Feira de Imóveis de Caruaru deve movimentar R$ 90 milhões em negócios

Caruaru volta a ser o ponto de encontro do mercado imobiliário com a segunda edição da Feira de Imóveis, que acontece entre os dias 6 e 9 de novembro, na Estação Ferroviária, no Centro da cidade. Durante quatro dias, o público poderá conhecer lançamentos e empreendimentos de destaque na região, apresentados por construtoras e imobiliárias que são referência no setor. A feira reunirá opções para todos os perfis, de quem sonha com o primeiro apartamento a quem busca investir em imóveis maiores ou de alto padrão.

Um dos grandes atrativos do evento será o estande da Caixa Econômica Federal, que oferecerá simulações e aprovação de crédito no local, com condições acessíveis para famílias com renda a partir de R$ 1.800. Os visitantes poderão sair da feira com o financiamento encaminhado e aproveitar subsídios de até R$ 75 mil por meio dos programas Minha Casa Minha Vida e Morar Bem.

“O objetivo da Feira é aproximar as pessoas do sonho da casa própria, oferecendo em um só lugar as melhores oportunidades e condições do mercado”, destaca Romero Cavalcanti, superintendente de Rede da Caixa Econômica Federal. “Durante o evento, nossa equipe estará presente para realizar simulações, orientar os visitantes e facilitar o acesso ao crédito habitacional, tornando o processo de compra mais simples, rápido e seguro.”

Nesta edição, o programa Minha Casa Minha Vida disponibilizará cerca de 4 mil imóveis, enquanto o Morar Bem Entrada Garantida oferecerá aproximadamente 2 mil unidades cadastradas. Haverá ainda uma equipe no local para orientar sobre inscrições e acesso ao subsídio de R$ 20 mil, voltado a famílias com renda de até dois salários mínimos.

A expectativa é movimentar R$ 90 milhões em negócios durante e após o evento, com público estimado em mais de 7 mil visitantes.

A segunda edição da Feira de Imóveis de Caruaru 2025 reforça o potencial de crescimento do setor na região e promete reunir, em um só espaço, as melhores oportunidades de compra, crédito e investimento.

SERVIÇO

Data: 6 a 9 de novembro de 2025 (quinta a domingo)

Local: Estação Ferroviária, Centro de Caruaru

Horário: das 9h às 20h

Mais informações: www.feiradeimoveisne.com.br

Instagram: @feiradeimoveisne

Bandido bom é bandido preso de facção desbaratada

Por Maurício Rands

As pesquisas sobre a ação contra o Comando Vermelho em 28.10.25 são inequívocas. Segundo a Quaest, no RJ a aprovação foi de 64%. Contra 27% que a rejeitam, com 73% querendo mais ações policiais como aquela. Embora 52% achem que o Rio está menos seguro depois dela. A aprovação do governador saltou de 43% em agosto para 53%. A população está dizendo que a situação não pode continuar como está; que algo precisa ser feito; que não aguenta mais viver sob a opressão de bandidos; que os poderes públicos precisam resgatar os territórios tomados pelo crime organizado. E que, para isso, já não bastam os métodos usuais. O momento é fértil para o populismo penal. Por isso, políticos astutos apressam-se em pregar ações espetaculares para criar a impressão de acuar o crime organizado. Com ganhos imediatos de popularidade. Na situação excepcional, dizem, a polícia deve estar autorizada a julgar e matar em um só instante. Como se a Constituição autorizasse a pena de morte e a execução sumária. Bandido bom, é bandido morto, bradam as pessoas de bem.

Quando o STF concluiu o julgamento da ADPF 635, a das favelas, o governador do RJ saudou-a como uma vitória para a segurança pública do RJ. No dia 28.10.25, diante de 121 mortos, sua primeira fala foi a de culpar a “maldita ADPF das favelas”. E, claro, o governo federal. Mas será que o Comando Vermelho prosperou por causa da ADPF? Ou existem causas mais profundas e complexas? Ao julgar a ADPF em abril desse ano, o STF estabeleceu um roteiro que incluiu a elaboração de um plano de redução da letalidade pelo estado; um outro para retomada de áreas territoriais sob domínio de facções; a atuaçãoem conjunto da PF com as polícias estaduais; e o uso de câmeras corporais pelos policiais e suas viaturas. Se essas cautelas não fossem exigidas, o CV teria deixado de ocupar os 18% do território do Rio? Quase sempre as garantias da ADPF não foram cumpridas também em outras chacinas. E isso não impediu que o crime prosperasse. Quem também prosperou foram alguns políticos hábeis em manipular o medo, a dor e o cansaço da população diante da fraqueza do estado. Eleitos fazendo o gesto da arminha, prometendo atirar na cabecinha.

