Governo Trump não pretende apoiar Flávio Bolsonaro como líder brasileiro, diz agência

Por Agência O Globo

O governo Donald Trump nos Estados Unidos não deve apoiar a decisão do senador Flávio Bolsonaro (PL) de se declarar líder do Brasil, de acordo com a Reuters. O posicionamento teria sido definido após o político desembarcar no país na última quarta-feira.

Segundo as fontes ouvidas pela agência de notícias, mesmo após ajudar na entrada de Flávio no país, conforme informaram jornais norte-americanos, o governo não deve endossar o discurso do bolsonarista. Depois de perder as eleições para Lula, o senador publicou uma carta se autointitulando “o verdadeiro presidente eleito do Brasil”, mas depois recuou e se autoproclamou “líder do Brasil”.

A publicação ressalta ainda que o líder norte-americano pode mudar de ideia, mas que no momento está relutante em provocar uma nova crise nas relações com o Brasil. Flávio, por sua vez, planeja ir à capital dos Estados Unidos, Washington, na próxima semana. Após uma operação de fuga, o parlamentar desembarcou em Miami. A ideia é iniciar uma interlocução direta com integrantes do governo americano.

Em uma live em suas redes sociais, Flávio justificou a saída do Brasil dizendo que poderia ser alvo de novas medidas judiciais. Logo após as eleições, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moreas determinou a apreensão dos seus passaportes.

Ao tratar de seu futuro político, Flávio disse ainda que está disposto a concorrer novamente ao Planalto e sugeriu que isso poderia ocorrer antes de 2030. O senador associou essa possibilidade à expectativa de uma crise econômica que, em sua avaliação, poderá abreviar o novo mandato de Lula, mas não explicou em que circunstâncias poderia haver nova eleição presidencial.

“Qualquer coisa que aconteça, eu vou estar aqui pronto, inclusive, se for preciso, para disputar a Presidência da República de novo. (…) Eu não tô falando de 2030, não. Eu tô falando de antes disso”, afirmou.

AI Brasil Experience reúne 10 mil pessoas em São Paulo para discutir o futuro da inteligência artificial

O AI Brasil Experience reuniu, nos dias 28 e 29 de outubro, no Distrito Anhembi, em São Paulo, mais de 10 mil pessoas para discutir o avanço da inteligência artificial e as mudanças que a tecnologia vem provocando nas empresas, no trabalho e na sociedade. Organizado pelo AI Brasil, comunidade criada para democratizar a IA no país, o evento contou com mais de 150 apresentações de especialistas, empresários e pesquisadores, distribuídas por cinco arenas, além de laboratórios práticos, demonstrações de robótica e espaços dedicados à inovação e ao relacionamento entre profissionais.
A agenda percorreu temas como produtividade, retorno sobre investimentos em tecnologia, agentes de inteligência artificial, governança, segurança, desenvolvimento de software, educação, saúde, varejo, comércio eletrônico e novas profissões. A programação aproximou o debate sobre a tecnologia de situações concretas, mostrando como ela já modifica processos de trabalho, modelos de negócio e decisões estratégicas.
Para organizar as discussões, o AI Brasil Experience propôs a lente conceitual Eu, Nós e Todos Nós, que parte do indivíduo, passa pelas organizações e chega às transformações que alcançam a sociedade. Em sua palestra de abertura, o fundador do AI Brasil, Pedro Chiamulera, explicou que o objetivo é reconhecer que o trabalho de instituições, pesquisadores e empreendedores brasileiros pode gerar resultados de alcance internacional e contribuir para o desenvolvimento da inteligência artificial no país.
“O Brasil tem motivos para se orgulhar de sua contribuição ao avanço da IA. Precisamos dar visibilidade a esse trabalho e reconhecer a qualidade da pesquisa e dos profissionais brasileiros. Temos competência para desenvolver tecnologia de ponta e participar das transformações que estão definindo o futuro da inteligência artificial”, afirmou Chiamulera.
Para Rodrigo Righetti, Head do AI Brasil, o evento é a prova que a inteligência artificial amplia a capacidade de tirar projetos do papel e acelerar iniciativas empreendedoras. “Essa é uma das grandes diferenças da era da IA: agora a gente pode pensar e usar a inteligência artificial para acelerar. O AI Brasil começou com um grupo de WhatsApp, formado por pessoas inquietas, que acreditaram em uma ideia e tiveram coragem de colocá-la em prática. Hoje, o evento também abre espaço para novas empresas e marcas ganharem relevância. A tecnologia amplia nossa capacidade de fazer, mas é preciso ter iniciativa, coragem e disposição para transformar as ideias em realidade”, afirmou.

