Eleições 2026: boca de urna é crime; saiba o que é proibido

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Com a aproximação do primeiro turno das Eleições de 2026, a população deve lembrar que, no dia da votação, alguns comportamentos como pedir votos, distribuir propaganda ou abordar eleitores para influenciar a escolha são proibidos. Essas práticas podem caracterizar o crime de boca de urna.

O que é a boca de urna?
A boca de urna ocorre quando há tentativa de convencer o eleitorado a votar em determinado candidato, partido, federação ou coligação no dia da eleição.

O que não pode:

distribuição de santinhos;
pedidos de voto;
formação de grupos organizados para promover candidaturas;
comícios e carreatas,
uso de alto-falantes e outras formas de propaganda eleitoral.
Até o encerramento da votação, a legislação proíbe a aglomeração de pessoas com vestuário padronizado ou portando instrumentos de propaganda, quando isso caracterizar manifestação coletiva.

A manifestação individual e silenciosa do eleitor sobre a sua preferência política é liberada.

Ou seja: é permitido votar com itens como bandeiras, broches e adesivos, desde que não haja manifestação coletiva.

E nas redes sociais?
No ambiente digital, a lei considera crime a publicação de novos conteúdos ou o impulsionamento de conteúdos no dia da eleição, por parte dos candidatos. Conteúdos publicados anteriormente, no entanto, podem permanecer disponíveis.

Qual é a punição?
Quem for pego fazendo boca de urna pode ser punido com detenção de 6 meses a 1 ano, com a possibilidade de substituição pela prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período, além de pagamento de multa.

Como denunciar?
As irregularidades relacionadas à propaganda eleitoral podem ser comunicadas pelo Pardal, aplicativo da Justiça Eleitoral. A ferramenta permite o envio de denúncias pelo celular, com informação sobre o local, fotos, vídeos e áudios que ajudem na análise da ocorrência.

O aplicativo está disponível gratuitamente nas lojas Google Play e App Store.

E-Título: saiba como votar usando o aplicativo do TSE

30/09/2026 - Brasília - E-título, TSE , Tribunal Superior Eleitoral , Título Eleitoral. Foto: Rafa Neddermeyer/ Agência Brasil

Para exercer o direito ao voto neste domingo (4), os eleitores poderão utilizar o e-Título, a versão digital do título de eleitor. O app pode ser utilizado desde que ele contenha a foto do eleitor.  

Apesar do uso não ser obrigatório, o aplicativo facilita o acesso às informações mais importantes no dia da votação.

Baixe o e-Título para iOS

Baixe o e-Título para Android

Identificação 

Para comprovar a identidade do eleitor, os mesários deverão conferir documentos oficiais com foto (físicos ou digitais). O e-Título, desde que tenha a foto do eleitor, pode ser utilizado nesta identificação.

Como baixar o e-Título? 

Para baixar o e-Título, é necessário acessar a AppStore ou Google Play Store e fazer o download gratuito. É importante verificar se o app aparece como “e-Título – Justiça Eleitoral Brasileira”.

Com o aplicativo aberto é preciso preencher os dados: nome completo, data de nascimento, CPF ou Título de Eleitor, e nome dos pais. Após isso, o eleitor deverá responder às perguntas de segurança exibidas na tela e criar uma senha.

Os dados informados devem ser exatamente iguais aos do último atendimento na Justiça Eleitoral. Se houver divergência, o aplicativo não validará o documento. O e-Titulo poderá ainda solicitar o reconhecimento facial, feito por meio da câmera do aparelho celular.

Funcionalidades 

Além de servir como documento de identificação, no aplicativo é possível consultar informações relevantes como o local de votação, além de emitir certidões eleitorais e justificar a ausência às urnas.

É possível votar sem o título de eleitor? 

Sim. Qualquer documento oficial com foto, físico ou digital, será aceito para identificação.

São aceitos como documento de identificação, além do e-Título, inclusive em formato digital:

  • carteira de identidade;
  • identidade social;
  • passaporte;
  • carteira de categoria profissional reconhecida por lei;
  • certificado de reservista;
  • carteira de trabalho física;
  • Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Presidente do TSE diz que voto é direito fundamental dos brasileiros

Brasília (DF), 03/10/2026  - O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, durante pronunciamento.
Frame TSE

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, destacou a importância do voto como direito dos brasileiros.