O que fazer, então? Do jeito que está não pode continuar. Mas a solução vai além dessas operações. Nelas a polícia ocupa o território por algumas horas. Semeia o terror. Mata bandidos e inocentes. E perde alguns policiais escalados para cumprir ordens de operações cujos objetivos se transmudam em eleitorais. Policiais como Marcus Vinícius de Carvalho, Rodrigo Cabral, Cleiton Gonçalves e Heber da Fonseca. Heróis que tombaram no combate ao CV, cumprindo ordens insensatas e inconstitucionais. Depois da ação, os moradores voltam a ser oprimidos pelas facções. Perdem os policiais e o povo. Saem ganhando apenas alguns políticos na onda das soluções fáceis do populismo penal. Agora com adesões oportunistas entre setores partidários supostamente progressistas.

Estou entre os críticos da timidez do envolvimento do governo federal. O atual ministro da justiça, com seus punhos de rendas, consumiu dois anos para produzir uma PEC da segurança que até hoje está sendo cozinhada na Câmara, bombardeada pelos governadores da ultradireita populista e suas bancadas. Mas a PEC vai na direção correta ao buscar integrar o aparato policial dos entes federados. Na direção correta também está o PL antifacções. Sobretudo na parte em que permite a intervenção judicial em empresa ligada a organização criminosa com imediato bloqueio de operações financeiras, e sequestro de bens no curso do inquérito diante de indícios de que são fruto do crime. Uma boa experiência recente de cooperação dos entes federados foi a Operação Carbono Oculto, que atingiu um poderoso esquema de fraudes e lavagem de dinheiro no setor de combustíveis de SP. Chegou-se a desbaratar até mesmo os elos financeiros das facções com fintechs e fundos de investimento. Próximo passo deveria ser uma operação similar no RJ.

Para um problema tão complexo não existe solução única. Nem salvador da pátria. É preciso combinar esforços. Integrar todas as forças da ordem e valorizar o trabalho de todos os atores do Sistema Único de Segurança Pública. Trata-se de combinar a ação concreta no território com as ações de inteligência que asfixiem o coração do crime organizado: as suas finanças. Sem manipulação eleitoral. E sem licença para matar como se o país estivesse em etapa prévia à das conquistas liberais do contraditório, do devido processo legal e da separação entre quem investiga, quem julga e quem executa a condenação. Reconhecendo-se que, até o presente, todos têm suas doses de responsabilidades diante do grande fracasso civilizatório nacional que é a violência e a insegurança.

Maurício Rands, advogado formado pela FDR da UFPE, professor de Direito Constitucional da Unicap, PhD pela Universidade Oxford

Prefeitura na Porta Rural movimenta a comunidade de Malhada de Pedra

Ações incluem serviços de zeladoria, castramóvel, emissão de CAF e assistência técnica para agricultores

A Prefeitura de Caruaru iniciou, nessa segunda-feira (3), mais uma edição do programa “Prefeitura na Porta Rural”, que desta vez chegou à comunidade de Malhada de Pedra. A iniciativa é uma parceria entre as Secretarias de Desenvolvimento Rural (SDR) e de Serviços Públicos (Sesp), e tem como objetivo aproximar os serviços municipais das comunidades do campo, promovendo melhorias diretas na infraestrutura e na qualidade de vida da população rural.

Estão sendo executadas ações de capinação, poda, remoção de entulhos, iluminação, limpeza de cemitério, patrolagem, castramóvel, limpeza de barreiros e orientação sobre o descarte correto de lixo. Os moradores também contam com atendimentos de assistência técnica e extensão rural, além da emissão do Cadastro da Agricultura Familiar (CAF).

A última edição do programa, realizada na vila de Peladas, iniciada no dia seis de outubro, contou com um amplo conjunto de ações. Foram 24,5 km de ruas e estradas recuperadas, totalizando 702 horas de trabalho, além da patrulha de 69 acessos. Também foram executados serviços de limpeza de barreiros (56 horas trabalhadas), serviços de aração de terra, serviço de silagem, 40 horas de roço de vias, emissões de CAFs e 585 horas de capinação, varrição e pintura de meio-fio.