CEIA apresenta IA voltada à indústria e aos negócios
Um dos diferenciais desta edição foi a aproximação entre ciência e aplicação. O Centro de Excelência em Inteligência Artificial (CEIA) da Universidade Federal de Goiás (UFG), maior centro de IA da América Latina, contou com uma arena própria no evento. Por meio de seus pesquisadores, comandou o Laboratório de Experiências Práticas, aproximando o público de tecnologias e projetos desenvolvidos pelo centro.
Além disso, anunciou o lançamento do CEIA Lumi, modelo de IA desenvolvido para a língua portuguesa e adaptado ao contexto brasileiro. A ferramenta é disponibilizada gratuitamente em código aberto e permite que empresas utilizem a tecnologia como base para criar soluções próprias, personalizadas de acordo com suas atividades e necessidades.

Arlindo Galvão, Diretor de Internacionalização e Inovação Aberta do centro, chamou atenção para a distância entre a oferta crescente de modelos e agentes de IA e a capacidade de incorporá-los à operação das empresas. Para ele, infraestrutura, integração e acesso a recursos adequados ainda representam obstáculos para transformar a tecnologia em resultados.

“A indústria vive hoje um momento decisivo. De um lado, temos uma grande oferta de modelos, agentes e informações; de outro, existe uma cobrança cada vez maior por dados e ainda há muita fricção para transformar esses recursos em soluções aplicáveis ao negócio. Precisamos superar essa barreira e colocar o Brasil na posição de produtor de tecnologia, e não apenas de consumidor de soluções estrangeiras”, disse.

O lançamento do novo modelo de linguagem vem para solucionar esse gargalo. A proposta é oferecer uma arquitetura que possa ser utilizada em infraestrutura própria, sem exigir estruturas gigantescas ou dependência de recursos de nuvem que muitas empresas não conseguem manter.

A arena do CEIA também abordou aplicações de inteligência artificial em saúde, energia, governo e mobilidade, além de agentes conversacionais, sistemas físicos, pesquisa e desenvolvimento. Os debates trataram ainda de segurança, políticas públicas e oportunidades para empresas e pesquisadores brasileiros.

De agentes de IA a robôs humanoides
A experiência prática teve espaço próprio. A Arena Adapta reuniu atividades com ferramentas de inteligência artificial, enquanto o Impacta AI 360, no Future Labs, ofereceu laboratórios sobre criação audiovisual, desenvolvimento de aplicativos, agentes, integração de ferramentas e segurança de sistemas. As atividades aproximaram o público de aplicações que podem ser incorporadas a projetos e rotinas profissionais.
Outro destaque foi a Arena de Robôs, com partidas de futebol disputadas por robôs humanoides que utilizam visão computacional e tomada de decisão em tempo real. A demonstração mostrou aplicações da IA combinadas à robótica e aos sistemas autônomos.
O evento também contou com a Vila Confi, que reuniu discussões sobre comércio eletrônico, varejo, logística reversa, venture capital e Black Friday. Outros espaços foram dedicados à comunidade, ao networking e a temas de cultura organizacional, liderança e desenvolvimento de pessoas.

Tecnologia, escolhas e impacto humano
A programação reuniu nomes de diferentes áreas, entre eles o professor e escritor Clóvis de Barros Filho; a empresária Cris Arcangeli; Alex Szapiro, do SoftBank; Guilherme Horn, do WhatsApp; Roberto Shinyashiki, Solange Srour, Luciano Telo, Nicholas Santos, Beto Pandiani e João Appolinário.
A presença de pensadores e profissionais de áreas distintas ampliou a discussão sobre as consequências da inteligência artificial para a vida cotidiana. Em sua palestra, que encerrou o primeiro dia de evento, o professor Clóvis defendeu que a tecnologia deve ser avaliada também pelo que permite às pessoas realizarem e experimentarem.
“A técnica que nos interessa é aquela que permite a satisfação do desejo, que é alegradora, potencializadora, amorosa e portadora de excelência. É essa técnica que importa: aquela que tem relação com a nossa vida, com a nossa natureza e com aquilo que nos traz potência e felicidade”, disse o professor.
Clóvis também refletiu sobre os elementos que são insubstituíveis nos seres humanos. “O que não perderemos para a IA é sempre da esfera das emoções, dos afetos, dos amores, dos desejos, das esperanças, mas também das ansiedades, das angústias, das dores, das devastações e do luto. O luto de um ente querido. Robôs em sucata não despertam em seus ancestrais o sentimento que os nossos mortos despertam em nós. Assim também o nascimento de uma criança, que desperta no coração de seus pais aquilo que possivelmente uma máquina ainda tarde muito para vir a sentir”, concluiu.
A agenda também incluiu o AI Shark Race, competição de negócios apresentada por João Appolinário, que premiou a Kalidash com uma mentoria estratégica com o professor Anderson Soares, oferecida pelo AI Brasil, e uma jornada completa do método Pole Position, da LIAHUB.ai, no valor de R$ 150 mil.

