Petrolina: Após 30 anos, alas da família Coelho se unem

Do Blog da Folha

A decisão do prefeito de Petrolina, Júlio Lóssio (PMDB), de lançar o vereador Ednaldo Lima (PMDB) à sua sucessão, em detrimento ao seu vice Guilherme Coelho (PSDB), provocou um movimento até então impensado na política do município: as duas alas da família Coelho, rompidas desde 1986, estarão no mesmo palanque nas eleições de outubro.

Guilherme Coelho assumiu em maio deste ano uma cadeira na Câmara Federal. Até então, era o vice-prefeito do município sertanejo, ao lado de Lóssio.

Os detalhes do apoio para as eleições serão anunciados nesta quarta-feira (20), em entrevista coletiva para a Imprensa, a partir das 11h, em Petrolina. Com a aliança, a coligação deve chegar a 13 partidos, com o PSDB, ou 14, caso o DEM, ligado a Guilherme Coelho, ingresse também.

Ainda fazendo mistério sobre o nome do vice na sua chapa, o pré-candidato do PSB já definiu a data da sua convenção: dia 29, a partir das 16h, no Espaço Zé Matuto. O apoio de Guilherme Coelho pode se concretizar sem, necessariamente, condicionar a escolha do vice.

Segunda edição da Conferência Municipal acontece na próxima sexta

No próximo dia 01 de julho, das 8h às 20h, será realizada a Segunda Conferência Municipal de Caruaru. Para esta edição, foi escolhido o tema “Função Social da Cidade e da Propriedade”, que expressa a importância do interesse coletivo. O lema “Cidades Inclusivas, Participativas e Socialmente Justas” proclama o caráter igualitário, qualificando o significado do tema. Pois é fundamental compreender o conceito da função social da cidade e da propriedade.

As conferências municipais dão início ao processo onde serão eleitos os delegados e representantes de entidades que irão participar da etapa estadual, que por sua vez elegerá os delegados para a etapa nacional.  Desta forma, esses delegados preparam, organizam e mobilizam o município, garantindo o cumprimento do regimento e dos prazos para que seja uma Conferência válida.
O evento acontecerá no auditório do campus I da Asces, na avenida Portugal, bairro Universitário, e é aberta ao público. 

MS lança edital para expansão de vagas em Medicina de Família‏

Instituições interessadas em expandir seus programas de residência em Medicina de Família e Comunidade já podem enviar suas propostas para abrir vagas em 2017. O novo edital foi publicado no Diário Oficial desta terça-feira (22/3) e proporcionará novas oportunidades de bolsas para médicos interessados em ampliar sua formação. A ação faz parte do Pró-Residência, que, aliado ao Programa Mais Médicos, incentiva a expansão da formação de especialistas. As bolsas dos novos residentes, cujo valor foi reajustado em 11,9% na última semana – passou de R$ 2.976,00 para R$ 3.330, será custeado pelo Ministério da Saúde. O prazo para inscrições vai de quatro de abril à 31 de outubro.

Podem concorrer no edital, instituições públicas estaduais, municipais e do Distrito Federal, e privadas sem fins lucrativos, exceto as federais vinculadas ao MEC e as privadas com fins lucrativos. Inicialmente, as propostas devem ser cadastradas no Sistema da Comissão Nacional de Residência Médica – SisCNRM, administrado pelo Ministério da Educação. E só após isso, a Instituição deve inseri-la na plataforma do Ministério da Saúde, SigResidências.

O secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Hêider Pinto, enfatiza a importância de um edital específico para Medicina de Família e Comunidade. “A Atenção Básica é capaz de resolver oito em 10 problemas que chegam ao Sistema Único de Saúde (SUS), e nós precisamos de profissionais bem capacitados para garantir esse desempenho, maior resolubilidade e menos encaminhamentos a hospitais”, explica. “Além disso, precisamos de médicos especialistas que atuem futuramente como preceptores em outros programas de residência da área, de modo a garantir a continuidade da expansão”, completa o secretário.

