ARTIGO – Mobilidade elétrica: a nova realidade global

Por Ricardo Takahira

Diante de algumas definições internacionais para o impedimento da comercialização de veículos diesel, com repercussões no aumento de vendas dos veículos híbridos e elétricos no mundo, vale a pena o Brasil refletir sobre o que realmente tem acontecido no planeta e analisar como tem reagido e se preparado frente ao novo cenário mundial, sobretudo, alguns meses depois da publicação do programa Rota 2030 (MP843).

Parece que o País finalmente acordou para o que acontece internacionalmente, embora o mundo não esteja mudando tão a passos largos como se esperava, em vista das projeções dos especialistas de mercado de veículos movidos à eletricidade. Os brasileiros já testemunham o aumento da oferta e do uso de ônibus e caminhões elétricos, cenário que já aponta por onde certa massificação pode acontecer.

Os desafios são grandes em toda a parte principalmente ao se tratar da frota puramente elétrica, que necessita de infraestrutura de recarga. Com subsídios em vários países, veículos leves crescem também à medida que as condições são criadas para modelos de negócios de uso compartilhado, situação normalmente relacionada a veículos elétricos mais caros, porém com vantagens em emissões e, principalmente, em uso contínuo com o menor custo por quilometro rodado.

Especialistas da indústria já se preocupam com a capacitação da mão de obra para esta transição, outros apostam que a mudança já começou com primeiros resultados de faturamento. Somado a isto, o hidrogênio e outras formas de produção de energia elétrica também começam a sair do papel.

No cenário nacional, um plano de eletromobilidade poderia ter o mesmo efeito que o RenovaBio ou plano de energia? Os patamares de pesquisa e desenvolvimento podem crescer com chamadas temáticas como as da ANEEL? Ou a comparação com políticas públicas europeias podem ajudar o Brasil a entender o processo de popularização dos veículos elétricos pelo mundo? Não somos a Noruega, nem tampouco a China, então qual receita serve para o Brasil?

A boa notícia é que modelos lançados no Exterior não demoram tanto para vir ao Brasil. Resta somente saber quando a cadeia será verticalizada com volumes maiores e quais são esses volumes para viabilizar uma localização com investimentos. Veículos elétricos americanos ou asiáticos, quais sistemistas têm a melhor estratégia para a introdução dos veículos elétricos no País? Ainda não se pode esquecer dos biocombustíveis.

Existem ainda muitas dúvidas, mas algo é certo: o Brasil tem quem faça, como Lucas Di Grassi, piloto de Formula-E e Stock Car, além de CEO da Roborace, a primeira plataforma de motorsport autônoma do planeta. Um exemplo para os universitários que também constroem veículos elétricos do zero com orçamentos bem curtos, mas que já conquistaram prêmios valiosos no Exterior, em preparação para a era da eletromobilidade.

Quem tiver interesse em discutir o assunto está convidado para o 7º Simpósio SAE BRASIL de Veículos Elétricos e Híbridos, que reunirá lideranças de montadoras, sistemistas, centros de pesquisa, distribuidores de energia, universidades e órgãos do poder público para palestras e debates. O encontro será realizado em duas manhãs, dias 12 e 13 de novembro, no São Paulo Expo, em paralelo ao 30º Salão Internacional do Automóvel.

* Ricardo Takahira é engenheiro eletricista, consultor sênior da GFA Consulting Group alocado no Promob-e GIZ e chairperson do 7º Simpósio SAE BRASIL de Veículos Elétricos e Híbridos

Artigo: O cooperativismo contra a crise

Por Edivaldo Del Grande

O cooperativismo nasceu como resposta a uma crise: a desvalorização do preço da mão de obra causada pela Revolução Industrial (século XVIII). Diante dos baixos salários e do aumento brutal da jornada de trabalho, em meio a busca por soluções, líderes trabalhadores tiveram a ideia de criar empreendimentos econômicos baseados na ajuda mútua, sendo que a pioneira delas foi estabelecida em Rochdale (Inglaterra), em 1844. A iniciativa, voltada à compra comum de alimentos para a distribuição entre os associados a preços justos, se revelou um grande sucesso e o cooperativismo se espalhou por todo o mundo como a expressão de uma forma solidária de aquisição de bens, produção e distribuição de riquezas.

