Sertânia comemora números na Educação

Na gestão de Guga Lins, prefeito, e Sinval Siqueira, vice, candidatos à reeleção, Sertânia atingiu os melhores resultados na Educação de sua história. Uma verdadeira transformação, que pode ser vista nos números apresentados no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), divulgado nessa quinta-feira (8).

Na avaliação da quarta série e do quinto ano, realizada em 2015, os estudantes conseguiram atingir a pontuação de 5,4. Nada menos do que meta proposta pelo Ministério da Educação para o ano de 2021.

Os números impressionam ainda mais quando colocados ao lado da nota obtida em 2013, primeiro ano da atual gestão. Naquela época, o Ideb observado foi de 3,9. “Foi com muita alegria que recebemos essa notícia. São números que mostram uma evolução conquistada com trabalho sério. Acreditamos que podemos fazer ainda mais pela Educação, pela juventude, e é um dos motivos que nos faz estar na disputa pela reeleição”, destacou Guga Lins.

Miguel Coelho lidera com 10 pontos de vantagem

O candidato a prefeito de Petrolina pelo PSB, Miguel Coelho, ampliou a vantagem nas pesquisas eleitorais. O socialista aparece no levantamento feito pelo Ibope com 30%, dez pontos percentuais acima do segundo colocado, Adalberto Cavalcanti (PTB). Em terceiro lugar vem o petista Odacy Amorim com 19%, seguido de Edinaldo Lima (PMDB) com 15% e Perpétua Rodrigues (PSOL), que registrou 1% das intenções de voto. Eleitores que votam branco ou nulo somam 8%, enquanto 7% do eleitorado pesquisado não soube responder.

É a segunda pesquisa registrada e autorizada em Petrolina com o candidato do PSB liderando. Em levantamento divulgado pelo Instituto Opinião, na terça-feira passada, Miguel lidera com 24,8%, seguido por Odacy (17%), Adalberto (16,6%), Edinaldo (8,8%) e Perpétua (0,4%).

Para o candidato do PSB, a pesquisa reflete o desejo de mudança em Petrolina. “Desde que intensificamos a campanha, as pessoas começaram a comparar os candidatos e as propostas. Nossa candidatura tem sido propositiva, sem ataques, e já percebíamos esse crescimento nas ruas pelo carinho das pessoas e pela grande receptividade. Essas pesquisas confirmam que a população sente a necessidade de Petrolina voltar a ser uma referência de desenvolvimento e a nossa candidatura é a que representa melhor o desejo de um novo tempo”, justifica Miguel.

O Ibope ouviu 504 eleitores entre os dias 3 e 5 de setembro. A margem de erro é de quatro pontos percentuais, para mais ou para menos.

Índices de preço do consumidor e da construção desaceleram

Indicadores importantes de custo de vida apresentaram desaceleração em agosto. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) e o Índice Nacional de Custos da Construção (INCC) registraram números melhores frente a julho.

O indicador que mede o custo de vida das famílias apresentou variação de 0,32% no mês passado, taxa menor que a de julho, que havia sido de 0,37%. De oito grupos pesquisados pela FGV, sete apresentaram desaceleração.

A contribuição mais forte para esse movimento no período veio de saúde e cuidados pessoais, que passou de 0,85% para 0,50%. Os itens e artigos de higiene e cuidado pessoal, cuja taxa passou de 2,14% para 0,62%, foram a principal influência no grupo.

Outros resultados favoráveis vieram dos grupos habitação (que passou de 0,14% para 0,10%), transportes (0,25% para 0,11%), vestuário (0,18% para -0,12%), despesas diversas (0,49% para -0,08%), educação, leitura e recreação (0,71% para 0,50%) e comunicação (0,17% para 0,16%).

Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em agosto, variação de 0,29%, resultado abaixo do observado no mês anterior, de 0,49%. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou variação de 0,30%. No mês anterior, este índice variou 0,90%.

Os dois índices, o INCC e o IPC são usados para compor o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI). Com essas colaborações, o indicador variou 0,43% em agosto. Em 12 meses, o IGP-DI acumulou alta de 11,27%.

Expectativa para inflação desacelera e se aproxima de número projetado pelo BC

Diante de reformas importantes propostas pelo governo para reorganizar a economia, o mercado financeiro está cada vez mais otimista e passou a prever números melhores para o País.

As expectativas para a inflação têm se reduzido e se aproximado do objetivo perseguido pelo Banco Central, um Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 4,5%.

Todas as semanas, o BC pergunta a integrantes do mercado financeiro qual a previsão deles para a inflação daqui a um ano. Nesta última semana, as respostas dos economistas mostraram que a expectativa é de que a o IPCA acumulado em 12 meses seja de 5,28%.

