Dr. Tarcisio Reis convoca eleitores a votarem pela saúde de Pernambuco

O cirurgião oncológico e intensivista Dr. Tarcisio Reis, candidato a deputado estadual pela Federação União Progressista, concluiu sua agenda de campanha após percorrer diferentes regiões de Pernambuco durante o período eleitoral. Ao longo da pré-campanha e da campanha, o médico apresentou sua trajetória profissional de 33 anos na área da saúde, com atuação voltada ao tratamento do câncer, à assistência hospitalar e à defesa de propostas relacionadas ao fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

Durante as atividades, Dr. Tarcisio participou de encontros com moradores, profissionais de saúde, pacientes, lideranças comunitárias e representantes de instituições em diversas cidades do Estado. As agendas abordaram temas como regionalização da saúde, fortalecimento dos hospitais filantrópicos, ampliação do acesso a serviços especializados e organização da assistência aos pacientes.

Segundo Dr. Tarcisio, a campanha proporcionou a oportunidade de dialogar diretamente com a população e conhecer diferentes demandas apresentadas pelas comunidades visitadas. Ao longo da pré-campanha e da campanha, o candidato apresentou à população todo seu trabalho na área da saúde, especialmente no cuidado aos pacientes e na atuação voltada ao tratamento do câncer em Pernambuco.

“Acredito que tenho experiência, qualificação necessária e projeto para ser eleito um dos 49 deputados estaduais. Por isso, peço a cada cidadão pernambucano que acredita na necessidade de ter um médico olhando pela saúde na Alepe que, neste domingo, dia 4 de outubro, vote no deputado da saúde: Doutor Tarcísio Reis, 11177”, conclui.

Um dia após Raquel Lyra levar ao debate da Globo, em confronto direto com João Campos, o caso de agressão de Fábio Tyrone contra a ex-companheira, o candidato do PSB é alvo de operação da Polícia Federal na Paraíba

Um dia depois de a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) trazer para o debate eleitoral o caso envolvendo Fábio Tyrone, candidato a deputado federal pelo PSB na Paraíba condenado por agressão à ex-companheira, o político passou a figurar entre os alvos noticiados da Operação Lastro, deflagrada nesta quarta-feira (30) pela Polícia Federal.

A operação, realizada em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU), investiga a possível utilização de recursos de pessoa jurídica no financiamento irregular de campanha eleitoral, incluindo despesas não declaradas, além de suspeitas de lavagem de dinheiro e associação criminosa. Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão em Sousa, no Sertão paraibano. A Justiça também determinou o bloqueio de ativos financeiros de até R$ 9 milhões.

Segundo a matéria do UOL, agentes e viaturas da Polícia Federal foram vistos em frente à residência de Fábio Tyrone. A publicação ressalva, entretanto, que a PF não divulgou oficialmente os nomes dos investigados nem detalhou a relação de cada endereço com os fatos apurados.

Na terça-feira (29), em diligência relacionada à mesma investigação, a Polícia Federal apreendeu aproximadamente R$ 380 mil em espécie e efetuou duas prisões em flagrante. O material recolhido será analisado para esclarecer a movimentação dos recursos e a eventual participação dos envolvidos.

Tyrone foi condenado pela Justiça da Paraíba por agressão à ex-companheira. Nesta eleição, recebeu R$ 1,5 milhão do fundo eleitoral do PSB, sendo o candidato a deputado federal que mais recebeu recursos do partido na Paraíba, segundo levantamento publicado pelo UOL. O PSB nacional decidiu por sua expulsão em setembro.

O episódio havia sido mencionado por Raquel Lyra no debate da TV Globo na noite anterior, durante confronto com João Campos (PSB) sobre políticas para as mulheres.

A Polícia Federal informa que as investigações prosseguem sob sigilo e ressalta a presunção de inocência dos investigados. Até o momento, a operação apura suspeitas, não constituindo por si só comprovação dos crimes investigados.