As instituições poderão solicitar o financiamento das bolsas relativas a vagas novas decorrentes da criação de novo programa de residência em Medicina de Família e Comunidade; vagas novas relativas a expansão de programas já existentes e credenciados; e vagas novas autorizadas para início em 2016, já aprovadas pela CNRM, mas que não foram contempladas com financiamento de bolsa no último edital do Pró-Residência (2015).

Assim como nos outros editais, as propostas serão avaliadas primeiramente pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM), que analisará se a capacidade instalada das instituições comporta as expansões solicitadas. O Ministério da Saúde só vai custar as bolsas autorizadas pela CNRM. As vagas aprovadas serão ofertadas pelos programas de residência aos médicos interessados em 2017.

ÚLTIMO EDITAL – Em 2015, o Ministério da Saúde criou 1.370 novas vagas de residência médica em 262 programas de 145 entidades, entre hospitais filantrópicos, órgãos públicos e instituições de ensino superior em todo país. Entre as oportunidades de especialização, 870 (64%) foram para Medicina de Família e Comunidade (MFC).

Além da MFC, as especialidades com maior número de vagas aprovadas foram cardiologia (73), pediatria (55) e ginecologia e obstetrícia (58), áreas prioritárias para o Sistema Único de Saúde (SUS). Ao todo, foram autorizadas bolsas para 22 especialidades médicas: Medicina Geral de Família e Comunidade, Pediatria, Cardiologia, Medicina de Emergência, Psiquiatria, Anestesiologia, Cirurgia Vascular, Mastologia, Nefrologia, Obstetrícia e Ginecologia, Oftalmologia, Ortopedia e Traumotologia, Radioterapia, Urologia, Endocrinologia e Metabologia, Medicina de Urgência, Neonatologia, Neurologia, Dermatologia, Emergência Pediátrica, Reumatologia e Cirurgia Pediátrica.

As vagas estão distribuídas em 23 estados e abrangem as cinco regiões do país. Os três estados que receberão mais residentes são: São Paulo (463), Paraná (142) e Minas Gerais (111). Com a expansão o Ministério da Saúde investirá em 2016 um montante de R$ 398 milhões para a manutenção dessas bolsas. Os médicos interessados devem aguardar a oferta das vagas, ainda este ano, em exames de admissão promovidos pelas instituições que contaram com expansão.

Lula diz estar ‘irritado’ com acusações sobre a família na Lava Jato

Da Folhapress

O ex-presidente Lula chegou direto de uma viagem da Bahia na manhã deste sábado (24) para a 1° Feira Nacional da Reforma Agrária, organizado pelo MST, no Parque da Água Branca, em São Paulo.

Questionado sobre as denúncias feitas no âmbito da Operação Lava Jato envolvendo o empresário e seu amigo pessoal José Carlos Bumlai, Lula desconversou.

“Hoje é sábado, eu sou muçulmano e sábado eu não falo de política”, disse o ex-presidente, confundindo-se com os judeus, que não trabalham no shabat, que vai do pôr-do-sol de sexta ao anoitecer de sábado.

Fernando Soares, o Baiano, disse em seu acordo de delação premiada que Lula se reuniu com Bumlai e o presidente da Sete Brasil por contratos de navios-sonda.

Ele também afirmou que pagou R$ 2 milhões a Bumlai e que o empresário disse, na época, que seriam para quitar a dívida de um apartamento de uma nora do ex-presidente.

Tanto o petista quanto o pecuarista negam peremptoriamente as acusações.

Como a Folha publicou nesta sexta, Bumlai afirma que os recursos que recebeu do lobista foram um empréstimo para pagar empregados de suas fazendas.

Em reunião com a direção nacional do MST durante a feira, Lula desabafou que está muito “irritado” com a citação de seus familiares na Operação Lava Jato.

O ex-presidente disse que antes tinha que ficar defendendo o PT e hoje precisa responder também a acusações envolvendo sua família.

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Família Campos testará reinserção no Poder

Do Blog Coluna Esplanada

A entrada do irmão de Eduardo Campos, Antônio, na vida política – será candidato à Prefeitura de Olinda (PE) – é apenas o pontapé para a reinserção da família no circuito do Poder.

