Em parceria com o Executivo, Jorge Quintino propõe descentralização dos CRAS em Caruaru

Proposta facilita o acesso aos serviços para moradores de áreas mais afastadas

O vereador Professor Jorge Quintino (Podemos) apresentou requerimento na Câmara Municipal, propondo a implementação de um Programa Municipal de Descentralização da Proteção Social Básica.

O objetivo, junto à Secretaria de Direitos Humanos, é ampliar a presença dos serviços dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) nos distritos e localidades da cidade, especialmente nas áreas com maior vulnerabilidade social e dificuldade de acesso aos serviços públicos.

“A assistência social precisa estar onde as pessoas estão. Não podemos pensar uma política pública apenas a partir da região central. Quem mora nos distritos e localidades mais afastadas também precisa ter acesso aos serviços e benefícios do município com dignidade e facilidade”, destacou Jorge.

O vereador ressaltou ainda que a descentralização pode facilitar o acesso da população aos benefícios socioassistenciais e às demais ações da proteção social básica.

O requerimento foi construído em diálogo com o prefeito Rodrigo Pinheiro (PSD) e segue para apreciação.

Na sabatina do UOL, Raquel Lyra destaca a diminuição dos feminicídios na sua gestão

Durante a sabatina do UOL, nesta quinta-feira (3), a governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), destacou o esforço da sua gestão para redução do feminicídio em Pernambuco. Sob a sua liderança, nos oito primeiros meses de 2026, o crime apresentou uma diminuição de 20,6% no acumulado do ano. No mesmo período de 2025, foram 63 registros, enquanto em 2026 a diminuição representou 50 registros.

“Esse ano estamos diminuindo o feminicídio em Pernambuco, esse é um desafio imenso. Como a primeira mulher governadora do nosso Estado, temos o maior nível de investimento na Secretaria da Mulher que Pernambuco já viu, expandimos o serviço e monitoramos diariamente e semanalmente, criando a Patrulha Maria da Penha, para a mulher se sentir protegida e denunciar. Eu acompanho o dia a dia e é importante olhar para isso, combater violência contra a mulher não se faz com discurso”, disse Raquel Lyra.

O aumento dos registros das mulheres contra violência evidenciou a importância de denunciar para evitar que sejam cometidos os feminicídios. Isso comprova que a rede de proteção no Estado está fortalecida, com aumento da confiança das mulheres nos canais de denúncia.

Na gestão da governadora Raquel Lyra, ao assumir o Governo do Estado em 2023, o orçamento da Secretaria da Mulher era de R$ 22,6 milhões. Hoje, sob a sua liderança, o orçamento foi multiplicado em mais de 4 vezes, saltando para R$ 102 milhões. Atualmente, a secretaria conta com recursos para investimentos em programas, ações e metas para melhorar a vida das mulheres pernambucanas.

Em março de 2025, Raquel inaugurou a nova sede da Secretaria da Mulher, no Bairro do Recife, que passou a contar com um espaço para o enfrentamento à violência contra a mulher e quatro salas de acolhimento individual. Raquel também realizou a entrega de mais de 20 novos Centros de Referência para Mulher. Em Pernambuco, também está em funcionamento o Programa 197 Mulher, plataforma digital voltada ao atendimento e à orientação de mulheres em situação de violência doméstica e familiar em Pernambuco.

Anderson Correia cumpre agenda em Águas Belas, intensifica campanha e amplia bases de apoio

O vereador de Caruaru e candidato a deputado estadual Anderson Correia (PP) cumpriu agenda nesta quinta-feira no município de Águas Belas, fortalecendo sua presença e ampliando apoios na cidade. Mais cedo, Correia também esteve em Iati, onde se encontrou com apoiadores. Ao longo do dia, participou de visitas porta a porta, conversou diretamente com a população, esteve em um almoço com lideranças e apresentou seus propósitos e o trabalho que vem desenvolvendo em defesa dos pernambucanos.