Coligação de Raquel entra com ação de investigação eleitoral contra João Campos, seu vice e núcleo de perfis nas redes sociais que promovem ataques

A Coligação Pernambuco de Coração, liderada pela governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), entrou com uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) contra o candidato do PSB ao Governo do Estado, João Campos, o seu candidato a vice-governador, Carlos Costa (Republicanos), e contra um núcleo de perfis nas redes sociais que promovem ataques a Raquel, como as páginas do Instagram “Raquel Bolada” e “João Campos Platinado”. A ação pede ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) a apuração de abuso de poder político, econômico e uso indevido dos meios de comunicação, além do acompanhamento do caso pelo Ministério Público Eleitoral (MPE).

A coligação pede a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Eduardo da Silva Souza, responsável pelas páginas do Instagram “@raquel_bolada” e do TikTok “@eduardoninoof”, e de Marcelo Augusto Serra Diniz, do perfil de Instagram “@marcelodinizpe”, e das pessoas jurídicas MD Inteligência Digital Ltda. e U Porto Agência de Publicidade Ltda., restrita ao período de 1º de junho a 4 de outubro deste ano e às operações mantidas com as seguintes contrapartes: Pernambuco Conservadora Ltda., Avesso Comunicação, Município do Recife, Diretório do PSB em Pernambuco, a campanha de João Campos e Carlos Costa e os demais investigados entre si. A quebra dos sigilos bancário e fiscal tem o objetivo de revelar quem pagou, quem recebeu, quanto, quando e por qual causa declarada.

A ação pede à Prefeitura do Recife para que apresente, em 10 dias, o contrato celebrado com a Pernambuco Conservadora Ltda. e a relação de trabalhadores por ela alocados na Secretaria de Articulação Política e Social, na qual figuraria Eduardo da Silva Souza, conhecido como Eduardo Nino, segundo já noticiado pela imprensa. A coligação pede informações sobre o vínculo de Eduardo Nino com a empresa, como lotação, jornada e registros de frequência. Eduardo, que aparece em foto com João Campos nas redes sociais, é cabo eleitoral do PSB, mais especificamente, do secretário de Esportes do Recife e vereador licenciado da capital, Eduardo Mota (PSB). Mota é filho do coordenador político de João Campos, o ex-deputado estadual Nilton Mota.

Na ação, também é requerido o plano de mídia e os pedidos de inserção destinados ao Blog Marcelo Diniz/MD Inteligência Digital Ltda., com as notas fiscais, ordens de pagamento e comprovantes de veiculação correspondentes. O pedido de investigação também contempla as faixas de endereços IP das redes de dados da Prefeitura, inclusive de acesso remoto.

O jurídico da coligação aponta indícios de conexões técnicas, operacionais, financeiras e administrativas entre os alvos do pedido de investigação, além de relatar a repetição de condutas dos alvos da ação, que inclui também os perfis “@jefinhodeolinda”, “@rodrigocastelli.pe”, “@esquerdape”, “@paulistaresiste”, “@pernambuco40_joaocampos”, “@jatobaordinario”, “@brunocribeiro_ofc” e “@tocomjoaobuique”. Chama atenção que os responsáveis por todos esses perfis que atacam Raquel tiveram, em processos anteriores, o mesmo advogado, Celso Rocha Barbosa Souza, estabelecendo um dos pontos de conexão entre eles que, somado a outros dados, deve ser investigado.

A imprensa já noticiou que Celso é dono do Rocha & Pinto Advogados Associados e também é assessor comissionado em um gabinete de um vereador do Recife, filiado ao PSB. O escritório tem como sócio Américo Pinto, que é amigo de infância de João Campos e do deputado federal e irmão do ex-prefeito do Recife, Pedro Campos.