“O voto é direito fundamental e o principal instrumento de participação na vida pública. Por meio dele, cada cidadã e cada cidadão dá a sua contribuição para definir os rumos do país”, disse o ministro em cadeia de rádio e televisão na noite deste sábado (3), véspera do primeiro turno das eleições deste ano.

No pronunciamento, o ministro destacou a segurança, a transparência e a confiabilidade da urna eletrônica, utilizada há três décadas nas eleições brasileiras.

“A urna eletrônica, que há 30 anos integra a experiência democrática brasileira, garantirá mais uma vez esse direito. Nosso sistema de votação, que se atualiza a cada pleito, reúne mecanismos de segurança, transparência e auditabilidade únicos no mundo.”

Nunes Marques garantiu que ameaças, assédio ou tentativa de interferência na vontade do eleitor serão reprimidas e fez um apelo para que os eleitores evitem espalhar desinformação.

“Peço ainda o compromisso de todas as brasileiras e de todos os brasileiros com a qualidade das informações que circulam neste momento. Em caso de dúvida, recorram aos canais oficiais da Justiça Eleitoral. Checar antes de compartilhar é uma atitude simples e eficaz, e que está ao alcance de todos”, disse.

O ministro agradeceu o trabalho e o empenho dos magistrados, promotores e servidores da Justiça Eleitoral durante esse período e, em especial, aos mesários e às mesárias que dedicarão, voluntariamente, o domingo à democracia.

Ao final do pronunciamento, Kassio Nunes Marques convidou o eleitorado a comparecer às urnas neste domingo.

“A você, eleitora e eleitor, reitero o convite para comparecer amanhã à sua seção de votação com o seu documento de identificação com foto e a cola eleitoral de papel preenchida.”

Cerca de 158,7 milhões de eleitores vão às urnas em todo o país

Os brasileiros vão às urnas neste domingo (4) para escolher presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, deputados estaduais e deputados distritais. Cerca de 158,7 milhões de eleitores estão aptos a votar, segundo a Justiça Eleitoral.

As escolhas feitas pelos eleitores definirão os ocupantes de cargos responsáveis por decisões que afetam diretamente a vida da população em áreas como saúde, educação, segurança pública, transporte, infraestrutura e economia.

Valparaíso (GO), 06/10/2024 - Eleitores durante dia de votação nas eleições 2024. Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

A votação começa às 8h e termina às 17h (horário de Brasília).

Se houver segundo turno para escolha de presidente e governadores, será no dia 25 de outubro.

Quais candidatos serão escolhidos nas eleições de 2026

Neste ano, os eleitores votarão em até seis candidatos: presidente da República (e vice-presidente), governador (e vice-governador), dois senadores por estado, deputado federal, e deputado estadual ou distrital, no caso do Distrito Federal.

As eleições definirão a composição do Poder Executivo federal e estadual e renovarão parte do Poder Legislativo para os próximos anos.

Como será a votação

A ordem de votação definida pela Justiça Eleitoral será:

  • deputado federal (quatro dígitos);
  • deputado estadual ou distrital (cinco dígitos);
  • primeiro senador (três dígitos);
  • segundo senador (três dígitos);
  • governador (dois dígitos);
  • presidente da República (dois dígitos).

Neste pleito, cada eleitor deverá escolher dois candidatos ao Senado, já que duas vagas por unidade da Federação estarão em disputa.

Recomendações

A Justiça Eleitoral recomenda que o eleitor consulte antecipadamente o local de votação, verifique sua situação eleitoral e, se desejar, baixe o aplicativo e-Título.

Outra orientação é levar anotados os números dos candidatos escolhidos para agilizar a votação.

O uso de telefone celular na cabine continua proibido.

Antes de confirmar cada voto, o eleitor deve conferir, na tela da urna eletrônica, a fotografia, o nome e o partido do candidato. Em caso de erro, basta apertar a tecla “Corrige” e refazer o procedimento.

Perfil do eleitorado

As eleições de 2026 reúnem o maior eleitorado da história brasileira. Do total de eleitores aptos, 141.321.493 já têm biometria cadastrada, o equivalente a 89,01% do eleitorado, segundo a Justiça Eleitoral.