O secretário de Desenvolvimento Rural, Weslley Nascimento, destacou a importância de levar a estrutura da Prefeitura até as comunidades. “Cada edição reforça o compromisso da gestão em estar presente, ouvindo de perto as necessidades da população rural e entregando melhorias reais. É um trabalho que fortalece a relação entre o poder público e o campo”, afirmou.

Moradora da comunidade, dona Socorro (conhecida como Índia) elogiou a iniciativa e se mostrou emocionada com o movimento. “Nunca vi uma ação desse tamanho aqui. É muito bom ver tanta gente trabalhando por nossa comunidade, cuidando das estradas, da limpeza e ajudando quem vive da agricultura. É um dia que vai ficar marcado pra nós”, disse.

O monstro que mora embaixo das nossas cidades

Por Marcelo Rodrigues

Nas entranhas de Melbourne, trabalhadores do sistema de esgoto depararam-se com algo inesquecível em 2018: uma massa compacta de mais de uma tonelada bloqueando completamente as tubulações. Na cidade americana de Baltimore, no mesmo ano, equipes precisaram usar jatos de água de alta pressão durante dias para desmanchar um bloco fedorento que ameaçava provocar inundações de esgoto.
E Londres, bem, a capital britânica enfrentou em 2017 um verdadeiro Godzilla subterrâneo: 250 metros de extensão, 130 toneladas, nove semanas de trabalho árduo para remoção. Essas cidades descobriram da pior forma possível a existência dos fatbergs – termo que combina “fat” (gordura) e “iceberg” para nomear essas massas gigantescas formadas por gordura solidificada, restos de comida, fraldas, preservativos e principalmente toalhas umedecidas que estão transformando os sistemas de esgoto em verdadeiras bombas-relógio ambientais.

Quando jogamos óleo de fritura na pia ou descartamos lenços umedecidos no vaso sanitário, imaginamos que aquilo simplesmente desaparecerá. Essa ilusão custa caro. A gordura, ao esfriar dentro das tubulações, solidifica e funciona como um ímã para outros detritos. Aos poucos, camada sobre camada, forma-se uma rocha fedorenta que obstrui completamente a passagem do esgoto. O resultado? Bueiros que transbordam nas ruas, residências invadidas por dejetos e rios poluídos com esgoto in natura.
As cidades brasileiras ainda não dimensionaram adequadamente esse problema, mas ele já está batendo à porta. Relatórios de companhias de saneamento apontam aumento alarmante de obstruções causadas por acúmulo de gordura e materiais inadequados. Em São Paulo, técnicos já removeram bloqueios impressionantes nas galerias pluviais. No Rio de Janeiro, praias são fechadas periodicamente devido à contaminação por esgoto que não conseguiu seguir seu curso pelos canos entupidos.
A questão transcende o asco natural que sentimos ao imaginar essas massas putrefatas. Há impactos econômicos brutais. Cada intervenção para desobstrução custa milhares de reais aos cofres públicos, recursos que poderiam estar sendo investidos em saúde ou educação. As empresas de saneamento repassam esses custos operacionais nas tarifas, onerando todos os consumidores. Além disso, quando o esgoto transborda, contamina solo e água, comprometendo a saúde pública e exigindo tratamentos médicos caros para doenças evitáveis.

O meio ambiente sofre duplamente. Primeiro, porque a produção excessiva de descartáveis que alimentam os fatbergs pressiona recursos naturais e gera montanhas de lixo. Segundo, porque quando essas obstruções provocam extravasamento de esgoto, rios e oceanos recebem carga orgânica devastadora, matando peixes, desequilibrando ecossistemas inteiros e destruindo áreas de lazer que demoram anos para se recuperar.

Existe saída? Sim, e ela começa na nossa cozinha e banheiro. Óleo usado deve ser armazenado em garrafas e entregue em pontos de coleta para reciclagem. Lenços umedecidos, mesmo os rotulados como biodegradáveis, precisam ir para o lixo comum, nunca para o vaso sanitário. Restos de comida devem ser descartados em composteiras ou no lixo orgânico. São gestos simples que parecem insignificantes quando executados individualmente, mas que ganham poder transformador quando multiplicados por milhões de pessoas.

