Polícia Civil faz operação em Caruaru para prender suspeitos de homicídios

Do G1 Caruaru

A Polícia Civil realizou na madrugada desta terça-feira em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, a Operação Pérgamo. Segundo a Polícia, estão sendo cumpridos dez Mandados de Prisão e sete Mandados de Busca e Apreensão Domiciliar. Do total de mandados, sete relacionam-se com alvos soltos, sendo todos decorrentes de prisão temporária. Os demais, três mandados de prisão, estão relacionados a alvos de dentro do sistema prisional.

Participam da ação 60 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães. As investigações tiveram início há sete meses e foram efetuadas pela 20ª Delegacia de Policia de Homicídios, apoiada pelo Centro Integrado de Inteligência e Defesa Social -CIIDS e pela Diretoria de Inteligência da Polícia Civil -DINTEL.

Os materiais apreendidos serão encaminhados para a Delegacia Seccional de Caruaru. Os detalhes ainda hoje no G1.

Destra realiza “Operação Amanhecer”

Para coibir o transporte irregular de passageiros nos veículos alternativos, a Destra realizou na manhã desta sexta-feira (14) a “Operação Amanhecer”, que ocorreu nas Vilas Kennedy e Padre Inácio. A fiscalização resultou na abordagem de 17 veículos e três notificações, sendo uma por transitar sem a utilização do cinto de segurança e outra por excesso no número de passageiros permitido no transporte. A terceira notificação foi aplicada a um condutor de moto que transitava no trecho sem capacete.

“Diariamente, a Destra realiza ações de fiscalização no trânsito de Caruaru. Quando recebemos uma denúncia ou tomamos conhecimento de algum local onde acontecem irregularidades, realizamos ações pontuais a fim de reduzir o número das ocorrências”, explica Éder Lopes, gerente de Fiscalização da Destra.

Operação em Jaboatão apreende mais de R$ 300 mil

Do G1/PE

A Polícia Civil de Pernambuco divulgou, no fim da tarde desta sexta, um novo balanço da Operação Caixa de Pandora, que investiga denúncias de crimes cometidos na Câmara Municipal em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife. O total da apreensão em dinheiro, que era parcialmente de R$ 90 mil, aumentou para R$ 303.783. Ainda segundo a polícia, desse valor apreendido, a maior parte (R$ 177 mil) foi encontrada na casa do candidato a prefeito de Jaboatão Manoel Pereira Neco (PDT).

Os 48 mandados de busca domiciliar resultaram, ainda, na apreensão de três armas: uma pistola calibre 380, um rifle calibre 22 e um revólver calibre 38. Três pessoas foram autuadas por crimes previstos no Estatuto do Desarmamento, entre elas, dois vereadores do município de Jaboatão dos Guararapes. Eles pagaram fiança e vão responder em liberdade.

Também foram apreendidas “dezenas de computadores, aparelhos celulares e centenas de documentos”, informou a assessoria de imprensa da Polícia Civil. Mais informações sobre a Operação Caixa de Pandora serão divulgadas em uma coletiva de imprensa que acontecerá na terça-feira (18), às 9h30, no Departamento de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Depatri), no bairro de Afogados, na Zona Oeste da capital.

A operação

Dois dos principais alvos da Operação Caixa de Pandora são o candidato a prefeito de Jaboatão dos Guararapes Manoel Pereira Neco (PDT) e Ricardo Valois (PR), candidato a vice na chapa adversária, liderada por Anderson Ferreira (PR). Ambos disputam o segundo turno da eleição municipal no dia 30 deste mês. Dos 48 mandados de busca e apreensão em residências e em gabinetes de vereadores da cidade, 19 tiveram como alvo parlamentares de Jaboatão. Cinco deles se reelegeram para a Câmara, que tem 27 cadeiras.

Entre os crimes investigados pela Operação Caixa de Pandora, estão associação criminosa, peculato — quando o funcionário público se beneficia com irregularidades praticadas —, além de falsificação de documentos e abandono de cargo público. Ao todo, forma mobilizados 354 policiais, incluindo delegados, agentes e escrivães.

Em entrevista na sede do Depatri, o delegado Salustiano Albuquerque falou sobre a possível contratação irregular de servidores para o Legislativo de Jaboatão, o segundo principal colégio eleitoral do estado, com 443,8 mil eleitores.