Com o morte de Eduardo e a sua mãe, ex-deputada, agora ministra do TCU, os herdeiros diretos de Miguel Arraes precisam dar continuidade ao clã.

Por isso nos bastidores do PSB a viúva Renata e o primogênito João se preparam discretamente para 2018, contam aliados próximos. Ambos evitam entrevista. Mas ela pretende ter voz na executiva do partido, e o filho deve se lançar a vereador, em 2016, e a deputado federal – pretende seguir a trilha do pai.

O projeto de Antônio Campos quebra parceria de 16 anos do PSB com PCdoB em Pernambuco. O sobrenome assusta aliados e adversários. A presidente nacional do PCdoB, deputada Luciana Santos – ex-prefeita de Olinda – avisou a interlocutores comunistas estar disposta a concorrer de novo ao cargo local.

A pré-candidatura mexe também com o cenário no Estado. O vice-prefeito de Geraldo Júlio no Recife é o comunista Luciano Siqueira – que neste cenário não deve compor a chapa da reeleição.

Contrários ao Estatuto da Família defendem arquivamento

Da Agência Brasil

Nem os mais otimistas integrantes de movimentos favoráveis aos direitos de uniões homoafetivas acreditavam em um resultado diferente na última semana. A aprovação do Estatuto da Família (Projeto de Lei 6583/13) por 17 votos favoráveis e cinco contrários era tida como certa diante de uma comissão composta majoritariamente por parlamentares de bancadas religiosas. O texto do relator deputado Diego Garcia (PHS-PR), que define a família como o núcleo formado a partir da união entre um homem e uma mulher, foi considerado um retrocesso por diversos segmentos que ainda esperam o arquivamento pelo plenário.

“A pauta do estatuto é desenhar esta família, dizer qual é o padrão natural, mas a sociedade não é estanque, ela se reorganiza e agora tem estatuto dizendo que este é único modelo de família que merece os investimentos em politicas publicas”, disse Patrícia da Silva, assistente social e diretora do Conselho Regional de Serviço Social (CRESS-SP).

Atuando na ponta, no atendimento às famílias, Patrícia afirmou que os espaços públicos estão tomados de conservadorismo e alertou para o risco de, o estatuto virando lei, restringir direitos fundamentais a algumas pessoas. “A politica social diz que o centro é a família e todos os investimento que recebemos é para essas famílias, independente da formação. A partir do momento que o estatuto retira isso, a pluralidade, qual será o investimento e quem o Estado vai permitir que a gente atenda enquanto família? Como vamos olhar para a família que não tem a formação que o estatuto prevê”, disse.

O argumento dos conservadores é que a Constituição explicita claramente o conceito de família no artigo 226. E foi neste dispositivo que os parlamentares encontraram a lacuna para criar uma lei que assegurasse direitos como o do atendimento garantido em saúde. “A Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 reconheceu um dado que é da natureza. Porque o afeto não é critério constitutivo de família. As pessoas que quiserem ter o afeto que tenham, e o Estado vai garantir isso. Daí a transformar em entidade estável, que garante a procriação e a formação de pessoas, é outra conversa. Não estamos querendo impor nada, pelo contrário. Nós humildemente estamos reconhecendo o que a natureza prescreve”, argumentou o deputado Evandro Gussi (PV-SP).

Durante os debates na comissão especial, deputados do PT, PCdoB, PTN e PSOL tentaram, em vão, adiar a votação para ganhar mais tempo para convencer por uma mudança no texto. Os deputados Glauber Braga (PSOL-RJ), Maria do Rosário (PT-RS), Bacelar (PTN) e Erika Kokay (PT-DF) protagonizaram os diversos requerimentos de adiamento que foram colocados em pauta, levando a sessão a se estender por quase cinco horas. “Quanto mais essa comissão caminha, mas tenho convicção de que está sendo tramado um golpe no país. Temos que ter liberdade nas nossas relações. Que lógica é essa que impede a relação de um com o outro. Esse estatuto nasce morto. Será barrado no STF”, disse Erika Kokay, que várias vezes lembrou que o Supremo Tribunal Federal (STF) já decidiu favoravelmente à união civil homoafetiva.

