Nunes Marques suspende divulgação de pesquisa da AtlasIntel sobre disputa para presidente por suspeita de indução ao eleitor

Uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu a divulgação da pesquisa AtlasIntel registrada sob o número BR-06939/2026, que trata da disputa para o cargo de presidente da República nas Eleições 2026.

A decisão liminar (provisória) é do presidente do Tribunal, ministro Kassio Nunes Marques, e deve ser levada a referendo na sessão colegiada do TSE. Ele considerou que há suspeitas de indução ao eleitor.

O presidente do Tribunal analisou pedido do Partido Liberal, que pediu a suspensão da pesquisa sob o argumento de que o questionário foi construído para induzir respostas que prejudicaram o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), extrapolando o papel de verificação da opinião pública.

Em análise preliminar, o ministro considerou que há elementos que indicam indução para a contaminação das respostas, entre eles a divulgação de áudio de investigação, e destacou que a concessão da liminar parcial – para suspender a divulgação, o impulsionamento, a republicação ou a manutenção da pesquisa nos canais oficiais da empresa – não indica perigo caso posteriormente se verifique a regularidade metodológica do levantamento.

“Os elementos trazidos aos autos após manifestação da representada reforçam, em juízo de cognição sumária, os indícios relevantes de comprometimento da metodologia da pesquisa impugnada, inclusive no cotejo com os questionários de outras pesquisas registradas no TSE pela mesma empresa”, destacou o ministro.

Controvérsia

Kassio Nunes Marques lembrou que o CEO da AtlasIntel, em entrevista à CNN no dia 19 de maio, reconheceu o viés político do conteúdo submetido aos entrevistados e apontou o desgaste eleitoral que isso representava.

Para o ministro, há indicativos de que “a pesquisa possa ter extrapolado os limites da regular aferição estatística”. “A controvérsia suscitada nos autos não se limita, portanto, à mera discordância quanto às escolhas metodológicas da representada, mas envolve alegação objetiva de possível utilização do questionário como mecanismo de indução do entrevistado”, afirmou.

Na decisão, Kassio Nunes Marques destacou que outras 27 pesquisas feitas pela AtlasIntel não apresentaram questionários com perguntas semelhantes ao teor da pesquisa questionada nem veicularam áudio.

O ministro determinou que a AtlasIntel apresente documentação técnica complementar que indique a regularidade da metodologia, especialmente em relação ao uso do áudio. O Ministério Público Eleitoral também terá um dia para se manifestar.

Leia a íntegra da decisão.

Brasileirão tem recorde de jogadores convocados para uma Copa do Mundo

FILE PHOTO: Soccer Football - World Cup - South American Qualifiers - Brazil v Paraguay - Neo Quimica Arena, Sao Paulo, Brazil - June 10, 2025 Paraguay's Gustavo Gomez in action with Brazil's Vinicius Junior REUTERS/Jorge Silva/File Photo

Sete entre as 48 seleções da Copa do Mundo, que inicia nesta quinta-feira (11), possuem jogadores que atuam no Campeonato Brasileiro. Ao todo, são 32 atletas, que representam dez clubes da primeira divisão.

A marca supera o recorde anterior, de 27 nomes, na edição de 1974, sendo que 22 representavam a própria equipe verde e amarela – os demais estiveram distribuídos por três seleções (Uruguai, Chile e Argentina). Além disso, o número é 357% maior que o da Copa passada, em 2022, que reuniu somente sete jogadores que atuavam no Brasil.

“Os grandes [times] brasileiros não têm tantos concorrentes [de mercado] no continente quanto os ingleses, que competem com clubes como Real Madrid, Barcelona [ambos da Espanha], Bayern de Munique [Alemanha], Paris Saint-Germain [França], entre muitos outros”, analisou, via assessoria de imprensa, Marcos Casseb, sócio da Roc Nation Sports Brazil, empresa que atua com gerenciamento de carreira.

Piquerez, Palmeiras, zagueiro
Joaquín Piquerez (foto), lateral do Palmeiras, defenderá a seleção uruguaia, assim como Guillermo Varela, Nico de la Cruz e Giorgian de Arrascaeta, que atuam no Flamengo – Cesar Greco/Palmeiras/proibida reprodução

Três países dividem o protagonismo: Brasil, Uruguai e Paraguai. Cada um tem sete atletas do Brasileirão nas respectivas seleções.

O time brasileiro conta com quatro nomes do Flamengo: os zagueiros Danilo e Léo Pereira, o lateral-esquerdo Alex Sandro e o meia Lucas Paquetá. Completam a relação de quem atua por aqui o goleiro Weverton (Grêmio), o volante Danilo Santos (Botafogo) e o atacante Neymar (Santos).

Na seleção uruguaia, a maioria dos convocados também vem do Rubro-Negro: o lateral Guillermo Varela e os meias Nico de la Cruz e Giorgian de Arrascaeta. Do Palmeiras, foram chamados o lateral Joaquín Piquerez e o volante Emiliano Martínez. Outros dois clubes do Brasileirão representados na Celeste Olímpica são o Internacional, com o goleiro Sérgio Rochet; e o Fluminense, com o atacante Agustín Canobbio.