Em Águas Belas, Correia foi acompanhado pela líder da ONG Amar, Rejane, que esteve ao seu lado em toda agenda. A ONG é referência em toda a região pelo importante trabalho de acolhimento e proteção aos animais em situação de vulnerabilidade, realizando resgates de animais vítimas de maus-tratos e daqueles que vivem em situação de rua. A parceria e o elo construído entre Anderson e a ONG têm fortalecido a atuação em defesa da causa animal no município. À noite, o candidato participou ainda de uma reunião com diversas pessoas, oportunidade em que ampliou sua base de apoio e recebeu novas adesões.

“Águas Belas faz parte da nossa caminhada e temos uma relação muito forte com esta cidade, especialmente por meio da ONG Amar e da minha amiga Rejane, que desenvolve um trabalho excelente e que merece ser fortalecido e multiplicado. Fomos muito bem recebidos, pudemos apresentar nossos propósitos, nosso trabalho e ampliar nossa base, recebendo novos apoios. Tenho certeza de que, com o apoio desse povo, vamos chegar à Alepe para continuar lutando pelas pessoas e pelos animais”, destacou Anderson Correia.

Alcolumbre diz que Senado vota fim da escala 6×1 após as eleições

Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária. Ordem do dia.  

Na pauta, estão o PL 699/2023, que cria o Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert) e incentivos à produção nacional; o PL 429/2024, sobre custas judiciais na Justiça Federal; os PLs 1.872/2025 e 1.881/2025, que criam fundos para o MPU e a DPU; e o PL 3.289/2026, sobre leilões públicos para formação de estoques. 

Em pronunciamento, à bancada, senador Esperidião Amim (PP-SC).

Mesa:
senador Laércio Oliveira (PP-SE); 
senador Cid Gomes (PSB-CE);  
presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (União-AP); 
secretário-geral da Mesa do Senado Federal, Danilo Augusto Barboza de Aguiar;
senador Eduardo Gomes (PL-TO).

Foto: Carlos Moura/Agência Senado

O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou nesta quinta-feira (3) que a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que prevê o fim da escala 6×1 e a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais será votada após as eleições.

A declaração ocorreu durante sessão deliberativa no plenário da Casa, em resposta a um apelo feito pelo senador Paulo Paim (PT-RS), que anunciou a aposentadoria e cumpre o último mandato parlamentar no Congresso Nacional.

O presidente da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa, senador Paulo Paim, durante debate sobre O mundo do trabalho: desemprego, aposentadoria e discriminação, na comissão (Antonio Cruz/Agência Brasil)

Senador Paulo Paim anunciou aposentadoria e cumpre o último mandato parlamentar. Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

Em discurso na tribuna, o senador gaúcho lembrou de sua trajetória política e destacou ter lutado, como constituinte, pela redução da jornada de trabalho de 48 para 44 horas semanais, incluída na Constituição Federal de 1988.

“Não podemos mais esperar. Por que esperar? Vamos resolver, como na Constituinte de 1988, [quando] alcançamos as 44 horas semanais [de jornada máxima semanal de trabalho]. Foi um passo gigantesco para a época e hoje, quase quatro décadas depois, estamos diante de uma nova oportunidade histórica.”

O senador apelou aos parlamentares que o momento é agora. “Chegou a hora de eu ir pra casa, mas eu queria muito, faltam três meses [para o fim do mandato], ir para casa e depois para a porta de fábrica e dizer a todos: ‘temos agora as 40 horas semanais para toda nossa gente'”, acrescentou Paim.

Em seguida, após deixar a tribuna e cumprimentar Alcolumbre, o presidente do Senado se manifestou sobre a votação da PEC.

“Quero aproveitar essa oportunidade que o senador Paulo Paim está aqui na mesa e veio me dar um abraço, para dizer para vossa excelência e para o Brasil, que vossa excelência estará aqui votando, após as eleições, o fim da escala 6×1 no plenário do Senado Federal.”