Ao reunir discussões estratégicas, pesquisa, demonstrações e atividades práticas, o AI Brasil Experience buscou colocar em perspectiva os desafios da adoção da inteligência artificial no Brasil, desde a criação de tecnologia nacional até sua aplicação no cotidiano das empresas e o impacto das mudanças sobre as pessoas.

Pedro Chiamulera, fundador do AI Brasil. Créditos foto: Rafaella Cavalcanti

Festival de Circo do Brasil ocupa parques do Recife com atrações internacionais e programação gratuita no feriadão

Parque Santana recebe espetáculos nacionais e internacionais, vivências circenses e cultura popular nos dias 31 de outubro e 1º de novembro. No feriado (2), a programação segue no Parque da Jaqueira com atração francesa

image.jpegB.O.B.A.S., da Cia Jimena Cavalletti (Crédito: Evora)

O Festival de Circo do Brasil leva espetáculos de companhias nacionais e internacionais, música, cultura popular e atividades para todas as idades ao Parque Santana – Ariano Suassuna, no Recife, neste sábado (31) e domingo (1º). A programação é gratuita e reúne artistas do Brasil, Espanha, Argentina e Portugal. Na segunda-feira (2), feriado de Finados, o Parque da Jaqueira recebe a francesa Barbara Probst. As apresentações integram a 20ª edição do Festival, que segue até 8 de novembro com o tema Rebuliço.

Realizado pela Luni Produções, o Festival tem patrocínio da Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e realização do Ministério da Cultura e do Governo do Brasil. Conta ainda com o suporte do Programa Iberescena 2025/2026 e o apoio institucional do Consulado-Geral da França no Recife, Institut Ramon Llull, Instituto Cervantes, Embaixada da Espanha, Governo de Pernambuco e Prefeitura do Recife.

image.jpegEntre os destaques do Parque Santana estão duas companhias catalãs. A Cia Jimena Cavalletti apresenta B.O.B.A.S., comédia musical que transforma um cortejo fúnebre em uma sucessão de situações inesperadas. Já o grupo Los Galindos leva à cena MDR – Muerte de Risa, farsa de humor ácido sobre amizade, culpa e justiça. Da Argentina, a companhia manoAmano apresenta Kinematos, espetáculo em que dois acrobatas desafiam o equilíbrio a seis metros de altura.

A programação portuguesa reúne Isla of Flightless Birds, da Cia Através, que explora as relações de confiança e colaboração por meio da construção de um mastro chinês, e Um Belo Dia, solo de Dulce Duca que combina circo, dança e teatro físico em uma abordagem sobre a liberdade feminina. Representando a produção brasileira, a paraibana Cia Circo do Asfalto apresenta Show da Percha, que une palhaçaria e acrobacia, e Gran Circo Opará, inspirado nas histórias das comunidades ribeirinhas do Rio São Francisco.

A cultura popular pernambucana também integra a programação. No sábado (31), o Samba de Coco Raízes de Arcoverde leva ao parque a tradição do trupé, preservando o legado de Mestre Lula Calixto. No domingo (1º), o Maracatu Nação Erê apresenta um cortejo de baque virado protagonizado por crianças e adolescentes.
image.jpegimage.jpegGran Circo Opará (Crédito: Divulgação) Maracatu Nação Erê (Crédito:Divulgação)

Durante os dois dias, das 14h às 19h, a Cia Brincantes do Circo promove vivências de acrobacia, malabarismo, equilíbrio e técnicas aéreas. O público também poderá visitar a Feira Na Laje, das 14h às 20h, com gastronomia e economia criativa.

No domingo, as atividades começam às 10h, com um aulão de yoga conduzido por Luciana Marques, do Kura Corpo e Mente. Às 15h30, o artista e educador Orun Santana realiza a oficina Orun Pra Erê, que aproxima as crianças das tradições afro-pernambucanas por meio de danças populares, jogos corporais e brincadeiras.

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Bath-Flop (Crédito:Rutsch Graz)

Na segunda-feira (2), às 16h, o Parque da Jaqueira recebe Bath-Flop, da artista francesa Barbara Probst. No espetáculo de comédia física, uma banheira se transforma no cenário de situações inusitadas, conduzidas pelo humor e pela expressividade corporal. A apresentação é gratuita e tem classificação livre.

A ocupação dos parques reforça uma das propostas do Festival: ampliar o acesso à produção circense contemporânea, aproximando artistas de diferentes países do público em espaços de convivência da cidade.

 

Sobre o Festival de Circo do Brasil

Criado em 2004 pela Luni Produções, o Festival de Circo do Brasil consolidou-se como uma referência do circo contemporâneo na América Latina. Em 19 edições, realizou mais de 700 apresentações, reuniu 360 atrações, alcançou cerca de um milhão de espectadores e ocupou mais de 230 espaços culturais.

