Artesã do Programa Mulheres Empreendedoras da Secretaria da Mulher de Caruaru é selecionada para representar Pernambuco na FENACCE

A artesã e empreendedora Maria José Costa, integrante do Programa Mulheres Empreendedoras, da Secretaria da Mulher de Caruaru (Semu), foi selecionada, por edital de chamamento público, para participar da FENACCE – Festival Nacional de Artesanato e Cultura do Ceará. Maria José conquistou a única vaga disponível na categoria artesão em ampla concorrência, entre participantes de todo o estado de Pernambuco, e embarca nesta quarta-feira (3) para Fortaleza, onde irá representar o estado e apresentar seu trabalho.

A participação é viabilizada pelo Programa do Artesanato de Pernambuco (PAPE), em parceria com o Sebrae, que irá custear o estande coletivo, passagens, hospedagem e translado entre o hotel e a feira. A Semu será responsável pelo transporte das peças até o Recife e pelo retorno dos materiais, além do translado de Maria José para o Aeroporto do Recife, na ida e na volta.

“Quando vi meu nome na lista de aprovados, comemorei como quem ganha na Mega-Sena! É muito gratificante ver meu trabalho sendo reconhecido. É uma honra levar minha arte para o Ceará e representar Pernambuco, mostrando um pouco da nossa criatividade, da nossa cultura e da força do artesanato pernambucano.”, contou Maria José.

No trabalho desenvolvido pela artesã, quatro pilares se encontram: a tradição do barro, a inovação da porcelana fria, a reciclagem e a identidade cultural. As peças são criadas a partir do conceito de design por restrição, em que os materiais disponíveis servem como ponto de partida para a idealização de personagens e esculturas.

Casa lotada! Anderson Luiz e Fernando Monteiro reúnem multidão em grande ato político em Caruaru

Centenas de pessoas participaram, nessa quarta-feira (2), de um grande ato político em apoio às candidaturas de Anderson Luiz a deputado estadual e Fernando Monteiro a deputado federal. Realizado em uma casa de festas, em Caruaru, o evento foi comandado pelo presidente da Câmara Municipal, vereador Bruno Lambreta, e reuniu o prefeito Rodrigo Pinheiro, a vice-prefeita Dayse Silva e o secretário executivo de Articulação do Estado, José Pereira, que representou a governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra.

Anderson Luiz destacou os avanços conquistados por Caruaru e a força do time liderado por Rodrigo Pinheiro. “O prefeito que mais fez pontes em Caruaru, que mais calçou ruas, tem na agricultura familiar a maior do Brasil e promove avanços em todas as áreas. É por esse trabalho que, a partir de 2027, Caruaru terá um deputado estadual para chamar de seu”, afirmou. Anderson também ressaltou a atuação de Fernando Monteiro, que trouxe investimentos e ajudou a destravar importantes projetos em Brasília.

Fernando Monteiro destacou a força da gestão municipal e a importância do trabalho conjunto. “Rodrigo faz política pública voltada para as pessoas e não faz isso sozinho. Tem um time de primeira qualidade, uma Câmara comandada por Bruno Lambreta que ajuda esse time a governar Caruaru e o talento de Anderson Luiz, que sempre foi um conselheiro de grandes acertos”, afirmou. O deputado também ressaltou ter destinado mais de R$ 100 milhões para Caruaru em apenas dois anos.

O prefeito Rodrigo Pinheiro reforçou a confiança na parceria com Raquel e na continuidade do trabalho que vem sendo realizado. “Na caminhada com Raquel, a gente continua aprendendo. Ela não chega prometendo nem com falsas promessas. Ela confia no time e chega com serviço. É assim que a gente faz, por isso tem obras e ações por toda Caruaru”, declarou o prefeito.

Fim do Desenrola 2.0: e agora? Como evitar voltar ao ciclo das dívidas

O programa ajudou milhões de brasileiros a renegociar débitos em condições mais favoráveis. Mas o desafio mais importante começa depois da assinatura do acordo

A experiência da primeira fase do Desenrola ajuda a dimensionar o tamanho do desafio. Encerrado em maio de 2024, o programa renegociou R$ 53,2 bilhões em dívidas para cerca de 15 milhões de pessoas. Ainda assim, os indicadores de inadimplência voltaram a subir nos anos seguintes, mostrando que a renegociação, sozinha, não resolve problemas estruturais de orçamento e endividamento.

