Bioarquitetura é a nova aliada para a conservação ambiental

_DSC5524Um dos maiores desafios da construção civil é fazer empreendimentos com qualidade, mas com o mínimo de impacto ambiental possível. Nesse sentido, surge a bioarquitetura, que consiste em escolher componentes ecológicos para a construção de casas, de forma a otimizar espaços pensando na economia de água, luz, reciclagem dos resíduos sólidos e usando ao máximo os recursos naturais disponíveis.

Na bioarquitetura as casas são projetadas com janelas amplas para ter ventilação natural, evitando assim o uso do ar condicionado, recebem também a instalação de painéis solares, pois, através das placas fotovoltaicas, os raios do sol são retidos e transformados em energia elétrica limpa e a captação de água de chuva, pois reduz o consumo do recurso hídrico e apresenta vantagens econômicas.

Dados da ONG GBC Brasil, conselho que audita a qualidade das estruturas comerciais e residenciais nos moldes da sustentabilidade, este mercado cresceu cerca de 2% ao ano desde 2010, o que significa que há recursos econômicos suficientes para o uso de tecnologias sustentáveis.

Segundo o diretor de Vendas e Marketing da Exsa Desenvolvimento Urbano, Junior Cabrino, o objetivo é fazer com que os condomínios sejam inteligentes, sustentáveis e, mais do que isso, que respeitem o meio ambiente de forma responsável e efetiva. “A sustentabilidade está no DNA de todos os nossos projetos. Essas iniciativas não representam apenas uma ação pontual, mas sim um conjunto que têm como objetivo proteger a natureza hoje e projetar as melhores expectativas possíveis para o futuro”, afirma Cabrino.

Sobre a Exsa Desenvolvimento Urbano

A Exsa Desenvolvimento Urbano é uma empresa que atua principalmente no segmento de urbanização. Os projetos são desenvolvidos e executados de maneira a criar espaços de viver, que integram qualidade, inovação e sustentabilidade. Com atuação em sete estados brasileiros e Distrito Federal, a empresa, sediada em Indaiatuba/SP, possui uma parceria com a dupla sertaneja Chitãozinho & Xororó em alguns de seus empreendimentos. Além disso, com uma experiência de mais de 20 anos no mercado, soma 70 empreendimentos implantados ou em fase de implantação. O diferencial da Exsa está em realizar o sonho do bem viver, respeitando o meio ambiente e tendo sempre em vista a qualidade de vida, o que garante excelência em cada empreendimento.

Através de uma equipe de profissionais altamente qualificados, a Exsa aumentou sua variedade de produtos, de forma a adequar-se às necessidades do mercado e principalmente, para oferecer um serviço cada vez melhor aos seus clientes. Outro alicerce de trabalho da empresa é a construção de parcerias sólidas em toda a cadeia de fornecedores, resultando no cumprimento dos prazos pré-estabelecidos. Empreendimento após empreendimento, a Exsa tem firmado o seu nome como sinônimo de qualidade e bons negócios.

Maioria das rodovias é insegura e apresenta mau estado de conservação

O Brasil é um país predominantemente rodoviário. Isso porque, depois da segunda guerra mundial, houve investimento na construção de estradas como uma forma de interligar o vasto território e escoar a produção agrícola. A escolha por vias asfaltadas foi mantida ao longo dos anos e configura o que temos hoje: rodovias como principal maneira de transporte.

A maioria das estradas brasileiras é insegura e está em mau estado de conservação. De acordo com levantamento da Confederação Nacional do Transporte (CNT) quase metade dos 98,5 mil km de rodovias avaliadas apresenta algum tipo de defeito no pavimento. Segundo a análise, 49,9% dos trechos foram classificados como regulares, ruins ou péssimos, 42,4% dos trechos são ótimos e 7,7% foram qualificados como bons.

Irregularidades, buracos, trechos destruídos e ausência de acostamento são os principais fatores que podem levar a acidentes. Além disso, a qualidade do pavimento também interfere no desgaste, consumo de combustível e desempenho do veículo.