Mais de 170 anos depois, o cooperativismo está mostrando que pode ser um antídoto eficaz a outro tipo de crise, esta bem mais grave do que aquela provocada pela Revolução Industrial. Neste ano completamos 10 anos de um dos maiores terremotos econômicos da história, que teve início nos EUA com uma “bolha” no mercado imobiliário – os chamados subprimes –, cujo alarme soou quando o banco Lehman Brothers quebrou. A crise se espalhou para a Europa, a China e o resto do mundo, inclusive o Brasil. E até hoje não nos livramos completamente das ondas de choque desse terremoto.

Nos Estados Unidos, em meio ao colapso do sistema financeiro, as cooperativas tiveram atuação destacada, conseguindo, inclusive, expandir seus negócios. Ancoradas em investimentos mais seguros, com atuação voltada aos interesses dos associados e não na busca pelo lucro fácil, os empreendimentos cooperativistas mantêm solidez invejável no país líder da economia global.

No Brasil, mesmo com a instabilidade global e a maior recessão econômica de sua história, o cooperativismo pôde mostrar a força de um modelo de negócio que incentiva o empreendedorismo e a solidariedade, visando ao bem-estar de seus cooperados e das comunidades.

Os números são uma prova disso: as 6.665 cooperativas brasileiras beneficiam, direta e indiretamente, cerca de 52 milhões de pessoas. São mais de 13 milhões de cooperados, em empreendimentos econômicos que geram 370 mil empregos diretos em 13 ramos econômicos.

Quando examinamos as cooperativas brasileiras nesses diferentes ramos, os números revelam enorme consistência. As cooperativas de crédito, por exemplo, são as únicas instituições financeiras existentes em mais de 560 municípios brasileiros. Imagine a importância desse fato para municípios de pequeno porte e com parcos recursos financeiros, onde o acesso ao crédito é bem mais difícil do que nos grandes centros urbanos. Em todo o país, o cooperativismo de crédito tem crescido 20% ao ano.

Já as cooperativas ligadas ao agronegócio – uma das atividades mais pujantes da economia do país – respondem por quase 50% de toda a produção agrícola brasileira, sempre buscando agregar mais valor aos produtos de seus associados. Cooperativas de eletrificação, por outro lado, atendem mais de 800 cidades em todo o território nacional. Na área da Saúde, quase 40% dos brasileiros que dispõem de assistência médica são atendidos por cooperativas. E o segmento transporte então? Nossas cooperativas transportam cerca de 430 milhões de toneladas de produtos; e as cooperativas de taxi, por sua vez, transportam cerca de 2 bilhões de passageiros por ano – média de 5,5 mil pessoas por dia.

E o cooperativismo também colabora com o esforço exportador do Brasil: em 2017, cerca de 240 cooperativas brasileiras exportaram produtos para 147 países no valor de US$ 5 bilhões. Além dos indicadores econômicos diretos, é preciso destacar ainda a contribuição das cooperativas para a distribuição mais justa da renda – uma vez que os resultados são distribuídos de acordo com a participação dos associados. Pesquisa realizada pela FEA-USP Ribeirão Preto já comprovou que onde tem cooperativas o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é, em média, superior aos demais municípios. Isso porque os recursos econômicos circulam na própria região, fazendo girar a economia local e melhorando a qualidade de vida na comunidade.

É atribuída ao naturalista britânico Charles Darwin, o pai da Teoria da Evolução das Espécies, a afirmação de que, na história da humanidade, assim como no reino animal, aqueles que aprenderam a colaborar e a improvisar foram os que sobreviveram. Creio que o cooperativismo, que representa o ápice da colaboração no trabalho, está mostrando mais do que o caminho para sobrevivermos à crise; ele está mostrando o caminho para construirmos as bases de uma sociedade mais solidária, mais sustentável e, por isso mesmo, mais eficiente e menos instável.

Carlos Bolsonaro provoca Luciano Huck por crítica à ministra

Carlos Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, usou as redes sociais para provocar o apresentador Luciano Huck, 47, que criticou a frase “menino veste azul e menina veste rosa”, dita pela ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, 54, na quinta-feira (3).

O filho do presidente postou em seu Insta Stories (ferramenta de compartilhamento de imagens que desaparecem em 24 horas) uma foto de Huck carregando seus dois filhos mais novos, sendo que o menino veste uma roupa de mergulho preta e azul, enquanto a menina usa um roupa e chapéu rosas.

