Maioria dos brasileiros vive no limite do orçamento

A capacidade de honrar com as obrigações financeiras, sentir-se seguro em relação ao futuro financeiro e poder fazer escolhas que permitam aproveitar a vida são comportamentos que definem como uma pessoa se relaciona com o dinheiro. Com base nesses pilares, a Confederação de Dirigentes Logistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), com apoio da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), vêm medindo o Bem-Estar Financeiro dos brasileiros desde 2017. Em fevereiro último, o indicador apontou que 64% dos consumidores vivem no limite do orçamento, ou seja, raramente ou nunca têm dinheiro sobrando. Enquanto 26% conseguem, às vezes, ter uma reserva e apenas 9% afirmam que sempre ou frequentemente contam com alguma sobra. Além disso, 27% temem que o dinheiro não dure até o fim do mês.

Outro dado mostra que somente 10% estão preparados para lidar com imprevistos. Seis em cada dez (64%) não possuem capacidade de lidar com despesas inesperadas. O nível de bem-estar financeiro de cada consumidor varia de acordo com respostas dadas em dez questões que avaliam os hábitos, costumes e experiências com uso do dinheiro. Numa escala que varia de zero a 100, quanto mais próximo de 100, maior o nível médio de bem-estar financeiro da população; quanto mais distante de 100, menor o nível.

Em fevereiro de 2019, o indicador ficou estável ao marcar 48,3 pontos — muito próximo do índice observado no mesmo mês do ano passado, que ficou em 48,5 pontos. “Quanto à conjuntura, o consumidor não viu grande melhora, já que a queda no nível de desemprego e o aumento da renda continuam sendo pouco expressivos. Além disso, os aspectos comportamentais, que têm peso importante no bem-estar financeiro, também levam algum tempo para mudar”, explica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

55% não tomam atitudes para garantir o futuro financeiro e maioria deixa de aproveitar a vida pela forma com que administram o dinheiro

O compromisso com os objetivos financeiros também pesam no bem-estar financeiro das pessoas. Nesse pilar, os consumidores brasileiros mostram-se pouco atentos ao futuro: 55% não têm adotado ações que assegurem o futuro financeiro. Chama a atenção o fato de mais da metade (51%) dos consumidores acreditarem, que, por causa da sua situação financeira, não terão as coisas que querem na vida.

Mas não é só do futuro que o consumidor deve se ocupar para ter bem-estar financeiro. A liberdade para fazer escolhas completa os pilares do bem-estar financeiro. Os números apontam que 54% admitem não aproveitar a vida pela forma com que administram o dinheiro, enquanto 29% não conseguem viver plenamente em razão de sua condição financeira.

“Para mudar esta situação é importante que a pessoa assuma as rédeas de seu orçamento. Com planejamento e organização financeira, fica mais fácil conseguir honrar os compromissos e garantir a realização de sonhos, lidar com imprevistos e aproveitar a vida dentro de suas possibilidades”, orienta o educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli.

Bem-estar financeiro é maior entre a população acima de 50 anos

A abertura dos dados por faixa etária sinaliza que, entre os mais velhos, acima de 50 anos, o nível médio de bem-estar financeiro foi maior (50,0 pontos) do que o observado entre os mais jovens (47,8 pontos) e os de meia idade (47,3 pontos). Na faixa de 18 a 34 anos, 69% disseram não ter capacidade para lidar com imprevistos, enquanto na faixa de 50 anos ou mais o percentual foi de 57%.

Outra diferença surge ao se analisar a possibilidade de aproveitar a vida por conta da maneira como o brasileiro administra o dinheiro. Na faixa de 18 a 34 anos, 58% dizem não ter essa possibilidade, ante 49% entre 50 anos ou mais. De acordo com a economista-chefe do SPC Brasil, isso acontece porque na terceira idade, reduz-se o peso da preocupação com o futuro e os compromissos financeiros típicos da meia idade, como a aquisição de casa, carro e criação dos filhos.

