Recife firma parceria pela Educação com o MBC

Na tarde desta quarta, o prefeito Geraldo Julio participou do Encontro Anual 2016 do Movimento Brasil Competitivo (MBC), na cidade de São Paulo, apresentando a experiência do Recife no painel “Desafios da Gestão Municipal”, para uma plateia que reuniu mais de 20 prefeitos, além dos governadores de São Paulo, Geraldo Alckmin, de Góias Marconi Perillo e do ministro da Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab.

No evento, o Recife se tornou a primeira cidade do país a aderir à plataforma Mais Gestão, do MBC, que pretende reunir boas práticas de gestão pública em todo o Brasil e já anunciou que o Recife vai iniciar na cidade o “Programa de Intervenção Pedagógica (PIP)”, que prevê a utilização de ferramentas de gestão para a melhora do desempenho dos alunos em leitura, escrita e matemática.

“Temos uma convivência antiga com o movimento desde que participei da gestão de Eduardo Campos no Governo de Pernambuco. E agora, na Prefeitura, a gente tem mantido parcerias e o Movimento Brasil Competitivo está criando uma plataforma que vai disponibilizar as melhores práticas e ações que tiveram sucesso na administração pública para quem quiser utilizar. Nós somos a primeira Prefeitura do país a aderir essa plataforma, pra conhecer boas experiências em outras cidades, de outros governos, para ser levadas para o Recife, ao mesmo tempo em que disponibilizamos nossas experiências exitosas para que outras prefeituras do Brasil possam utilizar”, comentou o gestor.

O Programa de Intervenção Pedagógica (PIP) iniciado no Recife dentro da plataforma do MBC é um modelo de ação que melhora o desempenho de alunos em leitura, escrita e matemática. O PIP tem foco no conteúdo pedagógico e no aprendizado dos estudantes e por meio de uma abordagem individualizada, possibilitando elevar em um curto prazo de tempo, a proeficiência dos alunos. A iniciativa lançada pelo prefeito Geraldo Julio garante o início do processo de alfabetização, com o letramento dos jovens do Ensino Infantil, reduzindo assim os índices de analfabetismo funcional existente nas escolas da rede no Ensino Fundamental. Essa iniciativa também melhora o índice de Desenvolvimento da Educação Básica e reduz a evasão escolar.

“Também estamos iniciando uma ação, que é o programa de intervenção nas escolas, onde vamos acompanhar aluno por aluno nas escolas que precisam de reforço, pra os que estiverem com essa defasagem receberem essa atenção especial e com isso melhorarmos a educação na nossa cidade”, explicou o prefeito sobre a ação.

Sobre os desafios da gestão pública, o prefeito citou alguns desafios do ano que vai se iniciar, mas garantiu que com muito trabalho pode se alcançar resultados positivos, a exemplo os índices obtidos no seu primeiro mandato. “Depois de reeleito já tivemos a ciência e a visão do que deverá acontecer nos próximos anos. Já podemos deixar de falar de incertezas para 2017, pois já sabemos que vai ser um ano muito duro. No setor público temos baixa competitividade e alta desigualdade e por outro lado uma alta grade tributária. Diante disso precisamos agir, fazer mais. O setor público no Brasil precisa se tornar mais competitivo e reduzir desigualdade, gastando menos”, afirmou. Na apresentação, o gestor apontou a redução na fila de espera de exame de ultrassonografia, o novo padrão da infraestrutura nas escolas da rede e nas unidades de saúde, bem como a construção de novos equipamentos na área de saúde e educação.

Educação e Saúde justificam o descaso com o País

A Educação e a Saúde são reféns de políticos e da Política. Os dois itens da pauta administrativa de Governo servem a qualquer lado, dependendo da conveniência.

Na última segunda-feira, 10, os supostos defensores da Educação e Saúde tentaram bloquear a votação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que limita o aumento dos gastos públicos ao crescimento da inflação anual, calculada pelo IPCA. Eles alegaram que haveria perda dos recursos para esses importantes setores sem uma base concreta de argumentação.

Mas 366 deputados votaram a favor da PEC, superando o quórum necessário de 308 votantes. Outros 111 foram contra a proposta e dois parlamentares se abstiveram. Surpreendentemente, a maioria do PSB de Pernambuco desistiu do Brasil, ao contrário do que pregava Eduardo Campos em sua campanha presidencial.

