Silvio Nascimento convoca população em apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno.

O vereador Silvio Nascimento (PL), de Caruaru, usou as redes sociais para c convocar a população para participar de mobilizações em apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República.

Nascimento ressaltou que o segundo turno terá comitê aberto, adesivações e uma grande carreata está marcada para o próximo dia 24 de outubro, com concentração a partir das 15h, no Pátio de Eventos Luiz Lua Gonzaga, na Capital do Agreste, às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais.

Alinhado politicamente ao Partido Liberal e às pautas defendidas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, Silvio Nascimento, mesmo em tratamento contra um câncer, reforça seu apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro e destaca a importância da participação popular no processo democrático.

Em Pernambuco, a coordenação da campanha de Flávio Bolsonaro está sob a responsabilidade de Mendonça Filho com apoio do presidente estadual da legenda, Anderson Ferreira.

A mobilização acontece na véspera do segundo turno, previsto para o domingo, 25 de outubro. A expectativa dos organizadores é reunir apoiadores de Caruaru e de outros municípios do Agreste pernambucano em uma manifestação pública de apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro.

Secretaria da Mulher de Caruaru promove oficina de maquiagem 60+ com foco no cuidado e na autoestima

A Secretaria da Mulher de Caruaru promoveu, nesta quarta-feira (7), uma oficina de maquiagem voltada para mulheres com 60 anos ou mais. A atividade foi pensada como um momento de cuidado, autoestima e valorização, proporcionando às participantes um espaço para aprender e dedicar um tempo a si mesmas.

Durante a oficina, as mulheres receberam orientações sobre a escolha e o uso de pincéis, aplicação da base, sombra e lápis, além de técnicas que podem ser incorporadas à rotina de maquiagem. A programação reuniu quatro turmas ao longo do dia, sendo duas pela manhã e duas à tarde.

Esta foi a segunda vez que Maria Márcia participou de uma oficina de maquiagem promovida pela Secretaria da Mulher. Há seis meses, ela frequenta as atividades do espaço e conta que cada experiência tem trazido novos aprendizados. “Já está sendo diferente da outra vez que participei. Estou aprendendo mais coisas, conhecendo novos apetrechos e descobrindo outras formas de me maquiar. Faz seis meses que venho para a Secretaria e, para mim, tem sido muito importante. Eu lido com a depressão e aqui me sinto acolhida e cuidada”, contou.

“Não votar o fim da 6×1 é negar cidadania ao povo brasileiro”, diz Humberto Costa no Senado

O senador reeleito Humberto Costa (PT) defendeu, na tribuna do Senado, a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6×1. Durante a primeira sessão de discussão da matéria na Casa, realizada na terça-feira (6), o parlamentar destacou que o texto estabelece uma transição gradativa de 14 meses para permitir a adaptação dos setores produtivos.

Pelo modelo apresentado, a jornada de trabalho será inicialmente reduzida em duas horas por semana, assegurando dois dias de folga semanais. Após um ano e dois meses da aplicação inicial, entrará em vigor a jornada definitiva de 40 horas semanais, sem qualquer redução nos vencimentos dos trabalhadores. A expectativa é que a proposta seja submetida à votação em primeiro turno no plenário na próxima semana.

Ao rebater argumentos de que a medida teria chegado de surpresa ao Congresso Nacional, Humberto frisou que o tema tramita há anos no meio legislativo, já tendo sido apreciado pela Câmara dos Deputados.

“Essa proposta é resultado de anos de mobilizações dos trabalhadores, das trabalhadoras, dos movimentos sociais e das entidades sindicais. Não votar essa proposta é negar cidadania ao povo brasileiro”, afirmou o parlamentar.

O senador resgatou ainda o precedente histórico de 38 anos atrás, quando a jornada nacional foi reduzida de 48 para 44 horas semanais sem impacto negativo na produtividade. Humberto pontuou que experiências internacionais com jornadas reduzidas indicam aumento no rendimento e diminuição de acidentes de trabalho, e criticou alas da oposição que se posicionam contra o avanço do texto no Parlamento.

