Lessa reitera neutralidade no 2º turno de Caruaru

Leia a nota na íntegra:

Venho por meio desta, esclarecer que continuo firme na minha opção de neutralidade neste 2° turno da eleição para Prefeito de Caruaru. Qualquer um de nossos colaboradores e/ou eleitores tem o direito de optar por uma das candidaturas postas, mas não de falar em meu nome.

Foi divulgada e explorada nas redes sociais a decisão de Antônio Santos, como sendo uma decisão do nosso partido (PR), o que repudio, pois, a decisão foi pessoal dele (Antônio Santos).

Reafirmo minha decisão de não compor nenhuma aliança para o segundo turno, muito menos, dar apoio à candidatura de Raquel Lyra, que usou de manobras de baixo nível para prejudicar minha candidatura, que sempre foi pautada na verdade e em conceitos republicanos.

Certo de que tomamos a decisão correta, por tudo que plantamos na campanha, espero que os postulantes façam uma reta final de campanha limpa, sem a utilização de procedimentos obscuros, para que a vontade da população prevaleça. E desde já, desejo ao futuro prefeito que faça uma boa gestão, pois se assim for, todos nós caruaruenses ganharemos.

E repito: Vamos nos manter vigilantes no intuito de cobrar as promessas feitas em praça pública durante a campanha eleitoral.

Delegado Erick Lessa

TCU ignora STF e bloqueia Queiroz Galvão e Iesa

O Globo 

O Tribunal de Contas da União (TCU) ignorou decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF) que liberam o patrimônio de empreiteiras e voltou a determinar o bloqueio de bens de empresas suspeitas de se beneficiarem de um superfaturamento – de R$ 960,9 milhões – num contrato na refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. Desta vez, o TCU bloqueou o patrimônio das construtoras Queiroz Galvão e Iesa Óleo e Gás, que formaram o consórcio Ipojuca Interligações.

A medida é cautelar e com validade imediata. A decisão se estende ao ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli e ao ex-diretor de Serviços Renato Duque, preso em Curitiba em razão da Operação Lava-Jato.

A decisão foi tomada pelo plenário do TCU em sessão nesta quarta-feira. O contrato analisado tem um valor original de R$ 2,6 bilhões. Depois de 29 aditivos, chegou a R$ 3,5 bilhões. Auditoria do tribunal detectou um superfaturamento de R$ 682,4 milhões. O valor atualizado chega a R$ 960,9 milhões, montante a que se refere o bloqueio de bens das empreiteiras e dos ex-gestores da estatal.