As inscrições para a primeira edição da Prova Nacional Docente começam na segunda-feira (14), exclusivamente pelo Sistema PND, disponível no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O prazo termina no dia 25 deste mês.
Nesta sexta-feira (11), o ministro da Educação, Camilo Santana, disse que tem boas expectativas para o número de docentes interessados em participar da primeira edição da prova, que poderá ser usada em concursos e seleções estaduais e municipais em 2026, como etapa única ou complementar de entrada no magistério público. Santana deu a informação ao divulgar o índice de alfabetização de 2024 no país,
O ministro destacou a adesão de mais de 80% dos estados à prova, apelidada de CNU dos Professores, em 2025, e citou os objetivos da PND, como parte da estratégia do Programa Mais Professores para o Brasil do governo federal.
“Vai ser um passo importante para reconhecer e melhorar a qualidade dos profissionais nas redes da educação básica brasileira; uniformizar e garantir que os municípios dos estados brasileiros possam ter critérios mais padronizados de seleção dos seus professores, que esse exame possa ser uma etapa importante para os municípios”, afirmou Santana.
Taxa de inscrição
De acordo com o edital da prova, o valor da taxa de inscrição é R$ 85.
Os participantes da PND que tiverem o pedido de isenção da taxa de inscrição negado devem interpor recurso para contestar a decisão do Inep até esta sexta sexta-feira (11). O procedimento deve ser feito exclusivamente pelo Sistema PND.
Sobre a PND
A Prova Nacional Docente 2025 será aplicada pelo Inep em todos os estados e no Distrito Federal em 26 de outubro e terá a mesma matriz da avaliação teórica do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) das Licenciaturas.
A chamada CNU dos Professores não substitui o processo seletivo das redes.
Os gestores das redes públicas de ensino que aderiram voluntariamente à prova, em junho, poderão usar o resultado dos participantes como etapa única ou complementar em seus concursos públicos ou processos seletivos simplificados de professores, e também aplicar etapas adicionais na seleção, como provas práticas e avaliação de títulos.
A direita brasileira que se pretende moderna e democrática, se quiser construir um legítimo projeto de oposição ao governo Lula da Silva, precisa romper definitivamente com Jair Bolsonaro e tudo o que esse senhor representa de atraso para o Brasil. Não se trata aqui de um imperativo puramente ideológico, e sim de uma exigência mínima de civilidade, decência e compromisso com os interesses nacionais.
O recente ataque do presidente americano, Donald Trump, às instituições brasileiras, supostamente em defesa de Bolsonaro, é só uma gota no oceano de males que o bolsonarismo causa e ainda pode causar aos brasileiros. A vida pública de Bolsonaro prova que o ex-presidente é um inimigo do Brasil que sempre colocou seus interesses particulares acima dos do País. A essa altura, portanto, já deveria estar claro para os que pretendem herdar os votos antipetistas que se associar a Bolsonaro, não importa se por crença ou pragmatismo eleitoral, significa trair os ideais da República e arriscar o progresso da Nação.
Por razões óbvias, Bolsonaro não virá a público condenar o teor da famigerada carta de Trump a Lula. Isso mostra, como se ainda houvesse dúvidas, até onde Bolsonaro é capaz de ir – causar danos econômicos não triviais ao País – na vã tentativa de salvar a própria pele, imaginando que os arreganhos de Trump tenham o condão, ora vejam, de subjugar o Supremo Tribunal Federal e, assim, alterar os rumos de seu destino penal.
Nesse sentido, é ultrajante a complacência de governadores como Tarcísio de Freitas (SP), Romeu Zema (MG) e Ronaldo Caiado (GO) diante dos ataques promovidos pelo presidente dos EUA ao Brasil. As reações públicas dos três serviram para expor a miséria moral e intelectual de uma parcela da direita que se diz moderna, mas que continua a gravitar em torno de um ideário retrógrado, personalista, francamente antinacional e falido como é o bolsonarismo.
Tarcísio, Zema e Caiado, todos aspirantes ao cargo de presidente da República, usaram suas redes sociais para tentar impingir a Lula, cada um a seu modo, a responsabilidade pelo “tarifaço” de Trump contra as exportações brasileiras. Nenhum deles se constrangeu por tergiversar em nome de uma “estratégia eleitoral”, vamos chamar assim, que nem de longe parece lhes ser benéfica – haja vista a razia que a associação ao trumpismo provocou em candidaturas mundo afora.