Os mandados de busca e apreensão foram expedidos pela juíza da 2ª Vara Criminal de Jaboatão. A ação, coordenada pela Diretoria Integrada Especializada (Diresp) e pela Gerência de Controle Operacional Especializada (GCOE), é supervisionada pela Chefia da Polícia Civil. Ainda de acordo com a corporação, a investigação teve início há cinco meses.

Respostas

Em nota, a Coligação Muda Jaboatão, do candidato Anderson Ferreira, afirmou que “apoia toda investigação e a rigorosa apuração procedida pelo Ministério Público e pela Polícia. E têm a certeza de que a justiça será feita nesse casão envolvendo vereadores de Jaboatão”. O G1 tentou localizar o vereador Ricardo Valois, mas não obteve sucesso.

Em coletiva de imprensa realizada às 9h desta sexta, em sua casa, Neco disse estar tranquilo e que os advogados cuidarão da parte jurídica. Para ele, toda a operação não passa de uma ‘armação’. Na ocasião, ele definiu sua vida como ‘um livro aberto’, devido aos seus 40 anos como vereador em Jaboatão dos Guararapes e aos 25 anos como delegado.

TCE divulga nota oficial sobre a “Operação Itakatu”

O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco divulgou uma nota oficial, hoje, sobre irregularidades detectadas em contratos celebrados pela Prefeitura de Itamaracá, objeto da “Operação Itakatu” deflagrada pelo Ministério Público Estadual com apoio da Polícia Civil.

Desde o final de 2015, o TCE detectou as irregularidades e após análise dos aspectos jurídicos pelo Ministério Público de Contas, em maio de 2016, o relator das contas do município, conselheiro Dirceu Rodolfo, solicitou uma investigação criminal sobre as questões.

O procurador geral de Justiça, Carlos Guerra, designou o GAECO (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) para conduzir a investigação.

Veja íntegra da nota oficial do TCE:

I- Sobre a “Operação Itakatu”, deflagrada pelo Ministério Público do Estado de Pernambuco (MPPE), através do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (GAECO), com apoio da Polícia Civil de Pernambuco (PCPE), nesta quarta-feira (5), o Tribunal de Contas do Estado (TCE) e o Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPCO) têm a informar que, ao realizar auditoria em contratos da atual gestão, ao final de 2015 e início de 2016, detectou situações suspeitas com participação direta do prefeito e pessoas com altos cargos na administração municipal da Ilha de Itamaracá.

II- Já em fevereiro de 2016, o MPCO divulgou uma nota apoiando o afastamento do prefeito da Ilha de Itamaracá, determinado pela Câmara de Vereadores da cidade, em processo de impeachment, pelas mesmas irregularidades neste contrato. Na ocasião, o prefeito conseguiu uma liminar na Comarca, para retornar ao cargo.

III- Após a produção de relatórios preliminares pela Inspetoria Regional Norte do TCE e pela área de inteligência do órgão, apontando irregularidades em contratos, inclusive com expressivo débito ao erário, o MPCO e o relator no TCE das contas do prefeito consideraram que a questão envolvia principalmente graves suspeitas de ilícitos criminais na Prefeitura.

IV- Em maio de 2016, com a intermediação do CAOP do Patrimônio Público do MPPE, o TCE e MPCO levaram as questões ao Procurador Geral de Justiça, que prontamente designou membros do MPPE e o GAECO para apurar as questões, envolvendo contratos milionários com empresas sem estrutura e meios de prestarem os serviços, especialmente o contrato do recolhimento de lixo na cidade.

V- O TCE e MPCO destacam a importância da parceria institucional entre os órgãos, o MPPE e a Polícia Civil, ficando à disposição para colaborar com a continuidade das investigações.

Recife, 5 de outubro de 2016

Ex-ministros são alvos de operação da PF

A empreiteira OAS e um diretório do PT na Bahia são alvos da investigação deflagrada pela Polícia Federal na manhã desta terça-feira, 4. Já os ex-ministros Márcio Fortes (Cidades) e Mário Negromonte (ex-ministro de Cidades e atual conselheiro do Tribunal de Contas da Bahia), são alvos de busca e apreensão.

A Operação Hidra de Lerna da PF cumpre 16 mandados de busca e apreensão e investiga um esquema de financiamento ilegal de campanhas políticas na Bahia e outro de fraudes em licitações e contratos no Ministério das Cidades.

Os mandados, em razão do foro por prerrogativa de função de investigados, foram todos deferidos pela Ministra Maria Thereza Rocha de Assis Moura, do Superior Tribunal de Justiça. A PF cumpre mandados na Bahia, no Distrito Federal e Rio de Janeiro.