Mais cedo, o apresentador havia publicado em suas redes sociais uma foto em que ele aparece de camisa rosa e sua mulher, a apresentadora Angélica, vestindo azul. “Rosa ou azul? Tanto faz”, escreveu ele em referência à afirmação da nova ministra, que assumiu o cargo na quarta-feira (2).

A publicação de Huck foi seguida de vários comentários a favor e contra o casal: “Quando seu filho nasceu você colocou rosinha nele?”, questionou um internauta. “Tanto faz não tem!”, disse outro. “Que preocupação absurda é essa com a cor da roupa”, concluiu outro seguidor do apresentador.

Outros famosos também se posicionaram contrários à declaração de Alves nas redes sociais. A atriz Alice Wegman, 23, apontou que há “pai sem pagar pensão, criança morando na rua, e a ministra preocupada que menino tem que vestir azul e menina tem que vestir rosa”.

Já o ator Bruno Gissoni, 32, postou uma foto da filha, Madalena, com um vestido azul: “Ela vai crescer sabendo que pode usar a cor que ELA quiser”, escreveu. “Filha , seja feliz vestindo a cor que te representa”, completou ele, também no Instagram.
A jornalista Fernanda Gentil, 32, também comentou sobre seu vestido azul: “Look de hoje! E de amanhã, e depois e depois de depois, e depois de depois de depois e depois, e de depois também se eu quiser”.

Tanto a ministra quanto o assunto “cor não tem gênero” entraram para os mais comentados no Twitter no final da tarde desta quinta, em primeiro e segundo lugar entre os Trend Topics do Brasil, respectivamente. Os dois também entraram na lista dos mais comentados no mundo.

Damares tomou posse, na quarta (2), em auditório lotado por ativistas que gritavam “aleluia” e “glória a Deus”, quando já havia dito que não haverá mais “doutrinação ideológica” de crianças e adolescentes, que “menina será princesa e menino será príncipe” e criticou setores da imprensa, sem especificá-los.

“Um dos desafios é acabar com o abuso da doutrinação ideológica. Acabou a doutrinação ideológica de crianças e adolescentes no Brasil”, afirmou ao falar da defesa de jovens.

Folhape

Emplacamentos de veículos têm crescimento consistente em 2018 e perspectivas positivas para 2019!

Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores divulgou, nesta quinta-feira, 3 de janeiro, os emplacamentos de todos os segmentos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros veículos) que apresentaram alta acumulada de 13,58% em 2018, somando 3.653.500 unidades, ante as 3.216.730 registradas em 2017.

Em dezembro, o setor manteve o ritmo de retomada nas vendas de todos os segmentos somados, e registrou alta de 3,36% ante novembro, totalizando 331.153 emplacamentos, contra 320.397 unidades no mês anterior. Já com relação a dezembro de 2017, quando foram licenciadas 301.240 unidades, houve crescimento de 9,93%.

Para o Presidente da FENABRAVE, Alarico Assumpção Júnior, o fechamento do ano de 2018 superou as primeiras expectativas da entidade. “Iniciamos 2018 com uma expectativa de alta mais moderada, porém, em função da melhora, mais acentuada, da economia e da confiança do consumidor e investidores, ao longo do ano, o desempenho do setor automotivo foi maior do que o esperado. Mesmo com acontecimentos negativos, como a greve dos caminhoneiros, em maio, e a indefinição política – no período pré-eleitoral, o mercado continuou em ritmo de alta”, argumentou Assumpção Júnior.

O Presidente da FENABRAVE comentou, ainda, que o mercado reagiu, positivamente, ao resultado das eleições. “Os índices de confiança e de expectativas, tanto dos consumidores como dos empresários, refletiram otimismo com a apuração das urnas”, destacou Assumpção Júnior.

Fundação de Cultura de Caruaru inicia cadastro de blocos de rua e troças na próxima segunda-feira (7)

A Fundação de Cultura e Turismo de Caruaru inicia, na próxima segunda-feira (7), o cadastramento de blocos de rua e troças para o Carnaval 2019. Os responsáveis pelas agremiações e que pretendem participar da festa têm até o dia 22 de janeiro para realizar o cadastro. É necessário levar cópias de RG, CPF e comprovante de residência.

O horário de atendimento é das 8h às 13h, no Espaço Cultural Tancredo Neves, localizado na Praça Coronel José de Vasconcelos, 100, bairro Nossa Senhora das Dores. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo telefone: (81) 3721-1257.

