SUS terá três novos medicamentos para câncer de pulmão

Rio de Janeiro (RJ), 24/04/2025 – Símbolo do Sistema Único de Saúda (SUS), no Super Centro Carioca de Saúde, em Benfica. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Três novos medicamentos para o tratamento de câncer de pulmão serão disponibilizados a pacientes em tratamento no Sistema Único de Saúde (SUS) a partir de outubro. São eles o brigatinibe, o gefitinibe e o durvalumabe.

De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 1,9 mil pacientes devem ser atendidos. Consideradas medicações de alta tecnologia, os remédios podem custar até R$ 643 mil por ano na rede privada.

O brigatinibe e o gefitinibe são duas terapias-alvo orais que atuam diretamente sobre alterações específicas das células cancerígenas. Uma das vantagens é que o remédio pode ser administrado na casa do paciente com menor incidência de eventos adversos em comparação aos esquemas convencionais de quimioterapia.

O terceiro medicamento, o durvalumabe, estimula a capacidade do sistema imunológico de combater os tumores cancerígenos. Ele é indicado para pacientes com câncer de pulmão em estágio 3, que não podem ser tratadas com cirurgia.

“O tratamento demonstra ganhos na sobrevida global dos pacientes”, segundo o ministério.

As medicações serão financiadas integralmente pelo governo federal a partir da implementação da Assistência Farmacêutica Oncológica (AF-Onco), criada para ampliar a oferta de tratamentos pelo SUS.

De acordo com o ministério, serão ofertados por meio da AF-Onco 23 medicamentos oncológicos de alto custo, ampliando em 35% a oferta de tratamentos na rede pública.

A estimativa é de que mais de 100 mil pessoas sejam contempladas pela política, com orçamento anual estimado em R$ 2,1 bilhões.

Brasileiro tem dificuldade em saber seus direitos, aponta pesquisa

Brasília (DF), 02/09/2025 - Estátua da Justiça em frente ao STF. O STF inicia o julgamento de Bolsonaro e de mais sete réus da trama golpista. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

De cada dez brasileiros, sete (70%) que acreditam ter sido vítimas de ilegalidades consideram difícil ou muito difícil encontrar informações sobre seus direitos e processos judiciais. O dado é de pesquisa conduzida pela Ipsos, sob encomenda pelo portal de informações jurídicas Jusbrasil, apresentada com exclusividade à Agência Brasil. 

A pesquisa mostra que 72% dos entrevistados ou alguém de seu domicílio tiveram ou podem ter tido algum direito violado nos últimos 12 meses. Desse total, 36% têm certeza de que houve uma violação e outros 36% suspeitam que isso tenha acontecido. Outros 22% afirmam que não passaram por uma situação desse tipo e 6% não souberam responder ou não se lembraram de um episódio desse tipo.

Entre os que suspeitam de violações e os que não souberam ou não lembraram, 42% não conseguem afirmar com segurança se eles próprios ou alguém de seu domicílio tiveram algum direito violado. A dúvida, portanto, pode aparecer antes de a pessoa buscar orientação ou decidir como agir.

Foram feitas 1,5 mil entrevistas com homens e mulheres de 18 anos de idade ou mais, de todas as classes sociais, por todas as regiões do país. O período de coleta foi de 28 de julho a 4 de agosto deste ano, e a margem de erro é de 2,5 pontos percentuais.

Brasília (DF), 31/08/2026 - ipsos. Arte/Agência Brasil
Ipsos – Divulgação

Desconhecimento 

O levantamento revela que as barreiras se impõem a todas as classes sociais. O acesso a informações é considerado difícil ou muito difícil para um mesmo número de pessoas das classes AB às DE.

O mesmo se constata em relação ao grau de escolaridade, já que mais anos de estudo não se convertem em uma maior compreensão sobre direitos e quais os meios para garanti-los.

Com a pesquisa, fica claro que o desconhecimento leva, muitas vezes, à falta de ação de quem se sentiu ou foi de fato prejudicado. Uma parcela de 60% dos entrevistados declara ter deixado de obter algum direito ou benefício por não saber o que fazer.

Entre aqueles que identificaram uma violação de direito, um terço (33%) diz ter dado encaminhamento, enquanto 10% estão no início de uma questão legal ou processo, e 17% afirmaram já tê-los finalizado. Outros 27% têm um processo judicial ainda não iniciado e 13% não sabem informar a situação atual.

Poder público

O advogado da Rede Nacional de Advogadas e Advogados Populares Paulo Mariante defende que o Estado assuma a responsabilidade pela democratização desses fundamentos de direitos, por meio da adoção de políticas públicas de disseminação que partem desde o ensino básico, em escolas de todo o país.

A lacuna dessa medida, segundo o advogado, é suprida, atualmente, por centros de formação cultural e política, que, por mais valiosos que sejam, não abrangem toda a população.