Fagner dos Animais visita Conselho de Medicina Veterinária para alinhar registro do Hospital Veterinário

O secretário de Sustentabilidade e Bem-Estar Animal, Fagner dos Animais, esteve, na tarde desta quarta-feira (08), no Conselho Regional de Medicina Veterinária de Pernambuco (CRMV-PE), em Recife, acompanhado da equipe gestora da AME Animal. A reunião contou com a participação da presidente do Conselho, Dra. Erivânia Camelo, e da gerente de Fiscalização, Dra. Poliana.

O encontro teve como objetivo alinhar os procedimentos necessários para o registro do Hospital Veterinário Mércia Pinheiro (HVMP), além de discutir ações futuras voltadas à promoção do bem-estar animal no município.

Segundo Fagner, essa etapa é fundamental para garantir que o hospital inicie suas atividades dentro de todas as normas e exigências estabelecidas pelos órgãos responsáveis. “Esse alinhamento com o Conselho é importante para que possamos cumprir todos os procedimentos necessários. O HVMP começa a funcionar no dia 20 de outubro e tudo estará pronto para atender a população e, principalmente, cuidar dos animais de Caruaru.”

Faltam 18 dias: ausência no 1º turno não impede voto no 2º

Quem não votou no 1º turno das Eleições Gerais de 2026 pode e deve votar no 2º turno. Isso porque a Justiça Eleitoral considera cada turno como uma eleição independente. O não comparecimento à primeira etapa da votação, portanto, não impede a participação na segunda. Para votar, a eleitora e o eleitor precisam estar em situação regular com a Justiça Eleitoral, ou seja, o título eleitoral não pode estar cancelado nem suspenso.

Mais de 158,7 milhões de eleitores estavam aptos a votar nas mais de 517 mil seções eleitorais. No 1º turno, 125,2 milhões de pessoas compareceram às urnas, o equivalente a quase 79% do eleitorado. Quem não participou dessa primeira etapa de votação ainda poderá exercer o direito ao voto no 2º turno, que será realizado em todo o país para o cargo de presidente da República e em seis estados e no Distrito Federal para governador. A disputa para o governo ocorrerá nos estados do Acre (AC), Amazonas (AM), Espírito Santo (ES), Rio de Janeiro (RJ), Rio Grande do Norte (RN), Tocantins (TO) e no Distrito Federal (DF). Nesses locais, os eleitores voltarão às urnas para escolher entre os dois candidatos mais votados no 1º turno.

Para a Justiça Eleitoral, cada turno é uma etapa independente do processo de votação para a escolha de candidatos a determinados cargos eletivos. O 2º turno ocorre quando nenhum candidato alcança a maioria absoluta dos votos válidos no 1º turno. O voto é obrigatório para brasileiras e brasileiros alfabetizados a partir dos 18 anos e até os 70 anos. Para jovens de 16 e 17 anos, pessoas analfabetas e maiores de 70 anos, o voto é facultativo.

Prazos para justificar 

A justificativa é necessária para cada turno em que a eleitora ou o eleitor deixar de votar. Dessa forma, quem não compareceu ao 1º turno e também não puder votar no 2º deverá apresentar uma justificativa para cada ausência, respeitando os respectivos prazos. O procedimento pode ser feito pelo aplicativo e-Título, pelo Autoatendimento Eleitoral – Título Net ou presencialmente, em qualquer cartório eleitoral, de acordo com os seguintes prazos:

  • 1º turno: até 3 de dezembro de 2026, para quem não votou em 4 de outubro; e
  • 2º turno: até 8 de janeiro de 2027, para quem não votar em 25 de outubro.

Produção de veículos tem melhor setembro desde 2014, diz Anfavea

Os trabalhadores da montadora Fiat Chrysler Automobiles constroem um modelo Argo 2020, em meio à disseminação da doença por coronavírus (COVID-19), na fábrica de montagem em Betim

Apesar de apresentar queda de 1,1% em relação a agosto, a produção de veículos no Brasil – que engloba automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões – teve um bom desempenho em setembro, com crescimento de 10,2% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Segundo balanço divulgado na tarde desta quarta-feira (7) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), este foi o melhor mês de setembro desde 2014, com uma produção de 268,3 mil veículos.