Metodologia

O Indicador baseia-se num modelo de score desenvolvido pelo Consumer Financial Protection Bureau (CFPB), órgão americano de proteção ao consumidor, traduzido para realidade brasileira por pesquisadores do Núcleo de Estudos Comportamentais da CVM, tendo como objetivo medir, periodicamente, o nível de bem-estar financeiro da população. A mensuração é feita através de entrevistas aplicadas periodicamente a uma amostra representativa dos brasileiros, com um questionário composto de dez questões. De acordo com suas respostas, os entrevistados recebem uma nota, que pode variar entre zero e 100. Quanto mais próximo de 100, maior será o nível de bem-estar financeiro; quanto mais próximo de zero, menor o nível de bem-estar. O Indicador é obtido pela média dos scores da amostra. Baixe a análise do Indicador de Bem-Estar Financeiro no link: https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/indices-economicos

Sobre o SPC Brasil – Há 60 anos no mercado, o SPC Brasil possui um dos mais completos bancos de dados da América Latina, com informações de crédito de pessoas físicas e jurídicas. É a plataforma de inovação do Sistema CNDL para apoiar empresas em conhecimento e inteligência para crédito, identidade digital e soluções de negócios. Oferece serviços que geram benefícios compartilhados para sociedade, ao auxiliar na tomada de decisão e fomentar o acesso ao crédito. É também referência em pesquisas, análises e indicadores que mapeiam o comportamento do mercado, de consumidores e empresários brasileiros, contribuindo para o desenvolvimento da economia do país.

Sobre a CNDL – Criada em 1960, a CNDL é formada por Federações de Câmaras de Dirigentes Lojistas nos estados (FCDLs), Câmaras de Dirigentes Lojistas nos municípios (CDLs), SPC Brasil e CDL Jovem, entidades que, em conjunto, compõem o Sistema CNDL. É a principal rede representativa do varejo no país e tem como missão a defesa e o fortalecimento da livre iniciativa. Atua institucionalmente em nome de 500 mil empresas, que juntas representam mais de 5% do PIB brasileiro, geram 4,6 milhões de empregos e movimentam R$ 340 bilhões por ano.

Campanha de vacinação contra HPV e Meningite tem início na próxima segunda-feira (25)

ntre os dias 25 e 29 de março, a Secretaria de Saúde de Caruaru, numa ação conjunta entre o Programa Nacional de Imunização (PNI) e o Aprender com Saúde, realiza uma campanha de vacinação contra HPV e Meningite nas escolas municipais e em todas as Unidades Básicas de Saúde.

Para a vacinação do Papiloma Vírus Humano (HPV), o público-alvo são meninas de 9 a 14 anos; meninos de 11 a 14 anos e pessoas de qualquer sexo entre 9 e 26 anos vivendo com HIV, transplantados, oncológicos. A segunda dose é aplicada seis meses após a primeira, em qualquer UBS e em qualquer dia.

Já para a Meningite a vacina é aplicada na criança aos três, cinco e 12 meses de idade e reforçada na adolescência. Com a nova faixa etária, os meninos e meninas de 11 a 14 anos estão aptos a tomar o reforço da meningocócica. Não é necessária outra dose.

O programa Aprender com Saúde vai levar a vacinação para dentro das escolas seguindo um cronograma que atenderá as unidades de ensino da zona urbana e rural. “É preciso os pais estarem atentos ao calendário que está sendo divulgado nas escolas para enviar o cartão de vacina pela criança no dia correspondente”, explicou a coordenadora do PNI, Sarah Rafael.

Os pais também podem levar os filhos para tomar as vacinas nas Unidades Básicas de Saúde do bairro onde mora ou, se for área descoberta, nos Centros de Saúde de Caruaru. (Ana Rodrigues – São Francisco, Indianópolis, Boa Vista e Cedro). O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h30. É preciso levar o cartão de vacinação e o cartão do SUS.

Confira o cronograma das escolas que serão atendidas:

25 de março (segunda-feira)

Escola Pedro de Souza

Escola CAIC

Escola Leudo Valença

Escola João Pontes

Escola Leudo Valença

Escola Santo Amaro

Escola Profº Machadinho / Colégio Batista / Colégio Sagrada Familia

Escola Kermógenes

Escola Municipal Jose Clemente de Souza

Escola Maria Digna

Escola Tabosa de Almeida

Escola Maria Alice / Escola Típica Rural

26 de março (terça-feira)