“É importante saber matemática, mas também saber direitos”, sintetiza Paula Mariante.

Conforme ressalta Mariante, as defensorias públicas, órgãos instituídos para prestar assistência jurídica a pessoas de baixa renda, são recentes no Brasil. A do Rio de Janeiro, por exemplo, é de 1954. A segunda, de Minas Gerais, surgiu 27 anos depois, em 1981. A de São Paulo completa somente duas décadas de existência este ano.

Brasília (DF), 31/08/2026 - ipsos. IPSOS/Divulgação
Ipsos – Divulgação

Segundo o advogado, a capacidade de coletivos dedicados a esses atendimentos, como os organizados por militantes como a jornalista Amelinha Teles, presa e torturada durante a ditadura militar instaurada com o golpe de 1964, demonstra o que o Estado poderia concretizar. “Mas isso só avançaria com vontade política”, frisa.

“A linguagem jurídica é um problema. Complexa, rebuscada, é um exercício de poder”, avalia Mariante.

“Nossa educação tem, hoje, uma série de desafios, mas não é por isso que [a educação em direitos] deveria deixar de ser feita”, afirma.

Toffoli suspende campanha digital de Grassi à Presidência

Brasília (DF), 02/02/2026 - Os ministros do STF, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, durante a abertura do Ano Judiciário de 2026 do Supremo Tribunal Federal (STF). Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu nesta segunda-feira (31) suspender a propaganda eleitoral do candidato à Presidência da República Wilson Grassi (Democrata) na internet.

Toffoli também determinou a suspensão dos repasses do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) para o candidato e proibiu a participação de Wilson em debates que forem realizados em televisão, rádio e podcasts.

A decisão do ministro terá validade até a decisão final do TSE sobre o caso.

De acordo com a Lei das Eleições, partidos e candidatos devem informar os endereços eletrônicos que serão usados na campanha, incluindo blogs e redes sociais logo após o registro da candidatura. A partir da indicação, os perfis não podem ser alvo de recomendação pelos algoritmos.

Segundo Toffoli, o candidato informou à Justiça Eleitoral oito perfis nas redes sociais 17 dias após o requerimento do registro de candidatura.

Para o ministro, a falta de indicação dos perfis no momento do registro pode beneficiar o candidato.

“Constata-se que ao menos um perfil está em utilização irregular para difusão de conteúdo a milhares de seguidores e com potencial favorecimento pelos algoritmos de recomendação”, decidiu o ministro.

Em nota enviada à Agência Brasil, a campanha afirmou que vai recorrer da decisão de Toffoli.

“O veterinário Wilson Grassi lamenta a decisão desproporcional que, por decisão monocrática, determina a retirada do único recurso de campanha de que dispõe: a comunicação por meio da internet”, declarou a campanha.

Conheça as novas regras para proteger consumidores em grandes eventos

Público no evento teste do Rock in Rio 2022 na Cidade do Rock, montada no Parque Olímpico, Barra da Tijuca.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta segunda-feira (31) dois decretos que tratam dos direitos dos consumidores em eventos públicos. As medidas estabelecem novas regras para a comercialização e a revenda de ingressos, para combater o cambismo digital e também garantir acesso gratuito à água potável em eventos com mais de mil pessoas.

O primeiro decreto sobre venda de ingressos regulamenta dispositivos do Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/1990) e da Lei da Meia-Entrada (Lei nº 12.933/2013) para proteger os consumidores das práticas abusivas e fraudulentas na comercialização de ingressos, com o objetivo de barrar a compra massiva de ingressos por meios automatizados, o chamado cambismo digital.

A medida busca coibir a abusividade de preços, taxas e outras condições de venda de ingressos, bem como assegurar o acesso ao benefício da meia-entrada, tanto nas vendas física e digital. Caberá às bilheterias adotar mecanismos para impedir compras massivas, que visam inflacionar o preço das entradas.

Eventos com grande fluxo de público poderão utilizar mecanismos como filas virtuais, pré-cadastro e limite de ingressos por consumidor. A exceção fica para os eventos esportivos, que já têm lei regulamentadora própria.

“Preços e taxas adicionais devem ser informados de forma clara e visível em todas as etapas da compra. Também fica vedada a inclusão automática de serviços ou taxas sem que o consumidor tenha sido previamente informado e concordado com a cobrança”, explicou a Secretaria de Comunicação da Presidência da República.

Meia-entrada
Além disso, a norma considera abusivas práticas que reduzam ou dificultem o acesso à meia-entrada, inclusive limitação artificial da quantidade de ingressos, obstáculos operacionais, tecnológicos ou cadastrais excessivos e cobrança de taxas que dificultem o acesso ao benefício.

