OPINIÃO: “O povo nas ruas”

Por MAURÍCIO ASSUERO 

Domingo, dia 16 de agosto, por todo Brasil, aproximadamente 2 milhões de pessoas protestaram contra o governo do PT. No dia seguinte vi alguns vultos importantes do partido declarar que as ofensas a Lula tinham como objetivo afastá-lo da disputa da presidência em 2018. Ou seja: continuam tratando o Povo no mais alto grau da imbecilidade possível. Cada vez mais as investigações se aproximam de Lula e o mais interessante é que todos envolvidos juram inocência, mas quando são presos negociam um acordo de delação premiada para contar o que sabe, o que fez, como fez, porque fez e para quem fez. O PT está sendo visto como o partido que afundou o Brasil.

Não resta dúvida que ao longo do governo de Lula o país cresceu, houve ganhos sociais, migração entre classes sociais. O que não houve foi uma política que mantivesse o Brasil no eixo do crescimento econômico por um período maior. Ao nos depararmos com a crise em 2008 tínhamos a economia relativamente estruturada e o primeiro erro foi a manutenção (diga-se imposição) de Guido Mantega como ministro da fazenda. Guido manteve todos os erros cometidos e não corrigidos do governo anterior e se apegou mais ao cargo do que a tarefa de condução econômica.

O ano de 2015, dissemos aqui tantas vezes, está perdido e em outros momentos sinalizamos que 2016 pode não ser diferente. Pois bem: as previsões econômicas já falam em retração do PIB, da ordem de 2%, para 2016. Mas se este ano estamos com a “corda no pescoço”, tudo indica que em 2016 vão apertar o nó e chutar a cadeira! Para sair dessa situação precisamos da aprovação das medidas econômicas propostas por Levy. São medidas impopulares, são medidas que prejudicaram o trabalhador, etc…, mas se não forem implantadas a quantidade de pessoas afetadas será muito maior, ou seja, lamentavelmente o que estamos dizendo é que devemos sacrificar alguns na tentativa de salvar muitos (eu me sinto mal em ter que expressar isso), mas se esta constatação incomoda o que mais dói é saber que isso é fruto dos desmandos e da corrupção que se instalou em todos os segmentos do governo. Leia de novo: todos os segmentos do governo!

A população está pagando o pato das viagens em jatinhos, das reformas imobiliárias, da propina institucionalizada. Que a justiça apure e puna os culpados. Agora que os oportunistas da vez pensem no povo e trabalhem no congresso para defender os interesses populares, porque o que vemos, por enquanto, é o governo perder votação por não ter indicado os cargos de segundo escalão. Ou seja: todo mundo louco para, daqui a pouco, virar notícia!

Coluna de quinta: Papa Francisco- um revolucionário da fé.

Por Hérlon Cavalcanti

13 de março de 2013, o mundo todo parou para assistir a posse do chefe da igreja católica o primeiro Papa Latino nascido na Argentina d. Jorge Mario Bergoglio o Papa Francisco. Com uma coragem incrível, e uma simplicidade no olhar, o Papa Jesuíta começou seu papado imprimindo seu modelo de gestão que vem chamando atenção do mundo todo  como lema ”O amor gratuito de Deus por nós”.

Seu primeiro questionamento como chefe da igreja Católica foi não usufruir de bens materiais, nem do luxo que o cerca. Ele começou a visitar refugiados no Sul da Itália e foi visto por varias vezes circulando na área pobre da periferia de Roma, ou mesmo almoçando junto aos trabalhadores do luxuoso Vaticano.

Na linha por mudanças, o papa criou o grupo de oito cardeais escolhidos para representar as diferentes realidades eclesiais no mundo. O chamado “Conselho de Cardeais”, que começou a elaborar a Reforma da Igreja, ou a reforma da Cúria Romana. O Papa defende o caráter sinodal, a ideia do caminhar juntos. Seu jeito de querer de fato uma reforma profunda na igreja começou a gerar incômodos dentro da cúpula do Vaticano quando ele criou a Secretaria da Economia para vigiar o Banco do Vaticano sobre todas as atividades econômicas e administrativas da Santa Sé e do Estado da Cidade do Vaticano, para evitar a lavagem de dinheiro de alguns padres, bispos, monsenhor e cardeais.

O Papa mostra aos 78 anos, que pretende acabar com as indulgências, um movimento que gerou objeto de compra e de venda e geraram enormes lucros para os Papas, para os cardeais e para os cofres vaticanos, uma espécie de bônus que facilita o perdão dos pecados e a entrada do pecador no paraíso.  Essa prática gerou a ruptura do teólogo e frade agostiniano Martinho Lutero com o papa Leão X. Se o papa conseguir acabar com as indulgencias entrará para a história do Cristianismo, em favor da unidade das igrejas cristãs.

