Os dias 16 e 17 de fevereiro serão pontos facultativos na administração pública federal, relativos ao período de carnaval. O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) também estabeleceu ponto facultativo até as 14 horas da Quarta-feira de Cinzas.
Devido à folia do Momo, os bancos estarão fechados na segunda-feira (16) e na terça-feira (17) de carnaval e retomam atividades e atendimento presencial nas agências na Quarta-feira de Cinzas (18) a partir das 12 horas, no horário de Brasília. Neste dia, o encerramento das atividades ocorrerá no horário normal de fechamento das agências.
Em informe sobre o expediente bancário durante o período de carnaval, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) explicou que as compensações bancárias não serão efetivadas nessas datas, incluindo a à Transferência Eletrônica Disponível (TED). Mas o Pix vai funcionar 24 horas todos os dias, incluindo os feriados, e poderá ser feito normalmente.
Os caixas eletrônicos e os aplicativos de banco funcionam normalmente durante o feriado, caso o cliente precise de dinheiro vivo para gastar nos bloquinhos de carnaval ou em outras situações.
A Febraban orienta os usuários a lidar, preferencialmente, com os canais digitais, como sites e aplicativos nestes dias, para fazer transferências de valores e pagamento de contas.
Os boletos de cobrança e contas de consumo (água, energia, telefone, entre outros) com vencimento nos dias em que não há compensação (16 e 17 de fevereiro) poderão ser pagos, sem acréscimo de juros, na Quarta-feira de Cinzas.
No caso de tributos e impostos, caso vençam durante o carnaval, é necessário que o pagamento seja antecipado para evitar a incidência de juros e multa.
Nas cidades onde as agências fecham tradicionalmente antes das 15 horas, o início do expediente bancário será antecipado para garantir o mínimo de três horas de atendimento presencial ao público.
Num dia de euforia no mercado financeiro, o dólar caiu para o menor nível em 21 meses e fechou abaixo de R$ 5,20. A bolsa de valores teve forte alta e bateu recorde, superando os 186 mil pontos.
O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (9) vendido a R$ 5,188, com queda de R$ 0,032 (-0,62%). A cotação caiu durante toda a sessão, chegando a R$ 5,17 por volta das 13h. A partir daí, investidores aproveitaram para comprar moeda barata, mas a moeda não deixou de operar em baixa.
A moeda estadunidense está no menor nível desde 28 de maio de 2024, quando estava em R$ 5,15. A divisa acumula queda de 5,47% em 2026.
O mercado de ações teve um dia de ganhos. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 186.241 pontos, com alta de 1,8%. O indicador foi puxado por ações de bancos, de petroleiras e de mineradoras, setores com maior peso no índice.
A última vez em que o Ibovespa tinha batido recorde foi no último dia 3. A bolsa brasileira sobe 15,69% em 2026.
Recomendação da China
O dólar iniciou o pregão em queda frente ao real, acompanhando o movimento no mercado internacional. Possíveis intervenções para fortalecer o iene japonês e a repercussão de dados recentes da economia dos Estados Unidos contribuíram para a queda.
Os números do mercado de trabalho americano, divulgados na semana passada, vieram abaixo do esperado. Isso aumentou as chances de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central estadunidense) volte a reduzir os juros. Além disso, a vitória eleitoral da primeira-ministra japonesa Sanae Takaichi fez o dólar recuar diante do iene.
O principal fator, no entanto, que pesou no mercado foi a recomendação do governo da China de que bancos privados reduzam a compra de títulos do Tesouro dos Estados Unidos. O país asiático é o maior detentor de papéis estadunidenses e pretende diversificar as reservas internacionais.
Essa combinação de fatores fez o dólar cair e a bolsa subir. A moeda estadunidense também cedeu diante de divisas de outros países emergentes, como o rand sul-africano, o peso mexicano e o peso chileno. Esse ambiente mais favorável aos mercados emergentes, observado desde o início do ano, tende a persistir e pode continuar a beneficiar o câmbio brasileiro nos próximos meses.
A 57ª temporada da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, que acontece de 28 de março a 4 de abril de 2026, prepara-se para ser um divisor de águas na história do espetáculo. Localizada no município do Brejo da Madre de Deus, a 180 km do Recife, a produção deste ano aposta em uma inovação tecnológica jamais vista nos 56 anos de encenação.