Sua trajetória é marcada pelo intercâmbio internacional, com a participação de companhias de países como França, Espanha, Itália, Argentina, México, Canadá, Colômbia e Quênia, além de parcerias com importantes instituições circenses da Europa e das Américas. Em 2025, ampliou sua atuação além do Brasil com a primeira edição internacional, realizada em Toulouse, na França, em parceria com a La Grainerie, como parte do Ano Brasil-França.

Em 2026, celebra sua 20ª edição com o tema Rebuliço, renovando a parceria com o Programa Iberescena e fortalecendo as ações de formação, circulação artística e democratização do acesso à cultura.

FCB  2026 – PROGRAMAÇÃO DO FERIADÃO NOS PARQUES SANTANA E JAQUEIRA

DIA

HORÁRIO

ARTISTA

ATRAÇÃO

CLASSIFICAÇÃO

LOCAL

ACESSO

SÁBADO
31/10

14H às 20H

–

FEIRA NA LAJE

Livre

PARQUE SANTANA

GRATUITO

14H às 19H

CIA BRINCANTES DE CIRCO [BR]

VIVÊNCIAS CIRCENSES

Livre

PARQUE SANTANA

GRATUITO

14H30

CIA CIRCO DO ASFALTO [BR]

SHOW DA PERCHA

Livre

PARQUE SANTANA

GRATUITO

15H30

CIA MANOAMANO [AR]

KINEMATOS

Livre

PARQUE SANTANA

GRATUITO

16H

CIA JIMENA CAVALLETTI [ES]

B.O.B.A.S.

Livre

PARQUE SANTANA

GRATUITO

17H

DULCE DUCA [PT]

UM BELO DIA

Livre

PARQUE SANTANA

GRATUITO

18H20

CIA ATRAVÉS [PT]

ISLA OF FLIGHTLESS BIRDS

Livre

PARQUE SANTANA

GRATUITO

18H

LOS GALINDOS [ES]

MDR – MUERTE DE RISA

10 anos

PARQUE SANTANA

GRATUITO

19H30

SAMBA COCO RAÍZES DE ARCOVERDE

APRESENTAÇÃO MUSICAL

Livre

PARQUE SANTANA

GRATUITO

DOMINGO
1º/11

10H

LUCIANA MARQUES / KURA CORPO E MENTE [BR]

AULÃO DE YOGA

Livre

PARQUE SANTANA

GRATUITO

14H às 20H

–

FEIRA NA LAJE

Livre

PARQUE SANTANA

GRATUITO

14H às 19H

CIA BRINCANTES DE CIRCO [BR]

VIVÊNCIAS CIRCENSES

Livre

PARQUE SANTANA

GRATUITO

14H30

CIA MANOAMANO [AR]

KINEMATOS

Livre

PARQUE SANTANA

GRATUITO

15H

CIA CIRCO DO ASFALTO [BR]

GRAN CIRCO OPARÁ

Livre

PARQUE SANTANA

GRATUITO

15H30

ORUN SANTANA

OFICINA E VIVÊNCIA ARTÍSTICA ORUN PRA ERÊ

Livre

PARQUE SANTANA

GRATUITO

16H

CIA JIMENA CAVALLETTI [ES]

B.O.B.A.S.

Livre

PARQUE SANTANA

GRATUITO

16H30

MARACATU NAÇÃO ERÊ

CORTEJO

Livre

PARQUE SANTANA

GRATUITO

17H

DULCE DUCA [PT]

UM BELO DIA

Livre

PARQUE SANTANA

GRATUITO

19H

LOS GALINDOS [ES]

MDR – MUERTE DE RISA

10 anos

PARQUE SANTANA

GRATUITO

19H20

CIA ATRAVÉS [PT]

ISLA OF FLIGHTLESS BIRDS

Livre

PARQUE SANTANA

GRATUITO

SEGUNDA
2/11

16H

BARBARA PROBST [FR]

BATH-FLOP

Livre

PARQUE DA JAQUEIRA

GRATUITO

SERVIÇO
20º Festival de Circo do Brasil – Rebuliço
Programação gratuita no feriadão
Parque Santana – 31 de outubro e 1º de novembro
Parque da Jaqueira – 2 de novembro

Programação completa:
festivaldecircodobrasil.com.br

Prefeitura de Salvador abre Concurso Público para Guarda Municipal

O certame oferece 50 vagas imediatas e cadastro de reserva, com aplicação prevista para 17 de janeiro de 2027

Estão abertas as inscrições no Concurso Público para Guarda Civil Municipal de Salvador de 2026. O exame oferece 50 vagas imediatas para o cargo de Guarda Civil Municipal – 3ª classe, com remuneração de R$ 3.546,42. A primeira etapa da seleção está prevista para o dia 17 de janeiro de 2027. Os interessados devem se inscrever até as 16h do dia 30 de outubro de 2026, pelo site da banca examinadora, FGV Conhecimento.

