PDT expulsa senador que apoiou impeachment e teto

Jornal do Brasil

A Executiva Nacional do PDT decidiu nesta terça-feira (17) expulsar o senador Telmário Mota (RR) dos quadros da legenda. Apesar de o PDT ter integrado a base aliada dos últimos governos petistas, o parlamentar votou a favor do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e votou pela aprovação da PEC do Teto de Gastos, proposta do presidente Michel Temer que congela os investimentos em saúde e educação públicas pelos próximos 20 anos.

O partido informa que a decisão pela expulsão de Telmário Mota foi tomada após o senador, por mais de uma vez, não seguir decisões partidárias e, mais recentemente, atacar membros da direção em uma entrevista à Rádio Guaíba, do Rio Grande do Sul.

O Senador foi enquadrado no Inciso 2 do Artigo 62 do Estatuto, que prevê a punição, Ad referendum, de membros que tomem atitudes graves.

“A entrevista dele foi de uma agressividade que ninguém entendeu. Disse que a direção do partido é formada por ladrões. Desta forma, proponho que ele seja expulso e que, caso tenha coragem, use o seu amplo direito de defesa”, afirmou o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi. A decisão de expulsar o senador foi unânime na Executiva. O senador poderá apresentar sua defesa a ser analisada pelo Diretório Nacional, em reunião que vai acontecer em 18 de março.

PDT decide expulsa senador Telmário Mota

De Brasília

A Executiva Nacional do PDT decidiu expulsar o senador Telmário Mota (RR) do partido. A decisão foi tomada após o senador descumprir “decisões partidárias e, mais recentemente, atacar membros da direção” em uma entrevista a uma rádio do Rio Grande do Sul.

Telmário foi enquadrado no Inciso 2 do Artigo 62 do Estatuto, que prevê a punição, Ad referendum, de membros que tomem atitudes graves.

“A entrevista dele foi de uma agressividade que ninguém entendeu. Disse que a direção do partido é formada por ladrões. Desta forma, proponho que ele seja expulso e que tenha, caso tenha coragem, de usar o seu amplo direito de defesa”, afirmou Carlos Lupi, presidente nacional do PDT.

O senador poderá apresentar sua defesa a ser analisada pelo Diretório Nacional, em reunião que vai acontecer em 18 de março.

Ricardo Liberato assina filiação ao PDT a convite do prefeito José Queiroz

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O vereador Ricardo Liberato, antes PSC, assinou na última sexta-feira (18) sua filiação ao Partido Democrático Trabalhista (PDT). A decisão foi tomada após convite do prefeito de Caruaru, José Queiroz, também PDT, e chancelada pelo deputado federal Wolney Queiroz, presidente estadual da legenda. O ex-deputado estadual Roberto Liberato também assinou filiação. “Estou muito honrado em receber Ricardo e Roberto Liberato no PDT. Eles fazem parte de uma família tradicional na política de Pernambuco e vão enriquecer ainda mais o partido”, ressaltou o prefeito José Queiroz.

O ato de filiação foi acompanhado pelo presidente municipal do partido, Mauricio Silva, pelo ex-vereador Walter Souza, que também assinou filiação, secretários municipais e lideranças políticas locais.

Ricardo Liberato, que foi líder do governo na Câmara Municipal, agradeceu a convocação. “Minha identificação com o segmento político do prefeito José Queiroz e do deputado Wolney é nítida, pelo grande trabalho desenvolvido em Caruaru, haja vista o alto percentual de aprovação da sua gestão”, disse.

Acordo entre PSB e PDT para eleição em Caruaru abre guerra intestina e implode o PDT no Recife

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Do Blog de Jamildo

O que há em comum entre as cadeiras de prefeito no Recife e em Caruaru?

O acordo entre o PSB de Paulo Câmara e o PDT de José Queiroz.

Sem alarde, a luta política pelo controle da executiva municipal do PDT em Recife está cada dia mais pesada, em Brasília inclusive.

De acordo com informações de bastidores, o deputado Silvio Costa está trabalhando para que a vereadora Isabela de Roldão permaneça como presidente municipal da legenda e que o PDT não vá para a coligação de Geraldo Júlio, do PSB. Ele opera nos bastidores para ampliar o leque de apoios ao filho, deputado estadual Silvio Costa, um dos pré-candidatos a prefeito do Recife.

Neste trabalho de bastidor, Silvio Costa já teria até conversado com Ciro Gomes, Cid Gomes, Manoel Dias, Giovanni Queiroz e o presidente Carlos Lupi, argumentando que a vereadora Isabella de Roldão, que faz oposição ao prefeito Geraldo Júlio, não poderia passar pelo constrangimento de ter que disputar a reeleição de vereadora como dissidente na chapa do atual prefeito. Acaba nesta sexta-feira a janela de infidelidade, para troca de partidos.