“Pela primeira vez, o público testemunhará a cena final com um realismo impressionante. Jesus irá ascender até desaparecer entre as nuvens, proporcionando um desfecho mágico e impactante”, afirma Robinson Pacheco, presidente da Sociedade Teatral de Fazenda Nova.
A novidade tem como objetivo não apenas emocionar a plateia, mas também renovar o interesse do público que já conhece a Fazenda Nova e atrair novos visitantes para o Agreste pernambucano.
Até o ano passado, na cena final do espetáculo, Jesus subia apenas alguns metros acima de um rochedo. Mesmo assim, a cena era considerada uma das mais belas e emocionantes do espetáculo. Agora, utilizando iluminação especial e tecnologia de última geração, os organizadores prometem uma ascensão ainda mais impactante para surpresa e espanto da plateia.
A grandiosidade dos novos efeitos especiais servirá também para marcar a passagem do centenário de nascimento de Plínio Pacheco, idealizador e construtor da cidade-teatro. A STFN planejou esta temporada como um tributo ao legado do fundador.
“Vamos homenagear o visionário que transformou uma pequena encenação realizada num vilarejo do agreste nordestino no início da década de 50, em uma das principais atrações turísticas e culturais do Brasil e do mundo”, afirma Robinson que é filho de Plínio e responsável por manter vivo este Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil.
Para dar vida a esta edição histórica, grandes nomes da dramaturgia nacional foram escalados. Dudu Azevedo assume o papel de Jesus, protagonista da aguardada cena da ascensão. O elenco principal conta ainda com Beth Goulart (Maria), Marcelo Serrado (Pilatos) e Carlo Porto (Herodes). Eles atuarão nos nove palcos monumentais ao lado de talentos da cena pernambucana e centenas de figurantes.
O espetáculo, que narra os últimos dias de Jesus — do Sermão da Montanha à inovadora ascensão —, atrai anualmente milhares de espectadores do Brasil e do exterior desde sua inauguração oficial em 1968.
Os ingressos para a temporada 2026 já estão disponíveis e podem ser adquiridos através do site oficial: www.novajerusalem.com.br.
O advogado João Batista de Melo Alves, que desde 2024 presidia a Junta Comercial de Pernambuco (Jucepe), é o novo secretário executivo de Coordenação Estratégica da Casa Civil. O ato de nomeação foi publicado no Diário Oficial, do último sábado (7).
“Desejo sucesso a João que assume uma nova missão em nosso governo depois da sua importante atuação na presidência da Jucepe e agora vai continuar contribuindo com Pernambuco em ações estratégicas na Secretaria da Casa Civil”, destacou a governadora Raquel Lyra.
Currículo – João Batista é graduado em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), com MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Também exerceu o cargo de secretário municipal de Saneamento e atuou em diferentes funções no Senado Federal, na Confederação Nacional da Indústria (CNI) e na Câmara dos Deputados, entre outros órgãos.
A Jucepe será presidida por Paulo André Rabêlo, que exercia o cargo de vice-presidente da autarquia desde 2023.
O vereador de Caruaru e pré-candidato a deputado estadual Anderson Correia (PP) esteve em diligência no município de Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata de Pernambuco, na manhã desta segunda-feira (9), ao lado do grupo de protetores Patinhas Unidas, onde participou diretamente da prisão e condução de um homem suspeito de praticar crime de zoofilia contra uma cadela. O caso ganhou grande repercussão nas redes sociais após a divulgação de imagens, gerando revolta popular e uma onda de denúncias que ajudaram as autoridades a localizar o indivíduo. Com o apoio policial, Anderson Correia acompanhou toda a diligência que conduziu o suspeito à delegacia da Polícia Civil, onde foi registrado o Boletim de Ocorrência nº 26E0151000584, ficando o indivíduo à disposição da Justiça.
Reconhecido como uma das principais referências na defesa da causa animal em Pernambuco, Anderson Correia vem demonstrando que sua atuação vai além das fronteiras de Caruaru. Advogado animalista e defensor dos direitos dos animais, ele tem acompanhado e recebido denúncias em diversos municípios do Estado, fortalecendo o combate aos maus-tratos e cobrando rigor na aplicação da legislação. Segundo o parlamentar, ao receber a denúncia, deslocou-se imediatamente a Vitória de Santo Antão, acompanhou a diligência, esteve na delegacia e participou do registro da ocorrência e dos procedimentos legais necessários.