Nessa quarta-feira (2), sem ter garantia sobre os votos necessários para aprovar a PEC, e sob obstrução da oposição, a base do governo no Senado decidiu não arriscar apreciação do texto em plenário, processo que exige 49 votos em dois turnos.

O texto passou apenas pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A previsão é que o novo esforço concentrado de votação legislativa ocorra na segunda semana de outubro. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro e um eventual segundo turno, para 25 de outubro.

Senado aprova MP da “taxa das blusinhas” e isenção se torna definitiva

01/06/2024 - Brasília, A chamada “taxa da businha”, cobrança de Imposto de Importação para compras de até US$ 50 (equivalente a cerca de R$ 260), deve ser votada pelo Senado na próxima semana, de acordo com o presidente da Casa, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O tributo ganhou esse apelido por impactar principalmente compras de itens de vestuário feminino por meio de varejistas internacionais. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Assim como a Câmara dos Deputados, o plenário do Senado Federal também aprovou, nesta quinta-feira (3), em votação simbólica, a medida provisória (MP) da chamada “taxa das blusinhas”.

O texto zera o imposto de 20% sobre compras internacionais de até 50 dólares (cerca de R$ 257) feitas pela internet por meio de remessas postais. A versão definitiva da medida, agora convertida em lei, segue agora para sanção presidencial.

Durante a tramitação, o texto foi modificado pela relatora na comissão especial mista, a senadora Leila do Vôlei (PDT-DF). Uma das novidades introduzidas na medida é uma emenda que zera o imposto de importação de medicamentos que não têm versão similar no Brasil.

“Nós sabemos que são muitos os brasileiros que utilizam essas compras de pequeno valor. São pessoas que procuram um produto mais barato. São famílias que precisam fazer o orçamento caber no final do mês. São trabalhadores que pesquisam preço, comparam alternativas e encontram no comércio eletrônico uma maneira de ampliar seu poder de compra”, afirmou a senadora ao comentar a aprovação da MP na tribuna.

A MP aprovada prevê redução de 60% para 30% da alíquota de importação para compras de até US$ 3 mil por remessas postais vindas do exterior.

Outra novidade no texto é a previsão de avaliações periódicas, a serem feitas pelo Ministério da Fazenda, para analisar os efeitos econômicos da isenção tarifária. O objetivo, segundo a relatora, é acompanhar possíveis efeitos sobre emprego, renda, preços e impactos sobre a indústria nacional. A primeira avaliação ocorrerá daqui a três meses, e as demais, a cada seis meses.

A nova lei ainda determina uma avaliação anual da isenção tributária. Com isso, será possível acompanhar na prática se a mudança está beneficiando o consumidor sem provocar desequilíbrios relevantes para trabalhadores e empresas brasileiras.

Outro ponto da MP estabelece exigências de conformidade das plataformas digitais e de operadores logísticos. O texto determina mecanismos de identificação de indícios de subfaturamento, fracionamento artificial de remessas e ocultação de remetentes, além de exigir rastreabilidade dos vendedores, monitoramento de operações suspeitas, manutenção de registros e cooperação com a Receita Federal.

Parlamentares da oposição criticaram o teor da medida, ao defenderem que ela dá vantagem a empresas estrangeiras em detrimento da indústria nacional.

“O exato benefício fiscal que está sendo dado para o mesmíssimo produto com o mesmíssimo preço precisa ser dado para o brasileiro, para quem produz aqui, para quem ainda acredita no Brasil”, afirmou o deputado federal Gilson Marques (Novo-SC).

