Simuladores de direção veicular também beneficiam meio ambiente‏

Além de tornar mais seguro e completo o aprendizado dos candidatos à categoria B da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), os simuladores de direção veicular convergem com o propósito da preservação ambiental. Elétricos, os equipamentos não emitem os chamados gases de efeito estufa (GEEs), que nomeiam o conjunto de gases composto por ozônio (O3), metano (CH4), óxido nitroso (N2O), dióxido de carbono (CO2) e clorofluorcarbonos (CFCs). Prejudiciais não apenas ao meio ambiente, mas também à saúde, os gases são gerados, sobretudo, pela frota de veículos.

Dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) referente ao mês de janeiro de 2016 revelam que dos mais de 90 milhões de veículos que compõe a frota nacional, são quase 50 milhões de automóveis de passeio. A concentração varia conforme cada estado, sendo que em São Paulo, por exemplo, são mais de 26 milhões de veículos. Com esses números, não é de se espantar que o relatório da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) aponta: somente em 2014, foram 39 milhões de toneladas de gases de efeito estufa emitidos pela frota total de veículos.

Somados a essa frota estão os muitos veículos que circulam com aprendizes em processo de habilitação. Conforme o Registro Nacional de Condutores Habilitados (RENACH), disponibilizado pelo Denatran, apenas em 2015 foram emitidas 1.285.296 carteiras de habilitação categoria B em todo país, o que representa 32.132.400 horas/aula de alunos circulando com carros. Assim, uma das consequências positivas relacionadas à adoção dos simuladores, é a diminuição do número de veículos nas ruas, o que reduzirá a quantidade de gases poluentes no ambiente.

Baseado nessa realidade, o químico e consultor de mobilidade urbana, Antônio César de Veiga, afirma que o equipamento é uma peça importante no processo de aprendizado. “Certamente o número da frota diária na rua diminui, reduzindo, consequentemente, a geração de poluentes. Além disso, passando pelo simulador a probabilidade é que o aluno cometa menos erros nas aulas práticas, como frenagens bruscas e redução de marcha, gastando menos combustível e poluindo menos”, sublinha.

Conforme o chefe do Departamento de Medicina de Tráfego Ocupacional da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), Dirceu Alves Junior, um cenário com menor liberação de vapores, fuligens e gases poluentes proporciona múltiplos benefícios para saúde de toda sociedade. “Além de ser um auxílio pedagógico à formação dos condutores e aos motoristas com hábitos viciados, o equipamento também não polui o meio ambiente, e menores índices de poluição atmosférica contribuiriam na redução de quadros de conjuntivite química e de problemas respiratórios, por exemplo”, cita.

“Por esta perspectiva, a tecnologia pode ser considerada um método de aprendizado inovador e sustentável” sublinha o Gerente de Negócios da Mobilis, Jobel Araújo. A empresa, especializada em soluções tecnológicas, lançou recentemente uma linha de simuladores diferenciados, que proporciona mais imersão aos candidatos, de maneira segura e em situações que não seriam passíveis de reprodução nas aulas práticas convencionais, como aquaplanagem e animais na pista.

Legislação

Publicada em julho passado, a resolução nº 543/15 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) tornou obrigatório, em âmbito nacional, o uso dos simuladores nas autoescolas a partir deste ano aos candidatos à categoria B da CNH.

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Meio ambiente de Caruaru é discutido em reunião

Nesta semana, aconteceu uma reunião entre a Superintendência de Meio Ambiente e a Associação Conhecer e Preservar, na sede da URB. Os participantes discutiram, principalmente, o crescimento de áreas verdes, que contribuem para o bem-estar da população. Só nos últimos cinco anos, o investimento nessas áreas em Caruaru avançou com a construção de espaços públicos. A área urbana ganhou quatro parques e outro foi criado dentro de uma reserva ecológica, em Serra dos Cavalos, área rural. Juntos eles somam quase 400 hectares de área verde.

É relevante destacar a importância da população na preservação destas áreas, que deve estar consciente para manter os parques limpos, não sujar o Rio Ipojuca e preservar as plantas; estas são algumas iniciativas que a comunidade pode tomar e ajudam bastante o meio ambiente.