De acordo com a PF, uma das linhas de investigação recai sobre supostos esquemas para financiar ilegalmente campanhas eleitorais. A empreiteira sob investigação teria contratado de maneira fictícia empresas do ramo de comunicação especializadas na realização de campanhas políticas, remunerando serviços prestados a partidos políticos e não à empresa do ramo de construção civil.

Em outra direção, a Polícia Federal pretende investigar a ocorrência de fraudes em licitações e contratos no Ministério das Cidades.

Ministério

O Ministério das Cidades informou que, até às 7h30 desta terça-feira, não havia recebido nenhuma notificação sobre operação da Polícia Federal envolvendo recursos da pasta. Em poder das informações, o ministério afirma terá condições de avaliar do que se trata e de instaurar, imediatamente, Processos Administrativos Disciplinares para investigar a denúncia.

O Ministério das Cidades ressalta, ainda “a disponibilidade em colaborar com todas as informações necessárias para garantir eficiência e transparência na aplicação dos recursos citados”.

Integração Nacional solicita licença de operação para o Projeto São Francisco‏

Na reta final para dar funcionalidade às obras do Projeto de Integração do Rio São Francisco, o Ministério da Integração Nacional solicitou ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) a licença de operação para o empreendimento.

O pedido, uma das últimas etapas de uma obra, foi formalizado na sexta-feira (29). Nos próximos meses, o Ibama analisará a execução dos serviços e o cumprimento das condicionantes ambientais do Projeto, que levará água a 12 milhões de pessoas em 390 municípios nos estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.

As águas que vão abastecer parte da população no semiárido brasileiro já estarão em reservatórios no primeiro trimestre de 2017. A conclusão das obras físicas nos dois eixos do empreendimento – Norte e Leste – está prevista para dezembro deste ano. Para isso, o governo federal ampliou o repasse financeiro mensal às empresas executoras do Projeto São Francisco, hoje com 88,4% de avanço das obras e mais de nove mil trabalhadores em campo.

O empreendimento também possui 38 programas ambientais com diretrizes aprovadas pelo Ibama e em avançado estágio de execução. Somados, representam um total de investimentos de aproximadamente R$ 1 bilhão, incluído no orçamento global do Projeto. As ações contemplam o monitoramento e a preservação da fauna e da flora da caatinga, resgates arqueológicos e o reassentamento de famílias que viviam na faixa das obras e passaram a morar em vilas produtivas rurais, além de outros projetos que beneficiam populações tradicionais e municípios próximos às estruturas.

PF indicia 20 pessoas na Operação Turbulência

Do G1/PE

A Polícia Federal indiciou 20 pessoas investigadas pela Operação Turbulência, pelos crimes de lavagem de dinheiro, organização criminosa e falsidade ideológica. A operação foi deflagrada em junho deste ano para, entre outras coisas, investigar um esquema que liga empresas de fachada à compra do avião Cesna Citation, usado pelo ex-governador Eduardo Campos (PSB) no dia do acidente em que ele e mais seis pessoas morreram, em agosto de 2014, em Santos (SP).

Entre os indiciados, estão os quatro empresários presos pela Polícia Federal no dia 21 de junho em Pernambuco. O relatório final do inquérito 163/2016, concluído pela PF em 15 de julho, obtido pelo G1 nesta quinta-feira (28), aponta o envolvimento de João Carlos Lyra Pessoa de Mello Filho, Eduardo Freire Bezerra Leite, Apolo Santana Vieira e Arthur Roberto Lapa Rosal no esquema.

Também faz parte da lista dos indiciados o empresário Paulo César de Barros Morato, achado morto em um motel na cidade de Olinda, no Grande Recife, dois dias depois da deflagração da Operação Turbulência. Segundo laudos dos peritos pernambucanos, Morato morreu por envenenamento. Mais de um mês após o óbito, a Polícia Civil do estado ainda não concluiu se ele se matou ou foi assassinado.

O relatório final da PF com o indiciamento foi encaminhado à 4ª Vara Federal do Recife. O Ministério Público Federal (MPF) ainda decidirá se denunciará os envolvidos. Caso a Justiça aceite a denúncia, eles se tornarão réus no processo.

O procurador da República Cláudio Dias informou que está analisando as informações repassadas pela Polícia Federal. Procurada pelo G1, a assessoria de comunicação da PF em Pernambuco disse que, por determinação da delegada responsável pelo caso, não repassaria nenhuma informação.