Outro fato marcante do seu papado é quando traz para si a responsabilidade de abrir o debate que os homossexuais podem comungar nas missas e explica sua atitude dizendo: a Igreja condena o pecado, mas ama o pecador. Em seu documento “Evangelii Gaudium”, o grande pecado denunciado pelo papa é explorar o pobre, colocar o lucro acima da pessoa!

Outra grande polemica é os escândalos de pedofilia e a condenação dos padres pedófilos A Igreja indica “tolerância zero” para os religiosos pedófilos ele considera que eles devem responder por seus crimes junto à Justiça de seus países, como qualquer cidadão.  E o que dizer do celibato dos padres e a ordenação das mulheres casadas? Pois bem são pontos que vão mexendo com a estrutura física e moral da igreja católica.  O celibato vem desde século XII como obrigação para todos os padres. A ordenação das mulheres, o Papa diz que: “É necessário se fazer uma reflexão sobre o papel da mulher na Igreja. Na prática, ao longo da história, muitas mulheres agiram com autoridade dentro da Igreja, influenciando papas e redefinindo os rumos da história”.

O papa Francisco quebra paradigmas e abre o debate dentro da igreja com a ordenação de homens casados como acontece nas Igrejas Católicas Orientais e indo mais além com a intenção permitindo que os Padres se casem, e os homens casados em segunda união possam comungar livremente. O papa manda um recado direto para essas pessoas: a Igreja também é para você, venha e ocupe seu lugar;

O Papa marca a história mundial com adesão das Igrejas Católica Romana, Luterana e Anglicana, permitindo um acordo para o reconhecimento mútuo dos sacramentos do Batismo, da Eucaristia e do Matrimônio. Isso vai permitir que servo católico que se batizar na sua Igreja e depois converter-se à Igreja Anglicana, não precisará mais batizar-se em sua nova confissão. Uma revolução da força de um homem na tentativa da unificação da igreja católica que vem ao longo do tempo em todo mundo perdendo milhares de fieis.

E no campo da politica o Papa Francisco mostra ao mundo sua força na condução de aproximar dois países que durante 50 anos romperam ligações diplomáticas Cuba e EUA. O Papa Francisco preocupado com essa situação conversou com Barack Obama e Raúl Castro para tentar acabar com esse embargo econômico, e o mundo recentemente assistiu a um encontro histórico entre os dois presidentes que vão aos poucos se alinhando politicamente.

Por esses tantos motivos, o chefe da Igreja católica o Papa Francisco, marca a história como um grande revolucionário da fé.

Coluna de quinta: Papa Francisco- um revolucionário da fé

Por Hérlon Cavalcanti

13 de março de 2013, o mundo todo parou para assistir a posse do chefe da igreja católica o primeiro Papa Latino nascido na Argentina d. Jorge Mario Bergoglio o Papa Francisco. Com uma coragem incrível, e uma simplicidade no olhar, o Papa Jesuíta começou seu papado imprimindo seu modelo de gestão que vem chamando atenção do mundo todo  como lema ”O amor gratuito de Deus por nós”.

Seu primeiro questionamento como chefe da igreja Católica foi não usufruir de bens materiais, nem do luxo que o cerca. Ele começou a visitar refugiados no Sul da Itália e foi visto por varias vezes circulando na área pobre da periferia de Roma, ou mesmo almoçando junto aos trabalhadores do luxuoso Vaticano.

Na linha por mudanças, o papa criou o grupo de oito cardeais escolhidos para representar as diferentes realidades eclesiais no mundo. O chamado “Conselho de Cardeais”, que começou a elaborar a Reforma da Igreja, ou a reforma da Cúria Romana. O Papa defende o caráter sinodal, a ideia do caminhar juntos. Seu jeito de querer de fato uma reforma profunda na igreja começou a gerar incômodos dentro da cúpula do Vaticano quando ele criou a Secretaria da Economia para vigiar o Banco do Vaticano sobre todas as atividades econômicas e administrativas da Santa Sé e do Estado da Cidade do Vaticano, para evitar a lavagem de dinheiro de alguns padres, bispos, monsenhor e cardeais.

O Papa mostra aos 78 anos, que pretende acabar com as indulgências, um movimento que gerou objeto de compra e de venda e geraram enormes lucros para os Papas, para os cardeais e para os cofres vaticanos, uma espécie de bônus que facilita o perdão dos pecados e a entrada do pecador no paraíso.  Essa prática gerou a ruptura do teólogo e frade agostiniano Martinho Lutero com o papa Leão X. Se o papa conseguir acabar com as indulgencias entrará para a história do Cristianismo, em favor da unidade das igrejas cristãs.