Escola Mestre Vitalino

Escola Municipal Álvaro Lins

Escola Luís Pessoa

Escola Profº José Laurentino Santos

Escola Casa do Trabalhador

Escola Profª Sinhazinha

ETI João Lyra Filho

Escola Municipal Capitão Rufino

Esc Mun Duda Umbuzeiro/ Esc Mun Manoel Valdevino Da Silva/ Esc Mun Joao Venio Da Silva/ Esc Mun Joao Venio Da Silva/ / Esc Mun Adelino Alves Da Silva/Esc Mun Alfredo Pinto Vieira De Melo

Escola Municipal Joaquim Nabuco

Maria José Bezerra Torres

27 de março (quarta-feira)

Escola Rubens de Lima

Escola Revelação

Escola Pe Pedro Aguiar

Escola Dom Bernadino Marchior

Escola Santos Anjos

Escola Municipal Cristina Tavares

Escola Maria Anunciada Rodrigues

Escola Maria de Lourdes Pepeu

Escola Municipal Manoel Limeira

Escola Intermediária Maria do Socorro

Escola Profª Iva do Carmo

Escola São Luiz de Gonzaga

Escola Intermediária Maria do Socorro

28 de março (quinta-feira)

Escola Municipal Presidente Kennedy

Escola Profª Margarida Miranda

Escola Nossa Senhora de Fátima

Escola Tereza Neuma

Casa da Criança

Escola Mestre Vitalino

Escola Municipal Prof Cesarina Moura Vieira Costa

29 de março (sexta-feira)

Escola Guiomar Lira

Escola Profª Margarida Miranda

Esc Municipal Gianete Silva

Escola Municipal Profª Josélia Florêncio

Escola Génesio Campos

Escola Dr. Oscar Barreto

Escola Josélia Florêncio

Escola Padre Zacarias

Escola Maria Cândida

Escola Municipal Maria Félix de Lima

Funase realiza levantamento de interesses de adolescentes em profissionalização

Com o objetivo de se aproximar das demandas dos jovens em educação profissional, a Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude (SDSCJ), promoveu um levantamento de interesses em todas as unidades de internação e semiliberdade do Estado. Ao todo, 879 socioeducandos foram entrevistados. A área que mais se destacou foi a de Mecânica, com 421 votos, e, em especial, a de Mecânica de Moto, com 218. É com base em resultados como esses que a Funase realiza articulações junto a instituições parceiras para viabilizar uma oferta de vagas mais assertiva.

Nas aulas de Moto, por exemplo, os adolescentes aprendem sobre sistema de suspensão, de direção, de freio e elétrica. Além da teoria, etapas práticas fazem parte do curso. Também tiveram destaque na preferência dos socioeducandos os cursos ligados à área de Construção (167 votos), com as aulas de Pedreiro como principal demanda. Uma novidade foi a área de Beleza e Estética, terceira mais citada, com 118 votos, e a área de Alimentação, que, após experiências bem-sucedidas em 2018, com a oferta de cursos de Panificação e Produção de Massas, teve a participação ampliada entre as escolhas dos adolescentes.

Todos os cursos são viabilizados por meio de parcerias entre instituições certificadoras e a Funase. Ao todo, 23 temas diferentes foram colocados à disposição dos socioeducandos, abrangendo ainda áreas como as de Barbearia, Mobiliário, Eletrônica, Moda e Vestuário, Tecnologia e Refrigeração. Com esses resultados em mãos, a Funase faz os direcionamentos necessários, que podem ser em conformidade com as preferências dos adolescentes ou até os inserindo, em alguns casos, em áreas pelas quais eles não tenham apontado tanto interesse, possibilitando vivências diferenciadas e o surgimento de vocações que nem os jovens sabiam que tinham.

“Tivemos experiências interessantes, por exemplo, com o ramo de alimentação, que não era tão solicitado e começou a aparecer bastante na pesquisa mais recente. No ano passado, foram ofertados cursos nessas áreas em unidades como o Case Caruaru, o Case Jaboatão e o Case Vitória de Santo Antão, com um bom envolvimento dos meninos. Esse levantamento serve como um norte para as ações e articulações que desenvolvemos junto às instituições que colaboram com o sistema socioeducativo”, explica o coordenador do Eixo Profissionalização, Esporte, Cultura e Lazer da Funase, Normando Albuquerque, lembrando que, em 2018, mais de duas mil vagas em cursos profissionalizantes foram disponibilizadas para os socioeducandos atendidos em todo o Estado.

