Construção civil tem inflação de 0,24% em novembro, diz IBGE

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apresentou inflação de 0,24% em novembro. A taxa é inferior à registrada em outubro, de 0,43%, e em novembro do ano passado, de 0,48%.

O Sinapi acumula taxas de inflação de 4,18% no ano e 4,36% em 12 meses. Com a alta de preços de novembro, o metro quadrado da construção civil passou a custar R$ 1.111,41.

A parcela dos materiais teve inflação de 0,36% em novembro e passou a custar R$ 576,75. Já o custo da mão de obra por metro quadrado aumentou 0,11% no mês e passou para R$ 534,66.

Cesta de compras de famílias com renda mais baixa tem queda de preços

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a variação da cesta de compras de famílias com renda até cinco salários mínimos, registrou uma deflação (queda de preços) de 0,25% em novembro deste ano.

É a menor taxa desde junho de 2017 (-0,3%) e o menor patamar para meses de novembro desde a implantação do Plano Real, em 1994.

O dado foi divulgado hoje (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Apesar da queda de preços em novembro, o INPC acumula taxas de inflação de 3,29% no ano e de 3,56% em 12 meses.

Em novembro, os produtos alimentícios tiveram alta de preços de 0,45%, enquanto os não alimentícios registraram deflação de 0,55%.

Artigo: O cooperativismo contra a crise

Por Edivaldo Del Grande

O cooperativismo nasceu como resposta a uma crise: a desvalorização do preço da mão de obra causada pela Revolução Industrial (século XVIII). Diante dos baixos salários e do aumento brutal da jornada de trabalho, em meio a busca por soluções, líderes trabalhadores tiveram a ideia de criar empreendimentos econômicos baseados na ajuda mútua, sendo que a pioneira delas foi estabelecida em Rochdale (Inglaterra), em 1844. A iniciativa, voltada à compra comum de alimentos para a distribuição entre os associados a preços justos, se revelou um grande sucesso e o cooperativismo se espalhou por todo o mundo como a expressão de uma forma solidária de aquisição de bens, produção e distribuição de riquezas.

Mais de 170 anos depois, o cooperativismo está mostrando que pode ser um antídoto eficaz a outro tipo de crise, esta bem mais grave do que aquela provocada pela Revolução Industrial. Neste ano completamos 10 anos de um dos maiores terremotos econômicos da história, que teve início nos EUA com uma “bolha” no mercado imobiliário – os chamados subprimes –, cujo alarme soou quando o banco Lehman Brothers quebrou. A crise se espalhou para a Europa, a China e o resto do mundo, inclusive o Brasil. E até hoje não nos livramos completamente das ondas de choque desse terremoto.

Nos Estados Unidos, em meio ao colapso do sistema financeiro, as cooperativas tiveram atuação destacada, conseguindo, inclusive, expandir seus negócios. Ancoradas em investimentos mais seguros, com atuação voltada aos interesses dos associados e não na busca pelo lucro fácil, os empreendimentos cooperativistas mantêm solidez invejável no país líder da economia global.

No Brasil, mesmo com a instabilidade global e a maior recessão econômica de sua história, o cooperativismo pôde mostrar a força de um modelo de negócio que incentiva o empreendedorismo e a solidariedade, visando ao bem-estar de seus cooperados e das comunidades.

Os números são uma prova disso: as 6.665 cooperativas brasileiras beneficiam, direta e indiretamente, cerca de 52 milhões de pessoas. São mais de 13 milhões de cooperados, em empreendimentos econômicos que geram 370 mil empregos diretos em 13 ramos econômicos.

Quando examinamos as cooperativas brasileiras nesses diferentes ramos, os números revelam enorme consistência. As cooperativas de crédito, por exemplo, são as únicas instituições financeiras existentes em mais de 560 municípios brasileiros. Imagine a importância desse fato para municípios de pequeno porte e com parcos recursos financeiros, onde o acesso ao crédito é bem mais difícil do que nos grandes centros urbanos. Em todo o país, o cooperativismo de crédito tem crescido 20% ao ano.

Já as cooperativas ligadas ao agronegócio – uma das atividades mais pujantes da economia do país – respondem por quase 50% de toda a produção agrícola brasileira, sempre buscando agregar mais valor aos produtos de seus associados. Cooperativas de eletrificação, por outro lado, atendem mais de 800 cidades em todo o território nacional. Na área da Saúde, quase 40% dos brasileiros que dispõem de assistência médica são atendidos por cooperativas. E o segmento transporte então? Nossas cooperativas transportam cerca de 430 milhões de toneladas de produtos; e as cooperativas de taxi, por sua vez, transportam cerca de 2 bilhões de passageiros por ano – média de 5,5 mil pessoas por dia.