No acumulado do ano, entre janeiro e setembro, a alta é de 8,7% em relação ao mesmo período do ano passado, com quase 2,2 milhões de unidades produzidas. No entanto, alerta a associação, das 173 mil unidades produzidas a mais na comparação com o ano passado, apenas 50 mil foram fabricadas totalmente no país. O restante ocorreu nos regimes CKD (Completely Knocked Down) e SKD (Semi Knocked Down), que permitem a montagem final dos automóveis no Brasil.

Além do crescimento na produção, em setembro, o setor também apresentou o maior volume de emplacamentos para o mês desde 2014, com 281,4 mil unidades comercializadas. Isso foi impulsionado principalmente pelas vendas de automóveis, que avançaram 22,5% no ano.

“Esse mês de setembro foi o maior volume desde 2014. Há muito tempo a gente não tinha um mês de setembro tão bom”, disse o presidente da Anfavea, Igor Calvet, em entrevista coletiva concedida hoje.

Enquanto houve aumento na produção e nos emplacamentos, as exportações continuaram em queda, sem apresentar sinal de recuperação. Há seis meses, segundo a Anfavea, as exportações estão estagnadas em um patamar mensal abaixo de 40 mil unidades, principalmente por causa da situação da Argentina e da perda de participação dos veículos brasileiros para os modelos chineses e mexicanos.

Em setembro, foram exportadas 39,8 mil unidades, alta de 0,1% sobre agosto e queda de 24,2% sobre setembro do ano passado.

“A gente depende muito da Argentina e 96% dessa queda pode ser explicada pela queda [das exportações] para a Argentina”, disse Calvet.

Além disso, destacou ele, as importações de veículos vêm apresentando alta, com crescimento de 34,9% sobre setembro do ano passado. “As importações cresceram 30% no acumulado [do ano] e a nossa exportação tem crescido 20%. Então, a gente não só está aumentando o que compramos do exterior, como também diminuindo a nossa venda para o exterior”, ressaltou o presidente da entidade.

Revisão
Com o bom desempenho observado ao longo deste ano tanto de vendas quanto de produção, a Anfavea decidiu revisar as projeções de fechamento do setor para o final de 2026.

A expectativa da associação é que o Brasil feche o ano com 3,1 milhões de autoveículos emplacados, um patamar que não é alcançado desde 2014. Se isso se confirmar, a Anfavea estima que o crescimento será de 15,2% em relação a 2025, acima dos 2,7% que haviam sido previstos no início deste ano. Este avanço, diz a associação, deve ser impulsionado pelos segmentos de automóveis e comerciais leves, cuja expectativa de crescimento passou para 16,4%.

A produção, por sua vez, também deve registrar um desempenho positivo, mas ainda distante do potencial da demanda interna. A projeção de crescimento passou de 3,7% para 6,7%, com um volume superior a 2,8 milhões de unidades, o que seria o melhor resultado desde 2019.

Por outro lado, o segmento de veículos pesados, composto por caminhões e ônibus, ainda deverá encerrar o ano com uma retração de 6,5% nos emplacamentos. Segundo as projeções, as exportações também devem ter desempenho negativo, com queda de 17,7%.

MPRJ recomenda que partida entre Vasco e Boca Juniors seja no Maracanã

Estádio do Maracanã

A Procuradoria-Geral de Justiça do Rio de Janeiro comunicou ao governo do estado que o Grupo de Atuação Especializada do Desporto e Defesa do Torcedor expediu recomendação à concessionária Fla-Flu Serviços S.A. para disponibilizar o Estádio do Maracanã para a partida entre Vasco da Gama e Boca Juniors, no dia 20 de outubro, às 21h30, pela semifinal da Copa Sul-Americana.

A recomendação considera manifestação técnica da Polícia Militar contrária à realização da partida no Estádio de São Januário e favorável ao Maracanã. De acordo com o documento, o Maracanã apresenta condições mais adequadas de segurança, capacidade, mobilidade urbana e organização dos fluxos de chegada e saída das torcidas.