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral, há 605,8 mil eleitores de 16 anos e pouco mais de 1 milhão de eleitores com 17 anos – faixas etárias para as quais o voto é facultativo.

Candidatos

A disputa também é marcada pelo grande número de candidatos. A Justiça Eleitoral registra cerca de 21 mil pedidos de candidatura. Mais da metade está concentrada nas eleições para as assembleias legislativas e para a Câmara Legislativa do Distrito Federal.

São cerca de 11,3 mil candidatos a deputado estadual e 433 a deputado distrital, totalizando cerca de 11,7 mil concorrentes nesses cargos.

Para a Câmara dos Deputados, foram registrados 7.803 candidatos.

Conquista da democracia

O direito ao voto nem sempre esteve ao alcance de todos os brasileiros. Ao longo da história do país, diferentes grupos foram excluídos do processo eleitoral. Mulheres, analfabetos, populações indígenas e pobres estiveram, em diferentes períodos, impedidos de participar das eleições.

Mais recentemente, durante a ruptura institucional instaurada pela ditadura militar, voto e direitos políticos sofreram restrições, e candidaturas foram cassadas, em meio a eleições indiretas para determinados cargos.

Os analfabetos voltaram a ter direito ao voto em 1985. Já os direitos políticos foram consolidados na Constituição Federal de 1988.

Nesse contexto, cabe à Justiça Eleitoral organizar o processo eleitoral, de forma a garantir o exercício do voto como pilar da democracia brasileira.

Em material institucional da série Voto Limpo, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) define o voto como “a maior expressão da cidadania” e destaca que ele garante à população o direito de escolher seus representantes para a condução do país.

Caruaru terá grande carreata com Raquel Lyra neste sábado; Rodrigo, Anderson e Fernando convocam apoiadores

A reta final da campanha eleitoral promete movimentar as ruas de Caruaru neste sábado (3). A cidade será palco de uma grande carreata com a governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), em um ato que contará com a participação do prefeito Rodrigo Pinheiro (PSD), do candidato a deputado estadual Anderson Luiz (PSD) e do deputado federal Fernando Monteiro (PSD).

A mobilização deve reunir apoiadores, lideranças políticas e eleitores em uma demonstração de força da campanha de Raquel no município. O grupo pretende percorrer as ruas de Caruaru levando a mensagem da candidatura e reforçando a parceria política construída na cidade.

O convite para a carreata foi reforçado por Rodrigo Pinheiro, Anderson Luiz e Fernando Monteiro, que esperam uma participação expressiva da população neste último fim de semana antes do primeiro turno.

A concentração está marcada para as 14h55, no Parque de Eventos Luiz Lua Gonzaga, de onde os participantes seguirão pelas ruas de Caruaru.

Serviço
📍 Local de concentração: Parque de Eventos Luiz Lua Gonzaga
📅 Data: sábado (3)
⏰ Horário: 14h55

Dr. Tarcisio Reis propõe ampliar contratos com hospitais filantrópicos para reduzir filas no SUS

Fortalecer os hospitais filantrópicos do interior por meio da ampliação das contratualizações com o Sistema Único de Saúde (SUS) é uma das propostas do cirurgião oncológico e intensivista Dr. Tarcisio Reis, candidato a deputado estadual pela Federação União Progressista, na chapa formada pelo candidato ao Senado Eduardo da Fonte (PP) e pelo deputado federal e candidato à reeleição Lula da Fonte (PP). Presidente da Comissão de Saúde da Federação, Dr. Tarcisio defende ampliar a oferta de hemodiálise, endoscopia digestiva alta (EDA), colonoscopia e procedimentos de média complexidade, reduzindo filas e aproximando o atendimento da população.

Segundo o candidato, muitos hospitais filantrópicos já possuem estrutura e equipes qualificadas, mas atendem abaixo da capacidade por limitações nos contratos firmados com o poder público. A proposta é ampliar essas contratualizações para que mais pacientes sejam atendidos perto de casa. “Os hospitais filantrópicos chegam onde muitas vezes o Estado não consegue chegar. Ao ampliar os contratos, aumentamos a oferta de exames e tratamentos especializados, reduzimos filas e garantimos atendimento mais próximo da população”, afirma.