A equipe paraguaia, por sua vez, tem o Verdão em destaque, com três nomes: o zagueiro Gustavo Gómez, o meia Maurício (que é brasileiro naturalizado) e o atacante Ramón Sosa. Também jogam no Brasileirão os zagueiros Fabian Balbuena (Grêmio) e Junior Alonso (Atlético-MG), o volante Damián Bobadilla (São Paulo) e o atacante Isidro Pitta (Red Bull Bragantino).

Outra equipe com três convocados de um mesmo clube do Brasil é a do Equador: o lateral Ángelo Preciado, o volante Alan Franco e o atacante Alan Minda, todos do Atlético-MG. A seleção tricolor conta, ao todo, com cinco atletas que jogam por aqui. Os demais são o zagueiro Felix Torres (Internacional) e o atacante Gonzalo Plata (Flamengo).

País que mais cresceu em representatividade no Brasileirão nas últimas cinco temporadas, a Colômbia convocou quatro dos 26 atletas que estão na Série A: os meias Juan Portilla (Athletico-PR) e Jorge Carrascal (Flamengo)  e os atacantes Jhon Arias (Palmeiras) e Andrés Gómez (Vasco).

Por fim, duas seleções têm, cada uma, um atleta do Brasileirão. Atual campeã, a Argentina convocou o centroavante Flaco Lopez, do Palmeiras. Desde a Copa de 2006, quando foram chamados o volante Javier Mascherano e o atacante Carlos Tévez, então no Corinthians, os hermanos não chegavam ao Mundial com jogadores atuando no Brasil.

Já o Corinthians será representado na Copa pelo atacante Memphis Depay. O camisa 10 é o maior artilheiro da história da seleção holandesa, com 54 gols. É a primeira vez que um atleta europeu é convocado para o Mundial jogando no Brasileirão.

“O futebol brasileiro deixou de ser apenas um exportador de talentos e passou a se posicionar também como um mercado estratégico dentro da cadeia global do esporte”, concluiu, também por meio de comunicado à imprensa, Alexandre Frota, diretor-executivo da FutPro Expo, evento sobre a indústria do futebol, que ocorreu em Fortaleza no começo de maio.

Em clima de Copa, campanha pede ‘cartão vermelho ao trabalho infantil’

Crianças correndo no por do sol, Crianças Brincando. Foto: maxximmm/ Adobe Stock

Com a atenção voltada à Copa do Mundo FIFA de futebol, entidades de defesa dos direitos do trabalhador e da criança e do adolescente lançaram a campanha “Cartão Vermelho ao Trabalho Infantil”. A mobilização faz parte da mobilização global em torno do Dia Mundial e Nacional de Combate ao Trabalho Infantil, celebrado em 12 de junho,

Lideram a iniciativa o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a Justiça do Trabalho, a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção a Adolescentes no Trabalho (FNPETI).

O objetivo da campanha é fortalecer o engajamento de instituições públicas, organizações da sociedade civil, setor privado e cidadãos no enfrentamento ao trabalho infantil, em especial em um contexto de desigualdades sociais.

No site oficial do FNPETI, é possível encontrar uma cartilha com orientações para mobilizações sociais, legislações ligadas à causa, e peças de comunicação da campanha.

Entidades públicas e privadas, organizações da sociedade civil e cidadãos e cidadãs já podem aderir à campanha. Caso testemunhe uma situação de trabalho infantil, qualquer pessoa pode fazer a denúncia no MPT (www.mpt.mp.br), no Sistema Ipê do Ministério do Trabalho e Emprego (ipetrabalhoinfantil.trabalho.gov.br) ou no Disque 100.

Trabalho Infantil
Segundo dados da OIT, cerca de 138 milhões de crianças estão em situação de trabalho infantil no mundo. No Brasil, de acordo com um levantamento de 2024, feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número estimado é de 1,64 milhão.

A pesquisa do IBGE apontou que, entre crianças e adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil, apenas 88,8% eram estudantes, enquanto 97,5% da população total dessa faixa etária frequenta escolas.

A maior diferença aparece entre adolescentes de 16 e 17 anos, em que a frequência escolar chega a 81,8% entre aqueles em situação de trabalho infantil.

O estudo mostra também que houve um aumento de 2,1% de jovens nessa condição, quando os dados são comparados com os de 2023. As maiores altas foram registradas nas regiões Sul e Nordeste, enquanto os maiores índices de queda foram na Região Norte do país.

Do total apresentado pelo IBGE, 560 mil estavam em atividades previstas na Lista das Piores Formas de Trabalho Infantil (Lista TIP). Esse grupo inclui atividades com maior potencial de dano à saúde, segurança e moral, como, por exemplo, exploração sexual e trabalhos em condições insalubres.

Além de comprometer a escolarização e o desenvolvimento, o trabalho infantil expõe crianças e adolescentes a riscos ocupacionais e agravos à saúde. O Ministério Público do Trabalho aponta que, entre 2007 e 2024, foram mais de 45 mil acidentes de trabalho graves envolvendo crianças e adolescentes no país.