Fim do Desenrola 2.0: e agora? Como evitar voltar ao ciclo das dívidas

O programa ajudou milhões de brasileiros a renegociar débitos em condições mais favoráveis. Mas o desafio mais importante começa depois da assinatura do acordo

A experiência da primeira fase do Desenrola ajuda a dimensionar o tamanho do desafio. Encerrado em maio de 2024, o programa renegociou R$ 53,2 bilhões em dívidas para cerca de 15 milhões de pessoas. Ainda assim, os indicadores de inadimplência voltaram a subir nos anos seguintes, mostrando que a renegociação, sozinha, não resolve problemas estruturais de orçamento e endividamento.

É esse pano de fundo que dá o tom da pergunta que passa a valer agora: o que fazer depois de renegociar?
Com o programa, muitos brasileiros ganharam a chance de trocar dívidas caras, como as do rotativo do cartão de crédito e do cheque especial, por condições com descontos relevantes e juros menores. Para quem quiser entender as regras, o público-alvo e os impactos esperados, pode conferir todos os detalhes sobre o tema aqui (https://riconnect.rico.com.vc/analises/desenrola-2-0-conheca-a-nova-chance-para-sair-das-dividas-e-aliviar-o-bolso/).

A história recente ajuda a explicar por que esse alívio pode perder força. Boa parte da recaída está ligada a fatores que a renegociação não resolve sozinha juros ainda elevados que mantém o crédito caro e orçamentos sem margem para imprevistos. Ou seja, sem mudanças no planejamento financeiro das famílias, o fôlego inicial tende a se esgotar.

Os números explicam por que o cenário segue pressionado: 82% das famílias brasileiras estavam endividadas em julho de 2026, conforme a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (CNC), e 29,5% da renda mensal estava comprometida com dívidas no mesmo período, de acordo com o Banco Central.

O que fazer nos primeiros meses após a renegociação
A renegociação deve ser vista como o começo do processo, e não como o ponto final. Os primeiros meses após o acordo são a janela mais valiosa para reorganizar gastos, montar uma reserva de emergência e reduzir a dependência de crédito caro.

Uma referência prática ajuda nesse controle: manter o comprometimento da renda com dívidas abaixo de 30%. Acima disso, o risco de aperto e de nova inadimplência cresce.

Também vale aproveitar esse período para revisar despesas recorrentes, evitar novos parcelamentos e reconstruir gradualmente uma margem de segurança para lidar com imprevistos.

Quando os juros passam a trabalhar a seu favor
Há também um raciocínio de finanças pessoais que costuma passar despercebido: a parcela que antes escoava em juros pode mudar de lado.
Redirecionar, por exemplo, R$ 300 por mês, antes consumidos por uma dívida cara, para uma aplicação conservadora que acompanhe a taxa de juros (famosos investimentos pós-fixados) pode ajudar a construir uma reserva relevante ao longo do tempo.

Exemplo:

Valor investido por mês: R$ 300 / Prazo: 12 meses / Patrimônio acumulado aproximado: R$ 3.800
Valor investido por mês: R$ 300 / Prazo: 24 meses / Patrimônio acumulado aproximado: R$ 8.100
Valor investido por mês: R$ 300 / Prazo: 36 meses / Patrimônio acumulado aproximado: R$ 13.000

Simulação considerando aportes mensais de R$ 300 e rendimento líquido aproximado de 0,9% ao mês, patamar compatível com aplicações pós-fixadas atreladas à Selic em um cenário de juros próximos aos atuais. Os valores são aproximados e servem apenas para fins educativos.

O que a tabela mostra é que o principal efeito não vem apenas da rentabilidade, mas da consistência. O valor que antes era consumido por juros passa a construir patrimônio – mês após mês. Em dois anos, os mesmos R$ 300 que saíam do orçamento para pagar uma dívida podem se transformar em uma reserva próxima de R$ 8 mil, criando uma proteção importante contra imprevistos e reduzindo a necessidade de recorrer a crédito caro no futuro.

O principal risco é usar o espaço aberto no orçamento para assumir novos compromissos sem planejamento. Quando isso acontece, o ciclo de endividamento tende a se repetir, mesmo após a renegociação.