Dr. Tarcisio destaca que a medida também reduzirá a necessidade do Tratamento Fora do Domicílio (TFD), diminuindo os deslocamentos de pacientes para a capital, desafogando os grandes hospitais da Região Metropolitana do Recife e fortalecendo a regionalização da saúde. “Precisamos fazer a saúde chegar às pessoas. Investir na rede filantrópica é fortalecer o SUS, ampliar o acesso aos serviços especializados e oferecer um atendimento mais digno e eficiente para quem vive no interior de Pernambuco”, conclui.

Coronel Feitosa lota o Clube dos Oficiais com milhares de apoiadores na reta final da campanha

O deputado estadual Coronel Feitosa reuniu milhares de pessoas na noite desta quinta-feira (1º) no Clube dos Oficiais PM/CBM-PE, na Boa Vista, Recife. O salão lotou além da capacidade, havia gente do lado de fora. Uma demonstração inequívoca de força na reta final da campanha.

Feitosa chegou de carreata ao lado de Carlos Sant’Anna, candidato ao Senado e segundo indicado por Flávio Bolsonaro. Ao descer, foi recebido pela esposa Adellie e pela filha Beatriz, com quem entrou no salão em meio a gritos e uma recepção calorosa.

Durante o evento, foi exibido um vídeo em homenagem ao ex-presidente Jair Bolsonaro, reafirmando a lealdade e a afinidade que Coronel Feitosa mantém com o líder conservador e com o projeto político que ele representa para o Brasil.

No discurso, foi direto ao ponto: a luta que ele trava há anos dentro da Assembleia Legislativa é a mesma luta do povo pernambucano, contra a violência, contra o custo de vida, por um Brasil que funcione para quem trabalha. Uma causa que Jair Bolsonaro levantou e que Flávio Bolsonaro, seu indicado, vai dar continuidade.

No próximo domingo (4), os eleitores pernambucanos decidem nas urnas.

Trumps são ‘bonzinhos’ perto de Bolsonaros, diz revista alemã

A relação da família Bolsonaro com a política brasileira é destaque de uma reportagem na revista alemã Der Stern publicada nesta semana, antes do primeiro turno das eleições presidenciais que têm Flávio Bolsonaro (PL), filho de Jair Bolsonaro, e o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como principais concorrentes.

“Os Trumps parecem uma família boazinha do subúrbio perto do clã Bolsonaro”, é o título da matéria, que aborda o grande número de membros da família do ex-presidente que resolveram fazer carreira na política. As informações são da Folha de S. Paulo.

“Neste 4 de outubro, um total de 18 Bolsonaros vão se candidatar nas eleições brasileiras, entre eles oito pessoas do núcleo da família”, diz o texto, apontando as candidaturas de Michelle Bolsonaro para o Senado; do irmão de Jair, Renato Bolsonaro, para deputado federal; de primos e, claro, dos filhos: Flávio (para presidente), Carlos Bolsonaro (Senado) e Renan Bolsonaro (deputado federal).

Eduardo Bolsonaro, deputado federal cassado, foi condenado à prisão por tentar coagir a Justiça e vive foragido nos Estados Unidos, mantendo contato com aliados do presidente Trump.

“Não existe nenhum Bolsonaro que não está na política. A não ser a filha Laura, 15. Sobre o nascimento de uma menina após quatro filhos homens, Jair, conhecido pela postura machista, disse uma vez: ‘Da quinta vez, eu fraquejei, e nasceu uma menina’”, acrescenta a Stern.

A revista alemã também lembra que outros dez candidatos nas eleições deste ano levam o nome de Bolsonaro, mesmo sem relações de parentesco, para tentar ter mais visibilidade.

“Entrar na política brasileira é altamente lucrativo. Isso ocorre, por um lado, por causa dos altos salários, mas mais ainda por causa do dinheiro que os políticos podem colocar no bolso durante os mandatos. Não é incomum que eles virem milionários enquanto estão no cargo”, afirma a revista.

“Na política brasileira há um citado que diz: ‘todos os políticos são ladrões’. Soa como puro cinismo contra a política. No entanto, é bem próximo da verdade”, diz a matéria.

Uma dinastia do tamanho do clã Bolsonaro não tem precedentes na política mundial, acrescenta ainda a Stern. A publicação compara a presença da família do ex-presidente com outras linhagens, como os ultradireitistas Le Pen, na França, e o republicano George W. Bush.