Outro fato marcante do seu papado é quando traz para si a responsabilidade de abrir o debate que os homossexuais podem comungar nas missas e explica sua atitude dizendo: a Igreja condena o pecado, mas ama o pecador. Em seu documento “Evangelii Gaudium”, o grande pecado denunciado pelo papa é explorar o pobre, colocar o lucro acima da pessoa!

Outra grande polemica é os escândalos de pedofilia e a condenação dos padres pedófilos A Igreja indica “tolerância zero” para os religiosos pedófilos ele considera que eles devem responder por seus crimes junto à Justiça de seus países, como qualquer cidadão.  E o que dizer do celibato dos padres e a ordenação das mulheres casadas? Pois bem são pontos que vão mexendo com a estrutura física e moral da igreja católica.  O celibato vem desde século XII como obrigação para todos os padres. A ordenação das mulheres, o Papa diz que: “É necessário se fazer uma reflexão sobre o papel da mulher na Igreja. Na prática, ao longo da história, muitas mulheres agiram com autoridade dentro da Igreja, influenciando papas e redefinindo os rumos da história”.

O papa Francisco quebra paradigmas e abre o debate dentro da igreja com a ordenação de homens casados como acontece nas Igrejas Católicas Orientais e indo mais além com a intenção permitindo que os Padres se casem, e os homens casados em segunda união possam comungar livremente. O papa manda um recado direto para essas pessoas: a Igreja também é para você, venha e ocupe seu lugar;

O Papa marca a história mundial com adesão das Igrejas Católica Romana, Luterana e Anglicana, permitindo um acordo para o reconhecimento mútuo dos sacramentos do Batismo, da Eucaristia e do Matrimônio. Isso vai permitir que servo católico que se batizar na sua Igreja e depois converter-se à Igreja Anglicana, não precisará mais batizar-se em sua nova confissão. Uma revolução da força de um homem na tentativa da unificação da igreja católica que vem ao longo do tempo em todo mundo perdendo milhares de fieis.

E no campo da politica o Papa Francisco mostra ao mundo sua força na condução de aproximar dois países que durante 50 anos romperam ligações diplomáticas Cuba e EUA. O Papa Francisco preocupado com essa situação conversou com Barack Obama e Raúl Castro para tentar acabar com esse embargo econômico, e o mundo recentemente assistiu a um encontro histórico entre os dois presidentes que vão aos poucos se alinhando politicamente.

Por esses tantos motivos, o chefe da Igreja católica o Papa Francisco, marca a história como um grande revolucionário da fé.

Artigo: Multiculturalismo corporativo: como lidar (e se beneficiar) com as diferenças nas organizações

Por Arley Ribeiro

O mundo muda constantemente, em uma velocidade fantástica. As mudanças não são apenas tecnológicas, mas também sociais e políticas e exercem grande influência em nosso dia-a-dia. Adaptar-se ou rejeitá-las é uma questão individual e, ainda hoje, existem pessoas que preferem se manter distante do mundo tecnológico sem deixar de interagir com quem é extremamente “plugado”.

Esse tipo de escolha não pode ocorrer no mundo dos negócios. Ou a empresa se adapta rapidamente às mudanças, ou simplesmente se acaba.

Embora os planos de cada corporação dependam de uma série infinita de fatores diretamente ligados ao seu ramo de atuação, existe uma particularidade que facilita a adaptação: o multiculturalismo corporativo. Pessoas de diversas culturas, credos, gêneros e idades podem contribuir com diferentes pontos de vista quando diante de uma mesma questão. Assim, com a visão mais geral possível, o executivo principal tem uma base sólida para tomar decisões com maior probabilidade de acerto.

Mas, existe o outro lado da moeda: consolidar as ideias de pessoas com diferentes formações e opiniões transformando-as em um ponto de vista válido é uma tarefa complexa. Comunicar suas ações para superiores de culturas diversas, também é um desafio.

Sempre gostei de trabalhar com equipes multiculturais, que me ajudaram muito na obtenção de resultados e me exigiam bastante empenho para gerenciá-las. Ao mesmo tempo, quase sempre tive que me reportar para pessoas de culturas muito diferentes da minha e adaptar minhas repostas e ações para que fossem perfeitamente compreendidas. Essa é uma virtude que consegui após certo esforço.

Eu me lembro da minha primeira apresentação para executivos europeus, quando trabalhava numa empresa alemã. Eles ouviram compenetrados e quietos toda minha explanação, sem apresentar a mínima reação. Quando terminei, eles começaram organizadamente a fazer perguntas detalhadas e acabaram aprovando todos os meus planos.

Algo diferente ocorreu com minha primeira experiência com executivos indianos. Eles sinalizavam com a cabeça “negativamente” o tempo inteiro e mesmo quando as minhas respostas pareciam estar corretas continuavam sinalizando negativamente. Logo depois o término de minha explanação, com poucos reparos nos meus planos, que me disseram que o movimento do “sim” indiano corresponde ao nosso “não”.

