Celpe promove palestra gratuita sobre lâmpadas LED no RioMar Shopping

A Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) promove, nesta quinta-feira (14), o seminário Lâmpada LED: sua casa mais iluminada e sua conta de energia mais barata. O encontro será realizado das 17h às 19h, na Livraria Saraiva do RioMar Shopping, e tem como finalidade disseminar junto aos participantes a tecnologia dos equipamentos, além de apresentar as melhores formas de uso com qualidade, eficiência, mais duração e economia. Representantes das empresas Celpe/Neoenergia, Osram, Alper e Philips serão responsáveis pelas palestras e debates.

O seminário abordará temas que variam desde a instalação de iluminação de LED (sigla em inglês para Diodos Emissores de Luz) residencial a conceitos de eficiência energética com aplicação em iluminação pública, industrial e comercial. Os palestrantes apresentarão seus produtos e como cada um deles deve ser utilizado para cada tipo de edificação.

Queda de energia foi motivada por vandalismo, diz Celpe

A Celpe informou nesta segunda-feira (7) que a interrupção no fornecimento de energia que afetou parte de alguns bairros de Caruaru, ontem à noite, foi “motivada por vandalismo” em uma linha de transmissão que atende a região.

Segundo a companhia, após inspeção, os técnicos identificaram um arame arremessado na rede elétrica, o que provocou curto-circuito seguido de desligamento. As equipes realizaram a manutenção e restabeleceram o fornecimento às 20h20.

Celpe monta esquema especial de atendimento para o réveillon

A Celpe (Companhia Energética de Pernambuco) realizou manutenção preventiva nos principais locais de animação e preparou um esquema especial para o réveillon. Cerca de 650 profissionais estarão em regime de prontidão e sobreaviso para atuar em caso de ocorrências e assegurar o fornecimento na virada do ano aos mais de 3,2 milhões de clientes no Estado.

A estratégia, segundo a companhia, conta com equipes distribuídas nos principais polos de eventos em todo território pernambucano, inclusive a Ilha de Fernando de Noronha. No arquipélago haverá turmas de plantão, além do monitoramento 24 horas da Usina Tubarão.

No interior do Estado serão mantidas equipes nas cidades onde a virada do ano é marcada por eventos de grande porte. Cada foco de animação recebeu inspeções preventivas e ações de manutenção na rede de distribuição de energia ao longo dos últimos meses.

A regional de Caruaru, no Agreste, integra o planejamento de prontidão com técnicos e equipes preparadas para o pronto atendimento de eventuais chamados. No município, a virada do ano receberá assistência de 15 equipes adicionais, aptas a atuar em quaisquer situações de emergência.

Colisão de veículo com poste provocou interrupção de energia, diz Celpe

A Celpe informou nesta quarta-feira (30), por meio de nota, que a colisão de um veículo com um poste da rede elétrica na av. Marcionilo Francisco, em Caruaru, provocou a interrupção no fornecimento de energia em parte dos bairros Salgado, Maurício de Nassau, Divinópolis e Centro.

De acordo com a companhia, equipes da concessionária trabalham para substituir a estrutura e restabelecer o fornecimento de energia o mais rápido possível.

Parque das Feiras de Toritama estará fechado na quinta

O Parque das Feiras de Toritama ficará fechado nesta quinta (19). Isso porque a Celpe fará uma manutenção na rede elétrica do local.

Segundo a assessoria de imprensa do centro de compras, serão feitos reparos em todas as lâmpadas, fiações e disjuntores.

O parque voltará a funcionar na sexta-feira (20).

Celpe promove Semana de Segurança no Marco Zero de Caruaru

A Celpe (Companhia Energética de Pernambuco) promove, entre amanhã e quarta-feira (18), das 9h às 16h, no Marco Zero de Caruaru, a Semana de Segurança.

Durante o evento, os clientes da concessionária poderão se inscrever no projeto “Nova Geladeira”, receber lâmpadas econômicas, ter acesso aos serviços comerciais e aprender os conceitos do uso seguro e eficiente da energia.

Uma estrutura de atendimento ao cliente estará montada no espaço, que contará ainda com a agência móvel da concessionária.

OPINIÃO: E a Celpe, hein?