A verdade inconveniente é que cada um de nós está construindo ou desmontando esses monstros subterrâneos. Nossas escolhas diárias, aparentemente banais, determinam se as cidades permanecerão funcionais ou entrarão em colapso sanitário. O sistema de coleta seletiva e a conscientização sobre descarte adequado não são luxos ambientalistas – são necessidades urgentes de sobrevivência urbana. Afinal, o que enviamos ralo abaixo não desaparece magicamente. Apenas se esconde, esperando o momento de retornar. Os fatbergs crescem no escuro, alimentados pela nossa negligência coletiva, mas podem ser derrotados pela mesma força que os criou: nossas decisões cotidianas.

Marcelo Rodrigues, é advogado especialista em direito ambiental e urbanístico, consultor técnico em sustentabilidade da Prefeitura Municipal de Caruaru, ex-Secretário de Meio Ambiente do Recife.

BC muda regras para acabar com contas bancárias fraudulentas

Edifício - sede do Banco Central do Brasil no Setor Bancário Norte

O Banco Central (BC) alterou regras sobre o encerramento compulsório de contas bancárias sem respaldo ou em desacordo com a regulamentação, incluindo as chamadas contas-bolsão. Elas são contas abertas por fintechs em bancos tradicionais, ou seja, operam em nome de terceiros com o objetivo de ocultar a identificação ou substituir obrigações dos clientes e podem ser utilizadas para fraudes, por exemplo.

As fintechs são empresas de inovação que se diferenciam pelo uso da tecnologia para oferecer serviços financeiros digitais. Em agosto desse ano, Receita Federal também estabeleceu que as fintechs devem estar sujeitas às mesmas regras dos bancos, no que se refere à obrigação de fornecer informações que levem ao combate a crimes, como lavagem de dinheiro.

“Quando a gente está falando de prevenção a fraude, de prevenção ao uso do sistema [financeiro] pelo crime organizado, não tem bala de prata, mas nós temos o compromisso, obviamente, de entender onde nós podemos atuar para fortalecer, continuadamente, a higidez e integridade do sistema financeiro”, disse a diretora de Cidadania e Supervisão de Conduta do BC, Izabela Correa.

A partir de agora, as instituições bancárias terão a obrigação de adotar critérios para identificar essas contas irregulares, como as contas-bolsão, podendo se utilizar de dados armazenados em bases públicas ou privadas. O BC explicou que, então, os bancos deverão encerrar as contas após comunicação aos clientes.

O diretor de Fiscalização do BC, Ailton de Aquino, ressaltou, entretanto, que há contas-bolsão legítimas, como contas de instituições de pagamento e de marketplace, por exemplo. “Essa norma para mim é uma norma de enfrentamento aos comportamentos ilícitos, quiçá criminosos, perpetrados no sistema financeiro nacional”, disse.

“A conta-bolsão, a utilização ilegal dessa prática não autorizada, eu não consigo acreditar que entidades autorizadas pelo Banco Central possam vender serviços de contas blindadas. Isto para mim é um desvirtuamento. Mas a gente também não pode demonizar o conceito de contas-bolsão”, acrescentou.

A nova regra entra em vigor em 1º de dezembro de 2025 e a documentação relacionada às contas de encerramento compulsório deve permanecer à disposição do Banco Central por, pelo menos, 10 anos.

As novas normas sobre finalização de contas estão publicadas no site do BC: Resolução CMN nº 5.261 e Resolução BCB nº 518​.

Limite mínimo

O BC e o Conselho Monetário Nacional (CMN) também publicaram normas que tratam da nova metodologia de apuração do limite mínimo de capital social e de patrimônio líquido das instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central. O objetivo é garantir que bancos e fintechs tenham recursos suficientes para absorver riscos e operar de forma segura.

A nova regulamentação mira nas atividades efetivamente exercidas pelas instituições para definir o capital mínimo necessário, e não mais o tipo específico de instituição. Além disso, a metodologia prevê uma parcela do capital mínimo para cobrir o custo inicial da operação e os custos associados aos serviços intensivos em infraestrutura tecnológica.

Por fim, a nova regulação requer uma parcela adicional de capital às instituições que utilizem em sua nomenclatura a expressão ‘banco’ ou qualquer termo que o sugira, em português ou em outro idioma.

