Secretaria divulga balanço de vacinação

Após o segundo Dia D de vacinação contra a influenza, Pernambuco chegou a 2.274.577 pessoas vacinadas, representando 86,01% do total de 2.644.685 pernambucanos inclusos na estratégia. O Estado é o terceiro no país com o maior percentual de pessoas protegidas. Até o momento, já atingiram a meta mínima, de 90%, os grupos formados pelos funcionários do sistema prisional (192,54%), professores (93,95%), indígenas (96,73%), puérperas (110,95%), trabalhadores de saúde (94,24%) e gestantes (90,07%). A campanha de vacinação segue até a ‪próxima sexta-feira‬ (31.05) para os mais de 370 mil que ainda não foram imunizados.

Na última semana da campanha, o Programa Estadual de Imunização chama a atenção, principalmente, para o grupo formado por crianças entre 6 meses e 5 anos, 11 meses e 29 dias. Até o momento, foram vacinados 613.392 (81,51%), faltando mais de 139 mil. Esse foi o único grupo a não atingir meta em 2018. Além disso, dos 1.043 casos de síndrome respiratória aguda grave (Srag) registrados em 2019, 899 (86,19%) foram em meninos e meninas abaixo dos 6 anos. Em relação aos casos de influenza confirmados laboratorialmente, 63% foram em crianças de até 4 anos, o que reforça a importância da proteção.

Podem se vacinar contra a influenza: crianças entre 6 meses e 5 anos, 11 meses e 29 dias; gestantes, idosos (60 anos ou mais), puérperas (até 45 dias após o parto), trabalhadores da saúde, professores das escolas públicas e privadas e povos indígenas. A imunização, que protege contra as influenzas A(H1N1), A(H3N2) e B, ainda contempla portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, que devem apresentar prescrição médica no ato da imunização, de acordo com recomendação do Ministério da Saúde (MS); adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional. Além disso, o MS orienta vacinar policiais civis, militares, bombeiros e membros ativos das Forças Armadas, que devem apresentar documento comprobatório no ato da vacinação, assim como os professores e profissionais de saúde.

Pedro Augusto é jornalista e repórter do Jornal VANGUARDA.

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