A população pode solicitar podas, manutenção em praças e parques e mudas para plantação na Superintendência de Meio Ambiente, que fica no parque Severino Montenegro, é aberto todos os dias da semana, das 7h às 13h e o telefone é o 3701-1549.

Prefeitura de Caruaru realiza compensação ambiental

A Superintendência de Meio Ambiente realizou, no último sábado (17), o trabalho de erradicação de duas árvores centenárias, uma na Praça São Roque e outra na avenida Agamenon Magalhães. “Essas árvores estavam trazendo riscos de queda, e por serem dois lugares de grande fluxo de pedestres, essas duas erradicações precisaram ser feitas no final de semana”, explica Evandro Santiago, engenheiro agrônomo da URB.

Devido às erradicações, é necessária a compensação ambiental, que já começou a ser realizada. Para suprir a retirada do eucalipto na Praça São Roque, foram plantadas no local quatro mudas de Ipês. Porém, mais 20 mudas serão distribuídas ao redor da praça. Em relação à árvore da Agamenon Magalhães, 40 mudas estão sendo plantadas em toda a cidade, totalizando 60 novas mudas.

Agora, cabe também à população preservar as mudas que estão sendo plantadas, pois a compensação ambiental é de extrema importância para a sociedade e depende de cada um fazer a sua parte na preservação e no cuidado das plantas. Os telefones da Superintendência são 3701-1549 e 3721-3640. Através destes números, a população pode solicitar vistorias e podas em via pública, parques e praças.

 

Fiepe realizará II Feira de Tecnologias Ambientais

Para estimular a utilização de tecnologias ambientais para produções sustentáveis, a Fiepe (Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco) promoverá a II Feira de Tecnologias Ambientais. O evento irá reunir exposições de práticas de sustentabilidade para o desenvolvimento econômico, ferramentas para a prevenção de acidentes, doenças ocupacionais em saúde, segurança e preservação ambiental. O objetivo é sensibilizar os empresários e colaboradores para que possam cuidar do meio ambiente e utilizar técnicas de produção mais sustentáveis. A feira tem participação gratuita e acontecerá entre os dias 11 e 12 de novembro, no Shopping Difusora, em Caruaru.

Além da feira, o evento realizará palestras e oito oficinas com temas sobre gestão de resíduos sólidos, reciclagem, tratamento de recursos hídricos, gestão de água na indústria e legislação. Apesar de ser um tema abordado frequentemente, algumas empresas não têm conhecimento sobre o processo, o produto e a dinâmica dessas tecnologias. “A feira surgiu de uma observação junto ao empresariado sobre a necessidade de trazer informações de sustentabilidade para indústrias. Nesta edição, a expectativa é ainda maior. Empresas de todo o país apresentarão processos e tecnologia de ponta”, afirma o diretor regional da Fiepe, Andrerson Porto.

Para participar, os interessados podem realizar as inscrições através do site www.feiratecnologiasambientais.com.br ou no local do evento. As oficinas têm vagas limitadas e são destinadas apenas a empresários ou representantes de empresas. Tanto o acesso à feira como a participação nas oficinas e palestras serão gratuitos.

CMMC promove audiência pública com ministra do Meio Ambiente

Presidida pelo senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), a Comissão Mista de Mudanças Climáticas (CMMC) do Congresso Nacional promove, na manhã desta quinta-feira (1º), audiência pública com a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

Na ocasião, a ministra irá detalhar, aos senadores e deputados que integram a CMMC, a proposta que o Brasil apresentará na 21ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças no Clima – a COP-21. Uma das metas do governo brasileiro é ampliar a geração das chamadas “energias limpas”. O objetivo é que as fontes renováveis – como as energias eólica, solar e de biomassa – respondam por 45% do total da matriz energética nacional.

A COP-21 será realizada em Paris (França), entre os próximos dias 30 de novembro e 11 de dezembro, reunindo representantes das mais de 190 nações que fazem parte da Convenção da ONU sobre o Clima. O senador Fernando Bezerra participará da conferência como presidente da CMMC e um dos principais representantes do Congresso Nacional brasileiro.