Para participar, o candidato deve ter o certificado de conclusão do ensino médio e pagar a taxa de inscrição de R$ 98,00, por meio de boleto bancário, até o dia 6 de novembro de 2026. O concurso é dividido em três etapas: uma prova objetiva, com questões de múltipla escolha; um teste de aptidão física (TAF); e uma avaliação psicológica.

Todas as fases do concurso ocorrem na cidade de Salvador, na Bahia. As demais datas serão divulgadas em edital de convocação.

Para mais informações, entre em contato pelo e-mail concursopmsguarda26@fgv.br ou acesse o edital.

Não votou e ainda não justificou? Saiba o que fazer

Se você não compareceu às urnas e também não fez a justificativa no primeiro ou no segundo turno das Eleições 2026, saiba que você ainda pode apresentar a sua Justificativa Eleitoral sem pagar multa.

O prazo é de 60 dias após a votação e cada turno é contado separadamente. Para o 1º turno o prazo é 3 de dezembro, já para o segundo é 8 de janeiro de 2027.

Quem precisa justificar?

O voto é obrigatório para os eleitores que tenham a partir de 18 anos completados até o dia 4 de outubro (1º turno). Quem não votou, precisa justificar.

Já para quem completou 70 anos a partir do dia da votação, o voto passa a ser facultativo e não é necessária a justificativa.

Como fazer a justificativa pós-eleição

Diferente do dia da votação, a justificativa pós-eleição exige a comprovação do motivo da ausência, como um atestado médico, bilhetes de viagem ou comprovante de trabalho. A documentação será analisada pelo juiz da sua zona eleitoral.

Você pode encaminhar o pedido de três formas:

Pelo Aplicativo e-Título (recomendado!)

  • Baixe o app oficial (iOS ou Android)

  • Clique em “Mais opções” e escolha “Justificativa de ausência”.

  • Preencha o formulário e anexe o documento comprobatório.

Pelo Autoatendimento Eleitoral:

  • Acesse www.tre-pe.jus.br e entre em “Autoatendimento Eleitoral”. Ou diretamente neste link.

  • No quadro “Justificativa Eleitoral”, clique em “Justificar Ausência”

  • Preencha o formulário e anexe o documento comprobatório

Cartório Eleitoral:

  • Se preferir o atendimento presencial, procure qualquer cartório eleitoral portando o Título Eleitoral, um documento oficial com foto e o comprovante do motivo da ausência.

O que acontece se a justificativa for recusada ou não for feita?

Nesses casos, o eleitor deverá quitar uma multa eleitoral, no valor aproximado de R$ 3,51 para cada turno, além de ficar com seu Título Eleitoral em situação irregular.

Consequências de ficar com o título irregular

O eleitor que deixar de votar, não justificar e não quitar as multas pendentes enfrentará diversas restrições civis, tais como:

  • Impedimento para emitir ou renovar passaporte e carteira de identidade;

  • Impossibilidade de tomar posse em cargos públicos ou realizar inscrição em concursos públicos;

  • Bloqueio para efetuar ou renovar matrícula em estabelecimentos de ensino oficiais ou fiscalizados pelo governo;

  • Dificuldade para obter empréstimos em bancos públicos e assinar contratos com a administração pública.

Além disso, o acúmulo de três eleições consecutivas sem votar ou justificar acarreta o cancelamento do título eleitoral. Cada turno conta como uma eleição.

São João de Caruaru 2027: Fundação de Cultura lança editais para seleção de artistas e propostas culturais

A Prefeitura de Caruaru, por meio da Fundação de Cultura, já disponibilizou os editais para seleção de artistas e propostas culturais que poderão integrar a programação do São João 2027. As inscrições começam na próxima terça-feira (3) e seguem até o dia 23 de novembro, contemplando duas categorias: Música e Demais Linguagens Artístico-Culturais.

O edital de Música é destinado a propostas de apresentações musicais, enquanto o de Demais Linguagens contempla áreas como cultura popular, artes cênicas, dança, artesanato, literatura, audiovisual, artes visuais, gastronomia e patrimônio cultural, entre outras. As propostas selecionadas poderão compor a programação dos polos e das ações do ciclo junino, incluindo o São João na Roça e o São João Urbano.

As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pela plataforma Mapa Cultural de Caruaru, a partir das 8h do dia 3 de novembro até as 16h59 do dia 23 de novembro. Os interessados podem consultar os editais completos, os critérios de seleção e a documentação exigida no Mapa Cultural de Caruaru: http://mapacultural.caruaru.pe.gov.br/oportunidades

Da eleição à diplomação: entenda as etapas até a posse dos eleitos

Diploma 2026

Encerrada a votação, a Justiça Eleitoral segue uma série de procedimentos que garantem a legitimidade do resultado das urnas até a posse das candidatas e dos candidatos eleitos. Entre essas etapas está a diplomação, ato que confirma oficialmente quem está apto a exercer o mandato obtido nas eleições.