“Crimes como esse não podem ficar impunes. É fundamental que a população denuncie e que a lei seja aplicada com rigor. Não vamos tolerar esse tipo de situação, por isso fiz questão de vir pessoalmente acompanhar toda a diligência, estar na delegacia e garantir que o suspeito fosse conduzido e responda na forma da lei. Agradeço à Polícia Civil de Pernambuco pelo trabalho conjunto e pelo apoio decisivo para o êxito da prisão. Seguiremos firmes no combate aos maus-tratos e na defesa dos animais”, destacou Correia.
O fotógrafo olindense Mateus Sá lança, nesta quarta (11), uma nova galeria virtual dedicada ao Carnaval de Olinda, reunindo 50 fotografias que integram seu vasto acervo autoral construído desde 1997. O lançamento marca os resultados iniciais da pesquisa “Olinda Vista de Dentro – patrimônio imagético coletivo de uma Olinda subjetiva”, projeto financiado pelo Fundo Pernambucano de Apoio a Cultura (Funcultura). A nova galeria estará disponível no site oficial do autor e nas redes sociais, com conteúdo totalmente acessível para pessoas cegas e surdas, reafirmando o compromisso do projeto com a democratização do acesso à cultura e à memória.
Reconhecido por documentar, há mais de duas décadas, o cotidiano e as manifestações culturais da cidade histórica, Mateus Sá apresenta um recorte imagético que percorre as ladeiras de Olinda a partir de seus personagens simbólicos: foliões, bonecos gigantes, blocos, troças, Maracatus Nação e Rural, Ursos, Bois, Burrinhas e expressões populares que fazem do carnaval olindense uma das maiores referências culturais do país. Mais do que um registro festivo, o trabalho revela uma Olinda vista de dentro, construída a partir da vivência do fotógrafo com o território onde nasceu e desenvolveu sua trajetória artística. A galeria reunirá 50 imagens analógicas e digitais que dialogam com memória, identidade e patrimônio cultural, compondo um importante registro histórico da cidade e de suas transformações ao longo do tempo.
O lançamento da galeria integra um conjunto de ações de pesquisa, conservação e documentação do acervo fotográfico do autor, que passa a ser organizado e disponibilizado para novos projetos artísticos, educativos e de difusão cultural.
SERVIÇO: Lançamento da galeria “Carnaval de Olinda” – Mateus Sá Data: a partir de 11 de fevereiro Onde: www.mateussa.com Redes sociais: Instagram e Facebook do fotógrafo Acessibilidade: recursos para pessoas cegas e surdas
Mais informações: Ana Rocha Assessoria – (81) 99257.8528
Imagine acordar e ter tudo o que precisa para viver bem a apenas uma caminhada de quinze minutos da sua porta. Trabalho, escola dos filhos, supermercado, academia, médico, parque, livraria, restaurantes. Tudo ali, no seu bairro. Parece utópico? Pode até parecer, mas várias cidades ao redor do mundo já estão transformando essa visão em realidade concreta.
O conceito nasceu da mente do urbanista franco-colombiano Carlos Moreno, professor da prestigiada Universidade Sorbonne de Paris. Em 2016, ele apresentou ao mundo uma ideia aparentemente simples, mas revolucionária: reorganizar as cidades para que cada habitante pudesse acessar suas necessidades básicas em até quinze minutos, seja caminhando ou pedalando. Nada de carros, congestionamentos ou horas perdidas no trânsito. Apenas a vida acontecendo numa escala verdadeiramente humana.
A proposta ganhou força real quando Anne Hidalgo, prefeita de Paris, decidiu adotá-la como política pública em 2019. A pandemia acabou funcionando como um catalisador inesperado. Durante os lockdowns, milhões de pessoas foram forçadas a redescobrir seus próprios bairros e perceberam algo surpreendente: talvez não precisassem atravessar a cidade inteira todos os dias para viver bem. A ideia se espalhou rapidamente. Melbourne, Barcelona, Portland, Milão, Bogotá, Houston e dezenas de outras metrópoles começaram a repensar suas estruturas urbanas.