Por HEITOR SCALAMBRINI COSTA*

A privatização da Celpe em fevereiro de 2000 foi um verdadeiro engodo. A justificativa dada à população por aqueles que estavam no poder na época, e que são oposição hoje, e por aqueles que eram oposição na época e que estão no poder hoje, para a transferência da companhia para o setor privado, foi de que a tarifa da energia cairia, e o serviço oferecido seria de melhor qualidade. Além de propagandearem que os recursos obtidos pela venda seriam aplicados em benefício da população. Pois bem, nem se viu a redução das tarifas – ao contrário, elas aumentaram vertiginosamente – e a qualidade do serviço deteriorou, conforme atestam os indicadores medidos pela própria Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). E nem claramente a população viu os resultados concretos da aplicação dos 1,7 bilhão de reais apurados com a venda da empresa.

Enfim, o que se constatou ao longo destes 13 anos de privatização foi mostrado nos balancetes anuais divulgados pela companhia. Os lucros líquidos subiram de elevador, muitos além dos aumentos salariais e da realidade econômica do Estado. O que foi suficiente para, após cinco ou seis anos da privatização, a soma dos lucros anuais suplantar o valor pago no leilão da venda, em que um único interessado participou. Recorde mundial de retorno do investimento neste tipo de empreendimento.

Enquanto os lucros aumentavam ano a ano, os consumidores cativos da empresa viram a qualidade dos serviços se deteriorarem. Isso acabou fazendo com que a empresa ficasse conhecida pela população como “vagalume”. O órgão que deveria fiscalizar essa ação danosa e ilegal praticada contra os consumidores, a Agência de Regulação de Pernambuco (Arpe), uma autarquia especial vinculada ao gabinete do governador, não cumpriu sua missão, prevaricando. Por anos seguidos o Tribunal de Contas do Estado (TCE) apontou para o governo estadual as inúmeras deficiências do órgão. Mas nada foi feito. O governo prevaricou.

Enquanto o poder público se exime de suas responsabilidades, a população pernambucana de uma forma geral (não somente os consumidores) sofre as mazelas de uma empresa privada que obteve a concessão de explorar um serviço essencial por 30 anos, com regras contratuais definidas: o fornecimento de energia elétrica.

No mês passado, no Recife, a morte de um cidadão de classe média eletrocutado por um fio energizado, que ficou desprendido de um poste de propriedade da Celpe por mais de uma semana, conforme relatos da vizinhança, mais uma vez mostrou o completo desrespeito da empresa com a população pernambucana. Não somente pela falta de reparos na instalação, o que poderia ter evitado a tragédia, mas pelas declarações oficiais diante do ocorrido e pelas suas atitudes, demonstrando o quanto se considera acima da lei.

Diante da indignação e dos protestos, a Arpe, querendo mostrar serviço e se livrar da pecha de incompetente e de cúmplice da Celpe, anunciou que a morte do cidadão em questão não era a única, e que somente no ano anterior 31 pessoas no Estado morreram eletrocutadas.

Diante desse anúncio, a Celpe passou para as páginas policiais. Todavia, nada de concreto – nem judicialmente, nem criminalmente e nem administrativamente – ocorreu. O que vimos foi um conjunto de ações desacreditadas pela opinião pública. Uma CPI foi convocada pela Câmara do Recife, entre tantas outras audiências publicas já realizadas naquela Casa sobre os péssimos serviços prestados, mas não resultou em nada. Uma multa foi aplicada pela Arpe/Aneel contra a empresa, das tantas outras já aplicadas, e que as brechas na legislação permitem que os advogados da companhia protelem “ad infinitum” o pagamento. Também foram convocados pela Comissão de Minas e Energia da Câmara Federal os diretores da empresa para as devidas explicações que, como sabemos, não resultarão em grande coisa para a mudança da conduta da empresa frente as suas obrigações contratuais.

Portanto, é previsível afirmar que “tudo continuará como Dante no quartel de Abrantes”. Mas existe um caminho que poderá mudar esse quadro, que é o da mobilização, da pressão popular. Não se iluda, pois esse é o caminho para que sejamos respeitados como cidadãos/consumidores. É o que as manifestações de rua em todo o Brasil exigem hoje: melhorias nos serviços públicos oferecidos à população na saúde, na educação, no transporte e no fornecimento de energia.

É daí que pode sair a solução do problema, pois o povo não se deixará enrolar.

* Heitor Scalambrini Costa é professor da Universidade Federal de Pernambuco