Mobilização social
Em nota, o diretor do Escritório da Organização Internacional do Trabalho para o Brasil, Vinícius Pinheiro, ressalta a importância da mobilização:

“Em um ano em que os países estarão unidos pela paixão do futebol durante a Copa do Mundo, a campanha Cartão Vermelho ao Trabalho Infantil no Brasil une-se à campanha global da OIT para alertar que também precisamos nos unir em defesa das crianças”.

A coordenadora nacional de Combate ao Trabalho Infantil e de Promoção e Defesa dos Direitos de Crianças e Adolescentes (Coordinfância) do Ministério Público do Trabalho (MPT), Fernanda Brito Pereira, acrescenta que o trabalho infantil ainda é naturalizado e invisibilizado, o que torna mais difícil o enfrentamento à prática.

“A campanha busca possibilitar que crianças e adolescentes se apropriem de seus direitos e compreendam as situações de violação que vivenciam para que possam denunciá-las quando não conseguirem evitá-las. O objetivo é que o esclarecimento contribua para prevenir o trabalho infantil e fortalecer a proteção integral das infâncias e das adolescências”, explica.

*Estagiária sob supervisão da jornalista Mariana Tokarnia.

MEC Livros empresta mais de 3 mil títulos por dia; veja os mais lidos

09/04/2026 - Browser e app da página do MEC LIVROS. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

A plataforma MEC Livros alcançou a marca de 468 mil obras literárias acessadas gratuitamente desde o lançamento da ferramenta, em abril deste ano, o que resulta em uma média de 3,4 mil livros por dia.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), mais de 107 mil livros foram vistos integralmente, com pelo menos 90% do conteúdo lido.

Somado todo o tempo de leitura de todos os usuários na plataforma, foram registradas 269 mil horas, o equivalente a cerca de 30 anos de leitura ininterrupta.

A biblioteca digital do Brasil tem registrados 862 mil usuários em todo o país, dos quais 44% já pegaram ao menos uma obra emprestada.

A iniciativa do governo federal de emprestar os livros tem o objetivo de ampliar o acesso público e gratuito a obras literárias em formato digital, que podem ser acessadas gratuitamente por computadores, tablets e smartphones.

Os mais lidos

No total, 13 mil títulos diferentes já foram emprestados e, ao menos, folheados, entre os mais de 25 mil disponibilizados na plataforma.

Entre todos eles, o livro mais lido é ‘A Cabeça do Santo‘, da jornalista e escritora brasileira Socorro Acioli, com 27.479 empréstimos. A obra foi desenvolvida em uma oficina de Gabriel García Márquez, colombiano que venceu o Nobel da Literatura em 1982, e conta a história de um jovem que descobre possuir o dom de ouvir as preces de mulheres para Santo Antônio.

TOP5 de mais emprestados no MEC Livros:

A Cabeça do Santo, de Socorro Acioli;
Crime e Castigo, de Fiódor Dostoiévski;
Noites Brancas, de Fiódor Dostoiévski;
A Vegetariana, de Han Kang;
Sem Despedidas, de Han Kang.

Rio de Janeiro (RJ) 05/11/2024 - Trilha de Letras, da TV Brasil, recebe escritora Socorro Acioli
Frame TV Brasil
Trilha de Letras, da TV Brasil, recebe escritora Socorro Acioli Frame TV Brasil – Frame TV Brasil

Acervo

A plataforma MEC Livros disponibiliza livros nacionais e internacionais que contribuam para a aprendizagem e formação de estudantes, além de difundir o patrimônio literário, incentivar o hábito de leitura, modernizar o ensino e promover a integração de novas tecnologias na educação.

Na primeira página, está disponível uma lista de livros do catálogo, organizados por categorias como “Em Alta”, “Best-Sellers”, “Autores Clássicos Brasileiros”, “Sucessos internacionais”, “Mais buscados”, entre outras.

Como funciona

Para ter acesso às obras, basta acessar o site ou o aplicativo MEC Livros e fazer o login com a conta do Gov.br.

O usuário pode buscar um livro pelo título ou autor. Com base na pesquisa, a plataforma pode sugerir títulos semelhantes.

Ao clicar na capa do livro que deseja pegar emprestado, há a opção de ler antes o resumo sobre a obra no botão “Mais informações”.

Ao clicar nesse botão, o app abrirá uma nova página que contém o botão “Emprestar e Ler”, basta selecioná-lo e o livro estará à disposição para leitura.

O prazo de empréstimo é de 14 dias. No fim deste prazo, o usuário pode optar pela renovação do empréstimo pelo mesmo período ou pela devolução do título.

Os usuários que tiverem lido ao menos 10% da obra poderão devolvê-la antecipadamente e realizar um novo empréstimo. O mesmo vale para quem já tiver concluído 90% ou mais do conteúdo e desejar encerrar a leitura antes do prazo.

Somente após a devolução deste livro será possível tomar um novo livro emprestado. É permitido o empréstimo de até duas obras por mês por Cadastro de Pessoa Física (CPF).