Os números impressionam quando olhamos para a realidade atual. Nos Estados Unidos, segundo pesquisas do MIT, os habitantes urbanos percorrem em média entre onze e quatorze quilômetros para suas atividades comerciais e recreativas diárias. Apenas doze por cento das viagens acontecem dentro de distâncias caminháveis. Esse padrão de deslocamento não representa apenas tempo perdido, mas uma questão ambiental crítica. O modelo atual, centrado no automóvel, contribui significativamente para as mudanças climáticas e deteriora a qualidade de vida urbana.
A filosofia por trás das cidades de quinze minutos se apoia em quatro pilares fundamentais: sustentabilidade, proximidade, solidariedade e participação. Em termos práticos, isso significa criar bairros policêntricos, onde cada região funcione como uma espécie de mini-cidade completa.
Escritórios dividem espaço com moradias. Lojas ficam ao lado de escolas. Hospitais e centros culturais se integram ao tecido do bairro. O resultado é uma trama urbana viva, diversa e, acima de tudo, humana. As vantagens vão muito além da conveniência. A saúde pública melhora quando as pessoas caminham ou pedalam regularmente. A qualidade do ar também se beneficia com a redução de veículos nas ruas.
Paris registrou quedas significativas na poluição atmosférica após começar a implementar o conceito. Economicamente, o comércio local prospera, criando empregos próximos das residências. Mas a implementação enfrenta desafios reais. Adaptar infraestruturas antigas exige investimentos pesados em ciclovias, calçadas amplas e transporte público eficiente. Mudar hábitos arraigados não acontece rapidamente. Há resistências políticas e sociais consideráveis. Alguns críticos chegaram a acusar o conceito de ser uma forma de controlar o movimento das pessoas, comparações que Moreno classifica como completamente distorcidas.
No Brasil, cidades como São Paulo apresentam realidades contrastantes. Enquanto oitenta e um por cento da população consegue chegar a uma Unidade Básica de Saúde caminhando quinze minutos, apenas quatorze por cento têm acesso a teatros ou cinemas nesse mesmo tempo. A concentração de empregos no centro expandido e a extensão continental da metrópole tornam a implementação do modelo um desafio hercúleo. Mas não impossível.
Moreno insiste que a mudança depende fundamentalmente de vontade política clara. Não se trata de uma varinha mágica que resolve problemas em meses, mas de uma transformação gradual e profunda na forma como vivemos. É sobre devolver as cidades às pessoas, tirando o protagonismo dos automóveis e colocando em seu lugar a escala humana, o tempo vivido, a comunidade redescoberta.
Talvez seja justamente essa simplicidade radical que torna o conceito tão poderoso e, ao mesmo tempo, tão difícil de implementar num mundo acostumado à pressa e ao distanciamento.
Marcelo Rodrigues, é advogado especialista em direito ambiental e urbanístico, consultor técnico em sustentabilidade da Prefeitura Municipal de Caruaru, ex-Secretário de Meio Ambiente do Recife.
Foram dois dias de muita alegria, energia, diversão, comunicação e cultura popular espalhada pelos cinco polos de animação. Uma festa pensada para todas as pessoas.
Foram mais de 50 apresentações artísticos, com uma programação construída com zelo, responsabilidade, organização e muito trabalho conjunto das equipes e dos profissionais envolvidos, sempre com respeito e dedicação em cada entrega.
Cultura é trabalho, é economia criativa pulsando: empregos são gerados, o comércio é aquecido e nossa história é fortalecida. Mais de 90% da programação foi composta por artistas de Caruaru, reafirmando o compromisso com a valorização da produção local.
Nossa cultura popular esteve viva e fortalecida com as troças, folguedos, orquestras de frevo, brincantes, pernas de pau, grupos de bois, dançarinos, expressões da cultura afro-brasileira, artistas e seus músicos, além das comitivas culturais das cidades de São Caetano (La Ursa), Bezerros (Papangus) e Pesqueira (Caiporas).
Agradecemos a todos os envolvidos neste Carnaval, que já pode ser considerado o melhor da nossa história, reunindo mais de 60 mil pessoas circulando ao longo dos dois dias de pura animação. A Estação Ferroviária ficou linda, com uma ornamentação que trouxe leveza e pintou, com as cores da vida, o brilho da festa e sua diversidade.