Os normativos entram em vigor imediatamente. No entanto, para que as instituições já em operação — ou aquelas em análise pelo BC — possam se ajustar às novas regras, foi definido o seguinte cronograma de transição que vai até dezembro de 2027.

O diretor Ailton de Aquino afirmou que as mudanças não são barreira para a inovação e entrada de fintechs, mas visam reforçar a resiliência do sistema financeiro.

“Eu não acredito numa IP [instituição de pagamento] com o capital inicial de R$ 1 milhão para fazer face à necessidade de tecnologia de contratar auditor, de montar uma boa estrutura. Eu acho que trazer este número por volta de R$ 9 milhões a R$ 32 milhões, operando com Pix, é algo que eu entendo como é bastante importante nesse momento”, disse, informando que há quase 300 IP autorizadas pelo BC a operar.

“Nós vivenciamos, nos últimos meses, situações desagradáveis no sistema financeiro nacional [como invasão e perda de valores]. Isso aqui é uma resposta, é um processo evolutivo, mas também uma resposta para isso”, reforçou. Segundo ele, por exemplo, o capital inicial de corretoras passou de R$ 245 mil para R$ 8 milhões.

Do universo de 1,8 mil entidades bancárias, cerca de 500 serão impactadas e terão que reforçar suas estruturas de capital.

As normas sobre capital social também estão no site do BC: Resolução Conjunta nº 14 e Resolução BCB nº 517.

Prefeitura de Caruaru realiza 4ª edição do Festival de Arte e Cultura Estudantil

A Prefeitura de Caruaru, por meio da Secretaria de Educação e Esportes, através da Gerência de Arte, realiza a 4ª edição do Festival de Arte e Cultura Estudantil – FACE 2025, a partir desta terça-feira (4). Com o tema “Raízes Armoriais, Sonhos que Florescem”, a programação segue até o dia 28 deste mês, com uma vasta programação. Para este ano, os homenageados são o cantor e compositor Onildo Almeida e o poeta Jenerson Alves, personalidades que representam a força da arte e da cultura caruaruense.

O festival tem como objetivo reafirmar o compromisso de valorizar a arte como parte essencial do processo de ensino-aprendizagem, reunindo escolas do campo e da cidade em um movimento de celebração da criatividade estudantil. O FACE é um espaço que acolhe as diversas linguagens artísticas trabalhadas ao longo do ano nas escolas, oferecendo palco e visibilidade para que crianças, adolescentes, jovens e adultos da Rede Municipal de Ensino possam florescer por meio da arte.

“Além de um grandioso e importante festival, o FACE proporciona também o processo de ensino e aprendizagem da arte com os estudantes da Rede Municipal de Ensino, a fim de despertar um olhar crítico e sensível a partir do contato com as diversas linguagens artísticas como Teatro, Dança, Música, Literatura de cordel, Contação de Histórias, Capoeira e Audiovisual”, frisou o secretário de Educação e Esportes, Kaio Colaço.

*PROGRAMAÇÃO*

DIA: 04/11/2025 (Tarde)

Abertura – Auditório da SEDUC

EM José Clemente – Aboio

EM Mestre Vitalino – Cordel

ETI Altair Nunes Porto Filho e Coral da SEDUC – Canto Coral

EM Professor José Leão – Grupo de dança

CMEI Lindomar Pinheiro – Grupo de dança

EM Professor Leudo Valença – Grupo de dança

EM Guiomar Lyra – Grupo de dança

ETI Álvaro Lins – Grupo de dança

Escola Padre Pedro Batista Aguiar – Grupo de Percussão

Escola Nossa Senhora de Fátima – Grupo de Teatro Arte Viva

DIA: 07/11/2025 (Manhã)

Polo: Teatro Prazeres Barbosa – Espaço Nerisvaldo Alves – “Entre Cantos e Versos”

EM Santa Inês – Literatura de Cordel – Traços do imaginário infantil no Coração do Agreste

EM Santos Anjos – Cordelendo

EM Professor José Leão – Música Popular Brasileira. (Grupo violão e percussão)

ETI Irmã Ceciliana Gross- A Diretora Avarenta (adaptação de “O Rico Avarento” de Ariano Suassuna) / Performance cênica

DIA: 07/11/2025 (Tarde)

EM Natalice Limeira – Apresentação musical – homenagem a Onildo Almeida

ETI Reunidas Duque – A música sem fronteiras.