Tarcísio afirmou que “Lula colocou sua ideologia acima da economia, e esse é o resultado”, atribuindo ao petista a imposição de tarifa de 50% sobre as exportações brasileiras aos EUA – muitas das quais saem justamente do Estado que ele governa. Classificando, na prática, a responsabilidade de Bolsonaro como uma fabricação, o governador paulista concluiu que “narrativas não resolverão o problema”, como se ele mesmo não estivesse amplificando uma narrativa sem pé nem cabeça.
Caiado, por sua vez, fez longa peroração, com direito a citação do falecido caudilho venezuelano Hugo Chávez, antes de dizer que, “com as medidas tomadas pelo governo americano, Lula e sua entourage tentam vender a tese da invasão da soberania do Brasil”. Por fim, coube a Zema encontrar uma forma de inserir até a primeira-dama Rosângela da Silva no script para exonerar Bolsonaro de qualquer ônus político pelo prejuízo a ser causado pelo “tarifaço” americano se, de fato, a medida se concretizar.
O Brasil não merece lideranças que relativizam os próprios interesses nacionais em nome da lealdade a um projeto autoritário, retrógrado e personalista. Até quando a direita brasileira permitirá ser escrava de um desqualificado como Bolsonaro? Não é essa a direita de um país decente. Não é possível defender o Estado Democrático de Direito e, ao mesmo tempo, louvar e defender um ex-presidente que incitou ataques às urnas eletrônicas, ameaçou as instituições republicanas, sabotou políticas de saúde pública e usou a máquina do Estado em benefício próprio e de sua família ao longo de uma vida inteira.
O Brasil precisa, sim, de uma direita responsável, madura e comprometida com o futuro – não de marionetes de um golpista contumaz.
Quem ouviu Wesley Safadão cantando “Quatro semanas de amor” em seu último álbum, lançado em junho, também escutou o cantor dizer no meio da regravação uma frase de patrocínio se referindo a uma casa de apostas esportivas.
Safadão é um dos garotos-propaganda mais famosos da Betvip, mas não é o único. Vaqueiros do Nordeste, que há poucos anos só conquistavam prêmios com vaquejadas, passaram a receber dinheiro da empresa e de outras bets que fazem parte dos grupos Pixbet e Betesporte.
Em troca do patrocínio, os vaqueiros se engajaram em outra atividade: ser influencers de jogos de azar. Agora, além de derrubar boi na pista, trabalham divulgando casas de apostas.
As bets ainda apoiam financeiramente eventos, campeonatos e sites especializados em vaquejadas. A influência é tão grande que o esporte tradicional no Nordeste ganhou um novo formato nos últimos dois anos, o X1 Vaquejada.
Nathan Queiroz, conhecido como Capa Loka, é um dos vaqueiros com mais seguidores no Instagram, são 2,1 milhões. Em quase todas as publicações, ele aparece com a camisa da Betesporte e o boné da Lance de Sorte. As duas bets fazem parte do mesmo grupo.
Nathan Queiroz é um dos vaqueiros influencers com mais seguidores no Instagram — Foto: Arquivo pessoal
Outros exemplos de vaqueiros influencers são Raimundo Edvando Silva Souza, conhecido como Peixe da Lama ou Peixão, e Geraldo José De Moraes Guerra Neto, o Gera Guerra.
Peixão tem mais de 500 mil seguidores no Instagram e também é patrocinado pela Betvip. O Gera, assim como o Capa Loka, é patrocinado pela Betesporte. Ele tem cerca de 300 mil seguidores.
Esses e outros vaqueiros influencers de jogos de azar aparecem quase sempre nos stories e nas vaquejadas exibindo a marca das bets que os patrocinam. Os vídeos que postam, geralmente, têm links personalizados que direcionam para os sites. Caso o seguidor faça uma aposta, a empresa saberá quem o influenciou a chegar até ali.
Vaquejada: cultura e esporte
De tradição popular no Nordeste, a vaquejada é reconhecida por lei, desde 2016, como manifestação cultural nacional. Em 2025, o Ministério do Esporte a incluiu na lista de modalidades esportivas que podem ser objeto de apostas de quota fixa.
Segundo Leonardo Dias, presidente da Associação Brasileira de Vaquejada (Abvaq), as bets ajudaram a movimentar economicamente o esporte. Embora veja isso como positivo, ele ressalta sua preocupação com possíveis manipulações dos resultados, principalmente por meio dos juízes. Não, há, contudo, registros de casos, de acordo com o presidente.