O escritório foi alvo de uma decisão da justiça que suspendeu, no último dia 11 de setembro, um contrato com a Prefeitura de Garanhuns, no valor total de R$ 180 mil, para serviços de assessoria jurídica especializada em Direito Administrativo e consultoria preventiva. A decisão, do juiz da Vara da Fazenda Pública da Comarca de Garanhuns Glacidelson Antonio da Silva, determinou ainda o bloqueio dos pagamentos e a publicação integral do contrato com o escritório no Portal da Transparência e no sistema Tome Conta do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE). O município do Agreste é governado por um aliado de primeira hora de João Campos, o prefeito Sivaldo Albino (PSB).

A ação da coligação de Raquel quer que a Justiça Eleitoral apure se o núcleo de perfis e administradores já identificados atuou de forma coordenada como comunicação político-eleitoral com o objetivo de manipular a opinião pública, prejudicar a candidatura de Raquel e favorecer de forma sistemática a candidatura de João Campos. O pedido de investigação cita o Facebook e o TikTok como destinatários das possíveis ordens judiciais.

A equipe jurídica da coligação de Raquel pede o aproveitamento na investigação dos documentos, informações e registros já produzidos nas representações eleitorais e medidas cautelares anteriores, especialmente os relacionados à identificação dos administradores dos perfis, às publicações e interações digitais.

“Pode cortar não”, afirma Vorcaro sobre pagamentos a vice de João Campos, em mensagens reveladas pela Revista Veja

O escândalo do Banco Master atingiu em cheio a campanha do candidato a governador pelo PSB, João Campos, após a Revista Veja revelar, nesta quarta-feira (30), que o seu candidato a vice, Carlos Costa (Republicanos), foi citado como alguém “estratégico” para os interesses do banco, em troca de mensagens entre o banqueiro Daniel Vorcaro e o seu advogado, Luiz Rennó, aos quais a revista teve acesso. Na conversa ocorrida em fevereiro de 2025, que consta em um relatório da investigação da Polícia Federal (PF) sobre o escândalo do Master, o companheiro de chapa de João Campos aparece como destinatário de pagamentos no valor de R$ 100 mil mensais feitos pelo banco.

Ao ser lembrado pelo seu advogado da ligação de Carlos Costa com o então ministro de Portos e Aeroportos, Sílvio Costa Filho, que é irmão do vice do ex-prefeito do Recife, Vorcaro escreveu que não podia cortar o pagamento mensal. Sílvio Costa Filho comandou o ministério da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de setembro de 2023 até março de 2026, quando se desincompatibilizou para concorrer à reeleição como deputado federal após ter tido frutrado o desejo de ser candidato ao Senado na chapa de João Campos.

“Carlos Antônio Costa Cavalcanti Neto — tem contrato com a gente, 100. 000 por mês e venceu agora! Faz acompanhamento de projetos de lei, legislação! Te pergunto se vocêconhece? Porque, se não conhecer, vou negociar por 10. 000 e está bem pago! “, escreveu Rennó para Daniel Vorcaro. Na sequência, complementa em outra mensagem: “Aqui tem ligação com o ministro de Portos e Aeroportos. Silvio Serafim Costa Filho”, enviou o advogado.
Vorcaro, então, respondeu: “Ah, sim. Pode cortar não”, afirmou o banqueiro.

A Veja destaca que a conversa sobre o vice de João Campos aconteceu na mesma sequência em que Vorcaro e o seu advogado tratam de apoios no Congresso Nacional e ressaltam articulações com os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). “Tô em Brasília. Com Davi e Hugo”, escreveu Vorcaro. “Com Hugo transita bem também? “, perguntou Rennó. “Pensa numa encaixada que demos aqui. Transito bem? kkkk”, respondeu o banqueiro.