Seja Digital continua distribuição kits gratuitos para TV digital na região de Caruaru

O sinal analógico dos canais abertos de TV foi desligado em Caruaru, Bezerros e São Caetano no último dia 17 de dezembro. Praticamente toda a população já estava preparada e assistindo TV pelo sinal digital. Mesmo com o fim do sinal analógico, a Seja Digital continua na região para orientar a população e distribuir os kits gratuitos, com antena digital e conversor com controle remoto, para as famílias que têm direito. No total, mais de 85 mil kits já foram distribuídos.

Com a continuidade da distribuição, a Seja Digital reafirma seu compromisso em não deixar ninguém para trás. A distribuição de kits gratuitos teve início na região em meados de agosto e será encerrada nas próximas semanas. Para saber se têm direito ao kit gratuito, as famílias devem acessar sejadigital.com.br/kit ou ligar para 147 com o NIS (Número de identificação social) em mãos. “Esperamos que as famílias que ainda não retiraram o kit gratuito façam o agendamento nesses últimos dias para assistir à programação da TV com a qualidade do sinal digital”, afirma Neilza Buarque, gerente regional da Seja Digital.

Sobre a Seja Digital

A Seja Digital (EAD – Entidade Administradora da Digitalização de Canais TV e RTV) é uma instituição não governamental e sem fins lucrativos, responsável por operacionalizar a migração do sinal analógico para o sinal digital da televisão no Brasil. Criada por determinação da Anatel, tem como missão garantir que a população tenha acesso à TV Digital, oferecendo suporte didático, desenvolvendo campanhas de comunicação e mobilização social e distribuindo kits para TV digital para as famílias cadastradas em programas sociais do Governo Federal. Também tem como objetivos aferir a adoção do sinal de TV digital, remanejar os canais nas frequências e garantir a convivência sem interferência dos sinais da TV e 4G após o desligamento do sinal analógico. Esse processo teve início em abril de 2015 e, de acordo com cronograma definido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, mais de 1300 municípios terão o sinal analógico desligado até 2018.

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UniFavip|Wyden oferece cursos de férias em janeiro

O UniFavip | Wyden promove, entre os dias 21 e 25 de janeiro, diversos cursos de férias gratuitos e abertos ao público. Serão ofertados 70 opções de workshops, palestras e oficinas dos mais variados temas e áreas de conhecimento. As inscrições, que se encerram no dia 20 de janeiro, podem ser realizadas através do site www.even3.com.br/cursodeferiasunifavip.

Entre os cursos que serão ofertados estão: Avaliação de riscos na indústria, Coleta de sangue para análises clínicas, Montando looks, Acupuntura auricular, Redação de legendas para redes sociais, Oratória, Inglês básico, médio e avançado, Fotografia gastronômica, Finanças pessoais, Atendimento de enfermagem em vítimas de trauma, entre outros.

Os cursos serão ministrados no campus do UniFavip|Wyden, localizado na Rua Adjar da Silva Casé, nº 800, no bairro de Indianópolis.

Confira a lista completa de cursos:

Segunda-feira (21):

– Adaptações Fisiológicas da Gestação;

– Noções básicas para iniciação profissional em centro cirúrgico;

– English Basic;

– O que é Neuropsicologia e como fazer uma Avaliação Neuropsicológica;

– Alimentação e exercício físico: o que comer antes, durante e depois da academia;

– Utilização da calculadora HP-12c e planilha do Excel na matemática financeira;

– Avaliação de Riscos na Indústria;

– Maquetes físicas: Uma experiência de modelagem física;

– Importância do diagnóstico parasitológico para o tratamento de doenças;

– Fertilização in vitro: alta tecnologia a serviço da saúde;

– Coleta de sangue para análises clínicas;

– Montando looks;

– Acidentes estruturais na engenharia civil;

– A relação de consumo na era virtual;

– Avaliação do movimento humano: A Biomecânica como ferramenta de otimização do treinamento.