No entanto, diz a socióloga Débora Messenberg Guimarães, da Universidade de Brasília, ouvida para a matéria, essas dinastias existem apenas em “amplitude regional e em menor número”. “Oito membros de uma família se candidatarem para uma eleição de uma só vez é um possivelmente um recorde mundial”, aponta Messenberg, citada no texto.

A revista alemã também destaca a condenação de Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado e a prisão domiciliar do ex-presidente, além das investigações sobre corrupção que rondam Flávio Bolsonaro e as suspeitas de ligações com crime organizado do candidato do PL e de outros membros do clã, o que rendeu a alcunha de “Familícia” aos Bolsonaro.

Outro aspecto abordado é o papel de outsider e antissistema de Flávio, que a Stern compara com outros políticos ultradireitistas como Donald Trump nos EUA e Javier Milei na Argentina.

“Mas, no caso de Flávio Bolsonaro, isso é especialmente grotesco. O senador, 45, é a personificação do establishment. Ele nunca mostrou nada politicamente, além do sobrenome. Ele é o filho de Jair e, por isso, virou senador. Ele nunca fez nada por conta própria”, ressalta a revista.

“Lula conseguiu ir de trabalhador de fábrica a presidente. Flávio, de filho de presidente a pretendente à presidência”, diz ainda a Stern.

Por fim, a matéria ainda analisa a predileção da família Bolsonaro por Flávio em detrimento de Michelle, que, segundo o texto, teria mais chances na corrida eleitoral, mas ficou em segundo plano —por causa da postura sexista da família, conclui o texto.

Datafolha, 1º turno: Lula 42% e Flávio Bolsonaro 38%

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1º), a três dias do primeiro turno da eleição, mostra Lula (PT) com 42% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro (PL) com 38%. No levantamento anterior, ambos tinham dois pontos a menos: 40% e 36%, respectivamente.

Na comparação com o levantamento anterior, realizado na semana passada, Lula avançou com mais intensidade entre os eleitores com 60 anos ou mais (de 42% para 49%), no Sudeste (de 35% para 40%) e entre os católicos (de 45% para 50%). As informações são do g1.

O candidato do PL, por sua vez, avançou mais entre os eleitores com renda de 2 a 5 salários mínimos (de 40% para 47%) e entre os evangélicos (de 47% para 52%).

  • Lula (PT): 42% (eram 40%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 38% (eram 36%)
  • Escritor Augusto Cury (Avante): 4% (eram 5%)
  • Ronaldo Caiado (PSD): 3% (eram 4%)
  • Renan Santos (Missão): 3% (eram 3%)
  • Romeu Zema (Novo): 1% (era 1%)
  • Samara Martins (UP): 1% (era 1%)
  • Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 1% (era zero)
  • Edmilson Costa (PCB): 0 (era zero)
  • Rui Costa Pimenta (PCO): 0 (era zero)
  • Leonardo Avalanche (PRTB): 0 (era zero)*
  • Clariana Barão (DC): 0 (era zero)
  • Hertz Dias (PSTU): 0 (era zero)
  • Em branco/nulo/nenhum: 5% (eram 5%)
  • Indecisos: 2% (eram 2%)

*O candidato Leonardo Avalanche (PRTB) renunciou à candidatura na quarta-feira (30).

Na pesquisa anterior, de uma semana atrás, Lula (PT) tinha 40% e Flávio Bolsonaro (PL), 36% no cenário de 1º turno. No 2º turno, havia empate técnico: Lula tinha 47%, contra 45% de Flávio.

O Datafolha ouviu 2.506 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 28 e 30 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é BR- BR-08039/2026.

O instituto divulgou também os votos válidos. Para chegar a esse número, são excluídos os votos nulos, em branco e os indecisos.

  • Lula (PT): 45%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 40%
  • Escritor Augusto Cury (Avante): 4%
  • Ronaldo Caiado (PSD): 3%
  • Renan Santos (Missão): 3%
  • Romeu Zema (Novo): 1%
  • Samara Martins (UP): 1%
  • Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 1%
  • Edmilson Costa (PCB): 0
  • Rui Costa Pimenta (PCO): 0
  • Hertz Dias (PSTU): 0
  • Clariana Barão (DC): 0
  • Leonardo Avalanche (PRTB): 0

Definição do voto

O Datafolha mostra também que 78% dos eleitores estão totalmente decididos sobre a escolha do candidato a presidente, e que 19% ainda podem mudar o voto.