É esse pano de fundo que dá o tom da pergunta que passa a valer agora: o que fazer depois de renegociar?
Com o programa, muitos brasileiros ganharam a chance de trocar dívidas caras, como as do rotativo do cartão de crédito e do cheque especial, por condições com descontos relevantes e juros menores. Para quem quiser entender as regras, o público-alvo e os impactos esperados, pode conferir todos os detalhes sobre o tema aqui (https://riconnect.rico.com.vc/analises/desenrola-2-0-conheca-a-nova-chance-para-sair-das-dividas-e-aliviar-o-bolso/).

A história recente ajuda a explicar por que esse alívio pode perder força. Boa parte da recaída está ligada a fatores que a renegociação não resolve sozinha juros ainda elevados que mantém o crédito caro e orçamentos sem margem para imprevistos. Ou seja, sem mudanças no planejamento financeiro das famílias, o fôlego inicial tende a se esgotar.

Os números explicam por que o cenário segue pressionado: 82% das famílias brasileiras estavam endividadas em julho de 2026, conforme a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (CNC), e 29,5% da renda mensal estava comprometida com dívidas no mesmo período, de acordo com o Banco Central.

O que fazer nos primeiros meses após a renegociação
A renegociação deve ser vista como o começo do processo, e não como o ponto final. Os primeiros meses após o acordo são a janela mais valiosa para reorganizar gastos, montar uma reserva de emergência e reduzir a dependência de crédito caro.

Uma referência prática ajuda nesse controle: manter o comprometimento da renda com dívidas abaixo de 30%. Acima disso, o risco de aperto e de nova inadimplência cresce.

Também vale aproveitar esse período para revisar despesas recorrentes, evitar novos parcelamentos e reconstruir gradualmente uma margem de segurança para lidar com imprevistos.

Quando os juros passam a trabalhar a seu favor
Há também um raciocínio de finanças pessoais que costuma passar despercebido: a parcela que antes escoava em juros pode mudar de lado.
Redirecionar, por exemplo, R$ 300 por mês, antes consumidos por uma dívida cara, para uma aplicação conservadora que acompanhe a taxa de juros (famosos investimentos pós-fixados) pode ajudar a construir uma reserva relevante ao longo do tempo.

Exemplo:

Valor investido por mês: R$ 300 / Prazo: 12 meses / Patrimônio acumulado aproximado: R$ 3.800
Valor investido por mês: R$ 300 / Prazo: 24 meses / Patrimônio acumulado aproximado: R$ 8.100
Valor investido por mês: R$ 300 / Prazo: 36 meses / Patrimônio acumulado aproximado: R$ 13.000

Simulação considerando aportes mensais de R$ 300 e rendimento líquido aproximado de 0,9% ao mês, patamar compatível com aplicações pós-fixadas atreladas à Selic em um cenário de juros próximos aos atuais. Os valores são aproximados e servem apenas para fins educativos.

O que a tabela mostra é que o principal efeito não vem apenas da rentabilidade, mas da consistência. O valor que antes era consumido por juros passa a construir patrimônio – mês após mês. Em dois anos, os mesmos R$ 300 que saíam do orçamento para pagar uma dívida podem se transformar em uma reserva próxima de R$ 8 mil, criando uma proteção importante contra imprevistos e reduzindo a necessidade de recorrer a crédito caro no futuro.

O principal risco é usar o espaço aberto no orçamento para assumir novos compromissos sem planejamento. Quando isso acontece, o ciclo de endividamento tende a se repetir, mesmo após a renegociação.

Em outras palavras, limpar o nome é um passo importante, mas transformar esse alívio em estabilidade financeira depende das decisões tomadas depois da assinatura do acordo.

O verdadeiro desafio começa agora
O Desenrola 2.0 pode reorganizar dívidas e devolver equilíbrio no curto prazo. No longo prazo, porém, o resultado depende menos do programa e mais da capacidade de construir hábitos financeiros sustentáveis.

As melhores condições de pagamento aliviam o presente, mas é a mudança de comportamento que sustenta o futuro

Mais do que encerrar uma dívida, o objetivo deve ser aproveitar esse período para reorganizar o orçamento, criar uma reserva para imprevistos e reduzir a dependência de crédito caro.

A renegociação abre uma porta. A permanência fora do endividamento e a chance de sair da estatística de quem deve para entrar na de quem poupa e investe dependem do que é feito depois dela.