Os deputados Tadeu Alencar, Danilo Cabral, João Fernando Coutinho e Gonzaga Patriota, todos do PSB que faz parte da bancada governista, votaram contra a PEC. E teria mais dois votos contrários – dos suplentes Severino Ninho e Dona Creuza – substituídos a tempo pelos titulares que apoiam o início do chamado Ajuste Fiscal, ou ajuste das contas públicas detonadas pelo PT.

Os que foram contra a PEC, além dos socialistas, Luciana Santos (PC do B) e Wolney Queiroz (PDT), não conseguiram enxergar nada de positivo na proposta diante de todas as dificuldades que passa o País. Sem a aprovação em definitivo, vinha alertando o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, a alternativa seria muito pior: o aumento de impostos.

Não existe almoço grátis e muito menos correção de rumo econômico sem sacrifícios. O PT liberou a refeição e agora o País paga a conta. E esses que votaram contra a PEC não perceberam, ou foram induzidos por ranço ideológico, que esse ajuste tem que ser feito.

A reação dos desistentes do Brasil lembra muito o episódio do Plano Real, quando o PT e satélites se puseram contra a medida que derrubou a hiperinflação de 2.700% ao ano que corroía o país. Em 15 de janeiro de 1994, o então líder petista Luís Inácio Lula da Silva comentou ao jornal Estadão:

“Esse plano de estabilização não tem nenhuma novidade em relação aos anteriores. Suas medidas refletem as orientações do FMI. O fato é que os trabalhadores terão perdas salariais de no mínimo 30%. Ainda não há clima, hoje, para uma greve geral, mas, quando os trabalhadores perceberem que estão perdendo com o plano, aí sim haverá condições”.

Em agosto do mesmo ano, o futuro ministro da Fazenda de Lula e Dilma, Guido Mantega, hoje envolvido no Escândalo do Petrolão, como o ex-presidente, avaliou o Plano Real para a Folha de São Paulo:

“Existem alternativas mais eficientes de combate à inflação. É fácil perceber por que essa estratégia neoliberal de controle da inflação, além de ser burra e ineficiente, é socialmente perversa”.

Entre as medidas aprovadas pelo Plano Real, sem o voto do PT, estavam o corte de despesas e aumento de 5 pontos percentuais em todos os impostos federais, sob a justificativa de que a máquina administrativa brasileira era muito grande e consumia muito dinheiro para funcionar.

Havia somente no âmbito federal 100 autarquias, 40 fundações, 20 empresas públicas, sem contar as estatais, além de dois mil cargos públicos com denominações imprecisas, atribuições mal definidas e remunerações díspares. Como o país não produzia o suficiente, decidiu-se pelo ajuste fiscal, o que incluiu cortes em investimentos, gastos públicos e demissões. Durante o governo FHC, aproximadamente vinte mil funcionários foram demitidos do Governo Federal. O Plano Real deu certo.

Os acadêmicos gostam de dizer que quando a História se repete vem como farsa ou tragédia. Nesses casos, a farsa antecipou-se em 1994 com os petistas e repetiu-se agora com os desistentes do Brasil. A tragédia está sendo evitada. Tanto como Plano Real trouxe o Brasil de volta à vida, é possível que esse novo ajuste fiscal, aprovada a PEC, retire a nação da UTI, no mínimo.

Secretaria de Educação promove formação continuada sobre Direitos Humanos e Educação para as Relações Étnico-Raciais

Com o tema Diálogos sobre Pós-Colonialismo, Direitos Humanos e Lei 10.630/2003, a Secretaria de Educação realiza nesta terça-feira, 27, uma formação continuada que visa destacar as perspectivas dos Direitos Humanos e Educação para as Relações Étnico-Raciais.

Na ocasião, as professoras mestras da UFPE – Universidade Federal de Pernambuco, Michele Guerreiro e Alcione Mainar, ministrarão estudo e dialética acerca dos trabalhos que vêm sendo desenvolvidos em cada escola, além disso, também será entregue para cada unidade educacional da rede municipal material de suporte, que inclui textos para serem estudados em reuniões pedagógicas, sugestões de atividades que devem ser trabalhadas em sala de aula e um DVD com filmes, documentários e vídeos com conteúdos que interessam desde os estudantes dos CMEIs – Centro Municipal de Educação Infantis até o 9º ano do Ensino Fundamental.

O diálogo travado pela Educação contará com participação do Movimento Negro de Caruaru e outros membros da sociedade civil.

O encontro acontecerá às 7h30, no auditório do órgão, e é direcionado aos coordenadores pedagógicos do município.