Entre os eleitores de Lula, 88% estão totalmente decididos. Esse índice é de 85% entre os eleitores de Flávio.

Pesquisa espontânea

Veja abaixo os números da pesquisa espontânea, em que o instituto não mostra os nomes dos candidatos aos eleitores entrevistados. Entre parênteses, o resultado da pesquisa anterior.

  • Lula (PT): 39% (eram 36%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 31% (eram 27%)
  • Jair Bolsonaro (PL): 4% (eram 4%)
  • Escritor Augusto Cury (Avante): 2% (eram 3%)
  • Renan Santos (Missão): 2% (eram 2%)
  • Ronaldo Caiado (PSD): 2% (eram 2%)
  • Outras respostas: 2% (eram 2%)
  • Em branco/nulo/nenhum: 5% (eram 5%)
  • Indecisos: 13% (eram 18%)

Índice de rejeição dos candidatos

O Datafolha perguntou aos eleitores em quem eles não votariam de jeito nenhum no 1º turno. Os números:

  • Lula (PT): 45% (eram 45%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 45% (eram 45%)
  • Renan Santos (Missão): 16% (eram 15%)
  • Romeu Zema (Novo): 15% (eram 14%)
  • Ronaldo Caiado (PSD): 14% (eram 13%)
  • Rui Costa Pimenta (PCO): 11% (eram 9%)
  • Escritor Augusto Cury (Avante): 11% (eram 8%)
  • Edmilson Costa (PCB): 9% (eram 8%)
  • Samara Martins (UP): 9% (eram 9%)
  • Leonardo Avalanche (PRTB): 8% (eram 7%)
  • Hertz Dias (PSTU):7% (eram 7%)
  • Clariana Barão (DC): 7% (eram 7%)
  • Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 7% (eram 5%)
  • Votaria em qualquer um/não rejeita nenhum: 2% (eram 2%)
  • Rejeita todos/não votaria em nenhum: 1% (eram 2%)
  • Não sabe: 3% (eram 3%)

Datafolha, 2º turno: Lula tem 48% contra 45% de Flávio

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1º) mostra que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 48% das intenções de voto, e Flávio Bolsonaro (PL), 45%, em uma simulação de segundo turno da eleição presidencial.

Os que pretendem votar em branco ou anular somam 6%, enquanto 1% está indeciso. O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo. As informações são do g1.

Na pesquisa anterior, de uma semana atrás, havia empate técnico no cená: Lula (PT) tinha 47%, contra 45% de Flávio Bolsonaro (PL).

O Datafolha ouviu 2.506 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 29 e 1 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é BR- BR-08039/2026.

Lula x Flávio Bolsonaro

Veja os números da simulação de segundo turno:

  • Lula (PT): 48%;
  • Flávio Bolsonaro (PL): 45%;
  • Branco/nulo: 6%;
  • Indecisos: 1%.

A pesquisa é estimulada, ou seja, os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados.

Lula x Ronaldo Caiado

  • Lula (PT): 48% (eram 46%)
  • Ronaldo Caiado (PSD): 42% (eram 44%)
  • Em branco/nulo/nenhum: 9% (eram 9%)
  • Indecisos: 1% (era 1%)
  • Lula x Romeu Zema
  • Lula (PT): 49% (eram 48%)
  • Romeu Zema (Novo): 40% (eram 39%)
  • Em branco/nulo/nenhum: 9% (eram 11%)
  • Indecisos: 2% (era 1%)

Lula x Renan Santos

  • Lula (PT): 48% (eram 48%)
  • Renan Santos (Missão): 39% (eram 39%)
  • Em branco/nulo/nenhum: 10% (eram 12%)
  • Indecisos: 2% (eram 2%)

Lula x Augusto Cury

  • Lula (PT): 47% (eram 46%)
  • Augusto Cury (Avante): 42% (eram 43%)
  • Em branco/nulo/nenhum: 9% (eram 9%)
  • Indecisos: 2% (era 1%)