Imagem: Divulgação/Funase

Curso prepara líder para conseguir melhor resultado da equipe

Estão abertas as inscrições para o curso Líder Coach, do Programa Sebrae Mais, em Caruaru. Voltado para microempresas (ME) e empresas de pequeno porte, ele prepara os empresários na busca da alta performance de suas equipes. São 32 horas de encontros presenciais e 4 horas de sessões de coaching, por participante, divididos em quatro momentos que vão acontecer nos dias 23 e 24 de abril, 14 e 15 de maio. As inscrições são feitas na unidade do Sebrae em Caruaru.

A estratégia do curso é proporcionar o desenvolvimento de habilidades e conhecimento de ferramentas que possibilitam a participação no crescimento individual dos colaboradores. No primeiro workshop, que vai acontecer em abril, os temas que serão trabalhados são: tendência de liderança, conceito e ferramentas de coach, cultura e clima organizacional. No segundo e último workshop, a ser realizado em maio, relação de poder, liderança ética, expectativa dos liderados, estratégias de liderança de alta performance serão abordados.

No curso, além do maior autoconhecimento, o participante terá acesso a técnicas de feedback . Para o analista do Sebrae Laudemiro Ferreira, a motivação da equipe está diretamente relacionada à qualidade do serviço e, consequentemente, ao faturamento da empresa. “O curso vai aprimorar talentos e vai permitir que o líder extraia o que há de melhor em cada colaborador com as ferramentas e técnicas de coach”, explicou Laudemiro.

Serviço

Curso Lider Coach

O curso é feito em quatro momentos:

24 e 24 de abril

14 e 15 de maio

Sempre das 8h às 17h.

Inscrições e Informações – Unidade do Sebrae Agreste Central e Setentrional – Av. Adjar da Silva Case, 277. Indianópolis. 2103.8400

Investimento – R$ 800,00

3ª edição do Mega Day no Caruaru Shopping

O Caruaru Shopping estará realizando, no dia 10 de abril, a 3ª edição do Mega Day. Para que os clientes possam aproveitar as promoções com maior conforto e comodidade, o centro de compras e convivência funcionará em horário especial: das 8h à 0h.

Será um dia inteiro com muitas ofertas nas mais de 200 operações do Caruaru Shopping. Na primeira megaliquidação do ano, as lojas estarão trabalhando com descontos de até 70% nos mais diversos segmentos: eletroeletrônicos, moda, lazer, gastronomia e muito mais.

“Devido ao grande sucesso das edições anteriores, quando as nossas lojas ofereceram descontos de verdade, o Mega Day está sendo bastante aguardado. Com certeza trata-se de uma grande oportunidade para quem deseja adquirir algum produto”, afirmou Walace Carvalho, gerente de Marketing do centro de compras e convivência. “A expectativa é de um crescimento de 23% em relação à edição anterior”, completou.

O Caruaru Shopping fica localizado na Avenida Adjar da Silva Casé, 800, no Bairro Indianópolis.

Mega-Sena vai sortear prêmio de R$ 33 milhões nesta quarta-feira (20)

Você já parou para pensar o que faria com R$ 33 milhões na conta? Este é o valor estimado pela Caixa Econômica Federal para quem acertar as seis dezenas da Mega-Sena.

O sorteio vai acontecer a partir das oito horas da noite desta quarta-feira (20). Mas quem quiser fazer as apostas, tem até sete horas da noite, do horário de Brasília, do dia do sorteio para ir a qualquer uma das mais de 13 mil casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país.

O valor do prêmio, caso aplicado na poupança, segundo a Caixa Econômica Federal, poderia render quase R$ 122 mil por mês.

É preciso saber envelhecer com qualidade de vida

Quando você ouve a palavra “envelhecimento”, qual é a primeira coisa que lhe vem à mente? Acredito que seja a imagem de alguém idoso – que no Brasil é toda pessoa a partir dos 60 anos. E por aqui o ritmo de envelhecimento e a expectativa de vida estão aumentando rápido. Por exemplo, uma criança nascida no Brasil em 2015, pode viver 20 anos a mais que uma criança nascida há 50 anos. Mas para ter saúde depois dos 60 anos é preciso começar a ser saudável bem antes. É o que explica a coordenadora de Saúde do Idoso do Ministério da Saúde, Cristina Hoffmann.