Esse número tem melhorado gradualmente. No início de agosto, a projeção era maior, de 5,50%; em julho, estava em 5,90%. Em dezembro do ano passado, as previsões chegaram a mostrar o IPCA acima do limite de tolerância, fixado em 6,5%. Segundo o BC, a projeção era de 7,03%.

Essa evolução das projeções, na prática, mostra um aumento da confiança e do otimismo na economia. A redução das projeções para a inflação mostra que os economistas esperam uma economia mais forte no futuro.

Previsões para a inflação

O Banco Central avalia, inclusive, que será possível desacelerar, até o fim do próximo ano, a inflação para um nível ao redor da meta que a instituição persegue.

No Brasil, o BC tem de colocar a inflação em 4,5%, mas ele tem uma margem que permite que essa taxa varie em 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

Nos cálculos da instituição, no fim de 2017, o IPCA no Brasil está em 4,7%. Esse número, no entanto, continuará a desacelerar para níveis ainda menores, chegando a 4,4% no primeiro trimestre de 2018 e a 4,2% no segundo trimestre.

Paulo Câmara: “O resultado do Ideb mostrou que Pernambuco está no caminho certo”

Durante entrevista ao Bom Dia Pernambuco, da TV Globo, na manhã desta sexta-feira (09.09), o governador Paulo Câmara destacou a atratividade da Rede Estadual de Ensino como um dos fatores que contribuíram para Pernambuco ter alcançado o primeiro lugar no ranking do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Divulgado na última quinta-feira (08.09) pelo Ministério da Educação (MEC), o resultado mostrou que a escola pública estadual se consolidou como a que possui o melhor desempenho do País, tendo, inclusive, a menor diferença entre o ensino público e o privado.

“Isso mostra que avançamos cada vez mais e que estamos muito próximos de atingir um padrão de referência na educação pública”, afirmou Paulo Câmara. Entre os fatores que levaram Pernambuco a alcançar o melhor desempenho no País, o governador apontou a atratividade das escolas. “A escola pública pernambucana tem a menor taxa de abandono, ou seja, a cada 100 alunos do Ensino Médio, apenas dois deixam de concluir. Há oito anos, esse número chegava a 24”, frisou.”O resultado do Ideb mostrou que Pernambuco está no caminho certo”, completou.

Para que a educação pública em Pernambuco atinja resultados ainda melhores, Paulo Câmara indicou a ampliação do programa de educação integrada do Governo do Estado para a Rede Municipal de Ensino, abrangendo, a princípio, 15 municípios. “Queremos que os resultados sejam cada vez melhores e, trabalhando o Ensino Fundamental junto ao Ensino Médio, nossos alunos chegarão cada vez mais preparados às universidades”, ressaltou.

A Rede Estadual do Ensino Médio de Pernambuco obteve a melhor nota 3,9 no ranking do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), ultrapassando a meta de 3,6 estipulada pelo MEC. “Mas queremos mais. Tenho certeza de que seguindo o caminho que traçamos, apostando cada vez mais na nossa educação, vamos superar essa nota e alcançar avaliações ainda melhores”, assegurou Paulo Câmara.

Em 2013, Pernambuco deu um salto da 21ª colocação para a 4ª colocação no Ideb aferido naquele ano. O resultado foi fruto do priorização da educação nos Governos Eduardo Campos (2007-2010/2011-2014). Na atual administração, com a ampliação da rede de escolas de referência e de ensino técnico, a Rede Estadual conquistou o primeiro lugar no índice.

Reforma do ensino médio é prioridade do governo, diz Mendonça Filho

O ministro da Educação, Mendonça Filho, afirmou, nesta quinta-feira (8), que uma reforma no ensino médio está entre as prioridades do governo para melhorar os índices de qualidade nas três séries finais do currículo escolar brasileiro. A proposta é votar ainda este ano um projeto de lei que já está em tramitação no Congresso Nacional e estabelece mudanças na organização do currículo do ensino médio.

De acordo com os dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2015, divulgados pelo Ministério da Educação (MEC), o ensino médio é o que está em pior situação quando comparado às séries iniciais e finais da educação fundamental. A meta estabelecida para 2015 era de 4,3, mas o índice ficou em 3,7.

Durante a apresentação dos novos dados do Ideb, em Brasília, Mendonça Filho ressaltou que não há sintonia entre a realidade, os anseios dos jovens e o conteúdo ensinado para eles no ensino médio. De acordo com o ministro, a discussão e aprovação do Projeto de Lei 6.840, de 2013, é essencial para atualizar e melhorar o aprendizado neste período escolar.

