Bancada do PT sai em defesa de Marco Maia

Em nota divulgada na tarde desta segunda-feira, 5, a bancada do PT criticou a nova fase da Operação Lava Jato e o que chamou de “espetacularização desnecessária” da Polícia Federal no cumprimento de busca e apreensão na residência do deputado Marco Maia (PT-RS) no Rio Grande do Sul.

“Marco Maia sempre esteve à disposição para colaborar com as investigações iniciadas a partir da delação de um réu confesso, sem nenhum indício que justifique a exposição e o ataque à sua imagem, como ocorreu com a operação de hoje. Portanto, a bancada denuncia a forma e questiona o conteúdo jurídico e político da ação da Polícia Federal”, diz a mensagem assinada pelo líder na Câmara, Afonso Florence (BA).

A nova fase da Lava Jato atingiu Maia, que é ex-presidente da Câmara, e o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Vital do Rêgo, que foi senador pelo PMDB. A operação foi autorizada pelo ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, e faz parte das investigações da PF e da Procuradoria-Geral da República no inquérito que apura a atuação dos dois políticos para blindar empreiteiros na CPI Mista da Petrobras realizada em 2014. Maia foi relator dos trabalhos e Vital presidente da comissão.

Na nota, os petistas afirmam que durante sua atuação como relator da CPMI da Petrobras, Maia “comportou-se de forma transparente e todas as suas decisões foram públicas e aprovadas pelo colegiado da Comissão, inclusive o relatório final”. A bancada ressalta que o ex-relator pediu o indiciamento de 53 pessoas, entre elas o ex-diretor da estatal, Nestor Cerveró, e recomendou a investigação de 20 empresas ao Cade por crime de cartel. “É bom lembrar que Cerveró era protegido à época pelo mesmo delator que hoje tenta acusar Maia, para escapar de sua responsabilidade”, emenda a mensagem.

Em nome dos deputados petistas, Florence afirmou confiar em Marco Maia e disse esperar “que as investigações ocorram seguindo os princípios constitucionais e não sejam meramente operações seletivas e arbitrárias”.

Maia está em Brasília e deve se pronunciar sobre a operação ainda nesta tarde, pelas redes sociais.

Bancada pernambucana pede celeridade em obras

O senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) e cinco deputados pernambucanos – Gonzaga Patriota (PSB), Danilo Cabral (PSB), João Fernando Coutinho (PSB), Tadeu Alencar (PSB) e Fernando Monteiro (PP) – foram até o ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, no início desta tarde, solicitar celeridade nas obras da Adutora do Agreste e da Barragem de Jucazinho.

Os parlamentares reforçaram ao ministro que a Bancada de Pernambuco apresentou emenda orçamentária, no valor de R$ 164 milhões, destinada à Adutora do Agreste. Durante o encontro, Helder Barbalho anunciou que o Executivo vai inserir as obras da Barragem de Jucazinho no Programa Crescer – nova versão do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no Governo Temer – e garantiu que R$ 52 milhões serão liberados para este empreendimento, nos próximos dias.

“A inclusão de Jucazinho no Programa Crescer assegura que os recursos não serão contingenciados”, explica Fernando Bezerra. “Além disso, demonstra que o governo está empenhado em assegurar e dar velocidade às obras da barragem”, completa.

O esforço do senador e dos deputados que se reuniram hoje com o ministro Helder Barbalho é para que trechos das obras da Adutora do Agreste e da Barragem de Jucazinho sejam concluídos até o início do período de inverno no Nordeste, no primeiro trimestre do ano. “O que poderá aliviar a seca e garantir água a municípios da região”, ressalta Fernando Bezerra Coelho.

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Bancada: governador reúne hoje aliados e adversários

Por um consenso – O governador Paulo Câmara (PSB) reúne-se hoje, no Palácio do Campo das Princesas, com a bancada pernambucana no Congresso Nacional. Vai negociar com os parlamentares, em meio às crises econômica e política, as prioridades para o estado que devem ser transformadas em emendas ao Orçamento Geral da União/2017.

O prazo para apresentação dessas emendas termina quinta-feira, às 20h, e, apesar da expectativa de que não haja resistências a essas prioridades – que devem girar em torno de infraestrutura hídrica e viária -, não se sabe qual será o quórum da reunião em meio ao atual cenário político e eleitoral no país, no estado e na capital.

A ausência de alguns parlamentares ao encontro de hoje com o governador será vista como um sinal de que o governo do estado precisará de mais tato e contemplar, nas emendas de bancada, as bases eleitorais de todos eles.

Tudo em nome de um consenso que pode ser mais difícil em um grupo cuja tensão se intenficou após o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

2018: PT vê risco de ter bancada dizimada pelas urnas

O PT já admite que sua bancada no Senado pode ser dizimada pelas urnas em 2018, quando acabam os mandatos de 8 dos 10 senadores que o partido tem hoje.