A matéria da Veja informa que o contrato que gerou os repasses de R$ 100 mil mensais foi feito entre o Banco Master e a RI Consulting, que possui como sócios o ex-deputado federal Sílvio Costa e o seu filho Carlos Costa. O vice de João Campos aparecia como administrador da consultoria até março deste ano, quando deixou a posição para ser candidato a vice-governador do ex-prefeito do Recife. A Veja traz ainda que o acordo rendeu, no início de 2026, pelo menos R$ 1,1 milhão à empresa da família Costa, mas que o montante pode chegar a R$ 2 milhões, de acordo com estimativa da CPI do Crime Organizado, que investigou os negócios suspeitos do Master.

Vorcaro pediu para manter pagamentos a vice de João Campos, diz matéria da Veja

A Revista Veja trouxe matéria que caiu como uma bomba na tarde desta quarta e revelou que o candidato a vice-governador na chapa encabeçada por João Campos (PSB), Carlos Costa (Republicanos), foi apontado como alguém que precisa seguir recebendo pagamentos mensais no valor de R$ 100 mil pelo Banco Master por ser considerado “estratégico para os interesses da instituição financeira”. O vice de João Campos foi citado em uma troca de mensagens entre o banqueiro Daniel Vorcaro e seu advogado, Luiz Rennó.

“Pode cortar não”, escreveu Vorcaro após o seu advogado destacar que Carlos Costa “tem ligação com o ministro de Portos e Aeroportos”, fazendo referência ao deputado federal Sílvio Costa Filho (Republicanos), que esteve no comando do pasta do governo do presidente Lula (PT) até abril deste ano. A revista teve acesso acesso às mensagens trocadas em fevereiro de 2025, que estão incluídas em um relatório da Polícia Federal (PF) sobre a investigação a respeito do escândalo do Banco Master.

Raquel cobra João Campos sobre caso de candidato do PSB que agrediu a ex-companheira e recebeu R$ 1,5 milhão do partido

Na reta final do debate da Globo, realizado nesta terça-feira (29), a governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), questionou João Campos (PSB), a respeito do candidato a deputado federal pelo PSB da Paraíba, Fábio Tyrone, condenado em 2023 por agredir a ex-companheira, Myriam Gadelha.

O partido, presidido nacionalmente por Campos, destinou R$ 1,5 milhão a Tyrone, valor acima da média repassada aos demais postulantes ao mesmo cargo no estado vizinho.

“Ele (Tyrone) hoje é candidato a deputado federal pelo seu partido. O PSB Mulher pediu a expulsão dele. Ao invés disso, o senhor recebeu ele aqui no Recife, tirou foto, e deu R$ 1,5 milhão de fundo eleitoral, quatrocentas vezes mais do que os outros. “A pergunta que ela (Myriam) faz é: ‘Por que você protege um agressor de mulheres?’, questionou Raquel.”

Após a resposta do adversário, a candidata à reeleição repetiu a pergunta e indagou por que João foi omisso sobre o agressor do PSB, só se posicionando a respeito do caso depois que o fato veio a público na mídia nacional. Raquel mencionou, ainda, que o socialista é seletivo ao criticar ou acolher mulheres.

Pesquisa Quaest traz cenário acirrado em Pernambuco

Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (29) mostra como está o cenário da eleição estadual, a menos de uma semana do 1º turno — que acontecerá no domingo (4).

Veja os números da pesquisa estimulada, em que a Quaest mostra aos eleitores entrevistados os nomes dos candidatos. Entre parênteses, o resultado da pesquisa anterior, do dia 23 de setembro. As informações são do g1.

  • João Campos (PSB): 42% (eram 39% em 23 de setembro);
  • Raquel Lyra (PSD): 42% (eram 41%);
  • Ivan Moraes (PSOL): 1% (era 1)%;
  • Renan Hallais (Missão): 0% (era 1%);
  • Professora Camila (UP): 0% (era 0%);
  • Guilherme Fonseca (PSTU): 0% (era 0%);
  • Victor Assis (PCO): 0% (era 0%);
  • Indecisos: 10% (eram 12%);
  • Branco/nulo/não vai votar: 5% (eram 6%).

