no mercado de trabalho, nosso perfil profissional surpreendeu as gerações anteriores e fomos celebrados pela nossa versatilidade, conectividade e senso de autonomia.

Hoje, minha visão sobre o nosso perfil é menos romântica quanto ao mercado que construímos. Tivemos – e ainda temos – um oceano de escolhas, de cursos, de carreiras, de trabalhos informais como freelancers e até de materiais gratuitos na web capazes de nos ensinar a executar qualquer habilidade que venhamos a precisar, mas isso tem consequências.

Esse mundo de possibilidades nos torna constantemente insatisfeitos e instáveis quanto ao nosso curso profissional e pessoal. Mudamos de ideia o tempo todo, porque nos foi intitulado o direito de fazê-lo sempre que conveniente. E isso nos privou de uma linha norteadora que agregaria a construção, ao invés da dispersão na qual tantas pessoas da minha geração se encontram em tantos aspectos da vida.

Podemos e devemos explorar as possibilidades de trabalho, mas temos que fazer essas experiências serem construtivas, e não ferramentas de procrastinação. Estamos deixando de construir carreiras sólidas e adquirir real consistência para as nossas vidas? Pelo contrário. Permanece o valor do trabalho com propósito, de buscar aquela carreira que realmente dialoga com nossos valores e habilidades que são só nossas. Vamos construir nossa linha norteadora a partir disso, mesmo que isso signifique buscar uma nova área de atuação.

Além do mais, a maneira como a civilização moderna está organizada faz com que estejamos trabalhando o tempo todo. Sem falar no cenário econômico brasileiro, que, para todos os efeitos, criou uma verdadeira cultura de desapego de empresas, equipes e modelos de trabalho. Então, por que não estamos trabalhando naquilo em que realmente acreditamos?

Mas dessa vez, sem pensar em vestibular. Vamos nos apropriar desse universo de informações, dessa cultura colaborativa, das nossas experiências anteriores (mesmo que em uma área distante da desejada) e construir, com autonomia, foco e objetividade, a vida que desejamos. Não porque estamos procurando algo mais legal para fazer, mas porque queremos dar à nossa força de trabalho, acima de tudo, um verdadeiro significado.

*Marianna Greca é publicitária por formação e coordena a frente de Formação Complementar do Centro Europeu, uma das principais escolas de profissões do mundo

Indefinições sobre vice-presidenciáveis aquecem corrida por coligações

Correio Braziliense

A saga por um vice-presidenciável continua a todo vapor. Mas as indecisões decorrem da mesma dificuldade que os partidos enfrentam para montar as primeiras coligações. Conversam entre si na tentativa de afunilar o número de campanhas, porém, sem avanços. É o exemplo da Rede, de Marina Silva, do PSL, de Jair Bolsonaro, do PDT, de Ciro Gomes, do PSDB, de Geraldo Alckmin, e do PT, de Lula, os mais cotados segundo as pesquisas de intenção de votos.

As legendas até tentam correr contra o tempo e deixar encaminhada a escolha dos respectivos vices antes das convenções partidárias, entre 20 de julho e 5 de agosto, mas tudo indica que não haverá decisão antes desse período.

Na disputa pelo poder, todos querem vender caro o capital político para aceitar uma coligação. Nas conversas em torno das coligações, são discutidos cargos e espaço em um possível governo vencedor. Os diálogos acabam envolvendo a escolha de um vice, mas esbarram na própria indefinição das coalizões.

A escolha do vice de Bolsonaro é um dos maiores exemplos das indecisões. O senador Magno Malta (PR-ES), vice-líder do partido no Senado e um dos caciques da legenda, é um dos mais cotados a formar a chapa com o presidenciável. Mas esbarra nas próprias incertezas do partido, que conversa com PT, PDT e PSDB, entre outros.

O líder do PR na Câmara dos Deputados, José Rocha (PR-BA), admite que há um desejo grande de Bolsonaro em se coligar com o partido, mas nega alguma definição. “Há uma possibilidade de se discutir isso antes da convenção, mas as conversas com o PSL e outros partidos continuam abertas. Há um interesse dos próprios estados em tentar definir suas próprias coligações”, alertou.