ETI Prefeito João Lyra Filho – Apresentação de Dança – Cordel dos brincantes

EM Professor Luiz Pessoa da Silva – O Grito do silêncio

DIA: 10/11/2025 (Manhã)

Polo: Teatro João Lyra- “ I Mostra de Dança”

EM Margarida Miranda – A batida global da Cultura e História Africana / Música e Revolução: O Nascimento da Cultura Jovem

EM Maria do Socorro de Freitas – Dos anos 60 aos anos 80 / Brasilidade Rítmicas

EM Landelino Rocha – Diversidade Cultural

EM Cesarina Moura – Dançando no calor do ritmo

EM Nossa Senhora das Dores – Encanto da Ciranda

EM Mariana de Lima – Apresentação de dança solo

ETI Rubem de Lima Barros – Geração barbarize / Espetáculo “Empretar” / Dança do Ventre (Solo)

DIA: 10/11/2025 (Tarde)

EM Leudo Valença – Espetáculo de dança, teatro e música

EM João Luiz Torres – Rodas que encantam

EM Dr. Tabosa de Almeida – Raíz Armorial – Movimento e arte em cena

ETI Álvaro Lins – Um retrato do Brasil/ De passarinho em passarinho

EM Professora Josélia Florêncio- Brincantes

EM Mestre Vitalino – No limite da emoção.

ETI Dr. Amaro de Lyra e Cesar – Caminhos do sertão

EM Professor Kermógenes Dias de Araújo- Entre o Real e o Virtual

ETI Capitão João Velho – Apresentação de dança – Encantos armoriais

DIA: 10/11/2025 (Noite)…

[12:13, 03/11/2025] Stephane | SECOM: *Estudantes das Escolas em Tempo Integral de Caruaru participam de manhã gratuita no circo*

Na última sexta-feira (31), dez escolas da Rede Municipal de Ensino de Caruaru participaram do projeto “ETI vai ao Circo”, que levou mais de 600 alunos para uma manhã de espetáculo no Circo Americano, instalado no Pátio de Eventos Luiz Gonzaga.

Com uma programação que incluiu transporte, lanche e espetáculo de forma gratuita, os estudantes puderam desfrutar de um momento de descontração e alegria. “É muito gratificante proporcionar junto com os parceiros envolvidos nesse projeto um dia de diversão para todos os nossos alunos, independente das idades, um dia de circo é sempre de muita alegria e risada garantida”, afirmou o gerente das ETIs, Luiz Lima.

Além dos estudantes da rede, estavam presentes também crianças assistidas pelo projeto “O Portal”, Instituto Benítez e Escola do Rotary Caruaru.

Caixa Econômica já abriu contratações do programa Reforma Casa Brasil

Famílias com renda mensal de até R$ 9,6 mil podem financiar a reformas de casa ou do apartamento com juros reduzidos. A Caixa Econômica Federal começou as contratações do Programa Reforma Casa Brasil, iniciativa que oferece crédito para reforma e ampliação de moradias em todo o país.

O programa faz parte do Minha Casa, Minha Vida (MCMV) e prevê a destinação de R$ 30 bilhões do Fundo Social para famílias dentro dessa faixa de renda. O acesso e a simulação das condições de financiamento podem ser feitos diretamente pelo site da Caixa.

As famílias com renda superior a R$ 9,6 mil por mês terão acesso a outra linha de crédito para a reforma de moradias, com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

Como funciona

O programa é dividido em duas faixas de renda:

  • Faixa Reforma 1: famílias com renda de até R$ 3,2 mil;
  • Faixa Reforma 2: famílias com renda entre R$ 3.200,01 e R$ 9,6 mil.

As contratações podem ser iniciadas pelo site da Caixa. A finalização ocorre pelo aplicativo Caixa, para quem tem conta no banco, ou em uma agência, no caso de famílias com mais de um integrante com renda ou que não possuam conta.

Taxas, prazos e liberação do crédito

  • Faixa Reforma 1: juros de 1,17% ao mês, até R$ 30 mil de crédito;
  • Faixa Reforma 2: juros de 1,95% ao mês, mesmos limites e prazos.
  • Prazo: de 24 a 60 meses, nas duas faixas
  • O valor é liberado em duas etapas: 90% na contratação e 10% após o envio de fotos que comprovem a execução da reforma, via aplicativo da Caixa.
  • Não é exigida garantia do imóvel para essas faixas de renda.
  • Objetivo e abrangência

Desenvolvido pelo Ministério das Cidades, em parceria com o Ministério da Fazenda e a Caixa, o programa deve beneficiar 1,5 milhão de famílias em todo o Brasil. O crédito pode ser usado para compra de materiais de construção, contratação de mão de obra, projetos e orientação técnica.

