Primeira visita de Temer ao RS tem protesto e gafe

Em sua primeira visita oficial ao Rio Grande do Sul desde que assumiu a Presidência da República, Michel Temer foi recebido com protesto pelos gaúchos. Segundo a Brigada Militar, cerca de 200 pessoas ligadas a sindicatos e movimentos sociais se manifestaram contra o peemedebista e o governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori (PMDB), em frente ao Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, na região metropolitana de Porto Alegre. As críticas foram centralizadas nas reformas trabalhista, da Previdência e na PEC do Teto, além das medidas de austeridade tomadas pelo governo gaúcho.

O presidente visitou o Estado para participar da entrega de 340 ambulâncias a municípios brasileiros, sendo 61 deles gaúchos. A agenda presidencial foi cumprida do lado interno do parque, com acesso restrito a convidados. Como chegou de helicóptero no local, Temer não teve contato direto com o grupo de manifestantes.

Mesmo assim, pouco antes das 10 horas, houve tumulto quando os policiais retiraram os manifestantes debaixo de uma área coberta e fecharam os portões de entrada do local, conforme relatou a diretora de núcleo do Sindicato dos Professores do Rio Grande do Sul (Cpers) Teresinha da Silva. Os policiais chegaram a utilizar spray de pimenta nas pessoas para afastá-las da entrada.

Jornalistas da Globo-SP cobram aumento na emissora

Do portal Comunique-se

Os jornalistas da TV Globo São Paulo estão sem reajuste salarial desde o ano passado. Os profissionais reclamam que a emissora quer conceder aumento de 6% referente a 2015, ano em que a inflação ficou acima de 10%, e 6,5% para 2016.Na tarde desta quarta-feira, 14, cerca de 50 profissionais deram as mãos em volta da emissora, em protesto a favor da campanha. “Queremos respeito, reajuste salarial já”, escreveram no banner exibido durante o ato. O SJSP falou sobre o assunto em sua fanpage, afirmando que a manifestação é um “abraço solidário” dos trabalhadores na empresa.

Um abaixo assinado foi feito e está circulando com aderência dos trabalhadores do canal, que se reuniram em frente à emissora na tarde desta quarta-feira, 14, para protestar em prol da campanha salarial.

Segundo fontes da reportagem do Portal Comunique-se, em dezembro de 2015 não houve acordo entre empregados e emissora. A Globo começou as propostas oferecendo 5% de reajuste – depois subiu para 6% –, enquanto o Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP) começou as negociações pedindo 15% e baixou o valor conforme a inflação do ano.

A campanha salarial foi a dissídio. Assim, os profissionais entraram com ação no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), que decidiu em favor dos jornalistas, com reajuste de 10,94%. Porém, os patrões pretendem recorrer. Agora, o SJSP defende que se devem somar as inflações dos dois anos (2015 e 2016), mais 2% de aumento real. A contra proposta da Globo pretende conceder o valor da inflação deste ano, mais 7% referentes ao ano passado.

“Apesar dos lucros bilionários, as emissoras de TV não reajustam nem salários, nem os benefícios da categoria há dois anos e as perdas por conta da inflação somam quase 20%. A campanha salarial do ano passado foi a dissídio e segue na Justiça do Trabalho. Neste ano, o sindicato patronal, presidido pela Globo, iniciou a campanha 2016-2017 com truculência, com proposta abaixo da inflação e se recusando a alterar ou incluir novas cláusulas na Convenção Coletiva”, declarou a entidade.

Procurada pela reportagem do Portal Comunique-se, a TV Globo São Paulo informou por meio de sua comunicação que “não se manifesta publicamente sobre suas relações trabalhistas com seus funcionários”.

DF: Grupo protesta após aprovação da PEC dos gastos

Do G1

Manifestantes e policiais militares entraram em confronto, na tarde de hoje, horas depois da aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que limita os gastos públicos nos próximos 20 anos. Estudantes e ativistas políticos jogaram pedras e paus contra PMs, que reagiram com bombas de gás lacrimogêneo. A parada de ônibus em frente à Biblioteca Nacional foi depredada, e um contêiner de lixo, incendiado. Prédios públicos foram pichados.

De acordo com a Polícia Militar, ao menos um policial foi ferido. A estimativa da corporação era de que 2 mil pessoas participassem dos protestos às 17h. O número era semelhante ao efetivo deslocado para a operação. Os organizadores do protesto preferiram não falar em números enquanto negociavam a liberação de carros de som.

Os manifestantes levaram coroas de flores, faixas e máscaras ironizando a imagem do presidente do Senado, Renan Calheiros, à Esplanada dos Ministérios. Policiais militares fizeram um cerco ao redor do Museu da República – alvo de pichações no último protesto – e nas proximidades do Congresso Nacional. O trânsito na região foi interditado às 6h. Quem passou pela área central de Brasília foi revistado.