Ingressos promocionais não poderão ser contabilizados para o cumprimento do percentual legal destinado ao benefício.

Acesso à agua
O segundo decreto cria uma regra para determinar que grandes eventos, com mais de 1 mil pessoas, deverão garantir acesso à água potável para o público, com a obrigatoriedade de existência de pontos de distribuição gratuita. O decreto também permite ao público a entrada nos eventos com água.

A medida vale para diferentes tipos de eventos, a exemplo de festivais, congressos, conferências, feiras, shows, entre outros, e de sua realização em locais abertos ou fechados. O descumprimento das disposições sujeita os responsáveis às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor, sem prejuízo das demais sanções cabíveis.

Anvisa aprova nova caneta emagrecedora à base de semaglutida

27/08/2026 - Brasília - As chamadas “ canetas emagrecedoras ” se popularizaram e movimentam uma disputa bilionária entre as farmacêuticas. Ozempic, Wegovy e Mounjaro estão entre as marcas mais conhecidas. Agora, novas opções chegam ao mercado, enquanto a retatrutida, desenvolvida pela Eli Lilly, surge como uma possível próxima geração desses medicamentos. A molécula atua em três vias hormonais e apresentou resultados expressivos nos estudos clínicos. Ainda experimental, a retatrutida não foi aprovada para uso comercial. Foto: Rafa Neddermeyer/ Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro de um novo medicamento da classe dos agonistas do receptor GLP 1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras.

O Yluméc, produzido pela farmacêutica EMS, tem como princípio ativo a semaglutida, o mesmo do Ozempic, que teve sua patente expirada em 20 de março.

Em nota, a EMS informou que a nova caneta é indicada para o tratamento de adultos com diabetes tipo 2 e será produzida na fábrica de peptídeos localizada no complexo de Hortolândia (SP).

De acordo com o registro publicado no Diário Oficial da União, o Yluméc foi classificado como medicamento similar e tem como referência o Ozivy, caneta de semaglutida desenvolvida pela EMS e lançada em junho.

O novo medicamento será disponibilizado no formato de caneta aplicadora nas concentrações de 1,5 mililitro (ml), com quatro aplicações de 0,25 miligrama (mg) ou 0,5 mg; e de 3 ml, com quatro aplicações de 1 mg ou 2 mg.

“A partir do novo registro de semaglutida, entram agora em pauta definições estratégicas relacionadas ao planejamento comercial, preço e cronograma para o lançamento”, concluiu a EMS na nota.

Governo Rodrigo Pinheiro avança na proteção às mulheres com lançamento do Botão do Pânico e Grupo Elos

A Prefeitura de Caruaru, por meio da Secretaria da Mulher, em parceria com o Ministério Público de Pernambuco (MPPE), lançou, nesta segunda-feira (31), o Botão do Pânico no aplicativo Minha Caruaru e assinou o Termo de Cooperação do Grupo Elos.

O Botão do Pânico passa a integrar o aplicativo Minha Caruaru como uma ferramenta de proteção destinada exclusivamente às usuárias mulheres. Em situações de risco, o acionamento do botão direciona a ocorrência para a Cabine Lilás, serviço especializado que conta com profissionais capacitadas para o atendimento de casos de violência contra a mulher. A ferramenta facilita o acesso ao atendimento e aos mecanismos de proteção em situações de emergência.

Já o Grupo Elos será desenvolvido como um grupo reflexivo para homens autores de violência contra as mulheres, com encontros realizados na sede do Ministério Público. As atividades serão conduzidas em parceria com profissionais das Secretarias da Mulher, Assistência Social e Saúde, que passaram por formação específica. Os encontros serão voltados à reflexão sobre comportamentos, relações de poder, responsabilização pelos atos praticados e construção de relações baseadas no respeito e na não violência.

“Esse convênio não é só uma ação burocrática, é um compromisso. A gente vem fazendo um trabalho que é referência nacional, com uma rede de enfrentamento à violência robusta, investimentos em estrutura e profissionais. É mais um compromisso da Prefeitura de Caruaru e não tenho dúvida de que será mais um exemplo que vai gerar resultado”, destacou o prefeito Rodrigo Pinheiro.

SUS terá três novos medicamentos para câncer de pulmão

Três novos medicamentos para o tratamento de câncer de pulmão serão disponibilizados a pacientes em tratamento no Sistema Único de Saúde (SUS) a partir de outubro. São eles o brigatinibe, o gefitinibe e o durvalumabe.

De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 1,9 mil pacientes devem ser atendidos. Consideradas medicações de alta tecnologia, os remédios podem custar até R$ 643 mil por ano na rede privada.

O brigatinibe e o gefitinibe são duas terapias-alvo orais que atuam diretamente sobre alterações específicas das células cancerígenas. Uma das vantagens é que o remédio pode ser administrado na casa do paciente com menor incidência de eventos adversos em comparação aos esquemas convencionais de quimioterapia.