Pernambuco tem a melhor educação pública do Brasil

O governador Paulo Câmara destacou o desempenho da Rede Estadual de Ensino Médio de Pernambuco no ranking do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) relativo ao ano de 2015, divulgado hoje, em Brasília, pelo Ministério da Educação. Pernambuco pulou da quarta colocação para o primeiro lugar, com um índice de 3,9, contra os 3,6 obtidos no levantamento anterior – divulgado em 2014, referente a 2013.

“É imensa a nossa satisfação com esse resultado porque é fruto de um trabalho de muitos anos. Um trabalho consistente, que vem sendo compreendido pelo corpo técnico da Secretaria de Educação e também pelos estudantes e suas famílias”, avaliou Paulo, acrescentando: “o IDEB comprova o acerto do nosso Governo em dar prioridade absoluta à área da Educação. Estamos satisfeitos, mas não acomodados. Sabemos que muito ainda precisa ser feito na Educação”.

Para Paulo Câmara, o resultado do IDEB comprova definitivamente a figura visionária do ex-governador Eduardo Campos. “Onde ele estiver, estará feliz, como já falei antes. Eduardo dizia que o Brasil que ele sonhava seria aquele no qual os filhos do pobre e do rico, do político e do cidadão, do empresário e do trabalhador estudarão na mesma escola. Estamos construindo esse futuro. Esse é o Brasil que todos queremos”, apontou.

“Pernambuco é o Estado brasileiro que mais melhorou seus resultados no Ensino Médio, nos últimos dez anos”, informou Paulo. O governador citou, por exemplo, que o Estado foi quem mais diminuiu a distorção idade-ano para o Ensino Médio e também o que mais avançou na redução do abandono escolar. “Pernambuco é, hoje, o Estado com menor abandono, ou seja, temos a escola mais atrativa do Brasil”, acrescentou. “Esse resultado é uma conquista de todos os pernambucanos, que acreditam nesse projeto educacional”, concluiu Paulo Câmara.

Paulo sugere ao BNDES investir na Educação Integrada

O governador Paulo Câmara sugeriu, à presidente do BNDES, Maria Silvia Bastos Marques, que o setor da Educação passe a ser beneficiado pela parcela dos financiamentos do banco que as empresas têm de destinar à área social. No caso de Pernambuco, Paulo falou do Projeto Educação Integrada, pelo qual o Governo do Estado começou, em parceria com as prefeituras, a levar o Ensino em Tempo Integral para as escolas da rede municipal. Hoje, 0,5% dos financiamentos do banco são reservados para bancar ações na área social.

“A Educação é a infraestrutura mais importante para que a gente tenha um desenvolvimento sustentável e que mude verdadeiramente a vida das pessoas. É isso que estamos fazendo em Pernambuco. E essa parceria com o BNDES pode permitir que o Estado continue avançando nessa área”, explicou Paulo, que teve a sua primeira reunião de trabalho com a nova presidente do BNDES.

O governador também conversou com a presidente sobre novas operações de crédito do Estado com o BNDES, diante da perspectiva de que o Governo Federal vai autorizar novos financiamentos. De acordo com Paulo, os recursos seriam destinados a obras em andamento, que, inicialmente, receberiam recursos do Orçamento Geral da União. Nesse segmento, as obras hídricas têm uma presença importante.

Segundo Paulo, Maria Silvia foi receptiva às propostas do Governo de Pernambuco, que também incluiu um maior apoio do BNDES ao setor da tecnologia da informação no Estado.

Educação de Águas Belas realiza formação para professores da zona rural‏

Formação zona rural_Imprensa PMAB

No dia 1º de agosto, a Secretaria de Educação de Águas Belas promoveu uma formação para os professores que lecionam no campo. No primeiro momento, foi realizada uma palestra com a fonoaudióloga Ana Claudia  Mendonça, que tratou sobre os principais problemas que acometem a voz da maioria dos professores.

Em seguida, a equipe de coordenação do campo da Secretaria de Educação abordou a questão da obrigatoriedade do ensino da cultura afrodescendente e indígena.

Com essa finalidade, tomou-se como norte as Leis: 10.639, de 09 de janeiro de 2008 e a Lei 11.645, de 10 de março de 2008. Essas, abordam a questão da obrigatoriedade do referido ensino em todas as  escolas do país. “Foi uma manhã o muito proveitosa, pois ela deu dicas de como prevenir-se, bem como, trabalhou exercícios práticos de fonoterapia que ajudarão ao professor a tratar melhor os órgãos que promovem sua voz. Para aqueles que apresentam problemas diagnosticados  deu  orientações de como reverter ou tratar as situações”, explica a secretária Roseane Pereira.