O mais complexo é “aglomerar” as ideias da equipe de forma a facilitar a tomada de decisões. Há alguns anos, trabalhava em uma empresa química nacional e os técnicos descobriram um produto que secava muito rápido e que permanecia flexível depois de seco. Eu passei a questão para as diversas áreas envolvidas no processo e não encontramos uma aplicação prática para esta fórmula. Até que um dia, em uma reunião com pessoal da linha da produção acabei mencionando este produto como um ideia ainda sem aplicação. Um operário já de certa idade, recém-contratado, levantou e disse: “Moço, isto aí para colar solado de sapato deve ser bom demais”. E foi mesmo. Desenvolvemos um produto para sapateiros que trabalhassem em lugares muito frios, como na região Sul do País, pudessem ter agilidade em seu trabalho.

Muitas vezes, a “cultura” necessária para uma decisão não vem só da formação da equipe, mas sim de experiências que estas pessoas tiveram. Este senhor já havia trabalhado como sapateiro e, mesmo sem ter cursado nenhuma faculdade, resolveu um problema que outras pessoas não haviam conseguido.

Assim, a multicultura é a melhor forma de uma empresa ter sucesso em um ambiente extremamente mutável, e também para enfrentar períodos de retração econômica. Ao mesmo tempo, todo executivo precisa também estar aberto para entender a diversidade tanto da sua equipe, quanto das pessoas acima e à volta dele, tirando proveito da diversidade de ideias e opiniões geradas por pessoas muito diferentes.

* Arley Ribeiro é executivo e Engenheiro Químico, com experiência no setor de adesivos de consumo e industrial em países da América do Sul, México, EUA, Europa e Índia.

Feirantes comentam sobre aprovação do projeto da nova Sulanca

Por PEDRO AUGUSTO
Do Jornal VANGUARDA

A grande repercussão da aceitação na Câmara do projeto de lei nº 6.940, que trata da transferência da Feira da Sulanca do Centro para as margens da BR-104, não se limitou apenas à semana passada. Na primeira feira – manhã do último dia 3 – após a matéria ter sido aprovada em segunda votação, o assunto foi amplamente debatido entre os comerciantes que atuam no Parque 18 de Maio. Com o objetivo de coletar as suas opiniões, a equipe de reportagem do Jornal VANGUARDA esteve circulando por alguns setores do local no intervalo das 8h às 10h. Pelo menos no levantamento feito pelo semanário, a grande maioria dos entrevistados se mostrou contra a proposta.

“Primeiro, gostaria de deixar bem claro que não sou contra a transferência da feira. Agora, não posso ficar calado diante da falta de transparência conforme ocorreu o processo de aprovação do projeto. Mesmo com parecer negativo do jurídico da Câmara, grande parte dos vereadores votou a favor, o que me deixou bastante preocupado, até porque ainda estão faltando diversos pontos a serem esclarecidos. Até hoje não sei, por exemplo, quem terá prioridade para se instalar no novo local, os valores exatos dos bancos e como eles poderão ser adquiridos pelos pequenos feirantes. Na verdade, o que foi apresentado através desse projeto não vai atender de jeito nenhum a maioria”, criticou o feirante José Edílson. Ele possui bancos no antigo terreno da Fundac.

Ainda por lá, a reportagem do VANGUARDA ouviu o comerciante Reginaldo Silva, que não poupou críticas em relação à matéria. “Gostaria de saber da prefeitura se quem vai trabalhar na nova feira é Nino do Rap e os demais vereadores que votaram a favor. Isso porque, em nenhum momento, os feirantes foram ouvidos na elaboração do projeto. Esse grupinho que vem andando com ela e se diz representante da nossa categoria só está preocupado mesmo com os seus interesses. Estive presente na Câmara, na quinta-feira (30), quando ocorreu a segunda votação, e saí de lá enojado.”

Em contrapartida, o sulanqueiro José Carlos Santos, que opera no setor da Brasilit, fez questão de elogiar a aprovação do projeto. “Não vi nada demais na votação da semana passada. Todo mundo tem o direito de mudar de opinião e foi o que aconteceu com Nino da Rap. Na primeira, ele votou contra e na segunda, a favor. Esses feirantes que estão criticando têm o pensamento pequeno, porque ainda não enxergaram que, do jeito que está a Sulanca, irá acabar. Já escutei e vi várias entrevistas dos representantes da prefeitura sobre o assunto e, para mim, não restam dúvidas de que esse projeto irá beneficiar toda a categoria. Quem estiver insatisfeito que se mude para o Moda Center ou para o Parque das Feiras.”