A audiência pública poderá ser acompanhada pelo Portal e-Cidadania do Senado Federal –http://www12.senado.gov.br/ecidadania – ou pelo 0800-61-2211.

Meio ambiente é tema escolhido para desfile cívico de Riacho das Almas

A Secretaria de Educação está nos últimos preparativos para o desfile cívico de Riacho das Almas. Com o tema “Consciência Ambiental, Compromisso com a Vida”, o desfile contará com a participação de alunos e professores das escolas públicas e privadas da cidade. Por meio de exposições e trabalhos desenvolvidos na prática pedagógica de sala de aula, a ideia é conscientizar a população sobre a importância de preservar o meio ambiente e ter atitudes sustentáveis para preservar a natureza e os recursos naturais.

“Nas escolas municipais, cada instituição trará uma mensagem de consciência ambiental de acordo com a necessidade de sua comunidade”, explicou a diretora de ensino da Secretaria Municipal de Educação, Celisângela Lima.

O desfile terá ainda a participação da Secretaria de Assistência Social, por meio do CCI e do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos. Além disso, haverá a tradicional participação de diversas bandas marciais não só do município, mas também de cidades da região.

O evento começa às 15h30 da próxima segunda-feira (7), saindo da frente do Terminal Rodoviário de Riacho.

Governo trabalha proposta para reduzir efeito estufa

Da Agência Brasil

O governo brasileiro está trabalhando na elaboração do projeto que será encaminhado ao secretariado da Convenção das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP21) até o dia 1º de outubro.

A data foi definida como prazo final para a apresentação das propostas de redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE) pelos países que fazem parte da Convenção do Clima da Organização das Nações Unidas (ONU). Esses gases são considerados a principal causa do aquecimento global. A COP21 ocorrerá em Paris, França, entre 30 de novembro e 11 de dezembro deste ano.

O diretor do Departamento de Mudanças Climáticas do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Adriano Santiago, disse que, embora houvesse uma chamada para que os países que tivessem condições encaminhassem seus relatórios até o primeiro trimestre deste ano, o Brasil mantém o prazo de 1º de outubro “para trabalhar com calma e apresentar números realmente consistentes”.

Santiago lembrou que na Conferência de Varsóvia, em 2013, o governo brasileiro sugeriu que a formulação da contribuição nacional fosse aberta também à consulta da sociedade. No ano passado, sob a coordenação do Itamaraty, foi iniciada uma série de consultas eletrônicas e presenciais que resultou no fechamento de um relatório, em abril deste ano, tornado público desde então na página do Itamaraty.

A pedido da presidenta Dilma Rousseff, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, fez consultas adicionais a atores importantes da sociedade civil, englobando academia, setor privado e outros ministérios, visando obter contribuições à proposta que será levada pelo Brasil à COP21.

“Isso tudo para poder apresentar uma proposta que seja robusta”, apontou o diretor do Departamento de Mudanças Climáticas do MMA. Ele salientou que o pedido é para que se tenha algo ambicioso e justo, que proteja os interesses nacionais, interesses sociais e econômicos, geração de emprego e desenvolvimento tecnológico. “A gente está falando de uma necessidade de desenvolvimento, por isso a cautela de fazer toda essa consulta para poder apresentar algo forte e sem pressa”, enfatizou.

RECOMENDAÇÕES

O relatório poderá ainda incluir sugestões. Pretende-se, ainda, que se reconheça o que o Brasil já fez nessa área de mudança do clima, acrescentou Santiago. “O esforço do Brasil até o momento é muito forte, principalmente na redução do desmatamento na Amazônia. Com essas ações, nós conseguimos atingir uma redução de emissões de gases de efeito estufa entre 2005 e 2012 da ordem de 41%”, lembrou.

Isso significou sair de cerca de 2 bilhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente para 1,2 bilhão de toneladas de CO2 equivalente. “Não houve, no mundo, país que tenha feito tamanha redução”. Nos Estados Unidos, a redução alcançou 10%.