Entre as principais melhorias possíveis estão reparos em telhados, pisos, instalações elétricas e hidráulicas, além de obras de acessibilidade ou ampliação do imóvel.

Linha para renda acima de R$ 9,6 mil

Famílias com renda superior ao limite do MCMV também podem acessar crédito por meio da linha Reforma Casa com Garantia de Imóvel Caixa, que utiliza recursos do SBPE.

  • Valor: nessa modalidade, a Caixa financia valores a partir de R$ 30 mil, podendo chegar a 50% do valor do imóvel
  • Prazo: de 60 a 180 meses
  • Juros: de 1,33% a 1,95% ao mês.
  • O imóvel é dado em garantia, e a contratação pode ser feita em agências da Caixa ou por correspondentes parceiros.

Interessados podem verificar a elegibilidade, simular condições e obter orientações no site do Reforma Casa Brasil ou diretamente pelo aplicativo da Caixa.

Bolsa supera os 150 mil pontos pela primeira vez e bate recorde

Bolsa de Valores B3 do Brasil em São Paulo
© REUTERS/Amanda Perobelli/Direitos Reservados

Num dia de alívio para o mercado financeiro, a bolsa subiu pela nona vez seguida e fechou acima dos 150 mil pontos pela primeira vez na história. O dólar teve uma pequena queda, num dia positivo para as moedas latino-americanas.

O índice Ibovespa, da B3, encerrou esta segunda-feira (3) aos 150.454 pontos, com alta de 0,61%. Na máxima do dia, por volta das 12h10, chegou aos 150,7 mil pontos.

Esse foi o sexto pregão seguido em que a bolsa brasileira bateu recorde. O Ibovespa acumula alta de 25,08% em 2025.

O dia também foi positivo no mercado de câmbio. O dólar comercial fechou o dia vendido a R$ 5,357, com queda de R$ 0,024 (-0,42%). A cotação iniciou a sessão estável, mas caiu ainda nos primeiros minutos de negociação. Na mínima do dia, por volta das 12h, chegou a R$ 5,34.

A moeda estadunidense está no menor valor desde 8 de outubro. Em 2025, a divisa acumula queda de 13,32%.

Tanto fatores internos quanto externos influenciaram o mercado financeiro. No cenário internacional, indicadores que mostraram desempenho da economia chinesa acima do esperado contribuíram para a valorização das commodities (bens primários com cotação internacional), beneficiando economias emergentes como o Brasil.

No cenário doméstico, a espera da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), na próxima quarta-feira (5), contribuiu para manter a cotação do dólar em baixa. A expectativa de que o Banco Central (BC) mantenha a Taxa Selic em 15% ao ano estimula a entrada de capitais externos no Brasil.

Com os juros altos no Brasil, os investidores aproveitam a diferença em relação às taxas básicas nos Estados Unidos para investir no mercado brasileiro. Na semana passada, o Federal Reserve (Fed, Banco Central estadunidense) reduziu os juros básicos em 0,25 ponto percentual, para uma faixa entre 3,75% e 4% ao ano.

Governadora Raquel Lyra prestigia posse de nova turma de promotores de Justiça do Ministério Público de Pernambuco

A governadora Raquel Lyra participou, nesta segunda-feira (3), da solenidade de posse dos 16 novos promotores de Justiça do Ministério Público de Pernambuco (MPPE). A cerimônia, que marcou a 4ª Sessão Solene do Colégio de Procuradores, foi realizada no auditório do Centro Cultural Rossini Alves Couto, no Recife, e contou com a presença de autoridades, gestores da instituição, familiares dos promotores empossados e convidados. A vice-governadora Priscila Krause também esteve presente na cerimônia.