O feirante Eronilson Pereira também se mostrou favorável à aceitação da matéria. “Acredito que já perdemos bastante tempo com essas polêmicas, porque o que importa mesmo é a sobrevivência da Feira da Sulanca. Trabalho nela há mais de 30 anos e já passou da hora de vê-la organizada. Se for para gastar dinheiro e ter um ponto fixo, não vejo problema. O que não pode acontecer mais é a Sulanca perder espaço para feiras menores. Agora, muita gente está criticando, mas depois que ela estiver funcionando num local mais adequado, elogio é o que não vai faltar”, disse. O Poder Executivo tem 30 dias para regulamentar a lei.

Opinião: Coaching de Carreira: uma necessidade (e não uma moda)

Por Maurício Sampaio

Hoje vivemos em um país e em um mundo nos quais o índice de insatisfação com o trabalho chega a números assustadores. Parece que um desânimo geral tomou conta. São pesquisas atrás de pesquisas desvendando o que já é possível ver a “olho nu”: o descontentamento geral em relação à profissão e à carreira.

Um levantamento recente realizado pelo ISMA (International Stress Management Association), orgão sem fins lucrativos e que estuda o stress no ambiente de trabalho, revelou que 80% da população brasileira ativa está infeliz.

Muitos querem mudar de emprego para melhorar a qualidade de vida, alguns desejam crescer na própria empresa e não sabem como fazer isso… E há também os vários que querem ter o próprio negócio e não conseguem ver qual é o caminho certo. Tudo isso sem contar os diversos que já estão se aposentando e não têm a menor ideia do que fazer depois.

Agora veja essa estatística, que é a mais assustadora de todas: cerca de 90% dos trabalhadores no mundo estão infelizes, segundo uma pesquisa do Instituto Gallup.

O que era um bate-papo de corredor ou em bares, com os amigos, se transformou em posts em redes sociais também. Carreira virou um tema expressivo no mundo virtual, segundo análise feita pela Gauge. A consultoria especializada em comunicação digital apontou que 12% das citações da palavra “carreira” se referem a questões profissionais dos próprios usuários de mídias sociais.

Entre os que discutem o assunto na rede, 21% procuram dicas para conseguir um emprego. O salário representa 17% e, pessoas indecisas com a profissão, 8%. A busca de informações e soluções para essas e outras questões é cada vez maior.

As bruscas mudanças dos últimos anos nas relações globais, impulsionadas pelo desenvolvimento acelerado da tecnologia e da internet, fizeram surgir várias opções de desenhar uma carreira, escolher uma profissão desejada e de empreender. Nos tornamos seres globais!

Essa modificação acabou criando um leque de opções e desejos por parte da população profissional. Um exemplo: para quem sempre sonhou trabalhar fora do país, nunca ficou tão simples como hoje. Por outro lado, quem sonhava com apenas um chefe, hoje possui mais de três, em diferentes cantos do planeta.

Apesar de o processo de coaching ser praticado há mais de 20 anos, o Coaching de Carreira avançou apenas mais recentemente, com seus experimentos e práticas, principalmente no Brasil. A metodologia, que serve para ajudar pessoas a atingirem seus objetivos na carreira e desenvolverem competências e habilidades específicas profissionalmente, vem se tornando mais popular agora!

E por que está ganhando espaço? Porque as pessoas buscam mais liberdade para o estilo de vida que desejam, e contam com mais opções na hora de escolher suas profissões, desenhar suas carreiras e planejar a vida a médio e longo prazo.

Muitos são os problemas relativos quando o assunto é carreira. Eles começam na escolha de uma profissão – que se inicia dentro do ambiente escolar, mais especificamente no Ensino Médio -, passam pela etapa de desenvolvimento e chegam ao pós-carreira, a aposentadoria.

São várias as fases em que o Coaching de Carreira e um coach especializado no tema podem contribuir:

– Coaching Vocacional (para a escolha profissional)
– Coaching de Carreira para Universitários
– Coaching para busca de emprego
– Coaching para o primeiro emprego
– Coaching para empreendedores
– Coaching para Transição de Carreira
– Coaching para Desenvolvimento de Carreira
– Coaching para Descarrilamento de Carreira
– Coaching para Expatriados
– Coaching para Aposentadoria
– Coaching para Esportistas

Vale lembrar que lidar com a carreira de um ser humano é algo de extrema importância. Um coach de carreira deve estar devidamente habilitado para exercer seu ofício, só assim o processo será um sucesso para todos: coach e coachee.

Maurício Sampaio é coach de carreira, palestrante, escritor e fundador do InstitutoMS de Coaching de Carreira.

Opinião: Perdeu o emprego? quatro dicas para se vender melhor e voltar ao mercado!