O grupo, que inclui Gleisi Hoffmann (PR), Humberto Costa (PE), e Lindbergh Farias (RJ), foi eleito em 2010, quando Lula deixava a Presidência com 83% de aprovação e o PT era o preferido de 26% do eleitorado — hoje o índice é de 11%.

Alvejada pela Lava Jato e com o comando de menos da metade das prefeituras do que tinha há seis anos, parte dos senadores já admite reservadamente não disputar a reeleição se o cenário não se alterar até lá.   (Painel – Folha de S.Paulo)

Lula reúne bancadas do PT para definir oposição

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer transformar o mote “Nenhum direito a menos” na principal bandeira da oposição que o PT fará ao governo de Michel Temer. Com esta ideia, Lula reunirá na noite desta terça-feira, 13, em Brasília, as bancadas do PT na Câmara e no Senado para organizar como será o combate do partido no Congresso.

Um dia depois da cassação do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que deu a largada ao processo de impeachment da então presidente Dilma Rousseff, Lula age para reunificar a seara petista. “O PT tem de reaprender a fazer oposição”, disse ele, na segunda-feira, após participar da cerimônia de posse da ministra Carmen Lúcia na presidência do Supremo Tribunal Federal (STF). “Nós vamos ter de brigar porque é inaceitável você tentar resolver o problema da crise mexendo nos direitos dos trabalhadores.”

Alvo da Operação Lava Jato, Lula dará nova voz de comando ao PT no momento em que o partido enfrenta a sua maior crise, com a perda da Presidência da República e enfrentando muitas dificuldades nas campanhas para as prefeituras. Diante de tantos problemas, uma ala da legenda quer mudar a direção do PT, antecipando a eleição direta, com voto dos filiados, marcada para novembro de 2017. Os novos rumos do PT, agora na oposição, serão discutidos em reunião do Diretório Nacional do partido, marcada para as próximas quinta e sextas-feiras em São Paulo, com a presença de Lula.

Na reunião de hoje em Brasília, uma espécie de prévia do encontro em São Paulo, o ex-presidente e parlamentares petistas devem discutir as estratégias para se contrapor ao governo Temer. Além de reforçarem o discurso de que Dilma foi vítima de um golpe, a intenção dos petistas é marcar de agora em diante que as três reformas propostas pelo peemedebista – PEC do Teto dos Gastos e reformas Previdenciária e Trabalhista – tratam-se de retirada de direitos do cidadão e dos trabalhadores. Também vão questionar as mudanças em programas sociais vitrines da era petista feitas pelo atual governo, como o Pronatec e Minha Casa, Minha Vida.

Para tanto, os petistas querem atuar em duas frentes. A primeira é fortalecer a atuação em meios de comunicação, como redes sociais e rádios comunitárias – para defender o legado do partido e protestar contra a agenda de Temer – dias atrás houve um encontro em São Paulo com a presença de Lula e parlamentares da bancada para discutir o uso das mídias digitais.

A segunda é ter uma atuação no Congresso combativa às reformas de Temer. As bancadas do PT da Câmara e do Senado começaram a fazer mudanças no corpo técnico das lideranças. Nessa ação, querem ter uma atuação com foco em gastos do governo Temer – vão ressuscitar o uso do Siafi, sistema de acompanhamento de despesas públicas e o acompanhamento mais atento no Diário Oficial da União (DOU).

Nesse trabalho, ex-ministros de Dilma e Lula também têm participado dessas discussões da nova cara do PT, como Gilberto Carvalho e Tereza Campello. “Vamos voltar a fazer oposição como antigamente”, definiu um assessor da liderança do PT no Senado, relembrando a combativa atuação do partido durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).

Oposição tenta ampliar verbas para a Saúde em R$ 100 milhões

A Bancada de Oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) tenta, nesta quarta-feira (25), ampliar o orçamento da saúde para 2016 em mais de R$ 100 milhões, por meio de emendas de realocação de recursos apresentadas no decorrer da tramitação do Projeto de Lei Orçamentária Anual, encaminhado pelo Poder Executivo à Alepe.

Os recursos necessários para ampliação da verba para a saúde foram redirecionados de subfunções da administração, planejamento, operações especiais e gastos com publicidade. As emendas apresentadas preservam recursos das secretarias de educação, saúde e defesa social, além dos serviços essenciais prestados à população.

As propostas apresentadas pela Bancada de Oposição, assim como as emendas parlamentares que pretendem garantir mais R$ 10 milhões para o atendimento à população, serão avaliadas na manhã desta quarta-feira, às 11h, durante reunião da Comissão de Finanças, Orçamento e Tributação da Alepe.