“Estamos celebrando a posse de novos promotores de Justiça, que ingressam nos quadros de uma instituição forte e renomada, e que prestam importantes serviços à população brasileira, em especial à de Pernambuco. É importante ter instituições fortes, como o Ministério Público, cumprindo o seu papel na defesa da cidadania. Aqui, a gente supera lacunas importantes, especialmente no interior do Estado, permitindo que o sistema de justiça criminal possa ser exercido em sua plenitude, garantindo que o cidadão possa ter acesso à Justiça. No governo, temos reduzido a criminalidade através do Juntos pela Segurança e conseguimos virar a página da escalada de crimes contra a vida e contra o patrimônio”, afirmou a governadora Raquel Lyra.

A nova turma — composta por quatro mulheres e 12 homens — é a terceira nomeada do concurso público realizado em 2023. Após um curso preparatório de quatro semanas, os novos promotores passarão a atuar, já em dezembro, em diversas regiões do Estado, fortalecendo o trabalho do MPPE na defesa da cidadania e na promoção da justiça em questões cíveis e criminais.

O procurador-geral de Justiça, José Paulo Xavier, destacou a importância da ampliação do quadro de membros para o fortalecimento institucional. “Com os novos nomeados, somamos 47 ingressos. Com esse time reforçado, podemos oferecer melhor atendimento, garantindo direitos fundamentais ao povo pernambucano. Vocês alcançaram a linha de chegada, venceram e têm como principal prêmio algo intangível e imensurável, a possibilidade de transformar a vida do seu próximo no exercício da profissão escolhida”, disse.

Representando os novos promotores de Justiça do MPPE, Roosevelt Oliveira, destacou a essência da instituição. “É de suma importância que o Ministério Público atue com sensibilidade e firmeza, oferecendo amparo e proteção para que possam se reger. Somente com uma postura resoluta, respaldada pela ética e pelo respeito, poderemos construir um ambiente mais seguro e justo para todos os cidadãos”, afirmou.

Os novos promotores atuarão nos municípios de Tamandaré, Amaraji, Maraial, Pombos, Buíque, Lajedo, Afogados da Ingazeira, Belém do São Francisco, Cabrobó, Floresta, Inajá, Ipubi, Petrolândia, Ouricuri, Santa Maria da Boa Vista e Tabira.

Acompanharam a solenidade os secretários estaduais Túlio Vilaça (Casa Civil) e Bianca Teixeira (Procuradoria-Geral); o Coronel Torres (Comandante-geral da Polícia Militar de Pernambuco); assim como Rodolfo Soares Lopes (Procurador Chefe da Procuradoria da República em Pernambuco), Maria Ivana Botelho (Corregedora Geral do Ministério Público em Pernambuco), Ana Carolina Paes de Sá Magalhães (Promotora de Justiça e Secretária do Colégio de Procuradores), Helena Martins, presidente da Associação do Ministério Público de Pernambuco (AMPPE) e o prefeito do Recife, João Campos, acompanhado do vice-prefeito da cidade, Victor Marques.

Governadora Raquel Lyra anuncia Carlos Gil Rodrigues Filho como novo desembargador do TJPE

A governadora Raquel Lyra anunciou, na noite desta segunda-feira (3), o nome do novo desembargador do Judiciário estadual que ocupará a vaga reservada ao Quinto Constitucional da Advocacia. O escolhido pela chefe do Executivo é Carlos Gil Rodrigues Filho, advogado com pós-graduação em Direito Eleitoral, além de Direito Penal e Processual Penal. Com 42 anos, ele também atuou como Conselheiro Estadual da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Pernambuco, e desembargador titular do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PE).

“Com muita alegria escolho o nome de Carlos Gil Rodrigues Filho para ocupar uma cadeira de desembargador no TJPE. Estou certa de que com a sua experiência, compromisso com a justiça e respeito às instituições ele contribuirá grandemente com o Judiciário e a sociedade pernambucana”, declarou Raquel Lyra.

“Recebo com profunda gratidão a honra de ter meu nome escolhido para integrar o Tribunal de Justiça de Pernambuco. Agradeço, de coração, às advogadas e aos advogados que me confiaram o voto e me trouxeram até aqui, aos desembargadores e às desembargadoras do TJPE pela deferência e serenidade durante todo o processo, e à governadora Raquel Lyra, por ter me concedido essa missão”, declarou o magistrado.

A gestora realizou o anúncio no Palácio do Campo das Princesas, ao lado dos desembargadores Ricardo Paes Barreto, presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE); Fausto de Castro Campos, primeiro vice-presidente da Corte; e Francisco Bandeira de Mello, presidente eleito do Tribunal.