A própria vereadora já disse publicamente que o PDT do Recife não pode ser usado como moeda de troca pela família Queiroz, prefeito José Queiroz e deputado federal Wolney Queiroz, da base aliada de Dilma.

O deputado Federal Wolney Queiroz esteve reunido com o presidente Carlos Lupi, tendo levado para a reunião o governador Paulo Câmara e o prefeito Geraldo Júlio.

De acordo com informações de bastidores, Lupi estaria muito chateado com o deputado Wolney Queiroz porque em Caruaru o candidato a prefeito Jorge Gomes, apoiado por eles, não é do PDT e sim do PSB, hoje na oposição a Dilma.

Nas articulações, Wolney Queiroz e o governador prometeram ao presidente Lupi colocar o deputado federal Cadoca no PDT.

O governador Paulo Câmara e o prefeito Geraldo Júlio teriam se comprometido com o Lupi a fazer uma chapinha no PDT para facilitar a reeleição da vereadora Isabella de Roldão.

No sentido contrário, o deputado Silvio Costa estaria se articulando com o Governo Federal para também colocar deputados no PDT, mas em função dos episódios de ontem envolvendo o Governo Federal as articulações teriam sido suspensas.

Silvio Costa nesta luta teria o apoio da maioria dos deputados federais do PDT, inclusive, os deputados também estariam chateados com a desfiliação do ex-deputado federal Paulo Ruben Santiago, que gozava de um bom trânsito na bancada federal.

Os deputados argumentam ainda que, durante os 30 anos do José Queiroz à frente do PDT, esse partido nunca elegeu pelo menos dois deputados federais. Eles defendem uma oxigenação imediata do PDT em Pernambuco.

Nas últimas horas, o deputado Wolney Queiroz está exigindo do presidente Carlos Lupi que declare apoio, de hoje até a próxima sexta-feira, para a reeleição de Geraldo Júlio.

Por outro lado, na segunda-feira passada, o governador Paulo Câmara teria convidado o ex-deputado Ciro Gomes para uma reunião no Campo das Princesas e o deputado Silvio Costa, amigo pessoal de Ciro Gomes, teria pedido a ele para suspender a reunião.

De fato, não aconteceu a referida reunião.

A briga vai longe.

“O PSB é página virada”, foi o comentário dos aliados de Raquel Lyra, preterida, junto com seu pai, João Lyra, pelos socialistas, com a escolha palaciana em torno de Jorge Gomes, indicado por José Queiroz, na aliança com os socialistas.

Wolney Queiroz empossa nova diretoria do PDT

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Durante solenidade no plenário da Câmara Municipal de Recife, na sexta-feira (18), o presidente do PDT nacional, Carlos Lupi, e o presidente do PDT em Pernambuco, Wolney Queiroz, deram posse ao cargo de presidente da Comissão Executiva Municipal de Recife, que passa a ser comandado pela vereadora Isabella de Roldão. O deputado federal, Daniel Coelho (PSDB), o vice-líder do governo na Câmara Federal, Silvio Costa (PSC), e o vice-prefeito do Recife, Luciano Siqueira, marcaram presença durante a cerimônia de posse. Cerca de quatrocentas pessoas participaram do evento.

Na nova diretoria também foram empossados Wellington Batista (1º vice-presidente), André Luz Negromonte (2º vice-presidente), Germana Accioly (1º Secretária), Andreza Montenegro (2º secretário), Alvaro Manoel Pinto Jordão (tesoureiro), Elenor Brun (membro), Mauricio Spinelli (membro), Niara C da Cunha (membro), Rodrigo Vidal (membro) e Severino Filho (membro).

Filiação 

Ainda na sexta, na sede do partido em Recife, o presidente Wolney Queiroz, aproveitou para encaminhar a ficha de filiação de candidatos a prefeito no interior. Tem candidato filiado ao PDT nos municípios de Águas Belas, Bezerros, Xexéu e Lagoa dos Gatos. Aureliano, Neguinho e o médico João Bosco estão na lista de filiados.

Derrubar Dilma terá um preço muito alto, diz Ciro Gomes

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Recém-filiado ao PDT, ele acusa a oposição e Temer de apoiarem uma “escalada do golpismo” (Foto: ABr)

Por BERNARDO MELLO FRANCO
Da Folha de S. Paulo

Depois de um período que batizou de “desintoxicação da política”, o ex-ministro Ciro Gomes, 57, voltou à cena atirando. Recém-filiado ao PDT, ele acusa a oposição e o vice-presidente Michel Temer de apoiarem uma “escalada do golpismo” contra a presidente Dilma Rousseff.