Em decisão sobre uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI 4277), ajuizada pela Procuradoria-Geral da República, o então ministro do STF Ayres Britto declarou que nenhum dos dispositivos da Constituição Federal que tratam da família proíbem formação a partir de uma relação homoafetiva. Segundo ele, diferentemente da Constituição de 1967, que previa a família constituída somente pelo casamento, a versão de 1988 evoluiu para dar ênfase à instituição da família, independentemente da preferência sexual de seus integrantes. “A preferência sexual é um autêntico bem da humanidade”, disse, completando que o artigo 1723 do Código Civil deve ser interpretado conforme a Constituição, excluindo “qualquer significado que impeça o reconhecimento da união contínua, pública e duradoura entre pessoas do mesmo sexo como ‘entidade familiar’, entendida esta como sinônimo perfeito de ‘família’”.

Eduardo Campos, o superpai

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Por CAROL BRITO
Da Folha de Pernambuco

Para os pernambucanos morreu um líder, mas para a família morreu um pai e um marido, o companheiro de todas as horas. A tradução da admiração e união familiar ganhou dimensão nacional a partir de um vídeo divulgado poucos dias antes da morte do ex-governador Eduardo Campos. Uma família que começou a ser construída de um namoro entre dois adolescentes Eduardo, com 15 anos, e Renata Campos, com 13, e foi mantida como prioridade, mesmo diante da carga horária pesada da vida pública.

A solução encontrada pelo ex-governador foi integrar a família ao seu trabalho de forma harmônica. Espaços como a varanda da casa do gestor e os jardins do Palácio do Campo das Princesas acabaram virando uma espécie de extensão da vida familiar. Também não era rara a visita de aliados políticos, secretários e até populares batendo na porta do ex-gestor. A varanda virava, muitas vezes, um comitê. As conversas e reuniões se estendiam durante todo o dia na residência dos Campos, no bairro de Dois Irmãos, para o lamento da Imprensa que aguardava ansiosa do lado de fora pelas notícias que eram costuradas do outro lado do muro.

Nas demoradas reuniões nos fins de semana na sede do Governo do Estado, Renata Campos chegava, muitas vezes, com os filhos do casal para almoçar com o marido. Tanto que era comum encontrar o filho mais jovem, José, correndo e abrindo as portas das salas do Governo. O garoto era um dos mais apegados ao pai e protagonizava cenas inusitadas durante os atos administrativos. Ainda bebê, roubou a cena no anúncio da saída de Eduardo Campos do Ministério da Ciência e Tecnologia. Em plena coletiva no aeroporto de Brasília, o garoto chamava a atenção com brincadeiras no colo da mãe. Com bom humor, Renata Campos não deixou escapar: “Espera um minuto, minha gente. Ele está pedindo um aparte”, brincou, descontraindo os jornalistas presentes.

Mas não bastava ser pai, era preciso participar. A vida escolar dos filhos, por exemplo, era um capítulo à parte. Eduardo Campos fazia questão de estar presente e acompanhar o desenvolvimento das crianças nas atividades escolares. Todo o início de ano, era época de encapar o livro dos meninos. Não importava o cargo ou a missão que desempenhava. Ministro de Estado, governador, deputado federal ou presidente nacional do PSB. Eventos como as feiras de ciências do colégio, reuniões escolares ou dia dos pais tinham espaço certo na atribulada agenda do líder político. Como governador, fazia questão de levar o filho José ao colégio, pelo menos, uma vez na semana. Eduardo Campos também não se furtava de fazer as atividades recreativas, desde escalar paredões até se fantasiar nas brincadeiras.

“Mesmo na época em que ele era ministro e estava mais ocupado com demandas do País todo, nas datas especiais do colégio dos filhos, dava um jeito de participar. Tinha uma foto dele com Maria Eduarda escalando um muro, ele sempre foi muito participativo”, afirmou o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Marcos Loreto, cuja a filha estudava no mesma escola que a filha mais velha do gestor.