Adriano Santiago ressaltou também que algumas mensagens do governo brasileiro já aparecem na declaração conjunta Brasil/Estados Unidos feita durante visita da presidenta da República àquele país em junho passado. O Brasil se comprometeu a restaurar e reflorestar 12 milhões de hectares, o que equivaleria a quase o território da Inglaterra. Outro compromisso é com o desmatamento ilegal zero até 2030.

Na área de energia, a meta é promover a participação de fontes de energia renováveis entre 28% e 33% na matriz energética. O recurso hidrelétrico não foi incluído nessa conta. Para a matriz elétrica, os dois países se comprometeram a chegar a 2030 com 20% de recursos renováveis, também além de recursos hidrelétricos.

Para os Estados Unidos, isso vai significar triplicar a participação dessas fontes na matriz elétrica, enquanto o Brasil duplicaria. “Esse é um desafio forte. Foi uma ação ambiciosa colocada e, certamente, fará parte da contribuição brasileira (à COP21)”. Segundo Santiago, os compromissos constantes na declaração conjunta com os Estados Unidos “formam a base para a declaração maior (do Brasil à COP21), sim”. Outros números serão anunciados posteriormente pelo governo brasileiro.

O diretor do MMA assegurou que o Brasil prioriza os investimentos em fontes renováveis. Disse que hoje, essas fontes limpas têm 40% de participação na matriz e, mesmo assim, o país está se comprometendo a expandir essas energias. Observou que o leilão de energia previsto para ocorrer em novembro próximo envolve propostas que somam 39 gigawatts (GW) de capacidade instalada, sendo 21 GW de energia solar fotovoltaica e 18 GW de energia eólica.

“É um recorde para esse tipo de fontes renováveis em um leilão de energia”. Informou que em comparação ao leilão que ocorrerá em agosto, houve incremento de cerca de 70% de propostas de energia solar fotovoltaica e de quase 70% de capacidade instalada desses projetos. “Mostra que país tem um grande interesse em investir nessas energias, sim, ainda que a gente já conte com uma participação importante de renováveis, tanto na matriz energética, como na matriz elétrica”, manifestou Santiago. O esforço, insistiu, é forte para o país continuar investindo em renováveis.

Garanhuns promove Semana do Meio Ambiente 2015

A partir da próxima segunda-feira (01), a Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semahr) de Garanhuns realiza a Semana do Meio Ambiente 2015. Uma programação foi elaborada para que a população do município participe dos debates que envolvem o desenvolvimento socioeconômico e ambiental. Visitas às áreas de recuperação de nascentes de água mineral, o plantio de 2 mil mudas de árvores e plantas nativas de Mata Atlântica, palestras educativas em escolas, audiência pública e outras atividades direcionadas englobam a programação, gratuita, que segue até a quarta-feira (03).

Numa parceria com a ONG Econordeste, estudantes do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) irão até a Fazenda Brejo da Jussara, área rural de Garanhuns, na manhã do dia 01 de julho, para concretizar o plantio de mudas. A proposta é que os jovens da instituição conheçam a área, que possui um manancial e vem sendo recuperada dos impactos sofridos, além do contato com a natureza. A partir das 15h da segunda, a equipe da Semarh vai promover palestras sobre conscientização ambiental em escolas da zona urbana.

Na terça-feira (02), a partir das 8h, o projeto Águas de Garanhuns será apresentado durante uma palestra no auditório do Serviço Social do Comércio (Sesc). No momento, aberto ao público em geral, os presentes vão assistir uma encenação teatral do grupo Trupe Saneamento. Além da ONG Econordeste e do Sesc, a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) é parceria da ação. Às 17h, a atenção estará voltada à audiência pública que vai debater o projeto de lei que institui a política ambiental e a criação do Sistema Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável para proteção, controle e licenciamento no município. A discussão acontece no auditório do Centro Administrativo Municipal, localizado na avenida Caruaru, S/N, bairro Heliópolis.

Na quarta-feira (03), será a vez de debater saneamento básico, arborização urbana, Cadastro Ambiental Rural (CAR) e eficiência energética no I Fórum Interinstitucional Ambiental de Garanhuns. O evento será aberto às 8h, no auditório do Hotel Rodrigues, situado na avenida Rui Barbosa, bairro Heliópolis. Encerrando a Semana Especial de Meio Ambiente, acontecerá o II Encontro Memória Ambiental de Garanhuns, às 14h, no auditório do Sesc, que também receberá a apresentação do coral do IFPE e a II Mostra de Fotografia e Vídeo do projeto Águas de Garanhuns.

