
O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), em parceria com a Defensoria Pública do Estado de Pernambuco, promove mais uma edição do casamento coletivo, que vai oficializar gratuitamente a união civil de 217 casais no Recife. A cerimônia será realizada nesta sexta-feira (28/08), às 15h, no Compaz Escritor Ariano Suassuna, na Avenida General San Martin, nº 1208, no bairro do Cordeiro.
Na ocasião, os noivos poderão chegar a partir das 13h para realizarem a identificação e checar a documentação com os cartórios. Em seguida, eles vão ser dirigidos aos locais decorados para fazerem o registro do casal junto a um bolo e seus convidados. A cerimônia de casamento acontece às 15h, e será ministrada pelo juiz Clicério Bezerra e Silva.
Para o coordenador geral do Núcleo de Conciliação do TJPE, juiz José André Machado Barbosa Pinto, os casamentos coletivos realizados pela Defensoria e pelo TJPE já são uma tradição. “Como fruto dessa parceria, nos últimos anos, mais de mil casais viram o nascimento da formalização de direitos e deveres inerentes ao casamento. A celebração de tais casamentos é um marco na vida daqueles casais que já vivem em comunhão há décadas, bem como para jovens casais que veem o início de uma nova vida perante a sociedade. É um momento de alegria e satisfação compartilhado pelos noivos e por todos que participam da organização de tão importante evento”, pontuou o magistrado.
A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso gratuito à oficialização da união civil, promovendo cidadania e garantindo direitos às famílias pernambucanas.
Desde 2023, a parceria entre TJPE e a Defensoria Pública do Estado de Pernambuco já oficializou gratuitamente a união civil de 1.159 casais em cerimônias de casamento coletivo.
O defensor público-geral do Estado de Pernambuco, Clodoaldo Battista de Sousa Teixeira, também falou sobre o que representa a iniciativa. “O casamento coletivo é uma das mais belas expressões da cidadania. Mais do que a formalização de uma união, esta ação representa o reconhecimento de direitos, o fortalecimento dos vínculos familiares e a promoção da dignidade humana”, pontuou.