Brasil bate recorde de empresas inadimplentes e acende alerta para pequenos negócios

Mais de 9 milhões de CNPJs estão no vermelho no país; especialista alerta que faturar não significa ter dinheiro em caixa

O Brasil atingiu a marca recorde de 9,1 milhões de empresas inadimplentes, que acumulam cerca de R$ 232,9 bilhões em dívidas negativadas. O dado chama ainda mais atenção entre os pequenos negócios: aproximadamente 95% dos CNPJs inadimplentes são micro e pequenas empresas. O cenário acende um alerta para empresários que, mesmo mantendo vendas e faturamento, enfrentam dificuldades para equilibrar as contas.

Para o contador Paulo de Tarso, da CSMalta Contabilidade, vender mais não é garantia de saúde financeira. “Uma empresa pode ter clientes, faturar bem e, ainda assim, estar se endividando. Se o empresário não acompanha fluxo de caixa, custos, margem de lucro e compromissos financeiros, pode perceber o problema somente quando já não consegue pagar as contas”, explica.

Entre os fatores que podem levar uma empresa ao vermelho estão despesas acima da capacidade financeira, inadimplência dos clientes, empréstimos contratados sem planejamento, precificação inadequada, falta de capital de giro e mistura das contas pessoais com as empresariais. Nas micro e pequenas empresas, o impacto tende a ser maior porque, geralmente, há menos reservas para enfrentar períodos de dificuldade.

Um dos principais sinais de alerta é recorrer frequentemente ao crédito para manter despesas rotineiras. “O empréstimo pode ser uma ferramenta para investimento ou para uma necessidade pontual. O problema é quando a empresa depende de crédito para pagar fornecedores, impostos, folha e outras despesas todos os meses. Isso mostra que o caixa precisa ser revisto”, alerta Paulo de Tarso.

O contador também chama atenção para a diferença entre faturamento e lucro. O dinheiro que entra na empresa precisa cobrir custos, impostos, salários, fornecedores, dívidas e demais despesas. Somente depois dessas obrigações é possível avaliar quanto efetivamente ficou como resultado do negócio.

Para quem já está endividado, a orientação é fazer um diagnóstico antes de contratar novo crédito. O primeiro passo é levantar o valor total das dívidas, taxas de juros e vencimentos, além de calcular quanto a empresa consegue pagar mensalmente sem comprometer a operação. A renegociação pode ser uma alternativa, desde que as novas condições sejam compatíveis com a capacidade financeira do negócio.

“O empresário precisa saber quanto deve, quanto realmente lucra e quanto consegue pagar. Sem essas informações, pegar um novo empréstimo pode apenas trocar uma dívida por outra e aumentar o problema”, afirma.

Com o segundo semestre em andamento, Paulo de Tarso recomenda revisar despesas, fluxo de caixa, dívidas e projeções para os próximos meses. “O recorde de inadimplência mostra que acompanhar os números deixou de ser apenas uma questão de organização. Para micro e pequenas empresas, é uma questão de sobrevivência”, conclui o contador da CSMalta Contabilidade.

SERVIÇO:
CSMalta Contabilidade
Endereço: Rua Ondina, 75, Salas 301/ 302, Pina
Instagram: @csmaltacontabilidade

MP que zera taxa das blusinhas deve ser votada nesta quinta-feira

Os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal devem analisar, hoje, a Medida Provisória (MP) 1357/2026, que pôs fim à “taxa das blusinhas”, imposto federal de importação de 20% aplicado sobre compras internacionais de até US$ 50. A matéria é considerada prioritária pelo governo pelo grande apelo popular às vésperas das eleições e precisa concluir a tramitação no Congresso Nacional até 8 de setembro, para que a tributação não seja retomada.

Aprovado, ontem, na comissão especial que discutiu o tema, o texto original da MP passou por alterações para ser mais bem recebido pelo setor produtivo, que aponta para uma concorrência desleal com a tributação zerada. O relatório mantém, no entanto, a autorização para que o ministério da Fazenda altere as alíquotas de imposto de importação para remessas postais internacionais. As alíquotas podem ser reduzidas a zero para compras de até US$ 50 e a 30% para remessas de até US$ 3 mil.

A relatora, senadora Leila Barros (PDT-DF), acolheu nove das 112 emendas apresentadas. Com isso, foi adicionado um mecanismo que determina ao Ministério da Fazenda a realização de avaliações periódicas sobre os efeitos econômicos da medida. A primeira análise deve ser concluída em até três meses após a publicação da matéria. A partir daí, o relatório prevê novas avaliações a cada seis meses.