“Quando a gente fala de promover a saúde ou de que forma que a gente pode contribuir para que a pessoa envelheça com saúde, com qualidade de vida, a gente precisa necessariamente pensar num processo. Em como que vai dar esse caminhar, digamos assim, desde quando você é mais jovem até você passando pela fase adulta e chegando no envelhecimento ou sendo considerado uma pessoa idosa”.

É importante entender que os conceitos de saúde e qualidade de vida para a pessoa idosa são diferentes do que para as pessoas mais novas. Por isso, a coordenadora de Saúde do Idoso do Ministério da Saúde, Cristina Hoffmann, afirma que é necessário evitar o preconceito, principalmente em relação à saúde da mulher idosa.

“Por exemplo, garantindo o espaço para que essas mulheres participem, sejam das suas famílias, dos seus grupos familiares, da relação com amigos e conhecidos. É muito importante que essas mulheres tenham espaços e que sejam escutadas pelos profissionais, porque muitas vezes existem casos de muitas mulheres que não têm uma facilidade de comunicação, de falar dos seus sentimentos, dos seus medos, dos seus receios ou dos seus anseios”.

Atualmente, os idosos representam pouco mais de 14% dos brasileiros, e isso quer dizer aproximadamente 29 milhões de idosos no Brasil. A estimativa é de que em 2030 o número de idosos deve superar o de crianças e adolescentes de zero a quatorze anos.

Prefeitura de Caruaru divulga valores referentes ao Baile Municipal de Caruaru

A Prefeitura de Caruaru, através da Fundação de Cultura e Turismo, divulga os valores referentes ao Baile Municipal de Caruaru:

Os recursos arrecadados no Baile Municipal de Caruaru totalizaram R$ 394.897,34. Arrecadação com a venda de ingressos: R$ 274.897,34. Cotas de patrocínio: R$ 120.000,00.

Despesas: R$ 371.965,45.

Conforme anunciado, o saldo positivo do Baile Municipal de Caruaru, de R$ 22.931,89, será depositado no Fundo Municipal de Cultura.

Confiança do Consumidor registra 49 pontos em fevereiro

O ano começa com os consumidores mais otimistas. Dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revelam que, no último mês de fevereiro, o Indicador de Confiança do Consumidor alcançou 49 pontos, frente a 43 observados em fevereiro de 2018, apresentando um avanço de 14,5% na comparação anual. Apesar do crescimento expressivo, a percepção da maioria ainda está pessimista. A comparação com o dado de janeiro de 2019, quando se observou os mesmos 49 pontos, mostra que o avanço da confiança perdeu força no último mês.

Na avaliação do atual cenário econômico e da própria vida financeira, a percepção dos entrevistados melhorou em relação a janeiro, mas ainda permanece ruim. 58% enxergam o momento da economia de forma negativa — apesar de registrar a percepção da maioria, esse é o menor percentual desde o início da série histórica, em janeiro de 2017. As principais razões apontadas são desemprego elevado (63%), aumento dos preços (60%), alta na taxa de juros (39%), desvalorização do real frente ao dólar (21%) e menor poder de compra do consumidor (19%). Para 34%, o quadro econômico é regular e apenas 6 % consideram bom.

Quanto à vida financeira, 38% dos brasileiros avaliam sua situação como negativa, enquanto 48% classificam como regular e somente 14% como boa. Para quem compartilha da visão negativa, o alto custo de vida é a razão mais citada por 51% desses entrevistados. O desemprego aparece segundo lugar (36%), ao passo que 24,8% culpam a queda da renda familiar.

Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, apesar da economia gravitar em um contexto desafiador, o avanço da confiança pode significar uma propensão maior ao consumo. “Ainda é cedo para constatar se esse efeito de fato ocorreu nos últimos meses. Mas espera-se que, com um cenário econômico mais estável, o consumo encontre algum estímulo nas perspectivas mais favoráveis”, analisa.