Em outras palavras, limpar o nome é um passo importante, mas transformar esse alívio em estabilidade financeira depende das decisões tomadas depois da assinatura do acordo.

O verdadeiro desafio começa agora
O Desenrola 2.0 pode reorganizar dívidas e devolver equilíbrio no curto prazo. No longo prazo, porém, o resultado depende menos do programa e mais da capacidade de construir hábitos financeiros sustentáveis.

As melhores condições de pagamento aliviam o presente, mas é a mudança de comportamento que sustenta o futuro

Mais do que encerrar uma dívida, o objetivo deve ser aproveitar esse período para reorganizar o orçamento, criar uma reserva para imprevistos e reduzir a dependência de crédito caro.

A renegociação abre uma porta. A permanência fora do endividamento e a chance de sair da estatística de quem deve para entrar na de quem poupa e investe dependem do que é feito depois dela.

Brasil bate recorde de empresas inadimplentes e acende alerta para pequenos negócios

Mais de 9 milhões de CNPJs estão no vermelho no país; especialista alerta que faturar não significa ter dinheiro em caixa

O Brasil atingiu a marca recorde de 9,1 milhões de empresas inadimplentes, que acumulam cerca de R$ 232,9 bilhões em dívidas negativadas. O dado chama ainda mais atenção entre os pequenos negócios: aproximadamente 95% dos CNPJs inadimplentes são micro e pequenas empresas. O cenário acende um alerta para empresários que, mesmo mantendo vendas e faturamento, enfrentam dificuldades para equilibrar as contas.

Para o contador Paulo de Tarso, da CSMalta Contabilidade, vender mais não é garantia de saúde financeira. “Uma empresa pode ter clientes, faturar bem e, ainda assim, estar se endividando. Se o empresário não acompanha fluxo de caixa, custos, margem de lucro e compromissos financeiros, pode perceber o problema somente quando já não consegue pagar as contas”, explica.

Entre os fatores que podem levar uma empresa ao vermelho estão despesas acima da capacidade financeira, inadimplência dos clientes, empréstimos contratados sem planejamento, precificação inadequada, falta de capital de giro e mistura das contas pessoais com as empresariais. Nas micro e pequenas empresas, o impacto tende a ser maior porque, geralmente, há menos reservas para enfrentar períodos de dificuldade.

Um dos principais sinais de alerta é recorrer frequentemente ao crédito para manter despesas rotineiras. “O empréstimo pode ser uma ferramenta para investimento ou para uma necessidade pontual. O problema é quando a empresa depende de crédito para pagar fornecedores, impostos, folha e outras despesas todos os meses. Isso mostra que o caixa precisa ser revisto”, alerta Paulo de Tarso.

O contador também chama atenção para a diferença entre faturamento e lucro. O dinheiro que entra na empresa precisa cobrir custos, impostos, salários, fornecedores, dívidas e demais despesas. Somente depois dessas obrigações é possível avaliar quanto efetivamente ficou como resultado do negócio.

Para quem já está endividado, a orientação é fazer um diagnóstico antes de contratar novo crédito. O primeiro passo é levantar o valor total das dívidas, taxas de juros e vencimentos, além de calcular quanto a empresa consegue pagar mensalmente sem comprometer a operação. A renegociação pode ser uma alternativa, desde que as novas condições sejam compatíveis com a capacidade financeira do negócio.

“O empresário precisa saber quanto deve, quanto realmente lucra e quanto consegue pagar. Sem essas informações, pegar um novo empréstimo pode apenas trocar uma dívida por outra e aumentar o problema”, afirma.

Com o segundo semestre em andamento, Paulo de Tarso recomenda revisar despesas, fluxo de caixa, dívidas e projeções para os próximos meses. “O recorde de inadimplência mostra que acompanhar os números deixou de ser apenas uma questão de organização. Para micro e pequenas empresas, é uma questão de sobrevivência”, conclui o contador da CSMalta Contabilidade.