“A Abvaq qualifica esses profissionais para que eles conheçam o regulamento, mas os juízes fazem contratos particulares com os promotores dos eventos. Então, a gente se preocupa com a manipulação dos resultados, mas não temos controle sobre isso”, afirmou Dias.
De acordo com a Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, o reconhecimento da vaquejada como modalidade esportiva equestre contribui para afastar o risco das apostas em sites ilegais.
Disputa de bets na vaquejada
Com a influência das bets, a vaquejado ganhou um novo formato, o X1. Nessa modalidade, um vaqueiro enfrenta o outro. Isso facilita as apostas, porque ganha quem derrubar mais bois, como em uma disputa de pênaltis. A competição também se encerra mais rápido.
No formato tradicional, diversos vaqueiros participam das disputas. Quem for derrubando os bois, vai passando para as etapas seguintes, nas quais os animais são maiores. Ganha quem ficar até o fim e somar o maior número de bois derrubados. A competição pode levar mais de um dia.
As bets também promovem apostas nesse formato tradicional, mas a disputa entre dois vaqueiros é que movimenta as redes sociais, gera expectativa e, claro, estimula mais apostas.
Um dos X1 de maior repercussão aconteceu entre Capa Loka e Peixe da Lama. Eles se enfrentaram em junho de 2025, em Campina Grande, na Paraíba. Cerca de 300 mil pessoas acompanharam a transmissão ao vivo pelo Youtube.
Na prática, era uma disputa entre a Betesporte e a Betvip. O duelo foi amplamente divulgado, com grande estímulo às apostas. Antes da competição, as provocações entre os vaqueiros renderam muito conteúdo nas redes sociais.
Enquanto Capa Loka era o favorito, Peixe da Lama era o considerado azarão. Por isso, tinha a cotação da aposta — a odd — mais alta. O apostador que confiou na vitória dele se deu bem. Peixão derrubou mais bois e levou a competição.
Peixe da Lama, patrocinado pela Betvip, ganhou a disputa contra Nathan Queiroz, da Betesporte — Foto: Arquivo pessoal
Para Fábio Leal, diretor presidente do Portal Vaquejada, que organiza um dos mais importantes campeonatos do Nordeste, as bets ajudam não só financeiramente os eventos e os vaqueiros, como tornam a vaquejada mais conhecida.
“A audiência aumentou com os influenciadores e, agora, alguns artistas estão praticando e divulgando o esporte”, disse Leal. Ele se refere a Cristian Bell, humorista, cantor e influenciador digital com mais de 5,5 milhões de seguidores.
Bets nordestinas
Cinco bets promovem apostas em vaquejadas atualmente: Pixbet, Flabet, Betvip, Betesporte e Lance de Sorte. Todas têm CNPJ em estados do Nordeste.
A Pixbet e a Flabet pertencem ao mesmo grupo. Elas são registradas na Paraíba, em nome de Diomar Tadeu Dantas de Farias e Ernildo Junior de Farias Santos.
A Betvip tem outro número de CNPJ, mas está registrada no mesmo endereço da Flabet. Em um cadastro anterior, uma empresa de mesmo nome que atualmente consta como inativa, também pertencia a Diomar e Ernildo.
Já a Betesporte e a Lance de Sorte fazem parte do mesmo grupo, registrado em Pernambuco. Os donos são Marcos Vinícius Pereira, Antonio Vinícius Nogueira Junior, Danylo de Castro Campos, Emerson Kelvin Pereira Bezerra, Rodrigo Manguinho Costa e Thiago Carvalho Pereira da Silva.
Segundo Fábio Leal, as bets que promovem apostas em vaquejadas fazem isso porque são do Nordeste e têm relação com o esporte. “O volume de apostas não é tão grande como no futebol. A rentabilidade, às vezes, não é o esperado, mas são pessoas ligadas à cultura da vaquejada”, disse.
Para Leonardo Benites, diretor de comunicação da Associação Nacional de Jogos e Loterias, a indústria de apostas tem grande relevância para todos os esportes. “Com a vaquejada não seria diferente, por ela não ser somente um esporte, mas estar ligada culturalmente ao Nordeste”.
Os mesmos vaqueiros que lucram com o incentivo a apostas também divulgam o Pix do Milhão, uma plataforma que promove sorteios com prêmios semanais de até R$ 1 milhão. A plataforma não é uma bet, é uma empresa que vende títulos de capitalização na modalidade incentivo, regulada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).