Por José Ricardo Noronha

O Brasil vive mais um momento bastante desafiador, não é mesmo? Inflação em alta, confiança em queda e vendas em baixa… Tudo isso provoca as tão indesejáveis demissões, que têm afligido os mais diversos setores da economia e causado enormes dores de cabeça a tantos profissionais e suas famílias.

E, diante deste cenário, é preciso reconhecer que profissionais das mais variadas indústrias encontram muito mais dificuldade no seu processo de recolocação. Isso ocorre principalmente pela falta de domínio de algumas das principais técnicas para se “vender” melhor ao mercado. Se você, ou um amigo que possa se beneficiar deste artigo, encontra-se nesta incômoda posição, eu tenho 4 dicas preciosas para te ajudar a se “vender” mais e melhor:

1. Crie um super currículo. Um bom currículo tem no máximo 2 páginas e precisa se destacar imediatamente dos outros milhares que chegam às mãos dos recrutadores. Para fazer isso, invista em um bom e limpo design. Liste todos os seus grandes feitos profissionais e experiências passadas, com o maior número de dados que puder disponibilizar (crescimento de vendas, redução de despesas, etc.).

Se estiver em busca de diferentes vagas em uma mesma área, crie currículos distintos para cada setor e lembre-se que customização e personalização neste momento são ainda mais cruciais. Enumere suas principais habilidades, interesses e busque conectá-los aos valores, princípios e missão das empresas em que deseja trabalhar.

2. Cuide bem da sua marca pessoal. Especialmente em tempos de economia desaquecida, é fundamental trabalhar bem o seu posicionamento social. Revisite ainda hoje os seus perfis nas principais redes sociais e faça todas as modificações necessárias, inclusive apagando aquelas fotos e postagens que em nada ajudam a criar uma boa imagem profissional. Dê especial ênfase ao seu perfil na mais importante rede profissional do mundo, o LinkedIn.

3. Liste as empresas em que gostaria de trabalhar. É bem possível que você esteja aí pensando: a situação já está difícil, e aí vem o José Ricardo me dizer que preciso listar as empresas em que sonho trabalhar? Sim, é isso mesmo. Depois de selecionar as companhias preferidas, estude tudo o que puder sobre elas, seus principais líderes e busque conectar-se com pessoas que possam te ajudar a chegar aos líderes de RH e Recrutamento. As melhores empresas e os melhores líderes continuam em busca de profissionais que se identifiquem com a missão, visão, valores e propósito. Seja proativo(a)!

4. Venda-se com maestria! Enxergue-se (como verdadeiramente o é) como o seu melhor e mais valioso produto! E para vender este super produto chamado “Você”, tenha convicção ao se comunicar e conhecimento pleno dos seus grandes pontos fortes. Busque o tempo todo conectá-los aos desafios que são apresentados para o cargo que você busca no mercado.

Foque o quanto puder nos benefícios que a empresa que te contratar irá obter, para, assim, fugir da tão famigerada briga pelos mais baixos salários que as empresas estão tão focadas. Vá para as entrevistas tendo conhecimento amplo de tudo o que cerca aquela empresa específica: vendas, desafios, concorrentes, sonhos, missão, valores, propósito, principais concorrentes, etc.

Lembre-se sempre do precioso ensinamento de Benjamim Franklin: “A falha na preparação é a preparação para a falha”.

Perder o emprego é duríssimo! Mas pode estar aí o começo de um novo caminho profissional, marcado pela proatividade e pelo casamento perfeito de suas competências, habilidades e pontos fortes com os princípios, missão, visão e propósito de grandes empresas. E posso lhe assegurar: essas organizações continuam sempre em busca de grandes profissionais!

Boa sorte e boas vendas!

José Ricardo Noronha, é vendedor, palestrante, professor, escritor e consultor. Tem como sonho e missão transformar a carreira e a vida de milhares de profissionais e os resultados de vendas de empresas através do compartilhamento de lições, experiências, dicas e da sua própria história de superação pessoal.

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Artigo: Eldorado Tributário

Por Roberto Romagnani

Em tempos de crise econômica qualquer espécie de economia não deve ser subjugada. Se esta economia for decorrente de redução da carga tributária, muito melhor. E se as medidas a serem adotadas contarem com o aval do Supremo Tribunal Federal chegamos ao Eldorado Tributário.

Após longos 15 anos de tramitação o Supremo Tribunal Federal finalmente concluiu o julgamento do Recurso Extraordinário 240.785 que trata da legalidade ou não da inclusão do Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), na base de cálculo do PIS e da COFINS, por constituir o ICMS valor destinado ao pagamento de tributo Estadual, não se tratando de verba apropriada pelo contribuinte, sendo totalmente estranho ao conceito legal de faturamento previsto na legislação específica.

Após intenso debate na mais alta Corte da Justiça Brasileira os Senhores Ministros decidiram por maioria de votos que o ICMS não deve servir de base de cálculo para as contribuições do PIS e da COFINS, constituindo uma grande vitória dos contribuintes sobre o FISCO.