Prevista para ocorrer até 18 de dezembro, a diplomação é o procedimento pelo qual a Justiça Eleitoral atesta que a candidata ou o candidato foi efetivamente escolhido pelo eleitorado e, por isso, está habilitado a tomar posse no cargo para o qual foi eleito.

Na cerimônia, ocorre a entrega dos diplomas, documentos que certificam a legitimidade dos eleitos para representar a população. Os diplomas são assinados, conforme o caso, pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) ou da junta eleitoral.

A diplomação acontece após a conclusão da votação, a apuração dos votos e o término dos prazos legais para contestação e processamento dos resultados. Nas eleições presidenciais, a competência para diplomar a presidenta ou o presidente da República eleito é do TSE. Já os eleitos para os demais cargos federais, estaduais e distritais, assim como os suplentes, recebem seus diplomas nos TREs. Nas eleições municipais, a atribuição é das juntas eleitorais.

O que deve constar no diploma?
De acordo com o artigo 215 do Código Eleitoral, o diploma deve conter o nome da candidata ou do candidato, a legenda pela qual concorreu, o cargo para o qual foi eleito ou sua condição de suplente. Outros dados também podem ser incluídos a critério do juiz ou do tribunal responsável.

A legislação prevê ainda que não será diplomada a candidata ou o candidato cujo registro de candidatura tenha sido indeferido, ainda que exista recurso pendente de julgamento.

Diploma e diplomação: qual a diferença?
Embora os termos estejam relacionados, eles não têm o mesmo significado. Diploma é o documento emitido pela Justiça Eleitoral que certifica a eleição da candidata ou do candidato e sua legitimidade para exercer o mandato.

Diplomação, por sua vez, é o ato formal de entrega desse documento aos eleitos e suplentes. É nesse momento que a Justiça Eleitoral oficializa quem está habilitado a assumir o cargo.

Mesmo que haja recurso contra a expedição do diploma, a pessoa diplomada pode exercer o mandato enquanto o processo estiver pendente de decisão pela Justiça Eleitoral, conforme prevê o Código Eleitoral.

E a posse?
A diplomação não se confunde com a posse. Enquanto a diplomação é realizada pela Justiça Eleitoral, reconhecendo oficialmente o resultado das urnas, a posse é o ato que marca o início do exercício do mandato.

Somente após receber o diploma a candidata ou o candidato eleito estará apto a tomar posse no cargo e exercer as funções para as quais foi escolhido pela população. O presidente e o vice-presidente eleitos tomarão posse em 5 de janeiro de 2027. Governadores e vices assumem no dia 6. As novas datas foram definidas por meio da Emenda Constitucional nº 111/2021 para evitar o feriado de Ano Novo e facilitar a presença dos governadores na posse presidencial. Senadores e deputados federais continuam tomando posse em 1º de fevereiro.

Missões internacionais destacam organização e transparência das Eleições 2026

Foto: Nelson Jr/TSE - Programa de convidados internacionais 2º turno das eleições - 25.10.2026

As Missões de Observação Eleitoral (MOEs) que acompanharam o 2º turno das Eleições Gerais de 2026 reconheceram a capacidade técnica e organizacional da Justiça Eleitoral brasileira, destacando a transparência dos procedimentos e a confiabilidade do sistema eletrônico de votação. As avaliações constam de relatórios elaborados após o acompanhamento de diferentes etapas do processo, desde a preparação das urnas até a totalização dos votos.

Convidadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), organizações nacionais e internacionais acompanharam a votação, os procedimentos de fiscalização e auditoria e a divulgação dos resultados. A observação independente integra as iniciativas de transparência da Justiça Eleitoral e permite que representantes de instituições especializadas avaliem o processo e apresentem recomendações para seu aperfeiçoamento.

Entre as organizações internacionais que acompanharam o pleito, estão a Organização dos Estados Americanos (OEA), a Rede dos Órgãos Jurisdicionais e de Administração Eleitoral da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (Rojae-CPLP), o Carter Center, a União Interamericana de Organismos Eleitorais (Uniore) e o Parlamento do Mercosul (Parlasul). Também participaram missões nacionais, como a Transparência Eleitoral Brasil, e representantes de instituições acadêmicas.

“A Justiça Eleitoral brasileira é única e única no sentido de eficiência e de estratégia de fazer com que a vontade do eleitor seja aquela exatamente depositada nas urnas. Então, a impressão, a avaliação do comparecimento de interlocutores internacionais, de organismos tão potentes, é muito positiva porque eles vão comunicar ao mundo a eficiência do nosso sistema”, destacou a diretora de Assuntos Internacionais do TSE, juíza Renata Gil.