Pernambuco institui nova política de incentivo à preservação ambiental

O Governo enviou à Assembleia Legislativa, ontem (26), um projeto de Lei instituindo uma nova política de estímulo à preservação ambiental. Pioneira no Nordeste, a iniciativa propõe um novo modelo econômico para Pernambuco, que vai gerar receitas para quem proteger o meio ambiente. Com a medida, qualquer cidadão que preservar os recursos naturais poderá ter acesso a um incentivo financeiro por parte do Estado. O governador Paulo Câmara assinou a matéria em ato realizado no Palácio do Campo das Princesas, com a presença da ex-senadora e ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.
 
Além de estabelecer a nova política para o segmento, o projeto de Lei também cria um programa e um fundo estaduais de pagamento pelos serviços ambientais. Ainda de acordo com a matéria, estão previstas a catalogação das áreas de preservação do Estado e o desenvolvimento de um sistema de informações; ambos serão utilizados para agilizar a concessão de licenças ambientais. Dessa forma, as empresas que tiverem interesse em se instalar em Pernambuco não vão perder tempo com estudos em áreas não permitidas.
 
“O que estamos fazendo desde janeiro nada mais é do que dar sequência à visão da importância de termos um desenvolvimento sustentável cada vez mais presente em nossas ações. Um desenvolvimento que olhe para o aspecto econômico, mas que seja aliado do social e mantenha o meio ambiente protegido”, argumentou Paulo Câmara.
 
O governador afirmou que as ações do Estado estão sendo desenvolvidas a partir de um “novo olhar”. “Um olhar para a energia limpa; para a conservação do nosso meio ambiente. Eu tive a satisfação de implementar políticas que facilitam a atuação dos empreendimentos, mas que, ao mesmo tempo, mantêm o controle”, pontuou Câmara, salientando que a Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) preza por empreendimentos que invistam com responsabilidade.
 
O valor do incentivo pago pelo Estado será proporcional aos serviços prestados, levando em consideração a extensão e características da área preservada e as ações que serão realizadas. Para ter direito ao benefício, será necessário fazer a inscrição do projeto de preservação no programa, respeitando o edital que será lançado pela pasta de Meio Ambiente e Sustentabilidade, coordenadora de todo o processo. A prioridade será das áreas que, por critérios técnicos e legais, tais como o tamanho, status de conservação e regime de uso, sejam mais amplos em termos de conservação.
 
Marina Silva destacou que as medidas anunciadas vão contribuir para o crescimento do Estado. “Nessa lógica, pagando pelos serviços ambientais, utilizando com inteligência e sabedoria os recursos naturais, vamos poder criar novos produtos e novas ocupações. O desenvolvimento sustentável não é a proteção do verde pelo verde. O desenvolvimento sustentável é termos a capacidade de pensar os aspectos econômicos, sociais, ambientais e culturais. Na questão econômica, é juntar economia com ecologia, transformando vantagens comparativas em competitivas”, assegurou.

Comissão de Meio Ambiente visitará a Serra dos Cavalos

marcelo

Na próxima quinta-feira (28), a Comissão de Meio Ambiente da Câmara Municipal de Caruaru, presidida pelo vereador Marcelo Gomes (PSB) fará uma visita de inspeção ao Parque Ambiental João Vasconcelos Sobrinho, na Serra dos Cavalos, a partir das 9h.

A visita foi uma solicitação, em plenário, do vereador Jaélcio Tenório. De acordo com Marcelo, esta é uma oportunidade para que a Casa e a sociedade possam verificar a gestão municipal que controla o Parque. “O Parque João Vasconcelos fica no único brejo de altitude do Estado, que é a Serra dos Cavalos. Essa visita é importante para que os vereadores saibam a situação do local e a necessidade de preservar essa parte importante da nossa cidade”, frisou Marcelo.