O regime de tributação simplificada também será objeto de avaliação anual pelo Congresso Nacional. A ideia é que os dados sejam divulgados e, caso seja identificado um impacto considerável na economia brasileira, medidas de mitigação possam ser adotadas. O relatório estabelece cinco grupos de indicadores a serem avaliados: emprego e renda; competitividade nacional; compras internacionais; diferença de tributação e arrecadação. Serão monitorados, obrigatoriamente, os setores: têxteis e vestuário; calçados; acessórios; brinquedos e cosméticos.

“A única forma à disposição desse estrato social para adquirir produtos importados de pequeno valor é pela remessa internacional. Tributar pesadamente essa remessa, ao mesmo tempo em que se preserva a generosa isenção de bagagem, equivale a proteger o consumo do mais rico e onerar o do mais pobre”, argumentou Leila.

Plataformas

O texto aprovado determina que as plataformas digitais intermediadoras e operadores logísticos adotem mecanismos destinados à identificação de indícios de subfaturamento, fracionamento artificial de remessas e ocultação de remetente. Além disso, devem implementar medidas para evitar a comercialização de produtos de origem ilícita ou que infrinjam os direitos de propriedade intelectual.

O descumprimento das obrigações pode sujeitar o infrator a advertências, multas proporcionais ao valor das transações com produtos ilegais, suspensão temporária das atividades e, em casos graves ou reincidentes, ser proibida de operar no mercado nacional. Entre as medidas previstas estão a verificação da identidade dos vendedores; disponibilização de canais para denúncias; retirada de anúncios de produtos ilegais; suspensão de vendedores infratores; e realização de auditorias periódicas. Caberá às plataformas garantir a rastreabilidade dos vendedores estrangeiros, monitorar as remessas e cooperar com a Receita Federal.

Imposto zero

Outra emenda permite que, em caso de medicamentos sem similar nacional, importados por pessoa física para uso próprio ou individual para tratamento de doenças raras ou negligenciadas, o relatório prevê alíquota zero do Imposto de Importação e afasta os limites de valor do Regime de Tributação Simplificada (RTS).

“Trata-se de medida que pode reduzir o custo e facilitar o acesso a medicamentos indisponíveis no Brasil, assegurando a realização e a continuidade de tratamentos médicos de alta complexidade”, avaliou a relatora.

Confira a matéria no site do Correio Braziliense.

Feriado de 7 de setembro: comércio de Caruaru estará aberto; veja as regras para funcionamento

O comércio de Caruaru poderá funcionar normalmente no feriado de 7 de setembro, Dia da Independência do Brasil. A autorização para a jornada de trabalho também se aplica ao feriado de 15 de setembro, Dia de Nossa Senhora das Dores, padroeira do município. A informação foi divulgada pelo Sindicato dos Lojistas do Comércio de Caruaru (Sindloja) e contempla empresas do comércio varejista, incluindo estabelecimentos em geral e centros de compras.

Para funcionar nos feriados, entretanto, as empresas precisam cumprir as regras estabelecidas na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria. Entre as exigências está o envio de comunicado eletrônico ao Sindloja pela plataforma E-Sind. Para empresas não associadas, o procedimento deve ser realizado com pelo menos cinco dias de antecedência; para as associadas, o prazo é de dois dias. Também há previsão de pagamento de taxa de autorização para empresas não filiadas, além de ajuda de custo aos trabalhadores.

Outro ponto previsto na convenção é a concessão de folga ao funcionário em até 30 dias após o trabalho realizado no feriado. O Sindloja alerta que o descumprimento das normas pode resultar em multa prevista na Convenção Coletiva de Trabalho, além de possíveis autuações e penalidades aplicadas pela fiscalização do Ministério do Trabalho. Assim, consumidores que pretendem aproveitar o feriado para fazer compras devem encontrar parte do comércio de Caruaru em funcionamento, respeitadas as regras trabalhistas.

Prefeitura de Caruaru realiza evento de adoção de cães e gatos no Marco Zero de Caruaru

A Prefeitura de Caruaru, por meio da Secretaria de Sustentabilidade e Bem-Estar Animal (SSB), realiza, nos dias 2 e 3 de setembro, mais uma edição do projeto Meu Amigão. A ação acontece no Marco Zero, das 9h às 14h, oferecendo à população a oportunidade de conhecer cães e gatos resgatados que estão prontos para ganhar uma nova família.