Ciro diz que o Brasil viverá “momentos tensos” de radicalização política se a Câmara autorizar a abertura de um processo de impeachment.

Na última quarta-feira (16), ele foi lançado pré-candidato à Presidência em 2018. Já disputou o cargo duas vezes, em 1998 e 2002, quando recebeu 10,2 milhões de votos.

*

Folha – Como o sr. vê a articulação pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff?
Ciro Gomes – A democracia está ameaçada pelo golpismo. Está acontecendo uma escalada do golpe com apoio da oposição, que não aceitou o resultado das eleições.

Não gostar do governo não é causa para impeachment. Isso é um mecanismo raro, a ser usado em caso de crime de responsabilidade imputável direta e dolosamente ao presidente. Ninguém tem nada disso contra a Dilma.

Seria muito caro o preço de uma interrupção do mandato. É só olhar a Venezuela. Quem produziu aquele quadro lá foi esse tipo de antagonismo odiento. O país vai viver momentos tensos e graves, vizinhos à violência, por causa desses loucos.

Quem iria às ruas defender o mandato de Dilma?
Estarei na primeira fila. Muitos brasileiros vão se perfilar. Não é para defender a Dilma, é para defender a regra. Veja o que já aconteceu quando um mandato foi interrompido por renúncia, suicídio ou impedimento.

O impeachment pode ser a catarse de quem está zangado, mas no dia seguinte os problemas serão os mesmos. Só que agora o PT, a CUT e os servidores estarão em pé de guerra com um presidente sem legitimidade.

Uma parte das pessoas está nisso de boa fé porque não sabe que quem assume é o vice, Michel Temer, que é do PMDB e amigo íntimo do Eduardo Cunha. Mas tem pessoas de muita má-fé.

A quem o sr. se refere?
A Aécio Neves e Fernando Henrique Cardoso. O PSDB está fazendo isso por pura vingança. Em 1999, quando houve a desvalorização violenta do real e a popularidade do presidente foi ao chão, o PT começou com o Fora FHC.

O comportamento do Fernando Henrique é constrangedor. Como dizia Brizola, ele está costeando o alambrado do golpe. Qual é a proposta do PSDB? Ficar contra o fator previdenciário e a CPMF, que eles criaram? Contra o ajuste fiscal, que eles introduziram como valor supremo?

Por que Dilma está tão fraca?
O maior problema do governo não é o escândalo, é a mentira. A zanga do povo não é propriamente com a corrupção, que é chocante, mas com o sentimento de ter sido enganada. A gente votou em um conjunto de valores e está recebendo o oposto.

O governo tem que se reorganizar politicamente e fazer uma gestão econômica coerente com o discurso que lhe deu a vitória. Ainda há tempo. O problema é que ela não tem projeto nem equipe.

A equipe da Dilma é de quinta, salvo exceções. Quem bota a [ex-ministra] Ideli Salvatti para tomar conta de uma situação dessa complexidade está pedindo para morrer.

Aí ela entrega a coordenação política ao vice, que distribui todos os cargos importantes ao PMDB e depois lava as mãos e sai. É uma coisa de cinema, rapaz. E os escândalos da Dilma 2.0 vão surgir dos nomeados por ele.

Nunca vi um vice-presidente se mexer tanto. O Temer foi dar palestra para um movimento que está no golpe contra a Dilma e fez uma frase que não admite dupla interpretação. Onde está escrito na Constituição que uma presidente com 7% [8%, segundo o Datafolha] de aprovação não se aguenta no cargo?

Ele quer a cadeira dela?
Vá ver se o José Alencar [vice de Lula], na crise do mensalão, saiu fazendo palestra e dizendo que era preciso achar alguém para unir o país. Eu costumo não ser idiota.

Como vê o novo pacote fiscal ?
É ilusionismo, mas 70% não sai do papel. E a medida mais importante [a recriação da CPMF] não podia ter sido anunciada daquele jeito.

A receita está despencando por causa da recessão que esses malucos estão produzindo. Se o governo não atrapalhasse com a taxa de juros, o Brasil poderia achar o caminho antes do que se supõe. O governo está atrapalhando.

Hoje a inflação é provocada por câmbio e preços administrados, dois setores sobre os quais os juros não têm o menor efeito. E os maiores bancos estão tendo lucro 40% acima do ano passado. Estão ganhando com a crise.

O sr. quer disputar o Planalto?
Acho extemporâneo falar de candidatura agora. Mas eu já fui candidato duas vezes, não posso disfarçar.

O PDT é seu sétimo partido. Como explica tantas mudanças?
Minha vida partidária é uma tragédia, muito ruim mesmo. Mas mudo de partido, não de convicções. Tenho 26 anos de vida pública e nunca respondi a um inquérito.