Até por vota das 17h30, nove estados e o DF tinham registrado protestos. Em algumas capitais, como São Paulo, Cuiabá e Porto Alegre, ruas foram fechadas. Estudantes, servidores públicos, integrantes de movimentos populares, entre outros grupos, participam dos atos.

Pela manhã, policiais militares detiveram ao menos duas pessoas, além de apreenderem bolinhas de gude, máscaras, estilete, canivete, vinagre e um escudo com a mensagem “+ amor, não à PEC” ao mesmo tempo em que o Senado analisava a proposta. O texto foi aprovado por 53 votos a favor e 16 contra, em uma sessão tumultuada. A promulgação no Congresso Nacional está marcada para as 9h desta quinta-feira (15).

As regras da PEC do teto de gastos

– As despesas da União (Executivo, Legislativo e Judiciário e seus órgãos) só poderão crescer conforme a inflação do ano anterior;

– A inflação para 2017, que servirá de base para os gastos, será de 7,2%;

– Nos demais anos de vigência da medida, o teto corresponderá ao limite do ano anterior corrigido pela inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA);

– Se um poder desrespeitar o limite, sofrerá sanções no ano seguinte, como a proibição de realizar concursos ou conceder reajustes;

– Se um poder extrapolar o teto, outro poder deverá compensar;

– Os gastos com saúde e educação só serão enquadrados no teto de gastos a partir de 2018;

– Com relação aos gastos mínimos em saúde, o texto prevê que passem em 2017 dos atuais 13,7% para 15% da receita corrente líquida (somatório dos impostos descontadas as transferências previstas na Constituição). E que, a partir de 2018, esses investimentos se enquadrem no teto de gastos, sendo corrigidos pela inflação.

– Ficam de fora das novas regras as transferências constitucionais a estados e municípios, além do Distrito Federal, os créditos extraordinários, as complementações do Fundeb, gastos da Justiça Eleitoral com eleições, e as despesas de capitalização de estatais não dependentes;

– A partir do décimo ano de vigência do limite de gastos, o presidente da República poderá um projeto de lei ao Congresso para mudar a base de cálculo.

Temer diz repudiar vandalismo em protesto em Brasília

Da Folha de São Paulo

O presidente Michel Temer repudiou os episódios de “vandalismo” e “destruição” durante protesto na Esplanada dos Ministérios nesta terça-feira (29).

Em nota, ele ressaltou que a intolerância “não é forma democrática” e não pode ser “instrumento para pressionar” o Congresso Nacional.

“O governo sempre esteve aberto ao diálogo e defende o direito às reivindicações. Mas jamais transigirá com atos de destruição do patrimônio público e privado”, disse.

O presidente também lamentou os ataques feitos a veículos de imprensa. Um carro de uma emissora de televisão chegou a ser depredado e jornalistas foram hostilizados.

“A liberdade de imprensa é um valor central em nossa democracia. O presidente lembra que a mesma Constituição que garante a liberdade de manifestação, protege também a imprensa livre”, afirmou.

Para o peemedebista, o país não pode ser palco de episódios que “disseminam o medo e a intimidação para as famílias e os cidadãos brasileiros”.

Protesto contra PEC paralisa serviços nesta sexta

Do G1/PE

Diversas categorias de trabalhadores planejam para esta sexta-feira (25) uma paralisação geral, em consonância com o Dia Nacional de Paralisação. Anunciaram que vão cruzar os braços bancários, metroviários, Polícia Civil, professores em todas as instâncias, petroleiros, operários da construção civil, Previdência Social, Correios e Detran. Os detalhes foram divulgados nesta quinta (24), na sede da Força Sindical, no Recife.

O Sindicato dos Rodoviários informou que não vai aderir ao movimento, que é realizado em todo o país em protesto contra a PEC 55, que tramita no Senado e, se aprovada, limitará os gastos do governo por ao menos dez anos, podendo estender-se por outros dez. No Recife, ao menos cinco centrais sindicais devem realizar atos durante o dia, com promessa de bloqueios de rodovias e piquetes em frente a fábricas do estado. Entre as centrais, estão a Central Única dos Trabalhadores (CUT), Central Sindical Popular, União Geral dos Trabalhadores, Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil e a Central Intersindical.

As paralisações nos diversos setores começam a partir da meia-noite da sexta-feira. Carlos Veras, presidente da CUT em Pernambuco afirmou que a paralisação é uma forma de pressão no Legislativo. “A PEC 55 significa o fim de diversos direitos conquistados ao longo de muito tempo. Ela acaba, por exemplo, com a possibilidade de um trabalhador de acessar a universidade, já que provoca o sucateamento principalmente da Educação e Saúde. Por trás de tudo isso, está a tentativa de privatização”, disse.