O indiciamento pela PF foi confirmado pelo advogado Ademar Rigueira Neto, defensor de Apolo Santana Vieira. Ele afirmou que já entrou com recurso do habeas corpus para tentar análise do pedido no Superior Tribunal de Justiça, em Brasília. “Enviamos o pedido de revisão ontem (quarta)”, afirmou o advogado.

De acordo com Rigueira Neto, o empresário nega os crimes. “Apolo fez alguns créditos pessoais nas contas dos envolvidos, mas era uma relação de empréstimo que não foi fruto de atividade ilícita. Em virtude dessa relação financeira, ele é citado como integrante de uma organização criminosa. Não há crime de lavagem nos créditos pessoais que ele fez, pois a origem do dinheiro dele é lícita”, afirmou.

O G1 também tentou contato com os dois advogados de João Carlos Lyra. Um deles, Nabor Bulhões, está fora do Brasil no momento. O outro, Maurício Leite, ficou de dar retorno à reportagem ainda nesta quinta-feira (28). A advogada de Eduardo Freire, Ludmila Groch, também foi procurada, mas o escritório informou que ela estava em reunião.

O relatório

De acordo com o relatório da PF, a investigação foi deflagrada para identificar uma organização criminosa que usava contas de pessoas físicas e jurídicas, em sua maior parte empresas fantasmas ou de fachada constituídas em nome de laranjas, para fazer circular recursos de origem ilegal. O grupo, segundo a PF, ocultava os remetentes e os verdadeiros destinatários dos valores tramitados e os reais controladores das contas investigadas.

A organização criminosa, aponta o relatório, foi desbaratada a partir de investigação iniciada por meio de relatório de inteligência elaborado pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). O colegiado teria detectado movimentações suspeitas nas contas de duas empresas utilizadas para a aquisição da aeronave que servia à campanha de Eduardo Campos.

Nas investigações, ficou comprovada, conforme a PF, a relação entre essas empresas de fachada e a aquisição do avião. Ainda segundo o relatório, três dos empresários presos em Pernambuco – João Carlos Lyra Pessoa de Melo Filho, Eduardo Freire Bezerra Leite e Apolo Santana Vieira – não apenas integravam como eram os principais expoentes da organização criminosa.

A análise das contas de pessoas físicas e jurídicas utilizadas nessas transações revela que a organização atua com o objetivo de dificultar o rastreamento dos recursos, bem como de ocultar o verdadeiro responsável pelas operações financeiras. Algumas dessas pessoas jurídicas foram criadas exclusivamente para receber os aportes financeiros ilegais; outras vezes, foram utilizadas contas bancárias de empresas já existentes visando encobrir o real sujeito da relação jurídica.

Ligações

Parte das movimentações financeiras detectadas pelo Coaf nas contas das pessoas físicas e jurídicas investigadas teria ocorrido de janeiro a setembro de 2014. Esse fato chamou a atenção da PF, em virtude da proximidade com o período pré-eleitoral. A Polícia Federal salienta, no entanto, que foram detectadas inúmeras transações financeiras suspeitas já no ano de 2010 e que continuaram sendo feitas.

A PF faz a ligação direta entre a compra do avião e os três ‘expoentes’ da organização: João Carlos Lyra Pessoa de Melo Filho, Eduardo Freire Bezerra Leite e Apolo Santana Vieira. Paulo César de Barros Morato e Artur Roberto Lapa Rosal são apontados como ‘testas de ferro’.

Eles seriam as pessoas que mantinham um relacionamento próximo com os ‘cabeças’ da organização criminosa. Integrariam o quadro societário de empresas fantasmas ou emprestariam as próprias contas pessoais para recebimento e movimentação dos recursos, mas também cooptariam 13 outros ‘laranjas’.

Foragido da Operação Turbulência é encontrado morto

Do G1/PE

O empresário Paulo Cesar de Barros Morato foi encontrado morto na noite desta quarta-feira (22), em um motel no bairro de Ouro Preto, em Olinda, Região Metropolitana do Recife, de acordo com a Polícia Federal. Morato era considerado foragido pela Polícia Federal desde a terça-feira (21), quando foi deflagrada a Operação Turbulência.

