Pólio e sarampo: Pernambuco já vacinou 60% do público

Até a manhã desta segunda-feira (20.08), 327.121 crianças (60,11%) foram imunizadas contra o sarampo e 326.562 contra a poliomielite (60,01%) em Pernambuco, dentro da campanha nacional que segue até o próximo dia 31 de agosto. A expectativa é imunizar, no mínimo, 95% do público total, formado por 544.180 meninos e meninas pernambucanos entre 1 e menores de 5 anos (4 anos, 11 meses e 29 dias). Até o momento, o município de Terezinha já superou a meta mínima (98,62% para poliomielite e 99,31% para sarampo).

“Estamos muito felizes com a mobilização dos municípios para vacinar nossas crianças contra a poliomielite e o sarampo. Já há cidade que atingiu a meta e outras estão bem próximas. Então precisamos continuar nosso trabalho para imunizar o máximo possível de meninos e meninas entre 1 ano e menores de 5 anos. Só com altas coberturas vacinais conseguimos manter o público protegido contra essas doenças”, afirma a coordenadora do Programa Estadual de Imunização, Ana Catarina de Melo.

Durante a campanha, estão sendo aplicadas a vacina inativada da poliomielite (VIP – injetável) e a vacina oral da poliomielite (VOP). A injetável deve ser feita em criança sem histórico vacinal. Com uma ou mais doses de qualquer tipo de vacina contra poliomielite, deve ser feita a dose oral. “É importante levar a caderneta de vacinação para avaliação pelo profissional de saúde e registro da nova dose”, frisa a coordenadora do Programa Estadual de Imunização.

No caso do sarampo, o imunizante é a vacina tríplice viral, que também protege contra caxumba e rubéola. “A tríplice deve ser aplicada em todas as crianças com ou sem histórico vacinal, exceto se a última dose tenha sido há menos de 30 dias”, pontua Ana Catarina. Se a criança tomou a tríplice viral recentemente, a dose da campanha só deve ser feita 30 dias após esta aplicação. No momento da campanha, de acordo com as informações contidas nas cadernetas de vacinação, o profissional do serviço de saúde informará aos pais ou responsáveis da necessidade de reforço dessa vacina.

Natural do Rio de Janeiro, é jornalista formado pela Favip. Desde 1990 é repórter do Jornal VANGUARDA, onde atua na editoria de política. Já foi correspondente do Jornal do Commercio, Jornal do Brasil, Folha de S. Paulo e Portal Terra.

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