Pai de Henry Borel pede anulação de julgamento de Monique Medeiros

Leniel Borel, pai de Henri fala antes da audiência de instrução no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro

O pai do menino Henry Borel, Leniel Borel, entrou nesta segunda-feira (8) com recurso pedindo a anulação do julgamento que concedeu perdão judicial a Monique Medeiros, mãe da criança.

No último dia 4 de junho, a juíza Elizabeth Louro, que presidiu o julgamento, concedeu o perdão judicial a Monique Medeiros. O júri havia decidido desclassificar a acusação de homicídio intencional para homicídio culposo (quando não há a intenção de matar) e condená-la pelo crime de tortura por omissão.

Ao aplicar o perdão judicial, a juíza justificou que Monique já sofreu um castigo severo, o suficiente. A magistrada criticou a “reação desproporcional da sociedade, classificando-a como discriminatória e fruto de uma cultura que exige que a mulher seja uma mãe perfeita”. Monique foi sentenciada a 1 ano e 4 meses de detenção pelo crime de tortura e como já vinha cumprindo prisão preventiva, a pena foi considerada encerrada.

A defesa de Leniel Borel argumenta que “os jurados já haviam reconhecido a materialidade e a autoria atribuídas a Monique, bem como rejeitado a tese absolutória apresentada pela defesa”.

“Contudo, na sequência da votação, foram submetidos a novos quesitos cujas respostas se mostraram incompatíveis com as conclusões anteriormente alcançadas pelo próprio Conselho de Sentença, gerando contradição interna no veredicto e comprometendo a correta interpretação da vontade soberana dos jurados”, destaca o advogado Cristiano da Rocha Medina, que representa Leniel Borel.

Segundo o recurso, o perdão judicial “impede a identificação inequívoca da real manifestação do Conselho de Sentença”. A defesa requer a anulação do julgamento e a realização de novo júri.

“O respeito à soberania dos veredictos pressupõe que a vontade dos jurados seja manifestada de forma clara, coerente e livre de contradições. Quando há dúvida objetiva sobre o alcance das respostas fornecidas pelo Conselho de Sentença, impõe-se a realização de novo julgamento para que a decisão reflita, de maneira inequívoca, a vontade dos jurados”, conclui.

De acordo com o promotor de Justiça, Fábio Vieira, que atuou no júri, o Ministério Público recorreu da decisão, “uma vez que, em uma primeira quesitação, Monique foi considerada responsável pela morte dolosa de Henry. Assim, entendemos que ela também deveria ter sido condenada pelo homicídio doloso”.

Defesa de Jairinho
O ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, foi condenado a 43 anos, 9 meses e 20 dias de prisão pela morte de Henry Borel Medeiros, de 4 anos, ocorrida em 8 março de 2021.

A defesa de Jairinho também apresentou recurso nesta segunda-feira (8) contra a condenação. Os advogados alegam parcialidade da juíza Elizabeth Machado Louro. Segundo os advogados, a questão vem sendo levantada desde o início do processo e ganhou força após críticas feitas pelo Ministério Público e pela assistência de acusação em relação ao perdão judicial para Monique Medeiros.

A defesa sustenta que, “caso a Justiça reconheça vícios capazes de anular o julgamento de Monique Medeiros, o mesmo entendimento deve ser aplicado a Jairinho”.

Os advogados afirmam que um eventual novo júri deveria ocorrer sem as supostas nulidades apontadas ao longo da tramitação do processo.

Defesa de Monique
Os advogados que atuam na defesa de Monique ressaltaram que “o Tribunal do Júri constitui uma das mais importantes garantias constitucionais do Estado Democrático de Direito, sendo a soberania dos veredictos um princípio expressamente assegurado pela Constituição da República de 1988”.

Em nota, eles avaliam que o julgamento foi pautado pela análise das provas produzidas na instrução processual, dentro das regras que regem o procedimento do júri popular.

Ao longo de todo o processo, a defesa de Monique sustentou que “ela não praticou qualquer agressão contra seu filho e que seu maior erro foi não conseguir perceber, a tempo, a violência que ela e seu filho sofriam. A morte de Henry representa uma tragédia irreparável para todos os envolvidos neste caso”.

Copa do Mundo: exames de Neymar apontam ‘boa evolução’ , afirma CBF

Neymar em sessão de fisioterapia em 06/06/2026 - seleção brasileira - Copa do Mundo 2026
© Nelson Terme/CBF/Direitos Reservados
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou nesta segunda-feira (8) uma nota oficial a respeito da recuperação do atacante Neymar, que se apresentou com uma lesão na panturrilha direita. Segundo o texto, o camisa 10 da seleção do Brasil passou por uma ressonância magnética que mostrou “boa evolução, dentro dos parâmetros esperados”. Não há, no entanto, nenhuma previsão sobre o retorno do jogador aos gramados. A nota se limita a dizer que Neymar “seguirá o processo de recuperação e de preparação física planejado pela comissão médica da Seleção Brasileira.”