Contratada pela Globo, a Quaest entrevistou 1.302 pessoas de 16 anos ou mais em todo o país, entre os dias 25 e 28 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-00324/2026.

Cenário de 2º turno

A pesquisa traz a simulação de 2º turno. Os dados estão abaixo:

  • João Campos (PSB): 44% (eram 41%);
  • Raquel Lyra (PSD): 44% (eram 43%);
  • Indecisos: 7% (eram 10%);
  • Em branco/nulo/nenhum: 5% (eram 6%).

Marília Arraes e Humberto Costa lideram pesquisa Quaest para Senado em Pernambuco

Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (29) mostra como está a disputa pelo Senado em Pernambuco. O levantamento foi encomendado pela Globo.

Em 2026, serão eleitos dois senadores em cada estado e no Distrito Federal, para renovar 54 das 81 cadeiras. Por isso, cada eleitor precisa votar em dois candidatos diferentes. Não é possível escolher o mesmo nome duas vezes. A última pesquisa do instituto havia sido divulgada no dia 23 de setembro. As informações são do g1.

Na pesquisa espontânea da Quaest, em que os nomes não são mostrados aos eleitores entrevistados, 68% estão indecisos (eram 73%), porque não souberam citar um candidato.

Já na pesquisa estimulada, a lista de candidatos é mostrada, e cada entrevistado precisa responder duas vezes em quem pretende votar: para a primeira vaga e, depois, para a segunda vaga.

Os resultados da pesquisa para o Senado consideram as menções para a primeira e a segunda vagas em um total que soma 100% das intenções de voto e mantém a proporção entre candidatos, brancos/nulos e indecisos.

Veja os números abaixo:

Combinação – votos totais

  • Marília Arraes (PDT): 19% (eram 18% em 23 de setembro);
  • Humberto Costa (PT): 17% (eram 14%);
  • Mendonça Filho (PL): 10% (eram 10%);
  • Eduardo da Fonte (PP): 7% (eram 8%);
  • Túlio Gadêlha (PSD): 3% (eram 4%);
  • Carlos Sant’anna (Novo): 1% (era 1%);
  • Pastor Gilvan Costa (Democrata): 1% (era 1%);
  • Samuel Timoteo (UP): 0% (era 1%);
  • Gorett Bitu (UP): 0% (era 0%);
  • Mailson Neto (PCO): 0% (era 0%);
  • Mariano Macedo (PSTU): 0% (era 0%);
  • Paulo Rubem Santiago (Rede): 0% (era 1%);
  • Indecisos: 23% (eram 21%);
  • Branco/nulo/não vai votar: 19% (eram 21%).

Contratada pela Globo, a Quaest entrevistou 1.302 pessoas de 16 anos ou mais em todo o país, entre os dias 25 e 28 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-00324/2026.

Agora, veja os resultados que consideram apenas as respostas para a primeira vaga e, depois, para a segunda.

Primeira vaga

  • Marília Arraes: 22% (eram 23%);
  • Humberto Costa: 20% (eram 15%);
  • Mendonça Filho: 14% (eram 14%);
  • Eduardo da Fonte: 7% (eram 8%);
  • Túlio Gadêlha: 3% (eram 4%);
  • Carlos Sant’anna: 0% (era 0%);
  • Pastor Gilvan Costa: 0% (era 1%);
  • Samuel Timoteo: 0% (era 0%);
  • Gorett Bitu: 0% (era 0%);
  • Mailson Neto: 0% (era 0%);
  • Mariano Macedo: 0% (era 0%);
  • Paulo Rubem Santiago: 0% (era 1%);
  • Indecisos: 19% (eram 17%);
  • Branco/nulo/não vai votar: 15% (eram 17%).