E o cooperativismo também colabora com o esforço exportador do Brasil: em 2017, cerca de 240 cooperativas brasileiras exportaram produtos para 147 países no valor de US$ 5 bilhões. Além dos indicadores econômicos diretos, é preciso destacar ainda a contribuição das cooperativas para a distribuição mais justa da renda – uma vez que os resultados são distribuídos de acordo com a participação dos associados. Pesquisa realizada pela FEA-USP Ribeirão Preto já comprovou que onde tem cooperativas o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é, em média, superior aos demais municípios. Isso porque os recursos econômicos circulam na própria região, fazendo girar a economia local e melhorando a qualidade de vida na comunidade.

É atribuída ao naturalista britânico Charles Darwin, o pai da Teoria da Evolução das Espécies, a afirmação de que, na história da humanidade, assim como no reino animal, aqueles que aprenderam a colaborar e a improvisar foram os que sobreviveram. Creio que o cooperativismo, que representa o ápice da colaboração no trabalho, está mostrando mais do que o caminho para sobrevivermos à crise; ele está mostrando o caminho para construirmos as bases de uma sociedade mais solidária, mais sustentável e, por isso mesmo, mais eficiente e menos instável.

Produção industrial recua em nove dos 15 locais pesquisados pelo IBGE

A produção industrial recuou em nove dos 15 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de setembro para outubro deste ano, apesar da alta de 0,2% na média nacional. A maior queda foi observada em Pernambuco, de 10,1%.

Também houve quedas na produção nos estados de Mato Grosso (-2,7%), Ceará (-2,6%), Pará (-2,5%), Paraná (-2,5%), Rio Grande do Sul (-2,1%), Goiás (-1%) e Rio de Janeiro (-0,8%). A Região Nordeste, que reúne as produções de seus nove estados, também recuou 1,9%.

A produção da indústria de São Paulo manteve-se estável no período. Cinco estados sustentaram a alta nacional de 0,2%: Amazonas (12,4%), Santa Catarina (4,4%), Espírito Santo (1,9%), Bahia e Minas Gerais (com 1,1% cada um).

Comparações
Na comparação com outubro do ano passado, 11 dos 15 locais pesquisados tiveram alta, com destaque para o Rio Grande do Sul (14,8%) e o Pará (12,9%). Quatro locais tiveram queda, sendo a maior delas registrada em Goiás (-6,5%).

No acumulado do ano, 12 locais tiveram alta e três, queda. O maior crescimento foi registrado no Pará (10,1%). A maior queda, em Goiás (-3,5%). No acumulado de 12 meses, também foram 12 locais com alta e três com queda. O destaque positivo foi o Pará (9,9%). O destaque negativo ficou com Espírito Santo (-1,8%).

Receita libera consulta à restituição do IR na segunda-feira

A partir das 9 horas da próxima segunda-feira (10) estará disponível para consulta o sétimo lote de restituição do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF) de 2018. Contempla também restituições residuais dos exercícios de 2008 a 2017.

O crédito bancário para 151.248 contribuintes será realizado no dia 17 de dezembro, somando mais de R$ 319 milhões.

Desse total, R$ 127.393.752,50 referem-se ao quantitativo de contribuintes que têm prioridade no recebimento: idosos acima de 80 anos, 19.081 contribuintes entre 60 e 79 anos, 3.157 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou doença grave e 9.297 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério.

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na Internet ou ligar para o Receitafone 146.

Extrato da declaração
Na consulta à página da Receita, serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento.

Nesta hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.

A Receita disponibiliza, ainda, aplicativo para tablets e smartphones que facilita consulta às declarações do IRPF e situação cadastral no Cadastro de Pessoa Física – CPF.

Com ele será possível consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

A restituição ficará disponível no banco durante um ano.

Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá fazer requerimento por meio da internet, mediante o Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do BB ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

Prefeitura de Caruaru celebra os 70 anos da Promulgação da Declaração Universal dos Direitos Humanos

Na próxima segunda-feira (10), se comemora o Dia Internacional dos Direitos Humanos e também é celebrado os 70 anos da Promulgação da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Para pontuar a data, a Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos de Caruaru (SDSDH) estará promovendo uma roda de diálogo com especialistas na Câmara Municipal de Caruaru, das 08h às 12h. Estarão presentes, como colaboradores, a Drª. Ana Maria Barros, o professor Urbano Silva, o mestre Marco Aurélio, o promotor de justiça Frederico Oliveira e Edmilson Silva. O evento será gratuito e aberto ao público.