A estreia do Brasil na Copa do Mundo acontecerá no próximo sábado (13), às 19h (horário de Brasília), diante da seleção de Marrocos, em Nova Jersey, local onde a equipe comandada por Carlo Ancelotti vem se preparando. No último sábado, o grupo viajou para Cleveland, onde derrotou o Egito por 2 a 1 em amistoso. Neymar, no entanto, não acompanhou o resto da delegação, mantendo a programação de recuperação.

À época da convocação da seleção para a Copa, no dia 18 de maio, a informação passada pelo Santos, clube de Neymar, era de que o atleta tinha um edema na panturrilha. No entanto, ao se apresentar para os treinos na Granja Comary, em Teresópolis, nove dias depois, o jogador passou por exames complementares que apontaram uma lesão de grau dois na região. No dia seguinte, o médico da seleção, Rodrigo Lasmar, afirmou que Neymar necessitaria de mais duas a três semanas para se recuperar. Segundo este cronograma, a primeira data possível para a volta do jogador seria a próxima quinta-feira, dia 11.

A Fifa permite mudanças na lista de convocados até 24 horas antes da estreia da equipe. No entanto, em entrevista coletiva, também em Teresópolis, no dia 30, Ancelotti confirmou que Neymar não será cortado.

A calçada é nossa, mas o poste de luz foi feito para o carro

Por Marcelo Rodrigues

Sabe aquele trecho da calçada que some do nada? Você caminha de boa e, de repente, o passeio vira rampa de garagem, ilha de cimento ou simplesmente nada. Acabou. Quem segue a pé que se vire, que desça para a rua e dispute espaço com toneladas de metal a cinquenta por hora. É assim, todos os dias, em praticamente qualquer cidade brasileira que se diga desenvolvida. A calçada não é tratada como infraestrutura essencial; é uma benesse mal administrada, um espaço a reboque do projeto viário, quando deveria ser a espinha dorsal da mobilidade.

Mas o que, afinal, transforma uma calçada em boa para quem anda? Largura é o básico, e não estou falando de faixa larga de aeroporto. Basta que duas pessoas consigam se cruzar sem encostar o ombro uma na outra, sem ter que dar meia-volta por causa de um poste engolindo o espaço. O piso precisa ser plano, contínuo, sem aquelas armadilhas que quebram tornozelos e atiram cadeirantes para a pista sem cerimônia. Arborização faz falta, porque sombra não é frescura quando o sol bate a quarenta graus e o asfalto solta vapor quente no rosto. E obstáculos? Postes no meio do caminho, placas espetadas como se o pedestre fosse invisível, lixeiras, mesas de bar, tapumes, placas de obra e, claro, carros estacionados em cima do passeio público como se estivessem em seu quintal privativo. A calçada vira depósito, garagem improvisada, extensão do comércio, palco de reforma. O pedestre vira intruso na própria cidade, obrigado a fazer slalom entre barreiras que ninguém autorizou, mas todo mundo aceita de bom grado porque, afinal, “quem anda a pé não gera trânsito”, como se mobilidade fosse sinônimo exclusivo de rodovia e asfalto.

Agora, uma pergunta que deveria incomodar muito mais gente: por que os postes de iluminação pública jogam quase toda a luz para a via dos carros? Sério. Pare e observe na próxima esquina. A laranjada amarelada do vapor de sódio — ou o branco frio do LED moderno — banha generosamente o asfalto onde já circulam veículos equipados com farol alto, farol baixo, farol de neblina, lanterna traseira de LED e, às vezes, até xenon ilegal. O carro é uma ópera de luzes próprias, um show de iluminação particular que custou caro ao dono. O pedestre, não. O pedestre tem o que? A esperança de não torcer o pé no buraco que o poste não iluminou, e a sorte de não cruzar com alguém de más intenções no escuro, parado sob a única sombra do poste que deveria protegê-lo.

Iluminar a rua e deixar a calçada na penumbra é um erro técnico grotesco — ou uma escolha política descarada — que revela quem manda de verdade no projeto urbano. A rua é o espaço sagrado do automóvel; a calçada, uma sobra mal iluminada onde você caminha por conta e risco. Na escuridão, quem anda fica vulnerável a assaltos, a buracos, a desníveis, a postes que aparecem do nada como inimigos silenciosos esperando a canela descuidada. E o pior: pagamos por isso com nossos impostos, mês após mês. A conta de iluminação pública sai do bolso de todos, inclusive do cidadão que não tem carro, para dar mais segurança visual a quem já tem quatro pneus, airbag, câmera de ré e um volante. É quase um subsídio invertido: quem menos precisa de luz pública é quem mais a recebe de bandeja, enquanto quem depende dela fica no escuro, tropeçando e rezando.

Uma calçada decente deveria ser prioridade absoluta de qualquer gestor público que se preze. Ela é o primeiro e o último trecho de toda viagem urbana: você sai de casa a pé, pega o ônibus, o metrô, talvez um aplicativo, mas sempre volta a pisar no chão da cidade. Se esse chão é quebrado, estreito, escuro e hostil, a cidade inteira se revela hostil. Não existe cidade inteligente, cidade sustentável ou cidade humana sem calçada de qualidade. Não existe urbanismo de verdade onde o pedestre é tratado como coadjuvante inconveniente que atrapalha o fluxo dos veículos e merece apenas o que sobra do orçamento e da atenção dos planejadores.