No cozido de Jarbas, muitas conversas sobre a situação de Eduardo Cunha

Do Blog da Folha

Um almoço prestigiado, que reuniu quase 70% da bancada pernambucana na Câmara Federal. No cardápio, cautela sobre 2016 e muitas análises sobre a situação do presidente da Casa Baixa, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Mas um prognóstico comum: o pemedebista fluminenses não permanecerá no comando da Câmara. O cozido oferecido pelo deputado federal Jarbas Vasconcelos (PMDB), neste sábado (7), reuniu integrantes do governo e oposição ao Governo da presidente Dilma Rousseff.

Primeiro a chegar ao evento, o vice-líder de Governo, Sílvio Costa (PSC), era o responsável por apresentar prazos e nomes para o desfecho da crise na Câmara dos Deputados. No seu cálculo, Cunha deverá postergar a sua queda até o fim de março ou início de abril.

Sobre os prováveis substitutos, Silvio se dividiu entre dois nomes que estavam no almoço: o próprio anfitrião Jarbas Vasconcelos e o socialista Heráclito Fortes (PI), que refutou por mais de uma vez a provocação de Silvio. “Cunha ainda está no cargo”, repetia.

Também partiram de Silvio Costa as maiores provocações sobre 2016. “Eu vou entrevistar os jornalistas. Qual vai ser o destino de Jarbas?”, colocando a saia-justa no jornalista. “Mendonça (Filho), o DEM está com Geraldo Julio”, provocou Silvio, se dirigindo ao presidente estadual do DEM, que disse que 2016 só em 2016.

Com muitos pré-candidatos presentes, Silvio foi traçando possíveis alianças em Caruaru, Jaboatão, Cabo e Petrolina. Mas se esquivou de responder se Silvio Costa Filho seria candidato em 2016. “Eleições só falo no ano que vem”, afirmou, levando os presentes às gargalhadas.

Os outros integrantes da bancada pernambucana foram chegando aos poucos. O senador Fernando Bezerra Coelho foi com o filho, o líder do PSB na Câmara, Fernando Filho. Os deputados Anderson Ferreira (PR), Betinho Gomes (PSDB), Kaio Maniçoba (PHS), Fernando Monteiro (PP) e Wolney Queiroz (PDT).

Também marcaram presença Tadeu Alencar (PSB), Mendonça Filho (DEM), Augusto Coutinho (SD), os tucanos Daniel Coelho e Bruno Araújo, Luciana Santos e Cadoca, ambos do PCdoB, e Eduardo da Fonte (PP).

Ou seja, dos 25 da bancada pernambucana na Câmara, 18 estavam presentes. Levaram falta os socialistas Marinaldo Rosendo, João Fernando Coutinho, Pastor Eurico e Gonzaga Patriota, do PTB Jorge Corte Real, Adalberto Cavalcanti e Ricardo Teobaldo. O senador Douglas Cintra, que viria de helicóptero, não conseguiu encontrar um lugar para o pouso e não compareceu.

Bancada de oposição lamenta morte de Osvaldo Coelho

Do Blog da Folha

A bancada de oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) divulgou uma nota de pesar pela morte do ex-deputado federal Osvaldo Coelho (DEM). Segundo texto, Coelho “desempenhou papel de extrema importância para o desenvolvimento do Vale do São Francisco e da fruticultura irrigada no Sertão pernambucano, hoje referência para o País”.

Na nota, assinada pelo líder Silvio Costa Filho (PTB), a bancada de oposição relembra a trajetória política do democrata, que foi eleito três vezes deputado estadual e oito vezes para a Câmara Federal. Diz, ainda, que Osvaldo Coelho fez de sua vida pública uma trincheira pelo desenvolvimento do Semiárido, com iniciativa que além da fruticultura irrigada, viabilizaram a implantação da Universidade do Vale do São Francisco e a Escola Técnica de Petrolina.

“A Bancada de Oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco lamenta a perda desse grande expoente do cenário político pernambucano”, diz o texto. “Lamentamos o falecimento do deputado Osvaldo Coelho e enaltecemos o legado por ele deixado para o Estado e para a Região Nordeste.”

Bancada do PMDB no Senado quer retirar Temer do comando do partido

Da Agência Estado

O adiamento do encontro que decidiria a permanência do PMDB no governo Dilma Rousseff, de novembro para março de 2016, levou integrantes do partido no Senado a defender nos bastidores a substituição do vice-presidente da República, Michel Temer, no comando da legenda. Ele preside o partido desde 2001, tendo sido reconduzido no início de 2013.

enadores do PMDB consideram que, após quase 15 anos de comando de Temer, ligado à bancada da Câmara, é preciso um rodízio na cúpula. Isso poderá, inclusive, levar a uma guinada na relação com o governo, já que o partido pretende ter candidato próprio na eleição presidencial de 2018. A avaliação entre alguns senadores é de que ou se chega a um “entendimento” ou haverá um “intenso embate” em relação à sucessão de Temer.