Quase diariamente, Gera Guerra e Peixe da Lama divulgam links personalizados e incentivam os seguidores a clicarem para terem a “oportunidade de mudar de vida” ou “ser o novo milionário”.
O g1 tentou falar com todas as bets citadas, mas nenhuma respondeu. Os vaqueiros citados também não responderam às solicitações de entrevista.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) defendeu, neste domingo (13), que a anistia aos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro de 2023 é o caminho para barrar o aumento das tarifas impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a produtos brasileiros.
Nas redes sociais, Bolsonaro afirmou que a decisão de Trump “tem muito mais, ou quase tudo a ver com valores e liberdade, do que com economia”, e que não “se alegra” em ver as sanções econômicas impostas pelo norte-americano. As informações são do portal g1.
“O tempo urge, as sanções entram em vigor no dia 1° de agosto. A solução está nas mãos das autoridades brasileiras. Em havendo harmonia e independência entre os Poderes nasce o perdão entre irmãos e, com a anistia também a paz para a economia”, escreveu nas redes sociais.
A anistia “ampla e irrestrita”, que tem sido defendida por aliados do ex-presidente como resposta ao tarifaço, beneficiaria o próprio Bolsonaro, alvo de uma ação penal no Supremo Tribunal Federal (STF) que investiga uma trama golpista para manter o ex-presidente no poder.
Na última semana, Trump anunciou que irá impor uma taxação de 50% sobre os produtos brasileiros importados em território norte-americano, a partir de 1º de agosto.
O republicano informou a imposição das novas taxas em uma carta, na qual citou os processos aos quais o ex-presidente Bolsonaro responde na Justiça, além de outras decisões judiciais do Brasil contra big techs norte-americanas.
A questão gerou uma reação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que defendeu a soberania nacional. O próprio presidente afirmou que o país não aceitará ser “tutelado” por ninguém, e que pretende reagir caso as taxas sejam, de fato, aplicadas.
Quem deseja garantir um lugar na arquibancada especial nos três dias de desfiles das escolas de samba do Grupo Especial do Carnaval 2026 do Rio de Janeiro, já podem comprar o ingresso na plataforma oficial de vendas da Ticketmaster.
Para adquirir o ingresso, com preços a partir de R$ 200, sendo R$ 100 a meia, basta acessar o site do Rio Carnaval, clicar em Arquibancadas e acessar a plataforma de vendas. Em seguida, é só escolher o setor desejado e seguir os passos presentes na tela.
Cada CPF poderá adquirir até quatro ingressos por dia de desfile, sendo apenas uma meia-entrada. Todas as modalidades de vendas serão exclusivamente online.
Nessa etapa, a Liga Independente das Escolas de Samba do Grupo Especial (Liesa) disponibilizou cerca de 80% dos ingressos de arquibancadas especiais, em todos os setores comercializados diretamente. Os demais 20% foram vendidos por meio do Ingresso Sambista e do Passaporte Rio Carnaval, em março, e da pré-venda exclusiva para clientes do Mercado Pago, o banco digital oficial do Rio Carnaval 2026, até sexta-feira (11).
O Rio Carnaval 2026 acontecerá nos dias 15, 16 e 17 de fevereiro, com as seis primeiras colocadas retornando ao Sambódromo no dia 21 para festejar no Sábado das Campeãs.
As escolas de samba do Grupo Especial têm definidos, por sorteio, o dia e posição que vão desfilar nos três dias, na Marquês de Sapucaí:
Domingo, 15 de fevereiro
Acadêmicos de Niterói
Imperatriz Leopoldinense
Portela
Mangueira
Segunda-feira, 16 de fevereiro
Mocidade Independente
Beija-Flor
Viradouro
Unidos da Tijuca
Terça-feira, 17 de fevereiro
Paraíso do Tuiuti
Vila Isabel
Grande Rio
Salgueiro
O governo federal vai trabalhar para reverter a imposição de tarifas comerciais sobre as exportações do Brasil aos Estados Unidos, anunciada na quarta-feira (9) pelo presidente Donald Trump.
“Nós vamos trabalhar para reverter isso, porque não tem sentido essa tarifa. Ela, inclusive, prejudica também o consumidor norte-americano. Nós entendemos que ela é inadequada, ela não se justifica. Vamos recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC)”, afirmou o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, após a inauguração do Novo Viaduto de Francisco Morato, em São Paulo, neste domingo (13).