Uchoa e Wolney se desentendem

O deputado estadual Guilherme Uchoa, que comanda a Assembleia Legislativa, bateu boca ontem com o presidente do PDT em Pernambuco, Wolney Queiroz, por causa de divergências na direção do partido em municípios da sua base. As informações são do Blog do Magno Martins.

Segundo o jornalista, Uchoa disse que só não deixa a legenda em homenagem a Leonel Brizola. “Sou um brizolista histórico, mas não posso deixar de reconhecer que estou muito insatisfeito com o comando do PDT no Estado, que virou uma extensão familiar”, afirmou.

Irmãos Ciro e Cid Gomes defendem filiação ao PDT

Da Folhapress

Pela primeira vez, os irmãos Cid e Ciro Gomes (PROS) defenderam abertamente junto a aliados a filiação dos membros do grupo político capitaneado por ambos ao PDT.

Em reunião nesta semana em Fortaleza com políticos aliados, os irmãos Gomes -ambos ex-governadores do Ceará- afirmaram que o grupo deve priorizar a construção de um projeto nacional.

E defenderam a filiação ao PDT, alegando que este seria um partido com mais estrutura para uma candidatura presidencial em 2018.

Na ocasião, Ciro lançou o irmão Cid como candidato ao Planalto. Este, por sua vez, retribuiu a gentileza ao irmão: “Meu candidato é Ciro Gomes”.

Esta foi a primeira de pelo menos três reuniões que os irmãos Gomes devem conduzir junto a políticos aliados. A saída do PROS e filiação de ambos ao novo partido deve acontecer apenas em setembro.

A definição ainda deve passar pelo crivo de todo o grupo que reúne cerca de 80 prefeitos, 11 deputados estaduais e três federais. Entre parte dos aliados, há o temor de uma possível perda de mandato por infidelidade partidária.

À reportagem o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, confirmou que a filiação de Cid e Ciro Gomes já está selada, assim como a do prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, que vai disputar a reeleição.

“É a concretização de um namoro antigo, que já vinha de muito tempo”, diz Lupi, que apoiou Ciro Gomes na disputa presidencial de 2002 e ensaiou filiar os irmãos em 2003, quando estes deixaram o PPS, e em 2013, quando romperam com o PSB.

Segundo Lupi, a ideia é trazer todo o grupo político ligado aos irmãos atualmente filiado ao PROS, que possui cerca de três mil filiados no Ceará. Mas, para isso, ainda faltariam resolver pendências locais junto aos aliados.

Lupi ainda afirma que é certo que o PDT terá candidatura presidencial em 2018 e aponta Cid, Ciro e o senador Cristóvão Buarque (DF) como potenciais candidatos.

Caso a filiação ao PDT se concretize, este será o sétimo partido dos irmãos Gomes.

Presidente do PDT participará de audiência com o Governador Paulo Câmara

O presidente do PDT/PE, deputado federal Wolney Queiroz, participará de
audiência com o governador Paulo Câmara, na próxima segunda-feira (9), a
partir das 18h, no Palácio do Campo das Princesas, em Recife. Na ocasião, o
Presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco, o deputado
Guilherme Uchoa, também estará presente junto com onze prefeitos do PDT. O
objetivo da audiência é aproximar o partido das metas de Governo de Câmara.

O governador Paulo Câmara já havia recebido a visita institucional do
presidente do PDT/PE, Wolney Queiroz, no último dia (12). O parlamentar –
que assumiu a direção do partido em fevereiro deste ano, solicitou ao chefe
do Executivo estadual um encontro com os prefeitos da sigla em Pernambuco,
para discutir parcerias do governo com as gestões municipais. Nesse
primeiro encontro, participaram da audiência o secretário da Casa Civil,
Antônio Figueira, e o presidente estadual do PSB, Sileno Guedes.

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Wolney assume presidência do PDT

O deputado federal Wolney Queiroz é o novo presidente estadual do PDT. A decisão será anunciada, daqui a pouco, pelo presidente nacional da legenda, Carlos Lupi, que está reunido com as lideranças pedetistas do Estado na sede do partido, no Recife.

A escolha foi consensual, contando com o apoio, inclusive, da corrente liderada pelo ex-deputado Paulo Rubem, que na eleição passada tomou o comando do partido para apoiar a candidatura de Armando Monteiro a governador, tendo sido seu vice.

Havia um indicativo da parte do presidente da Assembleia, Guilherme Uchoa, pela volta do prefeito de Caruaru, José Queiroz, pai de Wolney, à presidência do diretóriio estadual. Mas, consensualmente, o partido passa a ser tocado por Wolney, filho de Queiroz.