SERVIÇO:
CSMalta Contabilidade
Endereço: Rua Ondina, 75, Salas 301/ 302, Pina
Instagram: @csmaltacontabilidade

Prefeitura de Caruaru realiza evento de adoção de cães e gatos no Marco Zero de Caruaru

A Prefeitura de Caruaru, por meio da Secretaria de Sustentabilidade e Bem-Estar Animal (SSB), realiza, nos dias 2 e 3 de setembro, mais uma edição do projeto Meu Amigão. A ação acontece no Marco Zero, das 9h às 14h, oferecendo à população a oportunidade de conhecer cães e gatos resgatados que estão prontos para ganhar uma nova família.

Além de estimular a adoção responsável, a iniciativa contribui para a promoção da saúde e do bem-estar dos animais e para o enfrentamento do abandono. Os pets adotados durante a ação terão a castração garantida pela Prefeitura de Caruaru, fortalecendo também as ações de controle populacional.

Para adotar, é necessário ter 18 anos ou mais e apresentar documento oficial com foto, CPF e comprovante de residência atualizado. Os interessados passarão por uma conversa com a equipe técnica e, após a aprovação, assinarão o termo de adoção responsável, assumindo o compromisso de garantir os cuidados, a segurança e o bem-estar do novo integrante da família.

Prefeitura de Caruaru inicia coleta de solo para fortalecer produção agroecológica na Zona Rural

A Prefeitura de Caruaru, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), iniciou nesta quarta-feira (2) a primeira coleta de solo para análise dentro das ações do PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar) Agroecológico, no 3º Distrito. A atividade faz parte da assistência técnica oferecida aos agricultores participantes do projeto, realizado em parceria com a instituição Comida do Amanhã, por meio da entidade executora Centro Sabiá.

Ao todo, seis propriedades rurais serão atendidas nesta etapa. A análise permite identificar as características e necessidades de cada solo e, a partir dos resultados, orientar os agricultores sobre os nutrientes e manejos necessários para melhorar o desenvolvimento das culturas.

Após a coleta, as amostras serão encaminhadas para análise no laboratório do Centro Sabiá. Com os resultados, os proprietários serão informados sobre as condições do solo e receberão orientações para realizar as adequações, contribuindo para uma produção mais saudável e sustentável.

Para Elias Gomes, proprietário de terra, agricultor, professor e presidente do Conselho de Desenvolvimento Rural Sustentável de Caruaru, a iniciativa representa um avanço no apoio à agricultura familiar. “É uma ação muito importante porque permite conhecer a realidade de cada propriedade e oferecer ao agricultor uma orientação mais adequada para melhorar sua produção.”

A técnica do Centro Sabiá e agroecóloga Iris Maria Silva destaca que a coleta é uma etapa fundamental da assistência técnica. “A análise mostra o que o solo está precisando e, a partir disso, podemos orientar o agricultor sobre o que deve ser feito para que ele tenha melhores condições de produzir de forma agroecológica.”

Marília Arraes segue na liderança na disputa pelo Senado

A pesquisa Real Time Big Data, divulgada hoje, aponta Marília Arraes (PDT) na liderança da disputa pelas duas vagas de Pernambuco no Senado, com 29% das intenções de voto. Na sequência, aparecem Mendonça Filho (PL), com 20%, e Humberto Costa (PT), com 19%. Os dois estão tecnicamente empatados considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.

O levantamento mostra ainda Eduardo da Fonte (PP) com 13% e Túlio Gadêlha (PSD) com 12%. Carlos Sant’Anna (Novo) e Paulo Rubem Santiago (Rede) aparecem com 1% cada. O levantamento consolida as indicações de primeiro e segundo voto, uma vez que, nas eleições de 2026, os pernambucanos escolherão dois representantes para o Senado.

A pesquisa ouviu 1.600 eleitores de Pernambuco entre 29 de agosto e 2 de setembro, por telefone e internet. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-09116/2026.