Segundo Alckmin, o governo se reunirá nos próximos dias com o setor privado, e também está sendo analisada a aplicação da Lei de Reciprocidade Econômica, sancionada em abril, que estabelece critérios para a suspensão de concessões comerciais, de investimentos e de obrigações relativas a direitos de propriedade intelectual, em resposta a medidas unilaterais adotadas por país ou bloco econômico que impactem negativamente a competitividade internacional brasileira.
“Os Estados Unidos têm conosco superávit na balança comercial, tanto de serviços quanto de bens. O Brasil não é problema para os Estados Unidos. Os Estados Unidos têm déficit na sua balança. E o Brasil e os Estados Unidos têm uma integração produtiva. Nós temos 200 anos de amizade com os Estados Unidos. Então, não se justifica e o mundo econômico precisa de estabilidade e de previsibilidade”, disse Alckmin.
O líder norte-americano anunciou uma taxa de 50% sobre todos os produtos importados dos brasileiros. A informação foi feita por meio de uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As tarifas passam a valer a partir do dia 1º de agosto.
No documento, Trump justifica a medida citando o ex-presidente Jair Bolsonaro, que é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado. O presidente norte-americano também destacou ordens do STF emitidas contra apoiadores do ex-presidente brasileiro que mantêm residência nos Estados Unidos. Trump cita ainda supostos “ataques insidiosos do Brasil contra eleições livres e a violação fundamental da liberdade de expressão dos americanos”.
“A forma como o Brasil tem tratado o ex-presidente Bolsonaro, um líder altamente respeitado em todo o mundo durante seu mandato, inclusive pelos Estados Unidos, é uma vergonha internacional. Esse julgamento não deveria estar ocorrendo. É uma Caça às Bruxas que deve acabar imediatamente!”, escreveu Trump.
IPI zero
Alckmin lembrou ainda do início da aplicação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) zero para o carro sustentável, medida anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na última semana, que retira o imposto do valor dos carros de entrada, ou seja, torna-os mais baratos.
“Isso pode reduzir o preço do carro de entrada em R$ 10.000, R$ 12.000. É uma medida importante que ajuda a população a ter acesso àquele carro mais barato e sustentável, um carro que não polui. Privilegia a eficiência energética, a questão da sustentabilidade e também é social”, disse Alckmin.
O decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na quinta-feira (10) abrange veículos compactos produzidos no Brasil e com alta eficiência ambiental e integra o Programa Nacional de Mobilidade Verde e Inovação (Mover), lançado no ano passado, visando a descarbonização da frota automotiva do país, por meio de incentivos fiscais, especialmente em relação às alíquotas do (IPI).
Para ter direito ao IPI zero, o carro sustentável deve atender a quatro requisitos: emitir menos de 83 gramas de gás carbônico (CO₂) por quilômetro, conter mais de 80% de materiais recicláveis, ser fabricado no Brasil (etapas como soldagem, pintura, fabricação do motor e montagem), se enquadrar em uma das categorias de carro compacto (veículo de entrada das marcas).
Você sabia que a musculação está se tornando a nova moda entre crianças e adolescentes? Só que mais do que apenas querer músculos definidos, os jovens estão descobrindo que levantar pesos pode ser uma forma divertida de ficar forte e saudável. Mas será que é seguro para eles? Com tanta energia e vontade de se movimentar, é hora de descobrir também como a musculação pode ser uma aliada nessa fase da vida.
Para começar, fique tranquilo: os treinos são seguros e trazem benefícios para crianças e adolescentes, desde que sejam acompanhados por um profissional com a orientação certa para cada idade e nível de desenvolvimento. “O treinamento de força pode trazer melhorias na força muscular, resistência, composição corporal, saúde óssea e até mesmo na autoestima desses jovens. Fortalece ligamentos, tendões e musculatura, condicionamento físico e performance”, explica o professor do curso de Educação Física da Estácio, Hirlon Braga.
Segundo orientações da American Academy of Pediatrics, a criançada deve praticar atividade física por no mínimo 20 a 30 minutos, de duas a três vezes por semana, adicionando cargas de acordo com a melhora da força muscular. “Indico começar pelo treinamento de resistência muscular que tem como principal objetivo fortalecer toda a musculatura do corpo, incluindo os músculos que estabilizam a coluna. Isso melhora a postura, reduz a sobrecarga nas articulações, alivia dores musculares e previne possíveis lesões”, ressalta o educador físico.