Organização e transparência

Em relatório divulgado na terça-feira (27), a Missão de Observação Eleitoral da OEA reconheceu o profissionalismo das equipes técnicas da Justiça Eleitoral, dos mesários, das forças de segurança e das demais instituições envolvidas nas eleições. A organização apontou que as atividades preparatórias transcorreram, em geral, dentro do calendário previsto e em ambiente de tranquilidade, além de destacar a capacidade técnica e logística do TSE e dos tribunais regionais eleitorais (TREs).

No 2º turno, a missão reuniu 88 observadores de 22 nacionalidades, que acompanharam o processo em 21 unidades da Federação, no Distrito Federal e em cinco cidades no exterior. Nos dois turnos, a OEA mobilizou 179 observadores, formando sua maior Missão de Observação Eleitoral internacional já realizada no Brasil.

Os resultados divulgados pelo TSE coincidiram com as informações coletadas em campo, e a missão declarou não ter dúvidas quanto à integridade dos dados oficiais. A organização também registrou dificuldades relatadas no acesso ao transporte público gratuito e recomendou ampliar a coleta e a divulgação de informações sobre candidaturas de pessoas indígenas, negras e quilombolas, incentivar a formação política de lideranças desses grupos e fortalecer a fiscalização das regras de financiamento de campanha e de acesso à propaganda eleitoral gratuita.

Participação democrática e ressalva sobre horário

O Parlamento do Mercosul destacou o compromisso democrático dos brasileiros, que compareceram às urnas nos dois turnos para expressar sua vontade de forma livre, pacífica e ordenada. Também reconheceu a conduta cívica dos candidatos e apoiadores e ressaltou que a participação popular reafirma a vitalidade da democracia.

Por outro lado, o organismo manifestou preocupação com a decisão do TSE de ampliar o horário de votação. Para o Parlasul, o alcance e a oportunidade da medida precisam ser esclarecidos, pois decisões dessa natureza podem gerar incertezas e controvérsias, com possíveis impactos na confiança da população na transparência e na legitimidade do processo eleitoral.

Respeito à vontade popular

A missão de especialistas eleitorais do Carter Center parabenizou o TSE pela administração do 2º turno. Segundo a organização, apesar de complicações de última hora no dia da votação, os votos de mais de 499 mil seções eleitorais foram apurados rapidamente, e os resultados foram anunciados poucas horas após o encerramento da votação. O relatório destacou o trabalho de servidores qualificados e classificou o processo como organizado e transparente.

A organização também ressaltou a conclusão das eleições e o compromisso do Brasil com a democracia. Defendeu que candidatos e apoiadores respeitem os resultados anunciados e que eventuais questionamentos sejam fundamentados em evidências e apresentados pelos meios legais.

O relatório apontou, entretanto, desafios relacionados à judicialização das eleições e a decisões que considerou inconsistentes ou contraditórias entre instâncias judiciais brasileiras, como a prorrogação do horário de votação. A missão também destacou a divulgação rápida dos resultados no site e no aplicativo do TSE e o reforço das ações de educação eleitoral e combate à desinformação entre os turnos, incluindo esclarecimentos sobre mudanças nos locais de votação e procedimentos de transmissão dos votos.

Rojae-CPLP acompanha votação, auditoria e totalização

A missão da Rojae-CPLP acompanhou diferentes etapas do 2º turno. Integrada por representantes de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, observou procedimentos de votação e apuração.

Entre as atividades, acompanhou o Teste de Integridade realizado na Câmara Legislativa do Distrito Federal, o encerramento da votação, a impressão dos Boletins de Urna (BUs), a transmissão dos resultados e a totalização no TSE.

A missão constatou um ambiente de tranquilidade, com a presença de fiscais das candidaturas, e não observou incidentes que comprometessem o processo. Também destacou o diálogo institucional e o intercâmbio de experiências entre os órgãos eleitorais dos países de língua portuguesa, as autoridades brasileiras e as demais missões internacionais.

Uniore reconhece capacidade operacional da Justiça Eleitoral

A União Interamericana de Organismos Eleitorais reconheceu o profissionalismo e o empenho do TSE na organização e na condução das eleições. A missão reuniu representantes dos organismos eleitorais da Argentina, do Chile, da Colômbia, do Panamá e da República Dominicana, além do Centro de Assessoria e Promoção Eleitoral do Instituto Interamericano de Direitos Humanos (IIDH/Capel), responsável pela Secretaria Executiva.

Em seu relatório, a organização destacou o compromisso da população brasileira com a democracia e registrou o aumento da participação em relação ao 1º turno, com cerca de três milhões de eleitores a mais nas urnas. Também ressaltou a coordenação entre o TSE, os TREs e as zonas eleitorais na organização da logística e na distribuição de materiais, além do apoio das Forças Armadas e dos órgãos policiais à segurança do processo.