Entretanto, tal decisão gerou um impasse político-econômico tendo em vista que nosso Governo não aceita reduzir a arrecadação e esta decisão vai exatamente em contrário a tal pensamento.

A saída para este impasse, que entendo ser política e não jurídica, encontrou abrigo no fato do STF não ter estendido os efeitos desta decisão. Explico:

Se o STF estendesse os efeitos da decisão, todos os contribuintes poderiam sem nenhuma espécie de formalidade passar a calcular o PIS e a COFINS sem a incidência do ICMS, o que em linhas gerais reduziria tais valores em aproximadamente 18% dependendo do Estado da Federação. Poderiam ainda através de pedido de compensação próprio postular administrativamente pelo ressarcimento dos valores pagos à maior decorrentes da integração do ICMS nos últimos 5 anos, situação que seria fantástica para os contribuintes mas péssima para um Governo sedento de arrecadação. Com a negativa do STF em estender os efeitos da decisão, os contribuintes deverão socorrer-se do poder judiciário para obter tal benefício e também para ser ressarcido dos valores pagos à maior nos últimos 5 anos.

Embora tal procedimento tenha elevadíssima probabilidade de êxito e seja razoavelmente simples, boa parte dos empresários sequer tiveram conhecimento de tal julgamento e, outra fatia significativa, talvez ainda contaminados pelos assombrosos tempos da ditadura, prefiram não acionar o Governo Federal com infundado receio de “revanchismo” por parte daquele, deixando assim de aproveitar os benefícios diretos que tal decisão trouxe.

Alguns cuidados devem ser observados exatamente para que a ação judicial não constitua um desastre futuro, como por exemplo continuar efetuando o recolhimento mensal do PIS e da COFINS com a incidência do ICMS até o trânsito em julgado da vitoriosa ação judicial, pois se assim não for feito, o contribuinte poderá ter seu nome inscrito no CADIN além do bloqueio de emissão de sua Certidão Negativa de Débitos, gerando imensos transtornos administrativos. Aconselha-se assim a todos os empresários a contratação de profissional experiente na área.

O julgamento mencionado no Supremo Tribunal Federal encontra-se em conformidade com o anteriormente já decidido no Recurso Extraordinário 559.937, que discutia a mesma incidência do ICMS na base de cálculo do PIS e da COFINS nas operações de importação de mercadorias e que também teve seu julgamento em prol dos contribuintes e igualmente sem a necessária extensão dos efeitos.

A lógica a ser utilizada é exatamente a mesma daquela neste artigo já descrita devendo os contribuintes socorrerem-se do Poder Judiciário.

Vale lembrar de que esta redução da base de cálculo não se trata de nenhum benefício governamental, mas sim da busca incansável dos direitos fundamentais, tão necessários para o desenvolvimento da atividade empresarial já desgastada com os imensos desmandos fiscais e tributários, não devendo assim ser desprezada pelo empresariado.

Roberto Romagnani é advogado e sócio da Romagnani Advogados Associados, Pós-graduado em Direito Empresarial, Especialista em Direito Comercial e Tributário. É membro da Comissão de Estágio e Exame de Ordem da Ordem dos Advogados do Brasil – SP; Relator do Tribunal de Ética e Disciplina da OAB-SP; Membro da Associação dos Advogados Trabalhistas de São Paulo; Membro da Associação dos Advogados de São Paulo; e Fundador da Associação das Micro e Pequenas Empresas de São Paulo.

Artigo: Envio de cartão de crédito não solicitado é prática abusiva e gera indenização

Por Cesar Alexandre Marques

Vários são os consumidores que se depararam e que ainda se deparam com empresas de administração de cartões de crédito que, sem prévia solicitação e autorização, enviam aos consumidores cartões de crédito, com limite de crédito pré-aprovado para utilizar da forma que entender.

Muitos destes cartões são solicitados por meliantes que se utilizando de dados pessoais da vítima solicita a emissão do cartão para endereço diverso do destinatário com o intuito de fraudar.

As empresas de administração de cartões de crédito não possuem um controle de emissão destes cartões ou de quem solicita, fazendo com que o consumidor entre em uma situação a qual não deu causa.

Mesmo procurando a empresa de administração de cartão de crédito que enviou indevidamente o cartão de crédito ao consumidor os resultados para cessar os abusos na esfera administrativa são infrutíferos, fazendo com que o próprio consumidor tenha que se socorrer a Justiça para ver seu direito resguardado.