O terceiro medicamento, o durvalumabe, estimula a capacidade do sistema imunológico de combater os tumores cancerígenos. Ele é indicado para pacientes com câncer de pulmão em estágio 3, que não podem ser tratadas com cirurgia.

“O tratamento demonstra ganhos na sobrevida global dos pacientes”, segundo o ministério.

As medicações serão financiadas integralmente pelo governo federal a partir da implementação da Assistência Farmacêutica Oncológica (AF-Onco), criada para ampliar a oferta de tratamentos pelo SUS.

De acordo com o ministério, serão ofertados por meio da AF-Onco 23 medicamentos oncológicos de alto custo, ampliando em 35% a oferta de tratamentos na rede pública.

A estimativa é de que mais de 100 mil pessoas sejam contempladas pela política, com orçamento anual estimado em R$ 2,1 bilhões.

Toffoli suspende propaganda de Renan Santos na internet

O ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu nesta segunda-feira (31) suspender a propaganda eleitoral do candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) na internet.

Toffoli também determinou a suspensão dos repasses do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) para o candidato e o proibiu de participar de debates que forem realizados em televisão, rádio e podcasts.

A decisão do ministro terá validade até a decisão final do TSE sobre o caso.

Segundo Toffoli, o partido Missão deixou de informar à Justiça Eleitoral perfis de propaganda do candidato nas redes sociais.

Na decisão, o ministro pontuou que 16 perfis ligados ao candidato foram informados ao TSE 12 dias após o período de registro de candidatura.

“Em simples consulta ao primeiro deles, que conta com 2,4 milhões de seguidores, constatei que o perfil veicula propaganda eleitoral, atrai recomendações de outros candidatos (que, portanto, igualmente não informaram os endereços à Justiça Eleitoral) e está sendo recomendado por esses candidatos”, afirmou o ministro.

No entendimento de Toffoli, os perfis que não foram informados estão em situação irregular. “Constata-se que ao menos um perfil está em utilização irregular para difusão de conteúdo a milhões de seguidores e com favorecimento pelos algoritmos de recomendação”, afirmou.

De acordo com a Lei das Eleições, partidos e candidatos devem informar à Justiça Eleitoral os endereços eletrônicos que serão usados na campanha, incluindo blogs e redes sociais.

Após a decisão do TSE, Renan marcou uma coletiva de imprensa para se pronunciar sobre a suspensão da propaganda. A entrevista será às 17h, em São Paulo.

Acidente entre caminhão e ônibus de TFD deixa seis feridos na BR-232, em Belo Jardim

Um acidente envolvendo um caminhão e um ônibus de Tratamento Fora do Domicílio (TFD) deixou seis passageiros feridos na manhã desta segunda-feira (31), na BR-232, em Belo Jardim, no Agreste de Pernambuco.

De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), a colisão ocorreu por volta das 9h20, no km 176,6 da rodovia. A suspeita inicial é de que o caminhão estava no acostamento e, ao tentar cruzar a pista para acessar uma via local, acabou sendo atingido transversalmente pelo ônibus, que trafegava pela BR-232.

Ainda segundo a PRF, seis passageiros do ônibus ficaram feridos e foram encaminhados para o Hospital de Belo Jardim para receber atendimento médico. Não foram divulgadas, até o momento, informações sobre a gravidade dos ferimentos.

Os dois motoristas envolvidos na ocorrência realizaram o teste do bafômetro, e os resultados foram considerados normais. Não foi constatada presença de álcool nos testes.

A dinâmica do acidente deverá ser analisada pelas autoridades responsáveis. A PRF esteve no local e realizou os procedimentos necessários para o atendimento da ocorrência.

Técio Teles, candidato a deputado estadual e presidente do Novo de Pernambuco visita Caruaru nesta terça-feira (01)

Técio Teles, presidente do partido Novo em Pernambuco e candidato a deputado estadual, vem a Caruaru, semanas após seu colega de legenda Eduardo Moura (Novo) cumprir agenda na capital do agreste, Técio chega para ampliar a presença do Novo no interior do estado.

Candidato a deputado estadual, Técio se reunirá na tarde desta terça-feira (01) no Bistrô com Café no Caruaru Shopping, dentro do Hub Plural. Na ocasião, lideranças e apoiadores liberais estarão presentes.

A agenda em Caruaru visa a instalação do comitê do Partido Novo em Caruaru, e por consequência a ampliação de sua campanha para uma vaga na ALEPE a partir de 2027. Técio Teles ocupou cargos públicos como Secretário de Planejamento de Belo Jardim, Coordenador do Ministério da Educação, foi Chefe de Gabinete da Vice-governadora Priscila Krause, além de ter sido candidato a prefeito no Recife em 2024.