Segunda vaga

  • Marília Arraes: 16% (eram 13%);
  • Humberto Costa: 15% (eram 12%);
  • Mendonça Filho: 6% (eram 7%);
  • Eduardo da Fonte: 8% (eram 9%);
  • Túlio Gadêlha: 3% (eram 4%);
  • Carlos Sant’anna: 1% (era 1%);
  • Pastor Gilvan Costa: 1% (era 1%);
  • Samuel Timoteo: 0% (era 1%);
  • Gorett Bitu: 0% (era 1%);
  • Mailson Neto: 0% (era 0%);
  • Mariano Macedo: 0% (era 0%);
  • Paulo Rubem Santiago: 0% (era 1%);
  • Indecisos: 27% (eram 24%);
  • Branco/nulo/não vai votar: 23% (eram 26%).

Números da pesquisa espontânea

Abaixo, veja os dados completos da pesquisa espontânea, quando não são apresentados os nomes dos candidatos:

  • Humberto Costa: 8% (eram 6%);
  • Marília Arraes: 7% (eram 6%);
  • Mendonça Filho: 4% (eram 5%);
  • Eduardo da Fonte: 3% (era 3%);
  • Túlio Gadêlha: 1% (era 1%);
  • Carlos Sant’Anna: 1% (era 0%);
  • Samuel Timóteo: 0% (era 0%);
  • Gorett Bitu: 0% (era 0%);
  • Mailson Neto: 0% (era 0%);
  • Mariano Macedo: 0% (era 0%);
  • Pastor Gilvan Costa: 0% (era 0%);
  • Paulo Rubem Santiago: 0% (era 0%);
  • Outros: 1% (era 0%);
  • Indecisos: 68% (eram 73%);
  • Branco/nulo/não vai votar: 7% (eram 6%).

Rejeição dos candidatos

A Quaest perguntou também aos eleitores sobre cada um dos candidatos: se eles conhecem e votariam, se não conhecem ou se conhecem e não votariam. Os candidatos mais rejeitados (maiores índices de “conhece e não votaria”) são Marília Arraes e Mendonça Filho.

Marília Arraes

  • Conhece e votaria: 45% (eram 46%);
  • Não conhece: 19% (eram 19%);
  • Conhece e não votaria: 36% (eram 35%).

Humberto Costa

  • Conhece e votaria: 41% (eram 36%);
  • Não conhece: 30% (eram 29%);
  • Conhece e não votaria: 29% (eram 35%).

Mendonça Filho

  • Conhece e votaria: 30% (eram 31%);
  • Não conhece: 35% (eram 34%);
  • Conhece e não votaria: 35% (eram 35%).

Eduardo da Fonte

  • Conhece e votaria: 27% (eram 27%);
  • Não conhece: 42% (eram 46%);
  • Conhece e não votaria: 31% (eram 27%).

Túlio Gadêlha

  • Conhece e votaria: 13% (eram 15%);
  • Não conhece: 59% (eram 59%);
  • Conhece e não votaria: 28% (eram 26%).

Carlos Sant’Anna

  • Conhece e votaria: 5% (eram 6%);
  • Não conhece: 85% (eram 85%);
  • Conhece e não votaria: 10% (eram 9%).

Pastor Gilvan Costa

  • Conhece e votaria: 5% (eram 9%);
  • Não conhece: 77% (eram 77%);
  • Conhece e não votaria: 18% (eram 14%).

Paulo Rubem Santiago

  • Conhece e votaria: 4% (eram 5%);
  • Não conhece: 84% (eram 84%);
  • Conhece e não votaria: 12% (eram 11%).

Mailson da Silva Neto

  • Conhece e votaria: 2% (eram 2%);
  • Não conhece: 89% (eram 89%);
  • Conhece e não votaria: 9% (eram 9%).

Mariano Macedo

  • Conhece e votaria: 2% (era 2%);
  • Não conhece: 90% (eram 90%);
  • Conhece e não votaria: 8% (eram 8%).