Meu agradecimento à grande equipe da Prefeitura de Caruaru e aos servidores da Fundação de Cultura, por mais essa entrega grandiosa.
E um agradecimento mais que especial ao nosso prefeito Rodrigo Pinheiro, que rege essa orquestra de sucesso que ecoa por todo o Agreste Pernambucano.
Literalmente, um Carnaval gigante, que faz jus ao mote: “O Carnaval de Pernambuco começa em Caruaru.”
Hérlon Cavalcanti Presidente da Fundação de Cultura
Com Xanddy Harmonia no palco e os trios nas ruas, a programação diversa manteve o público animado até o fim
O prefeito Rodrigo Pinheiro, a vice-prefeita Dayse Silva e o secretariado municipal acompanharam de perto o sábado (7) do Pré-Carnaval Multicultural de Caruaru, que reuniu os foliões em diversos polos espalhados na Estação Ferroviária. Nem mesmo a chuva afastou os foliões, que permaneceram animados do começo ao fim da programação.
A folia começou ainda pela manhã, com atividades voltadas para as crianças e famílias nos Polos Coreto da Inclusão, Sucata e Eletrônico. Ao longo da tarde, os Polos Alternativo e o Itinerante Mestre Aurino ampliaram a diversidade. O Circuito Aldo Teixeira tomou as ruas com orquestras de frevo, troças de bois, apresentações culturais e trios elétricos comandados por Robson Estilozoz, Juntô e Banda Pinguim.
No Polo Carlos Fernando, principal palco da Estação Ferroviária, o público vibrou com os shows de Azulinho e Lula Viegas, Sambar & Love e, em um dos momentos mais aguardados da tarde, com a apresentação de Xanddy Harmonia, que contagiou a galera com uma apresentação repleta de sucessos do Carnaval baiano.
Encerrando a noite em clima de celebração, Thayse Dias subiu ao palco convidando Colibri Brasil e Elga Nunes, mantendo a energia de um público que mostrou, mais uma vez, que Caruaru abre o período carnavalesco de Pernambuco com segurança, diversidade e muita alegria – faça sol ou chuva.
A folia do carnaval tomou conta do 24º Baile Municipal de Belo Jardim na noite deste sábado (7). A festa, realizada pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Cultura, Turismo e Empreendedorismo, agitou o povo belo-jardinense e visitantes em uma prévia carnavalesca que já se consolidou como uma das melhores da região. Na grade principal, o público prestigiou os shows de Kekel do Gueto, conterrâneo belo-jardinense, do Grupo Molejo, da banda Bicho do Mato e da Orquestra de Frevo Madre de Deus, presente em mais uma edição do baile.
A abertura da noite festiva ficou por conta do Grupo da Escola de Artes Integradas do Instituto Conceição Moura, um projeto social que foca em dois pilares importantes de Belo Jardim: a musicalidade e a formação cultural desde a infância. A edição 2026 contou ainda com apresentações do grupo Frevo de Malungo nos intervalos entre as bandas, garantindo que ninguém ficasse parado e que a folia se mantivesse viva.
A festa contou com o apoio intersetorial das secretarias de Saúde, Defesa Cidadã e Políticas Públicas para a Mulher e Juventude, garantindo prontidão nos atendimentos de urgência e emergência em saúde, além de segurança, organização do trânsito e a realização da campanha educativa “Folia sim, assédio não!”, promovendo um carnaval mais seguro para as mulheres. O Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar também atuaram, assegurando a tranquilidade dos foliões.
O prefeito Gilvandro Estrela expressou sua alegria com o sucesso de mais uma edição. “É muito satisfatório ver o trabalho de muitas mãos dando resultado e mantendo viva a tradição de Belo Jardim. A cada ano, o baile melhora e atrai pessoas de outras cidades para prestigiar a cultura belo-jardinense. Mesmo debaixo de chuva, o povo não parou. Eles prestigiaram cada momento e fizeram valer essa noite de festa”, declarou.
O 24º Baile Municipal de Belo Jardim teve como tema “Tradição, Cores e Encantos” e contou com o apoio e patrocínio do Posto São Pedro, Empac, Óticas Arcoverde, Hotel Lacazzona, Hotel Asa Branca e NAAP – Núcleo de Atendimento.