Terça-feira (22):

– Psicomotricidade e Transtorno do Espectro do Autismo: a importância do brincar;

– Conhecendo a Psicologia e sua diversidade profissional;

– Alimentação saudável no dia a dia: dicas de como preparar meu cardápio diário;

– Acupuntura auricular;

– Avaliação de Riscos na Indústria;

– Aplicações hidráulicas;

– Manejo de cultura de células aplicada a ensaios de genotoxicidade;

– Probióticos, produtos fermentados e benefícios para saúde;

– Reconhecimento de nome e filiação com pessoas do mesmo sexo;

– Justiça restaurativa no âmbito da infância e adolescência;

– Otimização Financeira e Ambiental de Sistemas Térmicos;

– Redação de legendas para redes sociais;

– Oratória: como perder o medo de falar em público;

– Criptomoedas: Possibilidades de negócio através da blockchain;

– Homeopatia: tratamento em pequenas doses.

Quarta-feira (23):

– English Keeping Up;

– Psicologia ao vivo: discussão de casos clínicos;

– Exames laboratoriais usados na Enfermagem;

– Morfologia dos tecidos animais;

– Massagem relaxante;

– Avaliação de Riscos na Indústria;

– Urban Sketcher para iniciantes;

– Comportamento e qualidade de vida;

– Química orgânica sem segredo;

– Inovações do CPC: a litigância contra a fazenda pública;

– E-commerce: da concepção a satisfação;

– Aplicações hidráulicas;

– Fotografia gastronômica.

Quinta-feira (24):

– English Advanced;

– Eu, você e os outros: a Saúde Mental e o cuidado diário;

– Morfologia dos tecidos animais;

– Principais cuidados com os animais de companhia;

– Agrotóxicos na minha mesa: como evitar;

– Cuidados para crianças acometidas pela microcefalia;

– Limpeza de pele;

– Um olhar para arquitetura (fotografia de celular);

– Como calcular pensão alimentícia;

– Layout para redes sociais;

– Como combater bullying nas escolas;

– Prática e cálculos trabalhistas;

– Liderança de alta performance: Alavancando carreiras;

– Finanças pessoais.

Sexta-feira (25):

– Produção de velas aromáticas a base de citronelas;

– Empreendedorismo: Atuação do enfermeiro Esteta;

– Atendimento de enfermagem a vitima de trauma;

– Principais cuidados com os animais de companhia;

– Drenagem linfática manual;

– Novas abordagens em avaliação funcional do movimento;

– Modelagem em 3D para iniciantes;

– Planejamento de carreira;

– Ações para economia de energia no ambiente doméstico – Turma A;

– Ações para economia de energia no ambiente doméstico – Turma B;

– Direito e Literatura: Dona Flor e seus dois maridos;

– Captação de vídeo em celular.

Ser Educacional recebe Prêmio Experiência do Cliente

O Ser Educacional, um dos maiores grupos de educação superior privada do Brasil e mantenedor das marcas UNINASSAU, UNIVERITAS, UNIVERITAS/UNG, UNAMA e UNINABUCO, está entre os vencedores do Prêmio Experiência do Cliente 2018, promovido pela Tracksale. Em sua quinta edição, a premiação homenageia profissionais e empresas que se comprometem com a Gestão da Experiência do Cliente no Brasil. A cerimônia de entrega aconteceu no dia 18 de dezembro, em São Paulo.

O gerente de atendimento da Companhia, Rosalvo Mafra, conquistou a categoria Profissional, ficando em destaque no conceito de proporcionar Customer Experience (CX) com o case “Eu Sou a Melhor Experiência do Aluno”. Em sua primeira participação na premiação, o colaborador concorreu com mais de 100 participantes e ficou entre os finalistas após uma curadoria de profissionais em destaque do mercado de CX.

De acordo com Mafra, o projeto, que vem sendo aplicado desde 2017 nas Instituições de Ensino Superior (IES) mantidas pelo Ser Educacional, consiste em um trabalho focado na sensibilização e desenvolvimento da equipe da Central de Relacionamento com o Aluno (CRA). “O nosso objetivo é proporcionar a melhor experiência durante o atendimento dos clientes, neste caso os estudantes. O trabalho tem foco em várias frentes, como treinamento, engajamento e preparação da equipe, trazendo sentimento de humanização aos atendimentos; realização de ações que estimulam um ambiente de trabalho melhor e mais motivador; além de estreitamento do relacionamento com o aluno”, detalha.