Samuel Timoteo

  • Conhece e votaria: 2% (era 2%);
  • Não conhece: 89% (eram 89%);
  • Conhece e não votaria: 9% (eram 9%).

Gorett Bitu

  • Conhece e votaria: 1% (era 1%);
  • Não conhece: 94% (eram 94%);
  • Conhece e não votaria: 5% (eram 5%).

Quaest em PE: Lula tem 58% contra 20% de Flávio

Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (29) mostra como está a disputa pela Presidência da República no 1º turno entre os eleitores de Pernambuco. O levantamento foi encomendado pela Globo. As informações são do g1.

Veja, abaixo, os resultados da pesquisa estimulada, em que a Quaest mostra a lista de candidatos aos eleitores entrevistados:

  • Lula (PT): 58% (eram 54% em 23 de setembro)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 20% (eram 21%)
  • Escritor Augusto Cury (Avante): 3% (era 5%)
  • Renan Santos (Missão): 2% (eram 2%)
  • Ronaldo Caiado (PSD): 1% (eram 1%)
  • Romeu Zema (Novo): 0% (eram 0%)
  • Edmilson Costa (PCB): 0% (era 0%)
  • Clariana Barão (DC): 0% (era 0%)
  • Hertz Dias (PSTU): 0% (era 0%)
  • Leonardo Avalanche (PRTB): 0% (era 0%)
  • Rui Costa Pimenta (PCO): 0% (era 0%)
  • Samara Martins (UP): 0% (era 0%)
  • Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0% (era 0%)
  • Indecisos: 11% (era 10%)
  • Branco/nulo/não vai votar: 5% (era 7%)

Contratada pela Globo, a Quaest entrevistou 1.302 pessoas de 16 anos ou mais em todo o país, entre os dias 25 e 28 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números PE-00324/2026 e BR-08289/2026.

Segundo turno em Pernambuco

  • Lula: 61% (eram 58%);
  • Flávio Bolsonaro: 24% (eram 25%);
  • Branco/nulo/não vai votar: 10% (eram 12%);
  • Indecisos: 5% (eram 5%).

Tem e-Título antigo no celular? Saiba como atualizar o aplicativo para as Eleições 2026

Foto com fundo amarelo-canário em que aparecem o tórax e o pescoço de uma mulher ao fundo, vesti...

Arte do E-titulo. Crédito: Secom/TSE

Quem já possui o e-Título instalado no celular há algum tempo deve ficar atento à atualização do aplicativo para as Eleições 2026. A orientação da Justiça Eleitoral é reemitir o e-Título, baixando a versão atualizada da ferramenta.

A atualização permite que eleitoras e eleitores tenham acesso às novas funcionalidades e aos serviços disponíveis na versão mais recente do aplicativo. Por isso, mesmo quem já utiliza o e-Título deve verificar se está com a versão atualizada.

 Novas funcionalidades 

A nova versão do e-Título reúne diferentes serviços da Justiça Eleitoral em um único ambiente. Entre as funcionalidades, estão o acompanhamento de requerimentos feitos pelo Título Net, a emissão de certidão de filiação partidária e a geração de código de autenticação para acesso a sistemas parceiros da Justiça Eleitoral.

O aplicativo também permite o pagamento de débitos eleitorais por Pix ou cartão de crédito, por meio do PagTesouro. A ferramenta conta ainda com o módulo Boletim na Mão e com a possibilidade de validar a autenticidade de documentos por meio de QR Code.

 Atualização 

O e-Título é gratuito e está disponível nas lojas de aplicativos para celulares com sistemas Android e iOS. A recomendação é que a atualização seja feita com antecedência, antes dos dias de votação.

O e-Título permite consultar o local de votação, emitir certidões eleitorais, justificar a ausência às urnas e consultar débitos eleitorais, entre outros serviços da Justiça Eleitoral.

Nas Eleições 2026, o primeiro turno será realizado em 4 de outubro. O segundo turno, onde houver, ocorrerá em 25 de outubro.