A legenda também mantém conversas com o PT. O empresário Josué Alencar, filho do ex-vice-presidente José Alencar, é filiado ao PR e era cotado para ser vice na campanha de Lula. Como o ex-presidente se encontra preso em Curitiba, caciques do partido vetam a alternativa. “Como não existe mais essa opção, não há interesse dele em ser vice em outra chapa”, disse Rocha.

Enquanto Bolsonaro está em busca de coalizão para elevar os minutos de televisão no horário eleitoral gratuito, Alckmin está atrás de um vice para consolidar a campanha ainda travada, pondera o analista político Murilo Aragão, sócio da Arko Advice. “Essas incertezas para selar uma aliança acabam atrasando a escolha do vice e isso embola o ‘meio-campo’”, avaliou.

Movimentação

Na definição de vice, quem promete ser um fiel da balança é o DEM e o PP. Ambos os partidos querem embarcar em uma candidatura viável e se postulam como algumas das legendas que mais cresceram no país. PSDB e PDT são alguns dos partidos que namoram as siglas do centro. Nas conversas com os pedetistas, os pepistas tentam emplacar o empresário Benjamin Steinbruch, da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), como vice de Ciro.

O PDT, no entanto, ainda tenta atrair o PSB, e estaria disposto a oferecer o cargo de vice para a legenda. Interlocutores pedetistas até bancam que uma reunião com o presidente peessebista está agendada para esta semana, na tentativa de chegar a um consenso. De olho na movimentação pedetista, os tucanos não querem ficar para trás, e tentam atrair o MDB, de Henrique Meirelles, ex-ministro da Fazenda, para a chapa de Alckmin.

O coordenador da campanha de Alckmin, Marconi Perillo, ex-governador de Goiás, defendeu ontem a união. “O momento agora é de um líder democrático como Alckmin e seu partido, PSDB, mais as lideranças políticas e um expressivo representante de mercado com vivência e experiência política como Meirelles”, disse. Um interlocutor do emedebista, no entanto, refuta a ideia. “Toda hora querem criar fato em cima da candidatura do Meirelles. A campanha dele está começando a acontecer e querem criar confusão para ver se atrapalha”, disse.

Nem todos estão na dependência de formar uma coalizão para definir o vice. A candidatura de Marina, por exemplo, deve se consolidar como uma chapa pura, declarou o deputado federal Miro Teixeira (Rede-RJ). A legenda manteve conversas com o PPS, do ex-ministro da Cultura Roberto Freire, que ainda não se concretizaram em uma coalizão.

Bretas determina 30 anos de prisão a Eike Batista e 22 a Cabral

Agência Estado

O juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Criminal Federal do Rio, condenou o empresário Eike Batista a 30 anos de prisão por corrupção ativa. Bretas impôs a Eike, ainda, multa de R$ 53 milhões.

Na mesma sentença, o magistrado condenou o ex-governador do Rio Sérgio Cabral (MDB) a 22 anos e oito meses de reclusão por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão divisas. A ex-primeira-dama Adriana Ancelmo foi sentenciada a 4 anos de prisão.

Bretas também condenou o ex-vice-presidente do Flamengo Flávio Godinho a 22 anos de prisão. A informação foi divulgada pelo jornalista Lauro Jardim, de O Globo, e confirmada pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Eike chegou a ser preso na Operação Calicute em janeiro de 2017, sob acusação de pagar propinas de US$ 16,5 milhões a Cabral. Na acusação, o Ministério Público Federal assinalou, sobre Eike, “sua contemporânea disposição de ludibriar os órgãos estatais de investigação”.

Defesas

A reportagem esta tentando contato com a defesa dos sentenciados por Bretas. O espaço está aberto para as manifestações.