O mínimo que se poderia exigir é inverter os holofotes — literalmente. Deixe o carro com seus faróis modernos, seus sensores de luz e seu farol de xenon. O pedestre precisa enxergar onde pisa, precisa sentir que o espaço é dele, que a cidade o acolhe e não o expulsa para a beirada como um mendigo envergonhado. E, enquanto isso não acontece, a gente segue desviando de poste, pulando poça, descendo para a rua ao relento e torcendo para chegar inteiro em casa. Porque, no final das contas, a calçada até é nossa. Só que o dono da cidade ainda pensa que ela é dele, e a luz que pagamos com tanto sacrifício confirma isso todas as noites, espetacularmente, sobre o capô dos carros.

Sabe aquele trecho da calçada que some do nada? Você caminha de boa e, de repente, o passeio vira rampa de garagem, ilha de cimento ou simplesmente nada. Acabou. Quem segue a pé que se vire, que desça para a rua e dispute espaço com toneladas de metal a cinquenta por hora. É assim, todos os dias, em praticamente qualquer cidade brasileira que se diga desenvolvida. A calçada não é tratada como infraestrutura essencial; é uma benesse mal administrada, um espaço a reboque do projeto viário, quando deveria ser a espinha dorsal da mobilidade.

Mas o que, afinal, transforma uma calçada em boa para quem anda? Largura é o básico, e não estou falando de faixa larga de aeroporto. Basta que duas pessoas consigam se cruzar sem encostar o ombro uma na outra, sem ter que dar meia-volta por causa de um poste engolindo o espaço. O piso precisa ser plano, contínuo, sem aquelas armadilhas que quebram tornozelos e atiram cadeirantes para a pista sem cerimônia. Arborização faz falta, porque sombra não é frescura quando o sol bate a quarenta graus e o asfalto solta vapor quente no rosto. E obstáculos? Postes no meio do caminho, placas espetadas como se o pedestre fosse invisível, lixeiras, mesas de bar, tapumes, placas de obra e, claro, carros estacionados em cima do passeio público como se estivessem em seu quintal privativo. A calçada vira depósito, garagem improvisada, extensão do comércio, palco de reforma. O pedestre vira intruso na própria cidade, obrigado a fazer slalom entre barreiras que ninguém autorizou, mas todo mundo aceita de bom grado porque, afinal, “quem anda a pé não gera trânsito”, como se mobilidade fosse sinônimo exclusivo de rodovia e asfalto.

Agora, uma pergunta que deveria incomodar muito mais gente: por que os postes de iluminação pública jogam quase toda a luz para a via dos carros? Sério. Pare e observe na próxima esquina. A laranjada amarelada do vapor de sódio — ou o branco frio do LED moderno — banha generosamente o asfalto onde já circulam veículos equipados com farol alto, farol baixo, farol de neblina, lanterna traseira de LED e, às vezes, até xenon ilegal. O carro é uma ópera de luzes próprias, um show de iluminação particular que custou caro ao dono. O pedestre, não. O pedestre tem o que? A esperança de não torcer o pé no buraco que o poste não iluminou, e a sorte de não cruzar com alguém de más intenções no escuro, parado sob a única sombra do poste que deveria protegê-lo.

Iluminar a rua e deixar a calçada na penumbra é um erro técnico grotesco — ou uma escolha política descarada — que revela quem manda de verdade no projeto urbano. A rua é o espaço sagrado do automóvel; a calçada, uma sobra mal iluminada onde você caminha por conta e risco. Na escuridão, quem anda fica vulnerável a assaltos, a buracos, a desníveis, a postes que aparecem do nada como inimigos silenciosos esperando a canela descuidada. E o pior: pagamos por isso com nossos impostos, mês após mês. A conta de iluminação pública sai do bolso de todos, inclusive do cidadão que não tem carro, para dar mais segurança visual a quem já tem quatro pneus, airbag, câmera de ré e um volante. É quase um subsídio invertido: quem menos precisa de luz pública é quem mais a recebe de bandeja, enquanto quem depende dela fica no escuro, tropeçando e rezando.

Uma calçada decente deveria ser prioridade absoluta de qualquer gestor público que se preze. Ela é o primeiro e o último trecho de toda viagem urbana: você sai de casa a pé, pega o ônibus, o metrô, talvez um aplicativo, mas sempre volta a pisar no chão da cidade. Se esse chão é quebrado, estreito, escuro e hostil, a cidade inteira se revela hostil. Não existe cidade inteligente, cidade sustentável ou cidade humana sem calçada de qualidade. Não existe urbanismo de verdade onde o pedestre é tratado como coadjuvante inconveniente que atrapalha o fluxo dos veículos e merece apenas o que sobra do orçamento e da atenção dos planejadores.