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Paulo leva pleitos do Estado para o ministro da Educação

O governador Paulo Câmara esteve, hoje, em Brasília, em audiência com o Ministro da Educação, Mendonça Filho, para tratar de demandas que visam a melhoria do ensino público no Estado. E obteve sinalizações importantes do ministro.

“O encontro foi muito positivo pois a equipe do ministro Mendonça demonstrou interesse em atender os pleitos colocados e agilizar o processo de aprovação”, avaliou Paulo Câmara. O governador estava acompanhado do secretário de Educação, Fred Amâncio, e do Procurador Geral do Estado, César Caúla.

Na reunião, foi tratada também da autorização do MEC para a aquisição de ar condicionados, ventiladores e computadores para as escolas da Rede Estadual, envolvendo recursos da ordem de R$ 13 milhões.

Mendonça: MEC quer inovação e educação de qualidade

Durante o evento de assinatura da homologação da Faculdade Cesar Educação, no Recife, nesta segunda, o ministro da Educação, Mendonça Filho, disse que “o Brasil não pode ficar perdendo o bonde da história”.  Segundo ele, é preciso promover algumas mudanças para que o país possa avançar. “A gente vê uma nação como Israel, que tem 8 milhões de habitantes e 6 mil startups, enquanto o Brasil, com mais de 200 milhões de habitantes, conta com apenas 4 mil. Nosso foco, no MEC, é o investimento em educação de qualidade e inovação. O Brasil tem um potencial gigante, uma sociedade criativa e inteligente que só precisa de estímulo, de iniciativas que promovam o desenvolvimento desse potencial”, declarou.

A nova faculdade, que recebeu autorização do MEC na semana passada, ficará sediada no Porto Digital, e terá funcionamento em tempo integral com os cursos de design e de computação. De acordo com o diretor geral da faculdade, Sérgio Cavalcanti, “o objetivo é estender o know-how que a instituição já tem em setores da economia criativa para a educação voltada a novos negócios”.

Atualmente, o Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar), que é referência no desenvolvimento de tecnologias de informação e comunicação (TIC), desenvolve know-how para setores do mercado como a indústria, e oferece mestrado profissional de artefatos digitais. Com a Faculdade Cesar Educação, o Centro de Estudos passará a desenvolver esse know-how em educação voltada especificamente para novos negócios. De acordo com o diretor Sérgio Cavalcanti, inicialmente, serão abertas cem vagas, sendo 50 para cada curso, e a previsão é de que as aulas tenham início no primeiro semestre de 2018, podendo começar ainda em 2017.

A proposta é oferecer uma grade programática baseada em conceitos como inovação e empreendedorismo. As aulas de disciplinas específicas serão realizadas pela manhã, no caso de design, e à noite, no da computação. Já no período da tarde, alunos dos dois cursos vivenciarão os mesmos conteúdos juntos, promovendo a discussão com foco no desenvolvimento de soluções criativas.

“A educação não pode ser partidária, não pode ser ideológica. Ela pertence ao povo e é uma pauta da sociedade que precisa ser muito bem liderada por cada um que tenha efetivamente compromisso com a reversão de um quadro social ainda muito adverso dentro da realidade brasileira”, concluiu o ministro Mendonça Filho.

LBV participa de debate mundial e fala sobre educação e inclusão social‏

Autoridades internacionais e líderes de governos de todo o mundo se reunirão entre 18 e 22 de julho na sede das Nações Unidas (ONU), em Nova York, para a Reunião de Alto Nível do Conselho Econômico e Social (Ecosoc/ONU), onde debaterão sobre como “Implementar a agenda de desenvolvimento pós-2015: transicionando compromissos a resultados”.

Este será o primeiro encontro ministerial do órgão desde que os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) foram adotados por unanimidade em setembro de 2015. Trata-se de um dos principais eventos da ONU que avaliam medidas para realizar a nova agenda de desenvolvimento, substituindo os Objetivos do Milênio.