O maior desafio do case foi abranger de forma padronizada as CRAs das mais de 50 unidades do Grupo. Para fazer isso acontecer, o plano envolveu cerca de 35 treinamentos comportamentais e de atendimento utilizando formatos de aplicação presencial, por videoconferência e pela Universidade Corporativa – ferramenta institucional que disponibiliza cursos on-line para os colaboradores da Companhia. Entre as ações realizadas estavam colaborador destaque do mês, multiplicador de conteúdo, dia de motivação, reunião com os representantes de turma, pesquisa de satisfação, formação de um comitê de clientes e muitas outras.

Para o vice-presidente de Inovação e Serviços do Ser Educacional, Joaldo Diniz, receber esta premiação é um grande reconhecimento das ações que o Grupo desenvolve em prol do bom relacionamento com o corpo discente de suas instituições. “Estamos sempre investindo em recursos para potencializar a eficiência dos nossos profissionais, com o intuito de otimizar os nossos atendimentos e solucionar de forma mais eficaz as demandas do nosso público”, defende.

O prêmio reforça o foco em proporcionar um atendimento diferenciado aos alunos e estreitar as relações com cada um deles, como explica Mafra. “Isso mostra que mesmo diante de todas as inovações e tecnologia, ainda temos muito cuidado com a humanização do atendimento, atenção e carinho a cada estudante. Isso nos traz uma excelente referência de atendimento e relacionamento em um período em que muito se fala sobre o cuidado com o cliente, a atenção e a melhor experiência para esse cliente”, vibra.

Shopping Difusora oferece serviço de suporte ao cliente

Sabe aquela dúvida que os clientes e frequentadores do Shopping Difusora têm sobre algum produto, horário de funcionamento ou loja? Ela está mais fácil de ser esclarecida do que você imagina! Já está em pleno funcionamento o serviço “Fale com o Shopping”. Através do WhatsApp, qualquer pessoa pode esclarecer as dúvidas de forma fácil e ágil, a partir do aplicativo de mensagens.

O serviço vai funcionar das 8h às 18h, através do número (81) 9 8178.5923. Para tanto, basta estar conectado a internet e tirar todas as suas dúvidas. “Essa é mais uma forma que encontramos de estar junto aos clientes e frequentadores, esclarecendo dúvidas e dando suporte. Em breve, vamos contar com ainda mais novidades nesse segmento”, adianta o gerente de Marketing do Shopping Difusora, Welter Duarte.

Cooperativas financeiras ocupam municípios onde os grandes bancos não chegam

O município de Lagoinha, que fica a cerca de 200 quilômetros da capital paulista e tem uma população de aproximadamente 5 mil pessoas, de acordo com o último Censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), ganhou sua primeira instituição financeira nos últimos dias de 2018. Trata-se de uma agência do Sicredi, um sistema de cooperativas de crédito com mais de três milhões de associados e 1.336 pontos de atendimentos distribuídos pelo país. “A inauguração simboliza a inclusão financeira das pessoas do município que até hoje precisavam se deslocar a cidades vizinhas para ter acesso a serviços financeiros diversos”, diz Edivaldo Del Grande, presidente da Ocesp – Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo e do Sescoop/SP – Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de São Paulo.

A presença das cooperativas de crédito nos pequenos municípios tende a crescer pelo Brasil, até pelo próprio desenvolvimento do modelo. Em 576 municípios brasileiros – pouco mais de 10% do total – as cooperativas são a única instituição financeira presente, beneficiando mais de 3 milhões de pessoas, de acordo com dados do Banco Central. “Até dezembro do ano passado, eram 551 municípios nessa situação, com população de 2,92 milhões, ou seja: tivemos um crescimento de 4,5% em relação ao número de municípios e mais de 130 mil pessoas beneficiadas”, conta o presidente. “Já é um reflexo da expansão do cooperativismo em municípios antes desassistidos por outras instituições financeiras”, completa.

Com mais de 5,9 mil unidades, as cooperativas de crédito oferecem a maior rede de atendimento do País e já contam com mais de 10 milhões de associados, de acordo com dados do Banco Central. Del Grande ressalta que a chegada das cooperativas ajuda a impulsionar o comércio local, o empreendedorismo, e a movimentação da economia dentro do próprio município. “É, sem dúvida, de muita relevância para o desenvolvimento local”, diz o presidente, que ainda lembra que os produtos e serviços das cooperativas financeiras são praticamente os mesmos que os bancos também oferecem, mas com a vantagem de se ter taxas bem mais baixas do que nos concorrentes. “Oferecemos liberação de crédito, talões de cheques, cartões, seguros, entre outros serviços”, conclui.