A PM classifica a partida como um evento de alta complexidade operacional, considerando, entre outros fatores, o caráter eliminatório do confronto, a concentração de torcedores brasileiros e argentinos e a previsão de chegada de dezenas de ônibus da torcida visitante.

A concessionária havia negado o pedido do Vasco sob a justificativa de preservar o gramado, diante da proximidade com outras partidas. O MPRJ esclarece que a manutenção do campo é um interesse legítimo, mas não pode prevalecer sobre a segurança dos torcedores, dos moradores do entorno e dos demais usuários do espaço urbano. Segundo o documento, eventual desgaste do gramado é passível de recuperação e ressarcimento.

Além da disponibilização do estádio, o MPRJ recomenda que a concessionária formalize e publique, no prazo de 30 dias, critérios objetivos, transparentes e isonômicos para analisar pedidos de utilização do Maracanã por qualquer clube.

Os critérios deverão abranger os intervalos mínimos entre partidas, as hipóteses de recusa, a prioridade do calendário em relação a eventos não esportivos e a documentação técnica exigida, com aplicação indistinta a todos os clubes. As negativas deverão ser justificadas de forma individualizada e acompanhadas da documentação técnica que as sustente.

STF deve julgar revisão da condenação de Bolsonaro após eleições

Fachada do STF , Supremo Tribunal Federal . Foto: Andressa Anholete/SCO/STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar a revisão criminal do ex-presidente Jair Bolsonaro após o segundo turno das eleições, marcado 25 de outubro.

Em nota divulgada à imprensa, o gabinete do relator do caso, ministro Kassio Nunes Marques, informou que o caso não será julgado antes do término do pleito para não interferir nas eleições.

O caso está pendente de manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) e será julgado pelo plenário da Corte.

Caberá ao ministro Edson Fachin, presidente do Supremo, marcar a data do julgamento.

Condeção
A defesa de Bolsonaro pretende derrubar a decisão da Primeira Turma, que condenou o ex-presidente a 27 anos e três meses de prisão na ação que investigou a tentativa de golpe de Estado no Brasil.

O processo foi distribuído ao ministro Kassio Nunes Marques, que é membro da Segunda Turma da Corte.

Além de Kassio e André Mendonça, ambos indicados ao STF pelo ex-presidente, o colegiado é formado pelos ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Luiz Fux.

O plenário da Corte é formado pelos integrantes das duas turmas e o presidente, Edson Fachin.

Lula cobra Flávio Bolsonaro sobre apoio ao fim da escala 6×1

Brasília – DF – 07/10/2026 - Candidato a reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva, durante ato com parlamentares eleitos no Hotel Meliá em Brasília. Lula Marques/Agência Brasil.

O candidato à reeleição nas eleições 2026, Luiz Inácio Lula da Silva, desafiou nesta quarta-feira (7) o senador Flávio Bolsonaro (PL) a apoiar a proposta de redução da jornada de trabalho 6×1, que prevê o direito de dois dias de folgas semanais sem redução salarial.

Em discurso durante plenária do PT com parlamentares, Lula afirmou que pretende acompanhar a posição do adversário sobre o tema.

“Eu quero ver como é que o Flávio Bolsonaro vai votar. Eu desafio ele a votar favoravelmente. E desafio ele a pedir para o PL votar favoravelmente”, disse Lula ao lembrar que seu adversário tem se manifestado contrariamente à proposta.

O candidato do PL tem defendido que o trabalhador deve ter liberdade para escolher sua própria carga horária.

“Nossa proposta é dar liberdade para que o trabalhador monte a sua jornada de trabalho conforme a sua possibilidade e necessidade. Quem quer trabalhar mais vai trabalhar mais, quem quer trabalhar menos vai ter o direito de priorizar outras coisas na sua vida”, disse Flávio Bolsonaro em entrevista nesta terça-feira (6).

Segundo Lula, esse tipo de negociação não traria vantagens para os trabalhadores.