Segundo Áureo Cisneiros, presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco e representante da Central Intersindical, nas delegacias, durante a paralisação, serão realizados apenas procedimentos de flagrantes de delitos. “O efetivo que continuará trabalhando só dará continuidade ao trabalho de flagrantes. Nossa pauta também diz respeito ao sucateamento da segurança pública e, principalmente, da segurança das mulheres, já que a data também representa a luta contra a violência às mulheres”, afirmou.

Às 15h, um ato com concentração na Praça do Derby será realizado e os trabalhadores sairão em caminhada pela Avenida Conde da Boa Vista, no centro da capital. Cidades como Petrolina e Serra Talhada também deve ter protestos ao longo do dia. Para o próximo dia 29, quando deve ser votada a PEC 55, haverá uma marcha de categorias de todos os estados a Brasília, tentando pressionar o Senado a rejeitar a proposta.

Greves nas universidades

O movimento contra a PEC do teto dos gastos envolve também professores das universidades públicas de Pernambuco. Os docentes da UPE cruzaram os braços em protesto contra a medida no dia 28 de outubro. Eles seguem negociando com o governo estadual pautas próprias também, como as modificações em relação a remuneração da dedicação exclusiva. Diversos prédios da universidade estão ocupados desde outubro.

Os professores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) decretaram greve por tempo indeterminado em assembleia realizada no campus Recife da universidade, no dia 10 de novembro. Antes de a greve ser decretada, estudantes da instituição de ensino ocuparam alguns dos prédios do campus para demonstrar contrariedade à PEC 241. Os centros de Artes e Comunicação (CAC), o de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH), de Educação (CE), de Biociência (CB) e o Núcleo Integrado de Atividades de Ensino (Niate) são alguns dos prédios ocupados na instituição de ensino.

Os professores da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) decretaram greve por tempo indeterminado em assembleia realizada no dia 8 de novembro. Alunos ocupam prédios da instituição em protesto contra a PEC desde outubro, o que obrigou a instituição a suspender as aulas de diversos cursos.

07 de setembro: 24 estados e DF protestam contra Temer

Do Portal G1

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Manifestantes realizaram atos contra o presidente Michel Temer em ao menos 24 estados e no DF ao longo desta quarta-feira (7), Dia da Independência. Em alguns locais, os protestos foram realizados durante o Grito dos Excluídos, ato tradicionamente realizado por movimentos sociais no 7 de Setembro.

As manifestações ocorriam em Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Roraima, São Paulo, Santa Catarina, Sergipe, além de DF.

Até as 18h45, cerca de 171 mil pessoas participavam dos atos segundo os organizadores e 3 mil pessoas de acordo com a Polícia Militar. Quarenta e três cidades registravam manifestações até o horário.

O maior ato contra Temer era registrado às 16h em Salvador (BA) – a organização diz que 100 mil pessoas participavam do ato e a Polícia Militar não tinha informações sobre o número de pessoas. As demais manifestações até esse horário, entretanto, eram bem menores, com algumas dezenas de pessoas participando.

No Rio de Janeiro, um homem vestido de Homem Aranha foi detido após uma discussão. Ele teria respondido a provocações de estudantes de um colégio militar e agredido um deles com um brinquedo de borracha. No DF, um manifestante foi detido após agredir um repórter. Nas demais localidades, não houve registro de confusão.

SP tem protesto após desfile de 07 de Setembro

Da Folha de São Paulo

Manifestantes protestam contra o presidente Michel Temer na tarde desta quarta (7), após desfile de Sete de Setembro. Grupo caminha na avenida Brigadeiro Luis Antônio, em direção à avenida Paulista.

Mais cedo, Temer foi recebido aos gritos de “Fora, Temer” por parte da arquibancada que acompanhava o desfile de 7 de Setembro em Brasília.

Temer dispensou o carro aberto e chegou num veículo presidencial fechado, acompanhado da mulher, Marcela. O presidente não usou a tradicional faixa presidencial.

Ao subir à tribuna, o público de parte de uma arquibancada perto da tribuna das autoridades passou a gritar “Fora, Temer”.

O protesto foi ouvido da tribuna e de outras arquibancadas ao redor do desfile. Pouco depois, um outro grupo reagiu aos gritos de “a nossa bandeira jamais será vermelha”.

Seguranças da Presidência nas arquibancadas mais próximas às tribunas disseram que estaria proibida qualquer manifestação de cunho político. Um homem com um adesivo escrito “Fora Temer” colado na camiseta foi obrigado a retirar o adesivo, segundo as autoridades.