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Ele nunca fez política, fez amizade, diz Uchoa Júnior

Folhape

“Painho nunca fez política, ele sempre fez amizade”. Foi assim que Guilherme Uchoa Júnior (PSC), filho do deputado estadual Guilherme Uchoa (PSC) definiu o pai, que faleceu na manhã desta terça-feira (3), no Real Hospital Português, no bairro do Paissandu, área central do Recife, onde estava internado desde o último domingo (1º).

Segundo Uchoa Júnior, o parlamentar teve um mal estar no domingo e foi socorrido para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Lá, foi sedado e entubado. Em seguida, Guilherme Uchoa foi trazido de ambulância para o Hospital Português, no Recife. “Passamos dois dias com ele lá. Nesses dois dias, só melhora, as taxas melhorando, evoluindo e a tendência a partir de hoje era diminuir a sedação. E de repente ele teve outra embolia e dessa embolia ele não conseguiu voltar”, explicou em entrevista.

“Infelizmente, perde a gente, a família, os amigos, perdem todos. Painho nunca fez política, ele sempre fez amizade. E hoje todos os políticos e amigos dele estão hoje transtornados”.

Guilherme Uchoa Júnior é pré-candidato a deputado federal pelo PSC. Os dois se filiaram ao partido em março insatisfeitos com o tratamento recebido dentro do PDT, antigo partido. Questionado sobre os rumos políticos, o pré-candidato disse que vai avaliar o cenário. “Vamos parar, pensar nesse momento aí o que é que a gente vai desenhar. No momento, é muita perda, é muita dor, o que a gente se Deus quiser vai vencer”.

Sepultamento
O corpo do deputado estadual Guilherme Uchoa deixou o prédio da Assembleia Legislativa, onde foi velado desde a manhã, às 15h05 desta terça e segue em carro do Corpo de Bombeiros, seguido por outros veículos que acompanham, até o Cemitério de Igarassu, no Grande Recife, onde será sepultado.

Após morte de Uchôa, Sergio Leite assume mandato

Folhape

Com o falecimento do presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), deputado Guilherme Uchôa (PSC), o ex-deputado estadual Sergio Leite (PSC), que era suplente e atuava como chefe de gabinete da Presidência da Casa, assumirá a vaga do aliado. O social-cristão deve tomar posse na próxima sessão, porém os trâmites ainda serão definidos.

Após perder o mandato e passar a trabalhar para Uchôa, Leite trocou o PT pelo PDT e, recentemente, quando Uchôa migrou para o PSC, Leite o acompanhou. Leite já cumpriu quatro mandatos de deputado estadual de 1998 a 2014, quando ficou na terceira suplência. Abalado, o ex-deputado preferiu não dar declarações, destacou apenas a “grande gratidão” que tinha por Uchôa que lhe fez um gesto ao perder o mandato.

Cleiton Collins assume presidência interina da Alepe

Folhape

A morte do presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Guilherme Uchoa, deixou o cargo vazio após quase 12 anos, período em que o deputado esteve à frente da Casa, por seis mandatos consecutivos. Em relação à sucessão, o deputado estadual e líder da bancada de oposição, Silvio Costa Filho, afirmou que as conversas devem ser iniciadas na quarta-feira (4).

“Esse episódio pegou todos de surpresa. É um momento muito triste para Pernambuco e para a Alepe e não tratamos ainda desse assunto. Ao longo do dia de amanhã conversaremos com o presidente em exercício e faremos uma reunião com os líderes”, pontuou.

A assessoria da Assembleia Legislativa explicou que o deputado estadual Cleiton Collins (PP) fica como interino na presidência da Casa durante o mês de julho. Em agosto, no prazo de cinco reuniões plenárias ordinárias, será feita a nova eleição da mesa. O presidente em exercício da Alepe, Cleiton Collins, também falou sobre a sequência.

“É um momento muito triste, mas vamos ver o que o regimento diz sobre o assunto. Faltavam cinco meses para terminar o mandato de Uchoa”. A Alepe abrirá sessão nesta quarta às 10h para homenagear Guilherme Uchoa.