Todavia, o consumidor que bate às portas do Judiciário muitas vezes não se sente amparado pela justiça, que ainda vem entendendo que se não houve restrição do nome nos órgãos de proteção ao crédito, não há dano moral a ser indenizado por tratar-se de um mero aborrecimento. Porém, o dano moral não está somente no fato da restrição do nome em órgãos de proteção ao crédito, mas deve-se analisar o conjunto probatório, ou seja, a vontade do consumidor na esfera administrativa em provar suas alegações e o lapso temporal para obter aquilo que se almeja que é a cessação dos efeitos das cobranças indevidas.

Através de recursos repetitivos, o Superior Tribunal de Justiça, no dia 08 de junho de 2015, publicou a súmula 532 que dispõem o seguinte: “Constitui prática abusiva o envio de cartão de crédito sem prévio e expressa solicitação do consumidor, configurando-se ato ilícito indenizável à aplicação de multa”.

Embora não seja uma súmula vinculante, a qual determina que os demais tribunais do país adote o entendimento, esta súmula foi editada e publicada em momento oportuno, em que as demandas judiciais à respeito do assunto vêm crescendo drasticamente e, proporciona ainda ao consumidor o direito de ser indenizado pelo simples ato do envio do cartão de crédito sem prévio e expressa solicitação, não necessitando adentrar ao campo dos efeitos desta emissão indevida, pois uma vez reconhecido o abuso no envio indevido do cartão de crédito, os atos por este praticados devem ser declarados cancelados e indenizáveis ao consumidor.

O entendimento do Superior Tribunal de Justiça consolidou o que determinado no artigo 39, inciso III, do código de Defesa do Consumidor, proporcionando ao consumidor a garantia jurídica do seu direito ao dano moral por ato indevido e abusivo das empresas de administração de cartões de crédito.

Opinião: 25 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) – reafirmar direitos em tempo de barbárie

Por Elba Ravane

Em 13 de 1990 foi promulgado o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Os fatos ocorridos nos últimos dias com linchamentos humanos e um clamor popular manipulado por setores sociais altamente organizados que reivindicam a punição de adolescentes, nos remete a uma tradição babilônica de legislar, onde, as pessoas não eram iguais perante a lei, onde sentenças eram estipuladas de acordo com a camada social.

A reivindicação da redução da maioridade penal nada mais é que a substituição no Brasil do Estatuto da Criança e do Adolescente e do Estatuto da Juventude pelo Código de Hamurabi que baseado na antiga “lei de talião” seguia a premissa do castigo “olho por olho, dente por dente”.

Não podemos incorrer no erro de assumirmos posturas de justiceir@ sociais e antes de estufarmos o peito para defender uma proposta como a única solução possível, colocando toda a responsabilidade da violência nas mãos dos/as adolescente que insistimos em chamar de menores como se fossem cidadãos de “menor” categoria social, vamos refletir, nos colocar na posição não de vítimas da violência, mas, de protagonistas sociais capazes de transformar realidades e consolidar direitos. Como protagonistas sociais como estamos nos comportando diante das violações de Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes?

O artigo 227 da Constituição estabelece que “É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.”

Na busca da materialização desses deveres o Art. 4º do ECA reafirma tais direitos e completa no Parágrafo único. “A garantia de prioridade compreende:
a) primazia de receber proteção e socorro em quaisquer circunstâncias;
b) precedência de atendimento nos serviços públicos ou de relevância pública;
c) preferência na formulação e na execução das políticas sociais públicas;
d) destinação privilegiada de recursos públicos nas áreas relacionadas com a proteção à infância e à juventude.”

Sem cumprir com deveres queremos acabar com os Direitos, basta refletirmos que não estamos garantindo aos adolescentes o direito mais fundamental, o direito à vida, o que comprovam nossa irresponsabilidade em cumprir o ECA.

De acordo com Mapa da Violência 2013 entre 1980 e 2011 houve aumento que chega a 326,1% no número de homicídios de jovens. Em 2011 63,4%, de um total de 46.920 óbitos foram de jovens. Já o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) indica que apenas cerca de 1% dos homicídios registrados no país é cometido por adolescentes entre 16 e 17 anos. Assim, antes de apontar o dedo para adolescentes e fazer a acusação que eles/as são violadores do direito à vida, vamos assumir, que é a sociedade e muitas vezes as instituições estatais que tem violado o Direito à Vida dos/as adolescentes e jovens brasileiros, na maioria, negros e pobres. Imaginem a que conclusão chegaremos se formos analisar nossa postura diante do cumprimento dos demais direito: à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária.

É tempo de reafirmar e efetivar direitos, é tempo de ouvir os/as adolescentes é tempo de tomar decisões com base na realidade social e em dados, é tempo de combater causas e não efeitos.

Elba Ravane é Mestra em Direitos Humanos pela UFPE, advogada, pós-graduada em Segurança Pública e Cidadania pela ASCES. Pesquisadora nas áreas de Violência, Feminismo, Políticas Públicas e Direitos Humanos.