A Organização das Nações Unidas – ONU (UN Human Rights) lançou em 10 de dezembro de 2017 o Dia Internacional dos Direitos Humanos, uma campanha que durou um ano. Nesse Período, Caruaru comemorou com diversas atividades culturais, políticas e de inclusão, onde se destacaram Toque de Jurema, capacitação sobre o uso do nome social para servidores, roda de diálogo com levantamento de demandas para a política das pessoas idosas e o Feirão da Empregabilidade para Pessoas com Deficiência.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) foi aprovada em Assembleia Geral da ONU em 1948. O documento é a base da luta universal contra a opressão e a discriminação e defende a igualdade e a dignidade das pessoas, além de reconhecer que os direitos humanos e as liberdades fundamentais devem ser aplicados a cada cidadão do planeta.

30% dos usuários usam duas ou três senhas para todas as suas contas

São comuns os casos de empresas ou serviços que sofrem violações de segurança ou algum tipo de incidente e têm suas senhas e usuários expostos. Uma em cada dez empresas dizem ter sido vítimas de incidentes que afetaram serviços críticos ou de acesso indevido a sua base de dados. A ESET, empresa líder em detecção proativa de ameaças, realizou uma pesquisa com usuários na América Latina para saber quais são os hábitos mais comuns em relação ao uso de senhas.

Apesar da frequência com que esse tipo de incidente de segurança ocorre, a pesquisa revelou que apenas 40% dos usuários possuem senhas diferentes para cada serviço e que 30% usam dois ou três acessos diferentes para todas as aplicações. Por sua vez, mais de 60% acreditam que seu código de acesso para o e-mail pode ser mais forte.

A pesquisa concluiu ainda que:

62% dos entrevistados considera que sua senha de e-mail poderia ser mais forte;
Mais de 90% acredita que possuir uma senha fraca é o mesmo que deixar a porta de sua casa aberta;
40% muda de senha apenas quando tem alguma suspeita ou incidente;
73% modifica os acessos com maior frequência quando se trata de serviços críticos;
60% das pessoas lembram suas senhas apenas com a memória, 10% possuem um arquivo com os acessos no equipamento e 11% utilizam gerenciador de senha;
10% das pessoas não sabem o que é Duplo Fator de Autenticação
25% das pessoas usam o Duplo Fator de Autenticação em todos os serviços possíveis, enquanto 50% utiliza somente em alguns serviços
“Criar senhas robustas, ou seja, que incluam números e o mínimo de 8 caracteres, e usar combinações diferentes para cada serviço, são formas de manter as informações seguras. Além disso, é aconselhável utilizar, sempre que possível, um duplo fator de autenticação e ter soluções de segurança instaladas e atualizadas. Nós da ESET, enfatizamos a educação e a conscientização do usuário para evitar ser vítima de ataques de cibernéticos”, diz Cecilia Pastorino, especialista em segurança de TI da ESET América Latina.

As violações de segurança que expõem dados dos usuários se tornaram comuns, prova disso são ferramentas como o haveibeenpwned.com ou o HackNotice, em que é possível descobrir se os dados de qualquer conta associada a um endereço de e-mail foram expostos por meio de um incidente.

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Ministério do Trabalho participa de operação que resultou na prisão de dupla no Pará

O Ministério do Trabalho colaborou com a Polícia Federal (PF) na operação que terminou com a prisão de dois homens suspeitos de fazer saques ilegais do seguro-desemprego, em Marabá, no sudeste do Pará. As investigações apontam que o grupo criminoso pode ter causado um prejuízo de, pelo menos, R$ 3 milhões aos cofres públicos.

A ação da PF recebeu o nome de Fraude Machine, que tinha como alvo um grupo de criminosos especializados em adulterar dados para sacar o benefício ilegalmente. As prisões ocorreram na quarta-feira (5) no momento em que a dupla fraudava o cadastro.

O Ministério do Trabalho contribuiu fornecendo informações sobre o sistema e realizou um rastreamento que identificou e bloqueou automaticamente cadastros suspeitos de beneficiários. A organização criminosa pode ter agido mais de mil vezes. A polícia investiga o envolvimento de servidores na quadrilha.