Uma primeira movimentação dos senadores do PMDB para ocupar o comando do partido ocorreu em março deste ano, quando Temer foi alçado para a articulação política do governo. Na ocasião, o senador Romero Jucá (RR), terceiro vice-presidente da legenda, chegou a ter o nome colocado como potencial sucessor. As negociações, no entanto, não avançaram. Um dos motivos foi o fato de o parlamentar ser o terceiro na linha sucessória da legenda, atrás do primeiro vice, senador Valdir Raupp (RO), e da segunda vice, deputada Iris Araújo (GO). Apesar do recuo, Jucá ainda permanece entre os mais cotados pelos colegas do Senado para assumir a legenda.

Ao apetite para retirar do vice o protagonismo na condução do partido, juntou-se nestes últimos dias o descontentamento de parte dos senadores com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Ele tem sido apontado como o responsável pelos vazamentos de trechos das investigações da Operação Lava Jato que respingaram no presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e no senador Jader Barbalho (PMDB-PA). A avaliação é de que, com a medida, Cunha tenta dividir o foco das acusações como forma de sobreviver no cargo.

Em sua delação à Procuradoria-Geral da República, o lobista Fernando Soares, o Fernando Baiano, apontado como operador de propinas do PMDB, citou, além de Cunha e os senadores, o ex-ministro de Minas e Energia Silas Rondeau, ligado ao ex-presidente da República José Sarney.

Parte da cúpula do PMDB tinha como prazo para definir o desembarque, ou não, do governo o mês de novembro, quando está previsto um encontro da legenda em Brasília. Na reforma ministerial orquestrada por Dilma no início deste mês, a bancada da Câmara conquistou os ministérios da Saúde, com Marcelo Castro (PI), e de Ciência e Tecnologia, Celso Pansera (RJ).

Nesse novo arranjo, o calendário para uma possível debandada foi empurrado para março, quando haverá a convenção nacional do PMDB. Na ocasião, serão eleitos os integrantes da direção e Executiva Nacional responsáveis por conduzir a legenda nas próximas eleições municipais, em 2016, e presidencial, em 2018.

Apesar de ter perdido do foco inicial, integrantes de diversos setores do PMDB não descartam que o encontro de novembro sirva de palanque para ataques contra o governo Dilma. “Vai ter gente que vai defender o rompimento, mas é natural”, declarou o presidente da Fundação Ulysses Guimarães, o ex-ministro Moreira Franco. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Bancada governista comemora desempenho das escolas no Enem

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Seis escolas públicas de Pernambuco ficaram entre as dez melhores do Brasil no ranking de desempenho do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). O resultado foi repercutido, nesta quinta-feira (06), na Assembleia Legislativa pela bancada governista como fruto de oito anos de investimentos na política educacional do estado.

O deputado Miguel Coelho (PSB) destacou a mudança de patamar que Pernambuco alcançou após o aumento das escolas de tempo integral. “Um estado que era um dos mais violentos do país, hoje, tem não só um trabalho de referência no combate à violência como também seis escolas públicas estão entre as dez melhores do País. Isso é um trabalho revolucionário com as escolas de tempo integral e é preciso que todos se unam para manter esse desenvolvimento.”

O socialista ainda ressaltou o fato de todas as escolas com melhores desempenhos estarem localizadas no interior de Pernambuco. “Fiquei ainda mais feliz porque essas unidades estão no interior, inclusive, uma delas na minha região, na cidade de Dormentes. Isso é sinal da interiorização do desenvolvimento e dos investimentos.”

O líder do Governo na Assembleia Legislativa, Waldemar Borges (PSB) também comemorou o resultado e lembrou o ex-governador Eduardo Campos como um dos principais responsáveis pelo desempenho. “Não é pouco num país continental como o Brasil, seis das dez melhores escolas públicas estarem em nosso estado. Eduardo talvez não imaginasse que esta notícia ocorresse na semana que antecede seu aniversário, mas melhor presente não poderia ser dado a ele.”

Ao todo, 15.640 instituições de ensino tiveram os dados divulgados pelo MEC nesta quarta-feira (05). As unidades pernambucanas mais bem posicionadas foram: Escola Coronel João Francisco (São Vicente Ferrer) em terceiro lugar, Escola João Pessoa Souto Maior (Sairé) em quarto, Escola Barão de Exu (Exu) em quinto, Escola Padre Antônio Barbosa Júnior (Jurema) em sexto, Escola Senador Nilo Coelho (Dormentes) em nono e Escola Manoel Guilherme da Silva (Passira) na décima posição.