“Eles estão inventando uma história, como se, em um acordo leonino, o trabalhador tivesse alguma vantagem. Então, nada de aceitar barganha. É reduzir a jornada de trabalho para cinco dias de trabalho e dois de descanso”, afirmou o candidato do PT.

Segurança Pública
No encontro, Lula também defendeu a aprovação da PEC da Segurança Pública, uma das principais propostas do governo para ampliar a coordenação entre União, estados e municípios no enfrentamento ao crime organizado.

Segundo ele, a experiência das últimas décadas mostrou que, sozinhos, os estados “não deram conta” da responsabilidade atribuída pela Constituição de 1988. Por isso, defendeu o fortalecimento da atuação federal por meio da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Penal.

O presidente também afirmou que o governo pretende transformar 138 unidades prisionais em presídios de segurança máxima para enfraquecer facções criminosas. Também está entre as prioridades a criação do Ministério da Segurança Pública após a aprovação da PEC.

Ao resumir a diretriz que defende para o setor de segurança, Lula disse que sua campanha adotará o lema “Para o povo trabalhador: proteção; para o bandido: prisão”.

Dólar volta a R$ 5 com ambiente externo e ajuste pós-eleitoral

Dólar

O mercado financeiro brasileiro teve uma sessão de ajuste nesta quarta-feira (7), após o rali (forte queda do dólar e alta da bolsa) registrado depois do primeiro turno das eleições. O dólar voltou a superar R$ 5, e o Ibovespa recuou 0,74% e encerrou aos 204 mil pontos.

No exterior, bolsas caíram, os juros dos Treasuries permaneceram elevados e o petróleo seguiu acima de US$ 100 por barril.

Principais números

Dólar à vista: R$ 5,016 (-0,83%);
Dólar no ano: queda de 8,62%
Ibovespa: 204.302,33 pontos (-0,74%);
Ibovespa no mês: alta de 9,64%;
Ibovespa no ano: alta de 26,8%.

Dólar acima de R$ 5

O dólar à vista fechou em alta de 0,83%, a R$ 5,016, depois de atingir a máxima de R$ 5,017 na reta final dos negócios. Na sessão anterior, a moeda havia registrado a menor cotação em quase cinco meses.

O movimento interrompeu dois pregões consecutivos de queda, período em que o dólar acumulou baixa de 4,65%. Na semana, a moeda ainda registra queda de 3,94%.

No exterior, o índice DXY, que mede o desempenho da moeda americana contra uma cesta de seis divisas, subiu 0,36%, a 102,280, após atingir máxima de 102,499.

Os mercados também acompanharam a trajetória dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos. A taxa dos papéis de dez anos chegou a 5,36%, maior nível em 24 anos, antes de recuar para a região de 5,28%.

Juros altos em economias avançadas estimulam a fuga de recursos de países emergentes, como o Brasil, pressionando o dólar e a bolsa.

Bolsa recua
O Ibovespa fechou em queda de 0,74%, aos 204.302,33 pontos, após oscilar entre a mínima de 204.176,12 pontos e a máxima de 206.877,47 pontos.

O volume financeiro movimentado no pregão somou R$ 57,2 bilhões, antes dos ajustes finais.

Com a queda desta quarta-feira, o índice interrompeu mais uma sessão de alta após o movimento de forte valorização registrado depois do primeiro turno. Mesmo assim, acumula alta de 9,64% no mês e de 26,8% em 2026.

As bolsas estadunidenses também terminaram o dia no campo negativo. O S&P 500, índice das 500 maiores empresas dos Estados Unidos, caiu 0,22%.

Petróleo e Fed
Os preços do petróleo perderam força ao longo da tarde, mas o barril do tipo Brent para dezembro permaneceu acima de US$ 100. A alta do produto também esteve no radar dos investidores diante das novas tensões no Oriente Médio.

No mercado de juros estadunidense, os investidores avaliaram a ata da reunião de setembro do Federal Reserve (Banco Central dos Estados Unidos), quando a taxa básica do país foi elevada para a faixa de 3,75% a 4%.

O documento mostrou divergências entre os dirigentes sobre os fundamentos para a elevação dos juros e manteve a inflação entre os principais focos de atenção do banco central estadunidense.