Durante a operação foram apreendidos uma arma de fogo, munições, celulares, um automóvel, dinheiro em espécie e um notebook com uma placa que possibilitava a fraude. Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, corrupção ativa e passiva, inserção de dados falsos em sistemas de informações e estelionato. Ao todo as penas pelos crimes investigados podem passar de 30 anos.

Essa é a terceira operação dessa natureza com a participação do Ministério do Trabalho feita neste ano no Pará. Em maio, a PF cumpriu mandados de prisão e de busca e apreensão em Marabá e em Redenção, na Operação Entice. Os criminosos alteravam dados utilizando números falsos do PIS, o Programa de Integração Social. Para não gerar suspeitas, eles faziam os saques em diversos estados, entre eles São Paulo, Goiás e Maranhão.

MEC promove oficina com foco em sistemas de monitoramento

Durante três dias, servidores e colaboradores que atuam no monitoramento de políticas públicas educacionais do Ministério da Educação participam, em Brasília, de uma oficina sobre os programas educacionais da pasta. O foco principal das atividades está na construção de habilidades para elaboração de indicadores e no desenvolvimento de sistemas de monitoramento. O evento, organizado pela Assessoria Estratégica de Evidências (Aevi) do MEC, começou na quarta-feira, 5, e segue até hoje, 7.

“A proposta da oficina é que ela seja muito ‘mão na massa’”, explicou a consultora Flávia Defacio, da Aevi. “Ela é dinâmica e tem muitos exercícios. Os alunos estão pensando alguns programas estratégicos do MEC e fazendo o desenho, tanto do modelo lógico, que é o instrumento que sistematiza os programas, quanto do sistema de monitoramento e construção de indicadores”.

A Aevi tem como objetivo fomentar o uso de evidências e inovação dentro do MEC. “Entendemos que era importante fazer algumas formações com os servidores e colaboradores da pasta. Ao longo desses três dias, eles estão fazendo atividades que vão permitir que entendam muito mais sobre como fazer o monitoramento correto. Isso permite que as políticas sejam avaliadas posteriormente”.

Para o diretor de Políticas e Programas de Educação Superior da Secretaria de Educação Superior (Sesu) do MEC, Vicente de Paula Almeida Júnior, a ideia é que as pessoas inscritas nas atividades da oficina possam praticar a metodologia aprendida. “Cada participante retornará ao seu setor e vai repassar todo o conhecimento aprendido em relação às ferramentas aqui trabalhadas, para que consiga aplicar também nos programas com que trabalha no dia a dia”, resumiu.

Essa primeira oficina despertou o interesse de muitos servidores e colaboradores – foram mais de 100 inscritos. No total, 30 representantes de todas as secretarias do MEC participam da atividade. “Já estamos prevendo uma segunda turma para o fim do mês de janeiro”, antecipou Flávia Defacio. “Ela será melhorada, pois, como é a primeira vez, estamos testando dinâmicas pedagógicas.”

Programação – No primeiro dia, as atividades foram coordenadas por integrantes da Aevi. Os participantes discutiram sobre os programas do MEC e a construção de modelos lógicos, um instrumento de avaliação de políticas públicas que expõe de modo simples e visual o desenho de um programa e os resultados e impactos esperados.

No segundo e terceiro dias, a oficina será conduzida por Samuel Franco, consultor do Insper – instituição de ensino superior, localizada em São Paulo, que atua nas áreas de negócios, economia, direito, engenharia mecânica, engenharia mecatrônica e engenharia da computação – e do Instituto Unibanco, parceiros da Rede de Evidências da Aevi. Franco apresentará conceitos e estratégias de monitoramento de políticas públicas e dirigirá atividades que incluem construção de indicadores e desenho, além da operacionalização de sistemas de monitoramento. “A Aevi do MEC é fundamental, histórica”, destacou Franco. “Essa assessoria precisa ser replicada por outros lugares. Se você não cria uma assessoria como esta, as próprias secretarias dentro do MEC não têm o apoio necessário para conseguir tudo que precisam para elaborar um bom sistema de monitoramento e avaliação.”

Aevi – A Assessoria Estratégica de Evidências, ligada ao gabinete do ministro de Educação, foi criada em julho com a missão de promover o uso apropriado das evidências e fomentar a cultura de inovação para melhorar a qualidade das políticas educacionais brasileiras. Desde então, vem desenvolvendo produtos e atividades com o objetivo de tornar-se referência na disseminação e no uso adequado de evidências e inovação, institucionalizando essas práticas no ciclo das políticas educacionais brasileiras.