“Quem vai cuidar da investigação por enquanto é a Polícia Civil. Mas já foi designado um policial federal para acompanhar os trabalhos da perícia. Se for constatado que as circunstâncias da morte têm ligação com a Operação Turbulência, aí Polícia Federal pode entrar nas investigações”, afirmou o assessor de comunicação da Polícia Federal, Giovani Santoro. A delegada de Homicídios de Olinda, Gleide Ângelo, já está no local, assim como o Instituto de Medicina Legal (IML).

Ainda não se sabe a causa da morte de Morato. Procurada pelo G1, a advogada do empresário, Marcela Moreira Lopes, afirmou que ele já havia tentado suicídio anteriormente.

Na terça-feira, os policiais federais prenderam quatro pessoas – Eduardo Freire Bezerra Leite, Arthur Roberto Lapa Rosal e Apolo Santana Vieira, João Carlos Lyra Pessoa Filho. A operação investiga uma organização criminosa suspeita de lavagem de dinheiro.

De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), Morato é o “verdadeiro responsável pela empresa Câmara & Vasconcelos Locação e Terraplanagem LTDA”. Segundo o inquérito da PF, por meio desta e outras pessoas jurídicas, Morato teria “aportado recursos para a compra da aeronave PR-AFA e recebido recursos milionários provenientes de empresas de fachada utilizadas nos esquemas de lavagem de dinheiro, engendrados por Alberto Yousseff e Rodrigo Morales e Roberto Trombeta, além de provenientes da construtora OAS”.

A Câmara & Vasconcelos é apontada pelo inquérito como a empresa que recebe da construtora OAS Ltda. o montante de R$ 18.858.978,16. O documento afirma que “chama a atenção” o repasse de recursos milionários de quase R$ 19 milhões para “uma empresa fantasma, a qual possui ‘laranjas’ confessos em sua composição societária, o que representa um claro indicativo de lavagem de dinheiro”.

Operação Mototáxi intensifica fiscalização de atuação clandestina em Garanhuns‏

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A Autarquia Municipal de Segurança, Trânsito e Transportes (AMSTT) de Garanhuns e o nono Batalhão de Polícia Militar iniciaram, nesta segunda-feira (20), a Operação Mototáxi. A ação tem o objetivo de intensificar a fiscalização no serviço prestado pelos mototaxistas e coibir a atuação clandestina em Garanhuns. Hoje, centenas de abordagens foram efetuadas no centro da cidade – ao todo, cinco motocicletas foram apreendidas por ilegalidades.

Atualmente, Garanhuns possui 321 profissionais legalizados e 115 em processo de cadastramento. A operação vai continuar sendo cumprida ao longo o mês de junho, mas terá periodicidade ao longo de todo o ano de 2016. Em breve, uma blitz móvel passará a integrar o sistema de fiscalização.

De acordo com o presidente da AMSTT, coronel Emmanuel Leite, a população tem dado um retorno positivo quanto às ações de fiscalização. “Essas operações, sempre que são intensificadas, passam maior segurança. Nosso intuito é justamente esse, contribuir para a diminuição nos registros de assaltos, tentativas de estupro ou qualquer outro crime do tipo, além de exigir o cumprimento da legislação de trânsito”, evidencia o titular da pasta.

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Destra envia balanço da “Operação Sinergia”

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Durante coletiva realizada na tarde desta segunda (30) foram apresentados os números da operação denominada “Sinergia”, uma alusão a união das forças de segurança no município. A operação foi desencadeada ontem (29), no Parque 18 de Maio e contou com a presença da PRF, Polícia Civil, Detran, Destra e 4º BPM.

Ao todo, a Destra disponibilizou 10 veículos de fiscalização, sendo duas viaturas de coordenação, cinco operacionais, duas motos e um guincho. No efetivo, participaram 10 guardas municipais, oito agentes de trânsito, dois coordenadores, dois funcionários da gerência de fiscalização e dois do departamento de multas, infrações e consultas, totalizando 24 integrantes da Autarquia.

Foram efetuadas 45 notificações e 25 recolhimentos de veículos. Os agentes utilizaram um drone para captar imagens da área. Após a conclusão da operação, as equipes seguiram intensificando a fiscalização nos bairros, e por volta das 19h30, localizaram uma moto Yamaha placa PFW 6694 nas proximidades do Pátio de Eventos. O veículo foi entregue à Delegacia de Plantão, localizada no Monte Bom Jesus.

Em números gerais, a Operação Sinergia autuou 95 veículos, e removeu 35, além de 15 CRLVs e uma CNH. Ao todo foram 820 veículos fiscalizados e cerca de 2.900 pessoas abordadas.