Buscar soluções para os problemas ligados à educação, à pobreza e à saúde e compartilhá-las também é o que fará a Legião da Boa Vontade (LBV) nesta importante reunião. Ela apresentará aos participantes recomendações, boas práticas e o resultado do ensino de excelência nas unidades da Instituição, que têm feito com que alunos em situação de vulnerabilidade social alcancem o desenvolvimento acadêmico semelhante aos de estudantes de países ricos e desenvolvidos, contrariando a crença de que a condição social é fator determinante no futuro do indivíduo. A ONU, por sua vez, acolheu essas recomendações e as retransmitiu a todos os participantes da conferência em seus idiomas oficiais.

As recomendações também podem ser conferidas na edição especial da revista BOA VONTADE Desenvolvimento Sustentável, 2016 (disponível em português, inglês, espanhol e francês), que traz em destaque o artigo do diretor-presidente da Instituição, José de Paiva Netto, intitulado “Agenda Global Solidária”, no qual ele evidencia a importância da Espiritualidade Ecumênica e da Fraternidade na formação do ser humano: “A defesa pioneira da LBV por uma Cidadania Planetária visa ao desenvolvimento do potencial pleno das criaturas em todas as suas dimensões, ou seja, espírito-biopsicossocial. Logo, juntar cidadania política com a Cidadania do Espírito é propiciar o surgimento da Cidadania Planetária, Global, cujo alicerce é a Generosidade, a Solidariedade, tendo os valores espirituais como sustentáculo”.

Para ler o conteúdo da publicação é só baixar o aplicativo gratuito da revista BOA VONTADE para iOS e Android. Mais informações sobre o assunto acesse www.boavontade.com.

LBV na ONU

A Legião da Boa Vontade é uma organização da sociedade civil com status consultivo geral no Ecosoc, desde 1999, e associada ao Departamento de Informação Pública da ONU (DPI) desde 1994. Essa condição lhe permite participar e contribuir para a discussão dos temas de desenvolvimento propostos pelo organismo internacional e seus países- membros.

Danilo assume cadeira na Comissão de Educação

Comissão

Com o retorno à Câmara Federal, o deputado Danilo Cabral assumiu cadeira na Comissão de Educação como titular. O parlamentar foi indicado pelo PSB para o colegiado por causa da sua experiência na área como ex-secretário de Educação de Pernambuco entre os anos de 2007 e 2010 e coordenador do Pacto pela Educação, vinculado à Secretaria de Planejamento e Gestão, nos últimos 16 meses.

Na primeira reunião com a presença do deputado, realizada na manhã de hoje, foi discutido o projeto de lei 465/1999, que permite ao trabalhador usar recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para o pagamento de amortizações de parcelas de financiamento estudantil. O projeto terminou sendo retirado de pauta para melhor apreciação dos integrantes da Comissão, após o relator, deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) apresentar parecer pedindo o voto contrário. Além disso, foi lançado o Anuário Brasileiro de Educação Básica – 2016, uma publicação do Movimento Todos pela Educação.

Uma das principais pautas da Comissão de Educação, neste ano, é a votação da criação do Sistema Nacional de Educação, que faz parte do Plano Nacional de Educação (PNE), aprovado na Câmara em 2014, e que estabelece as 20 metas a serem alcançadas para melhorar a educação no Brasil nos próximos 10 anos. Este prazo prevê etapas intermediárias, com ações a serem implementadas em 2016, 2017 e 2018. O Sistema, por exemplo, deve ser implantado ainda em 2016 e, por isso, precisa ser aprovado pela Comissão até agosto para, em seguida, ser analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça.

De acordo com o projeto, de autoria do deputado Ságuas Moraes (PT-MT), o Sistema vai coordenar a articulação a ser desenvolvida por União, estados, municípios e o Distrito Federal, em regime de colaboração, para o cumprimento de diretrizes, metas e estratégias previstas no PNE. Entre as diretrizes, estão a erradicação do analfabetismo, a valorização da carreira docente e o aumento de vagas no ensino superior, na educação técnica e na pós-graduação. O Sistema será coordenado pelo Ministério da Educação e englobará o sistema federal e os sistemas estaduais, do Distrito Federal e dos municípios, além de ser responsável por garantir a universalização da educação no País.

A Comissão de Educação tem 42 integrantes e igual número de suplentes. De Pernambuco, apenas Danilo Cabral é titular, mas estão como suplentes Creuza Pereira (PSB) e Betinho Gomes (PSDB). Também integram o colegiado os deputados Jair Bolsonaro (PSC-RJ), Marco Feliciano (PSC-SP), Glauber Braga (PSOL-RJ) e Ivan Valente (PSOL-SP).