O mínimo que se poderia exigir é inverter os holofotes — literalmente. Deixe o carro com seus faróis modernos, seus sensores de luz e seu farol de xenon. O pedestre precisa enxergar onde pisa, precisa sentir que o espaço é dele, que a cidade o acolhe e não o expulsa para a beirada como um mendigo envergonhado. E, enquanto isso não acontece, a gente segue desviando de poste, pulando poça, descendo para a rua ao relento e torcendo para chegar inteiro em casa. Porque, no final das contas, a calçada até é nossa. Só que o dono da cidade ainda pensa que ela é dele, e a luz que pagamos com tanto sacrifício confirma isso todas as noites, espetacularmente, sobre o capô dos carros.

Sabe aquele trecho da calçada que some do nada? Você caminha de boa e, de repente, o passeio vira rampa de garagem, ilha de cimento ou simplesmente nada. Acabou. Quem segue a pé que se vire, que desça para a rua e dispute espaço com toneladas de metal a cinquenta por hora. É assim, todos os dias, em praticamente qualquer cidade brasileira que se diga desenvolvida. A calçada não é tratada como infraestrutura essencial; é uma benesse mal administrada, um espaço a reboque do projeto viário, quando deveria ser a espinha dorsal da mobilidade.

Mas o que, afinal, transforma uma calçada em boa para quem anda? Largura é o básico, e não estou falando de faixa larga de aeroporto. Basta que duas pessoas consigam se cruzar sem encostar o ombro uma na outra, sem ter que dar meia-volta por causa de um poste engolindo o espaço. O piso precisa ser plano, contínuo, sem aquelas armadilhas que quebram tornozelos e atiram cadeirantes para a pista sem cerimônia. Arborização faz falta, porque sombra não é frescura quando o sol bate a quarenta graus e o asfalto solta vapor quente no rosto. E obstáculos? Postes no meio do caminho, placas espetadas como se o pedestre fosse invisível, lixeiras, mesas de bar, tapumes, placas de obra e, claro, carros estacionados em cima do passeio público como se estivessem em seu quintal privativo. A calçada vira depósito, garagem improvisada, extensão do comércio, palco de reforma. O pedestre vira intruso na própria cidade, obrigado a fazer slalom entre barreiras que ninguém autorizou, mas todo mundo aceita de bom grado porque, afinal, “quem anda a pé não gera trânsito”, como se mobilidade fosse sinônimo exclusivo de rodovia e asfalto.

Agora, uma pergunta que deveria incomodar muito mais gente: por que os postes de iluminação pública jogam quase toda a luz para a via dos carros? Sério. Pare e observe na próxima esquina. A laranjada amarelada do vapor de sódio — ou o branco frio do LED moderno — banha generosamente o asfalto onde já circulam veículos equipados com farol alto, farol baixo, farol de neblina, lanterna traseira de LED e, às vezes, até xenon ilegal. O carro é uma ópera de luzes próprias, um show de iluminação particular que custou caro ao dono. O pedestre, não. O pedestre tem o que? A esperança de não torcer o pé no buraco que o poste não iluminou, e a sorte de não cruzar com alguém de más intenções no escuro, parado sob a única sombra do poste que deveria protegê-lo.

Iluminar a rua e deixar a calçada na penumbra é um erro técnico grotesco — ou uma escolha política descarada — que revela quem manda de verdade no projeto urbano. A rua é o espaço sagrado do automóvel; a calçada, uma sobra mal iluminada onde você caminha por conta e risco. Na escuridão, quem anda fica vulnerável a assaltos, a buracos, a desníveis, a postes que aparecem do nada como inimigos silenciosos esperando a canela descuidada. E o pior: pagamos por isso com nossos impostos, mês após mês. A conta de iluminação pública sai do bolso de todos, inclusive do cidadão que não tem carro, para dar mais segurança visual a quem já tem quatro pneus, airbag, câmera de ré e um volante. É quase um subsídio invertido: quem menos precisa de luz pública é quem mais a recebe de bandeja, enquanto quem depende dela fica no escuro, tropeçando e rezando.

Uma calçada decente deveria ser prioridade absoluta de qualquer gestor público que se preze. Ela é o primeiro e o último trecho de toda viagem urbana: você sai de casa a pé, pega o ônibus, o metrô, talvez um aplicativo, mas sempre volta a pisar no chão da cidade. Se esse chão é quebrado, estreito, escuro e hostil, a cidade inteira se revela hostil. Não existe cidade inteligente, cidade sustentável ou cidade humana sem calçada de qualidade. Não existe urbanismo de verdade onde o pedestre é tratado como coadjuvante inconveniente que atrapalha o fluxo dos veículos e merece apenas o que sobra do orçamento e da atenção dos planejadores.

O mínimo que se poderia exigir é inverter os holofotes — literalmente. Deixe o carro com seus faróis modernos, seus sensores de luz e seu farol de xenon. O pedestre precisa enxergar onde pisa, precisa sentir que o espaço é dele, que a cidade o acolhe e não o expulsa para a beirada como um mendigo envergonhado. E, enquanto isso não acontece, a gente segue desviando de poste, pulando poça, descendo para a rua ao relento e torcendo para chegar inteiro em casa. Porque, no final das contas, a calçada até é nossa. Só que o dono da cidade ainda pensa que ela é dele, e a luz que pagamos com tanto sacrifício confirma isso todas as noites, espetacularmente, sobre o capô dos carros.