Eduardo Campos não separava a hora de ser pai de família e ser governador. Foi a forma que ele encontrou para conciliar a política e a vida pessoal. O conhecido estilo “trator para o trabalho” do bastidores do Palácio das Princesas era replicado no convívio familiar. “Ele podia chegar de viagem pesada do Interior mas, se José pedisse para jogar bola, ele entrava em casa, trocava de roupa e ia naturalmente”, revela o jornalista Evaldo Costa, secretário de Imprensa durante os oito anos da gestão de Campos.

O dia de hoje não será fácil: será o primeiro Dia dos Pais sem ele e amanhã, o primeiro aniversário de um superpai que fazia questão de estar presente nos principais momento da sua família. Uma ausência que certamente supera qualquer representação que o líder político tenha tido em sua vida pública.

Unidades de Saúde da Família de Gravatá recebem novos equipamentos

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A Secretaria de Saúde de Gravatá entregou durante toda a terça-feira (19) mais novos equipamentos para as Unidades de Saúde da Família. Longarinas, armários, bebedouros e geladeiras foram entregues em algumas unidades. Outros equipamentos foram adquiridos e em breve serão entregues nas USF’s do município.

As unidades beneficiadas com os novos equipamentos foram: USF Nossa Senhora das Graças, USF Ricardo Valmir (Alpes Suíços), USF Ana Caminha (Área Verde), USF Maria Auxiliadora, USF Patrícia Nely (São José), USF Judas Tadeu (Cruzeiro I), USF Auta Soares Vilar (Cruzeiro II), USF Santa Helena (Posto IV) e USF Nielson Lucivânio (Boa Vista).

De acordo com a secretária de Saúde, Aglaine Oliveira, a melhoria das unidades de Saúde da Família é um dos objetivos e metas da gestão do prefeito, Bruno Martiniano. “Estamos empenhados na busca da melhoria das unidades de saúde, novos equipamentos serão entregues, informatização e climatização de todas as unidades e reformas em algumas das USF’s são realizadas com o nosso compromisso e na busca de oferecer mais qualidade no atendimento aos usuários”, destaca.

Colégio Atual realiza Festival Cultural da Família

No próximo sábado (28), o Colégio Atual de Caruaru, realiza o 1º Festival Cultural da Família. O formato da festividade será bem similar a uma grande gincana o que proporcionará diversos momentos de vivenciar o conhecimento, o relacionamento e a comunhão com o outro.

O tema do encontro será “Teatro e Circo”, em homenagem ao dia do Teatro e do Circo (27 de março).

Família de paciente agradece, em nota pública, atendimento humanizado no HMV

A direção do Hospital Mestre Vitalino (HMV) recebeu nesta última quarta-feira (28) a visita de Maria Menezes, familiar de paciente que esteve internada na unidade em novembro do ano passado. O motivo foi para entregar uma nota de agradecimento à equipe que atendeu Dona Tereza Menezes, que apesar de seu falecimento, teve um atendimento humanizado no HMV.

Durante o encontro, a filha da paciente e autora da carta relatou que foi muito bem atendida desde a recepção até a equipe médica. “Minha mãe foi tratada como se fosse da família dessas pessoas. Torço para que essa unidade continue sendo referência de humanização, pois isso servirá de exemplo para todos os demais hospitais de Caruaru e região. Apesar disso ser uma obrigação que está na Constituição, muitos profissionais não seguem esse preceito.”, declarou emocionada.

Um dos trechos da carta declara: “ É bom saber que existem pessoas que fazem do mundo um lugar melhor. Pessoas que nos ajudam, orientam e que buscam algo que está além do alcance.”

Para Moisés Wanderley, Diretor do Hospital Mestre Vitalino, a unidade já recebeu outras cartas de mesmo cunho.  “Estes depoimentos demonstram todos os nossos esforços em gerir de forma humanizada os atendimentos prestados aos pacientes do SUS, garantindo a qualidade destes serviços e o bem-estar de nossos pacientes. Outras notas de agradecimento continuam chegando ao nosso conhecimento o que nos traz a certeza que o nosso papel de gestores da saúde está sendo realizado de acordo com os preceitos da Fundação Altino Ventura.”, declarou01