Além de estimular a adoção responsável, a iniciativa contribui para a promoção da saúde e do bem-estar dos animais e para o enfrentamento do abandono. Os pets adotados durante a ação terão a castração garantida pela Prefeitura de Caruaru, fortalecendo também as ações de controle populacional.

Para adotar, é necessário ter 18 anos ou mais e apresentar documento oficial com foto, CPF e comprovante de residência atualizado. Os interessados passarão por uma conversa com a equipe técnica e, após a aprovação, assinarão o termo de adoção responsável, assumindo o compromisso de garantir os cuidados, a segurança e o bem-estar do novo integrante da família.

Prefeitura de Caruaru inicia coleta de solo para fortalecer produção agroecológica na Zona Rural

A Prefeitura de Caruaru, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), iniciou nesta quarta-feira (2) a primeira coleta de solo para análise dentro das ações do PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar) Agroecológico, no 3º Distrito. A atividade faz parte da assistência técnica oferecida aos agricultores participantes do projeto, realizado em parceria com a instituição Comida do Amanhã, por meio da entidade executora Centro Sabiá.

Ao todo, seis propriedades rurais serão atendidas nesta etapa. A análise permite identificar as características e necessidades de cada solo e, a partir dos resultados, orientar os agricultores sobre os nutrientes e manejos necessários para melhorar o desenvolvimento das culturas.

Após a coleta, as amostras serão encaminhadas para análise no laboratório do Centro Sabiá. Com os resultados, os proprietários serão informados sobre as condições do solo e receberão orientações para realizar as adequações, contribuindo para uma produção mais saudável e sustentável.

Para Elias Gomes, proprietário de terra, agricultor, professor e presidente do Conselho de Desenvolvimento Rural Sustentável de Caruaru, a iniciativa representa um avanço no apoio à agricultura familiar. “É uma ação muito importante porque permite conhecer a realidade de cada propriedade e oferecer ao agricultor uma orientação mais adequada para melhorar sua produção.”

A técnica do Centro Sabiá e agroecóloga Iris Maria Silva destaca que a coleta é uma etapa fundamental da assistência técnica. “A análise mostra o que o solo está precisando e, a partir disso, podemos orientar o agricultor sobre o que deve ser feito para que ele tenha melhores condições de produzir de forma agroecológica.”

Marília Arraes segue na liderança na disputa pelo Senado

A pesquisa Real Time Big Data, divulgada hoje, aponta Marília Arraes (PDT) na liderança da disputa pelas duas vagas de Pernambuco no Senado, com 29% das intenções de voto. Na sequência, aparecem Mendonça Filho (PL), com 20%, e Humberto Costa (PT), com 19%. Os dois estão tecnicamente empatados considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.

O levantamento mostra ainda Eduardo da Fonte (PP) com 13% e Túlio Gadêlha (PSD) com 12%. Carlos Sant’Anna (Novo) e Paulo Rubem Santiago (Rede) aparecem com 1% cada. O levantamento consolida as indicações de primeiro e segundo voto, uma vez que, nas eleições de 2026, os pernambucanos escolherão dois representantes para o Senado.

A pesquisa ouviu 1.600 eleitores de Pernambuco entre 29 de agosto e 2 de setembro, por telefone e internet. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-09116/2026.

Miguel Coelho chega de moto e reforça parceria com Alberto Feitosa em encontro no Arruda

O candidato a deputado federal por Pernambuco, Miguel Coelho, chegou de moto para participar de um encontro com apoiadores do deputado estadual e candidato à reeleição, Alberto Feitosa, realizado em uma casa de eventos no bairro do Arruda, no Recife. A chegada chamou atenção e marcou o início da agenda política.

Alberto Feitosa também chegou de moto e reforçou sua trajetória na vida pública. “Eu entrei na política para cumprir uma missão de defender os valores da família e da sociedade, com o apoio de vocês”, afirmou. Miguel e Feitosa também trabalham pela reeleição da governadora Raquel Lyra, fortalecendo a aliança para as eleições de 2026.

Miguel Coelho ressaltou a parceria com Feitosa e afirmou que o deputado estadual foi uma das primeiras lideranças que procurou ao decidir disputar uma vaga na Câmara Federal. “Fico feliz de estar ao lado de vocês e do coronel Feitosa. Quero construir uma relação de confiança e, em Brasília, buscar recursos para toda essa área, em parceria com Feitosa”, afirmou.