Marcelo Augusto Rodrigues, é jurista, observador urbano, sertanista, consultor ambiental, ex-Secretário de Meio Ambiente do Recife, e sócio proprietário do escritório de advocacia Marcelo Rodrigues Advogados.

Governadora Raquel Lyra entrega novos 40 ônibus e avança na renovação da frota do transporte na Região Metropolitana do Recife

Os veículos serão distribuídos para os municípios do Recife, São Lourenço da Mata, Camaragibe e Olinda

A governadora Raquel Lyra entregou, nesta segunda-feira (8), 40 novos ônibus que passam a reforçar a frota do Sistema de Transporte Público de Passageiros da Região Metropolitana do Recife (STPP/RMR). Garantindo segurança e conforto, os veículos possuem ar-condicionado, plataforma elevatória para pessoas com deficiência e espaço reservado para usuários de cadeira de rodas. Os novos equipamentos foram adquiridos através do novo PAC do governo federal. Anualmente, o Governo de Pernambuco investe cerca de R$ 500 milhões no transporte coletivo da RMR, garantindo um amplo programa de renovação, modernização e melhoria da qualidade do transporte público.

“Temos trabalhado para melhorar o transporte público de passageiros na Região Metropolitana do Recife. Desde 2023, já entregamos 420 novos ônibus com ar-condicionado, estamos trabalhando nas melhorias dos corredores de ônibus Norte-Sul e Leste-Oeste, em reformas de terminais, dentre outras ações, como as melhorias das vias metropolitanas. Tudo isso, para que todos os usuários do sistema, possam ir e voltar para casa com tranquilidade e segurança”, destacou a governadora Raquel Lyra.

Os veículos serão operados pela empresa Mobibrasil e atenderão as cidades de Recife, São Lourenço da Mata, Camaragibe e Olinda. Os veículos seguem um padrão de controle de emissões, contribuindo para a redução dos impactos ambientais, além de oferecer maior eficiência operacional. Com a nova remessa, o Governo do Estado alcança a marca de 80 ônibus novos incorporados ao sistema em 2026, reforçando o compromisso da gestão estadual com a modernização da frota e a melhoria da mobilidade urbana.

Maior e Melhor São João do Mundo registra noite de domingo com sucesso de público e reforça tradição de festa segura e bem organizada

O Pátio de Eventos Luiz Lua Gonzaga recebeu mais uma grande noite de programação do Maior e Melhor São João do Mundo neste domingo (7). Os shows de Belo, Léo Santana, Nattan e Thayse Dias reuniram uma multidão e garantiram muita animação do início ao fim.

Belo abriu a programação fazendo sua estreia no São João de Caruaru, levando ao público grandes sucessos do pagode romântico. Depois, Léo Santana, já conhecido pelo público da festa, manteve a animação em alta com um repertório recheado de hits.

Um dos momentos mais marcantes da programação foi o show de Nattan. Com muito carisma, o cantor levantou ainda mais a multidão, interagiu diversas vezes e se jogou na galera.

“O show de Nattan é bom demais. Ele anima, conversa com a galera que ta assistindo, parece que a gente é amigo dele”, comentou Gustavo Dias, que acompanhou a noite de shows.

Encerrando a noite, Thayse Dias manteve o clima de animação com um repertório marcado pelo forró e pela música nordestina.

Parque Natural Municipal Professor João Vasconcelos Sobrinho celebra 43 anos como patrimônio ambiental de Caruaru

Referência em preservação ambiental e proteção da biodiversidade, Serra dos Cavalos comemora mais um ano de história

Nesse domingo (7), o Parque Natural Municipal Professor João Vasconcelos Sobrinho, conhecido como Serra dos Cavalos, celebra 43 anos de existência. Administrado pela Secretaria de Sustentabilidade e Bem-Estar Animal (SSB), o espaço é um dos principais patrimônios ambientais de Caruaru e desempenha papel fundamental na conservação dos recursos naturais da região.

A Prefeitura de Caruaru, reforça o compromisso com a conservação da área, a proteção da biodiversidade e o fortalecimento das políticas públicas voltadas à sustentabilidade, garantindo que Serra dos Cavalos continue sendo uma referência ambiental para Pernambuco e para o Brasil.

Com uma importante área de reserva ambiental, o parque abriga remanescentes da Mata Atlântica, diversas espécies da fauna e da flora nativas, além de nascentes que contribuem para o equilíbrio ecológico e para a segurança hídrica do município. Ao longo de mais de quatro décadas, o Parque consolidou-se como um símbolo da preservação ambiental e da conscientização sobre a importância do desenvolvimento sustentável.

“Celebrar os 43 anos de Serra dos Cavalos é reafirmar o compromisso de Caruaru com a preservação ambiental. Este patrimônio natural protege nossa biodiversidade, nossas nascentes e contribui para a qualidade de vida da população, sendo um legado que deve ser cuidado e valorizado por todas as gerações”, destacou o secretário, Fagner dos Animais.