Por isso, na hora de se exercitar, lembre que a atenção deve ser redobrada com o volume, a carga, a intensidade dos treinos e a recuperação neuromuscular dos jovens na vida fitness. “O volume significa quantidade total de trabalho realizado no treino, incluindo o número de séries e repetições. A carga representa o peso ou resistência utilizada durante o exercício. A intensidade indica o grau de esforço ou dificuldade do exercício e a recuperação neuromuscular é o período necessário para que os músculos se recuperem após o treinamento”, finaliza Hirlon.
A Prefeitura de Caruaru, por meio da Secretaria de Sustentabilidade e Bem-Estar Animal (SSB), realizou uma importante ação de reflorestamento no Parque Natural Municipal Professor João Vasconcelos Sobrinho (PNMPJVS), conhecido como Serra dos Cavalos.
A ação teve como objetivo recuperar uma área degradada dentro da unidade de conservação e contou com o plantio de 200 mudas de árvores nativas em apenas duas horas. O trabalho foi realizado por 50 soldados do Tiro de Guerra de Caruaru, sob a coordenação do gerente de Sustentabilidade da SSB, João Gilberto Milanez.
“A preservação ambiental é uma prioridade da gestão. Caruaru pensa na arborização tanto urbana quanto rural e nos seus parques naturais, como forma de garantir qualidade de vida para as futuras gerações”, destacou João Gilberto.
O Ministério da Educação acaba de divulgar o índice de alfabetização nos municípios e estados do país, e Garanhuns tem muito a comemorar. Seguindo em tendência de alta, o município conquistou o índice de 69,75% em 2024. Em 2023 ficou com 52,3%, que já mostrava o avanço nos índices do município.
E mais. Com 69,75% em 2024, Garanhuns ficou bem acima da média nacional, que foi de 59,2%, e de Pernambuco, que registrou 60,79%. Com o resultado, Garanhuns antecipa a meta para o ano de 2027.
Em 2021 Garanhuns apresentou baixo percentual das crianças do 2º ano dos anos iniciais que não sabiam ler e escrever. Com os investimentos feitos e a priorização da educação no município, ampliando e construindo escolas, novo projeto pedagógico, implantação de ensino em tempo integral, inauguração de creches, Garanhuns iniciou a escalada na alfabetização, e já antecipava os resultados nas avaliações no município, sendo agora comprovados pelo Ministério da Educação do Governo Federal. Em 2024, os índices já mostravam a virada, com a grande maioria dos estudantes alfabetizados, na mesma faixa etária observada em 2021. O resultado mostra o compromisso dos professores com o projeto de ensino municipal, com dedicação e carinho ao trabalho com as crianças, e de todo o corpo funcional nas unidades escolares.
A sexta-feira (11) foi de pura energia na Praça Mestre Dominguinhos com a segunda noite do Festival de Inverno de Garanhuns. Com o público estimado em mais de 80 mil pessoas, o evento mostrou a diversidade musical que marca o FIG 2025.
A programação teve início com o pernambucano PV Calado que chegou com um repertório animado, que deu o tom da festa logo de início. Na sequência, o brega funk tomou conta da praça com o show de Neiff. O artista colocou todo mundo para dançar com uma performance cheia de ritmo e presença. O sucesso foi tanto que o cantor já teve seu nome confirmado no FIG 2026.
Em seguida, Xamã subiu ao palco, trazendo hits que passeou por diferentes fases de sua carreira, e a plateia cantou junto do início ao fim. Encerrando a noite em grande estilo, Matuê levou a multidão à loucura com seus maiores sucessos. Ícone do trap nacional, o artista mostrou por que é um dos nomes mais influentes da cena atual.
Em entrevista, Matuê também refletiu sobre o crescimento do gênero no país: “A gente foi da água para o vinho. Falando culturalmente, temos muito mais relevância agora. Você vê artistas de trap dominando o top 10, fazendo parte do dia a dia do brasileiro em geral, seja na TV, na internet. Fomos da informalidade para grandes empresas, grandes selos, grandes gravadoras”.
O Festival de Inverno de Garanhuns segue até o dia 27 de julho com uma programação extensa e para todos os públicos. Neste sábado (12), a partir das 19:30, a Praça Mestre Dominguinhos recebe os shows de JAM 212, Marcelo D2 e Um Punhado de Bamba, Zeca Baleiro, Hungria e Nação Zumbi.