Sobre a divulgação dos resultados, a missão destacou que, após o encerramento da votação às 19h, em razão da prorrogação determinada, a transmissão e a publicação das informações ocorreram de forma ágil e contínua. Para a Uniore, o procedimento permitiu o acompanhamento da apuração pela população e demonstrou a capacidade operacional da Justiça Eleitoral.

Acesse a íntegra dos relatórios das missões de observação sobre o 2º turno.

Interesse crescente

De acordo com a diretora de Assuntos Internacionais do TSE, o número de organizações interessadas em acompanhar as eleições brasileiras cresceu nos últimos anos, assim como a qualidade dos relatórios e a atuação dos representantes internacionais.

“Na primeira participação da Organização dos Estados Americanos como observadora no ano de 2018, a gente só tinha ela [a OEA] como observadora. Agora a gente já tem mais de sete entidades e não só observadores, mas convidados, nacionais e internacionais”, observou.

Para a juíza Renata Gil, a ampliação da presença internacional demonstra o interesse de outros países em conhecer o funcionamento da Justiça Eleitoral e avaliar a adoção de experiências semelhantes. “Isso demonstra que outros países querem conhecer e querem estabelecer um modelo dentro do paradigma brasileiro nas suas nações”, concluiu.

Aluno é ameaçado de morte por opção política

Acesso internet celular. Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

“Eu juro que amanhã se você for para a escola você não volta vivo”. Essa foi a mensagem de áudio que Felipe* (nome fictício), de 17 anos, recebeu em um grupo de WhatsApp de estudantes da turma dele em uma escola no Distrito Federal.

A ameaça ocorreu ainda durante a apuração dos votos da eleição presidencial, quando o candidato Luiz Inácio Lula da Silva passou à frente. Nos áudios, os quais a Agência Brasil teve acesso, antes da ameaça de morte, o agressor fala: “você votou foi no Lula, seu esquerdista desgraçado”.

O mesmo estudante também escreveu no grupo que se o candidato Flávio Bolsonaro perdesse ele iria espancar outros cinco colegas. E completa: “só na faca”. Outro adolescente curte as mensagens e manda figurinhas de risadas. Além das ameaças, o agressor também profere mensagens de intolerância religiosa contra os colegas.

Felipe é um adolescente transgênero e segundo a mãe, Aline* (nome fictício), ele nunca sofreu transfobia na escola. Por isso, eles se espantaram com as mensagens de ódio por questões políticas.

“A ideologia está afetando o discernimento dos jovens. Os adultos não conseguem lidar com as frustrações e ficam violentos e os jovens acabam absorvendo isso, transformam também a frustração em ódio”, disse.

Aline também contou que, por causa das agressões, Felipe passou a semana toda sem ir à escola. E ainda teme voltar na segunda-feira. E que, mesmo diantes de fatos tão graves, os dois ainda não fizeram boletim de ocorrência por medo de que o adolescente seja exposto ou sofra retaliações.

Segundo Aline, a diretora da escola informou que o aluno que mandou os áudios e mensagens foi transferido de escola e o que concordou com as mensagens, suspenso por quatro dias.

Violência nas escolas
Na última semana, uma série de casos de violência contra crianças e adolescentes relacionados à opções políticas dos jovens ou dos pais têm sido relatadas nas redes sociais.

As agressões vão desde ofensas verbais e chacota até agressões físicas e ameaças de morte.

MTE recebe 4,3 mil denúncias de assédio eleitoral em três dias

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) recebeu aproximadamente 4,3 mil denúncias de assédio eleitoral no ambiente de trabalho apenas nos três primeiros dias de funcionamento de um canal específico para esse tipo de ocorrência.

O canal começou a funcionar no dia 28 de outubro, depois que diversas denúncias desse tipo de prática começaram a surgir tanto na internet como em órgãos competentes.

A maior parte dos casos foram no estado de São Paulo (1.325), seguido por Rio de Janeiro (354), Minas Gerais (345), Paraná (268) e Santa Catarina (259). A Região Sudeste concentrou 48,5% das ocorrências.

Segundo o MTE, as denúncias já estão sendo apuradas.

O que é o assédio eleitoral?
Assédio eleitoral é quando um chefe ou superiores hierárquicos pressionam o trabalhador a votar ou deixar de votar em um determinado candidato.

Demitir um funcionário pela opção política dele também é considerado assédio e, se ficar provado que a dispensa ocorreu por esse motivo, a empresa pode ser obrigada a readmitir o empregado e pagar indenização por danos morais.

Como denunciar?
Quem sofrer ou presenciar casos de assédio eleitoral no ambiente de trabalho deve fazer a denúncia nos canais do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) ou do Ministério Público do Trabalho (MPT).

As denúncias são mantidas em sigilo e encaminhadas aos órgãos competentes.