O diretor da empresa especializada em gestão de trânsito, Perkons, Luiz Gustavo Campos destaca que enquanto o Brasil for um país rodoviário, é preciso tornar os trajetos seguros, investindo na melhoria da infraestrutura, fiscalização e educação dos usuários da via. “As rodovias ainda apresentam um alto índice de acidentes. Em 2013, segundo a Polícia Rodoviária Federal, foram registradas 186.474 ocorrências com 8.415 vítimas fatais”, alerta.

Boa parte das rodovias ainda não é pavimentada – apenas 12%, de acordo com dados do boletim estatístico da CNT de abril de 2014. A movimentação anual de cargas e passageiros é feita majoritariamente por estradas, cerca de 61%. Ainda de acordo com a CNT o custo operacional da frota nacional poderia ser reduzido em cerca de 25%, caso todas as rodovias pavimentadas do Brasil estivessem em ótimo estado de conservação. Além das condições inadequadas do asfalto, ainda há motoristas que desrespeitam as normas para circulação em segurança. “Eles excedem o limite de velocidade, fazem ultrapassagens em locais proibidos, usam substâncias proibidas, entre outros”, observa Campos.

O engenheiro Nilson Tadeu Ramos Nunes, chefe do departamento de Engenharia de Transportes e Geotecnia da Escola de Engenharia da UFMG, complementa que a maioria das rodovias brasileiras tem desenhos muito antigos, deficiência na sinalização, muitas interseções em nível, muitas passagens urbanas e baixa fiscalização na circulação de veículos, principalmente no que se refere aos veículos de carga que trafegam com excesso entre eixos e longas jornadas. “A venda de bebidas alcoólicas à beira da estrada também é outro fator de risco. É preciso repensar a responsabilidade das rodovias federais e os processos de concessão”, afirma.

A falta de manutenção é um dos problemas mais graves enfrentados hoje pelo sistema rodoviário nacional, de acordo com o engenheiro e coordenador Regional da Associação Nacional dos Transportes Públicos (ANTP), Cesar Cavalcanti.  “A ela (falta de manutenção), juntam-se a insuficiência de uma fiscalização rigorosa e a escassez de recursos, que reduz o alcance e a profundidade das medidas necessárias ao aprimoramento das condições de tráfego como, por exemplo, balanças dinâmicas, radares móveis e fixos, painéis de mensagens variáveis, lombadas eletrônicas, câmeras aptas ao OCR e a própria ampliação do efetivo da Polícia Rodoviária Nacional”, avalia.

Outras formas de transporte a serem exploradas

Para tornar o transporte de cargas do país mais atrativas, Cavalcanti sugere que é preciso explorar o potencial da navegação interior, da cabotagem e das ferrovias de longa distância para diminuir o custo dos transportes de cargas volumosas, reduzir o desperdício de combustível fóssil e preservar o meio ambiente da poluição atmosférica que se origina, em grande parte, no setor rodoviário. “Para tanto, essas modalidades precisam ser mais ágeis, seguras e confiáveis, recebendo as melhorias e ampliações de infraestrutura de que carecem, as prioridades operacionais devidas e a eliminação de filas e atrasos nos processos de carga e descarga. O que se presencia, todos os anos, no porto de Santos, com relação ao embarque de soja”, completa.

Agricultores de Palmares aprendem técnicas de cultivo da banana e conservação do solo

Visando agregar valor à cadeia produtiva da banana e ampliar a renda dos
agricultores familiares do Engenho Riachuelo, na zona rural de Palmares, o
Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) realizou, nesta terça-feira
(27), um curso sobre o Cultivo da Banana e Conservação do Solo. O
evento, coordenado pela Gerência Regional de Palmares, foi ministrado pelo
extensionista Cícero Matias.

Durante o curso, os agricultores receberam orientações sobre o controle de
pragas e doenças, técnicas de plantio e aproveitamento da fruta, uma das
principais alternativas econômicas da Zona da Mata Sul.  Na oportunidade,
os participantes conheceram os métodos de conservação do solo, plantio em
curva de nível, controle da erosão e aproveitamento da água do solo.