39% dos brasileiros estão otimistas com futuro da economia e maioria acha que finanças pessoais vão melhorar nos próximos seis meses

A sondagem procurou saber o que os brasileiros esperam sobre o futuro da economia e de suas finanças. De acordo com o levantamento, 39% dos brasileiros estão otimistas com a economia para os próximos meses, enquanto outros 34% se mantêm neutros, ou seja, não afirmam que as condições econômicas do país estarão melhores ou piores daqui seis meses. Já 23% disseram estar pessimistas.

Entre os que acreditam na retomada da economia, a maior parte, 37%, credita isso à percepção de que haverá mais estabilidade política. 32% dizem perceber que as pessoas estão mais otimistas; 30% concordam com as medidas econômicas do governo; 23% dizem notar melhora dos indicadores econômicos; e 19% não sabem ao certo justificar seu otimismo.

Quando questionados sobre o que esperam para os próximos seis meses em relação às suas finanças, 68% acham que sua vida financeira vai melhorar, contra apenas 8% que acreditam em uma piora. Há ainda 21% de entrevistados neutros. Já entre os que estão confiantes com a vida financeira nos próximos seis meses, 44% fiam sua confiança na possibilidade de melhora da situação econômica do país e 34% esperam conseguir um aumento do salário ou um novo emprego.

Custo de vida impacta as famílias brasileiras e 44% afirmam ter ao menos um desempregado na família

O que mais tem pesado na vida financeira familiar é o custo de vida, ponto citado por 53% dos entrevistados. Esta queixa tem sido a principal recorrência entre os brasileiros desde o início do ano passado. Em seguida aparece falta de emprego (19%), endividamento (14%) e queda dos rendimentos mensais (8%).

Em uma avaliação sobre aumento dos preços, a alta dos produtos comprados em supermercados foi apontada por 84%. O mesmo percentual citou a conta de luz, enquanto 70% destacou o preço dos remédios e 69% os combustíveis.

A sondagem também mostra que o desemprego continua sendo uma das grandes preocupações dos brasileiros. Os dados revelam que quatro em cada dez consumidores (44%) afirmaram ter ao menos um desempregado em sua residência. Além disso, 41% que trabalham temem, em algum grau, serem demitidos. Mas, mais uma vez o viés do otimismo aparece, reforçado pelas perspectivas econômicas. Refletindo quanto aos próximos seis meses, a maioria (45%) acredita que as oportunidades de vagas serão maiores, ante 34% que acreditam que estarão no mesmo nível de hoje e 8% dos entrevistados que apostam que serão menores. Entre os consumidores desempregados, a sondagem mostra que, na média, a procura por um emprego já dura quase 11 meses.
Metodologia

Foram entrevistados 800 consumidores, a respeito de quatro questões principais: 1) a avaliação dos consumidores sobre o momento atual da economia; 2) a avaliação sobre a própria vida financeira; 3) a percepção sobre o futuro da economia e 4) a percepção sobre o futuro da própria vida financeira. O Indicador e suas aberturas mostram que há confiança quando estiverem acima do nível neutro de 50 pontos. Quando o indicador vier abaixo de 50, indica falta de confiança. Baixe a análise do Indicador de Confiança do Consumidor em https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/indices-economicos.

Sobre o SPC Brasil – Há 60 anos no mercado, o SPC Brasil possui um dos mais completos bancos de dados da América Latina, com informações de crédito de pessoas físicas e jurídicas. É a plataforma de inovação do Sistema CNDL para apoiar empresas em conhecimento e inteligência para crédito, identidade digital e soluções de negócios. Oferece serviços que geram benefícios compartilhados para sociedade, ao auxiliar na tomada de decisão e fomentar o acesso ao crédito. É também referência em pesquisas, análises e indicadores que mapeiam o comportamento do mercado, de consumidores e empresários brasileiros, contribuindo para o desenvolvimento da economia do país.

Sobre a CNDL – Criada em 1960, a CNDL é formada por Federações de Câmaras de Dirigentes Lojistas nos estados (FCDLs), Câmaras de Dirigentes Lojistas nos municípios (CDLs), SPC Brasil e CDL Jovem, entidades que, em conjunto, compõem o Sistema CNDL. É a principal rede representativa do varejo no país e tem como missão a defesa e o fortalecimento da livre iniciativa. Atua institucionalmente em nome de 500 mil empresas, que juntas representam mais de 5% do PIB brasileiro, geram 4,6 milhões de empregos e movimentam R$ 340 bilhões por ano.