Governador destaca compromisso com segurança pública na formatura de novos sargentos da PM

Em discurso na formatura dos novos sargentos da Polícia Militar, nesta terça-feira (25), o governador reafirmou o compromisso da gestão com a segurança pública destacando a importância do trabalho dos oficiais. A cerimônia foi realizada no Teatro Guararapes, no Centro de Convenções. 

Dos 1.579 sargentos formados, 963 farão o policiamento da Região Metropolitana do Recife. Outros 228 irão para o Agreste; 219, para o Sertão; enquanto que os 169 restantes atuarão na Zona da Mata pernambucana. Desde 2008, o Governo do Estado já formou 3.094 sargentos da PM. 
 
“Temos o compromisso com o povo de buscar fazer de Pernambuco um Estado cada vez mais seguro; cada vez melhor para se trabalhar e viver. Os desafios são grandes e nós estamos trabalhando com muita determinação para aperfeiçoar as instituições e garantir um serviço melhor. O Pacto pela Vida, política criada na gestão de Eduardo Campos, com a ajuda das instituições, foi responsável por salvar nove mil vidas em oito anos; números que nós vamos aumentar ainda mais”, destacou Paulo.
 
O chefe do Executivo estadual ressaltou a importância das promoções para o servidor. “É muito importante que o servidor, que entrega sua vida em defesa do povo, tenha o seu trabalho reconhecido. Vamos continuar, na medida do possível, com essa política de valorização do servidor prevista no Pacto pela Vida”, assegurou Câmara.
 
FORMAÇÃO – Com uma carga horária de 120 horas, a formação aconteceu no Campus de Ensino Metropolitano I, da Academia Integrada de Defesa Social, no Curado. 
 
O comandante-geral da PM, o coronel Antônio Francisco Pereira Neto, disse que o curso de formação é essencial para o desempenho dos agentes nas ruas. “A sociedade espera de nós uma visão mais ampla e determinação para enfrentar os desafios da segurança pública”, pontuou.  
 
Ao falar do êxito do Pacto pela Vida , o secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho, enalteceu o esforço do Estado em manter a valorização do policial. “Tínhamos soldados com 23 anos de serviço na tropa e nós fizemos essa promoção pelo critério de tempo na corporação. Tínhamos um formato de ascensão onde as promoções aconteciam por meio de uma seleção interna, onde os mais novos estavam sendo promovidos primeiro”, lembrou.
 
“Além de motivar a tropa, o Estado pagou uma dívida antiga com os agentes da segurança pública. O que eu peço aos senhores e senhoras é que continuem se dedicando à sociedade”, salientou Alessandro Carvalho.