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Ministro Eliseu Padilha ironiza protesto

Do Portal G1 

O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou nesta quarta-feira (7), após o desfile de 7 de Setembro, em Brasília, que não há democracia sem manifestações e minimizou os protestos que partiram das arquibancadas em frente ao palanque oficial.

Ao chegar ao palanque para dar início ao desfile, o presidente Michel Temer foi recebido com gritos de “Fora, Temer” e “golpista” por uma parte do público e com aplausos por outra parte, que reagiu gritando “Fora, comunistas” e “Nossa bandeira jamais será vermelha”.

“Dezoito pessoas em 18 mil. A dimensão está boa”, respondeu Padilha ao ser indagado sobre a dimensão da manifestação de uma parcela da arquibancada.

Para o ministro, a democracia implica liberdade para protestos. “Vocês já ouviram falar em democracia em que não haja liberdade de manifestação? A mim, não surpreendeu absolutamente nada”, afirmou.

Ao final do desfile, quando Temer desceu do palanque para se dirigir ao carro oficial, um grupo entoou o coro “Golpistas, fascistas, não passarão”

De acordo com a assessoria de imprensa da Presidência, o público das arquibancadas situadas em frente ao palanque oficial era formado por convidados do Palácio do Planalto. Todos os servidores do palácio têm direito a convites, sem triagem prévia, somente com o fornecimento de nome e foto do convidado por razões de segurança, informou a assessoria.

O evento do 7 de Setembro foi a primeira aparição pública de Temer depois de ter sido empossado presidente após o impeachment de Dilma Rousseff. Logo depois da posse, no último dia 31, ele viajou para a China, onde participou do encontro de cúpula do G20 (grupo das 20 maiores economias do mundo) e chegou de volta ao Brasil nesta terça-feira (6).

Protesto contra Temer ocupa centro de São Paulo

Manifestantes ocupam a Avenida Paulista na tarde deste domingo (4) em protesto contra o governo Michel Temer. A concentração começou por volta das 15h em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp). A manifestação pede a convocação de novas eleições presidenciais.

Convocado pelas redes sociais, a manifestação é organizada pela Frente Brasil Popular – formada por movimentos como Central Única dos Trabalhadores (CUT) e Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) – e pelo grupo Povo Sem Medo, que reúne mais de 30 movimentos sociais, como o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST).

Sob vaias, policiais do Choque se posicionaram em frente ao Fórum Ministro Pedro Lessa por volta de 16h. Em seguida, um manifestante atirou uma lata de cerveja em direção aos policiais, que levantaram os escudos.

Liberação de protesto
A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou na quinta-feira (1º), que não iria permitir manifestações na Avenida Paulista neste domingo. A medida havia sido adotada em reunião com os comandos das polícias Civil e Militar. A justificativa para a proibição era a passagem da tocha paralímpica dos Jogos Rio-2016 na Avenida Paulista neste domingo.

Após isso, os grupos Frente Brasil Popular e Povo Sem Medo divulgaram uma nota sobre a decisão da SSP. “Não é de nosso interesse prejudicar a passagem da tocha paraolímpica”, diz o texto. Com isso, os organizadores mudaram o horário do começo do protesto, que estava marcado para 14h, para 16h30.

Após reunião com a Prefeitura de São Paulo, a SSP liberou a realização do protesto contra o governo de Michel Temer neste domingo. “A SSP esclarece que, no horário acordado, o evento de passagem da tocha paralímpica, cerimônia oficial da Rio 2016, já terá sido encerrado”, afirmou a pasta em comunicado.

Grupo protesta em frente à casa de Temer em SP

Um grupo de cerca de 15 pessoas com cartazes de “Fora Temer” e “O golpe mora ao lado” protestou em frente à casa do presidente-interino em São Paulo neste domingo (5), por volta das 11h.

“Estamos aqui para representar uma classe média, bem nascida e bem morada que não concorda com esse governo”, disse Flavia Bolaffi, 48, empresária, que mora em Pinheiros. O primeiro ato, ela explica, foi realizado em apoio ao MTST, que havia sido expulso do mesmo local com jatos d’água. Depois vieram uma serenata para Marcela Temer e uma festa junina. “E a polícia nunca nos atacou”.

Para Edva Aguilar, 59, enfermeira, eleições diretas não seriam a saída. “Isso é dar legitimidade ao golpe, quero a volta de Dilma”. Segundo Helena Nogueira, 57, jornalista, eles voltam para mais um ato com “pão e mortadela”, depois das 14h.

“Isso é constituição, os petistas são golpistas burros”, disse uma mulher que caminhava pela rua. “E a rua é pública”, gritou Edva de volta. (Folha de S.Paulo)