Caso não haja consenso com os parlamentares para votar a matéria ainda este ano, Mendonça Filho afirmou que recorrerá ao presidente Michel Temer para garantir a reforma do ensino médio. “Nós entendemos que, se porventura, a pauta do Parlamento estiver bloqueada, o presidente da República poderá até editar uma Medida Provisória para atender à urgência da necessidade das modificações na educação de nível médio no Brasil”, assegurou.

O ministro da Educação defendeu, ainda, a necessidade de expandir o tempo integral para todo o ensino médio brasileiro.

Aliados de Temer aprovam MPs nocivas ao país, diz Humberto

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Em esforço da base de sustentação do presidente Michel Temer (PMDB), o Senado aprovou ontem (8), atropelando normas regimentais, duas Medidas Provisórias (MP) propostas pelo governo. Uma delas consolida a reforma administra que extinguiu ministérios importantes, como o da promoção da igualdade racial, e outra cria o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), ambas extremamente criticadas pelo líder do PT na Casa, Humberto Costa (PE), que comandou a resistência da oposição no plenário.

Se não fossem apreciadas, as propostas perderiam a validade. “O que se aprovou foi uma colcha de retalhos rasgando o regimento da Casa. É um absurdo”, disparou Humberto. Para o senador, a bancada governista passou o trator sobre a oposição porque tinha número suficiente para votar.
O líder do PT ressaltou, porém, que haverá dia em que a base não terá número e precisará negociar para que algo relevante e importante possa ser aprovado. “Nós não vamos nos esquecer da maneira como fomos patrolados por esse governo ilegítimo hoje”, criticou.

No início da sessão, o PT apresentou uma questão de ordem para fazer com que o presidente Renan Calheiros (PMDB-AL) respeitasse o acordo que prevê expressamente que uma MP só deve ser apreciada após a segunda sessão deliberativa ordinária de sua leitura.

Humberto lembrou que a matéria foi lida no dia 31 de agosto, e nos dias 1º, 2, 5 e 6 de setembro não houve sessões deliberativas ordinárias. “Hoje, portanto, é a primeira deliberativa ordinária após a leitura e, sendo assim, a Casa não pode apreciá-la, sob pena de rasgar o acordo existente e gerar a nulidade das decisões que serão tomadas durante a sessão”, explicou.

O senador reiterou que, na condição de líder do PT, não participou de nenhum acordo e nem foi consultado sobre o assunto. “Acho muito ruim a maneira como estamos começando esse novo período, desfazendo um acordo que sempre respeitamos. Quer dizer, mudado o Governo, agora muda a regra do jogo de como proceder aqui no plenário? Lamento profundamente”, disparou.

Além de discordar da maneira como a proposta foi analisada, Humberto avalia que o corte de ministérios proposto na MP não representa economia substancial aos cofres públicos e que esse discurso é demagógico. Segundo ele, a redução do número de pastas não traz equilíbrio fiscal.
“Todos nós sabemos que isso é uma mentira. Segundo, quais os ministérios que foram eliminados? Exatamente aqueles que tinham um papel de atuar mais prontamente junto às populações mais carentes, à promoção dos direitos humanos”, lamentou Humberto.

A proposta extingue a Controladoria-Geral da União (CGU) e transfere suas funções ao novo Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle. Ainda de acordo com o texto, a Secretaria de Portos e a Secretaria de Aviação Civil vão para o Ministério dos Transportes; a Previdência Social é incorporada ao da Fazenda e o Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos é incorporado ao Ministério da Justiça, vinculada diretamente ao Palácio do Planalto.

Além disso, a fusão entre o Ministério do Desenvolvimento Agrário e o do Desenvolvimento Social e Combate à Fome dá origem a um único Ministério do Desenvolvimento Social, para cuidar da reforma agrária e dos programas sociais.

Já a Medida Provisória que trata do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) tem como objetivo acelerar as concessões públicas pretendidas pelo governo para os próximos anos. O texto busca a ampliação e o fortalecimento da relação entre o Estado e a iniciativa privada por meio de contratos para a execução de empreendimentos públicos de infraestrutura. “É o modelo de privatização do governo Fernando Henrique Cardoso. Temer quer vender o Brasil, acabar com tudo o que sobrou”, criticou o líder do PT.

Atendimento telefônico no Samu está temporariamente indisponível

A Secretaria Municipal de Saúde de Caruaru informa que o sistema 192 (SAMU) está inoperante desde a 0h de hoje. A assistência técnica desde então tentou resolver a falha, mas não teve êxito. Sendo assim, um outro técnico está tentando sanar a situação. A previsão de retomada do sistema 192 é a partir das 12h de hoje. Enquanto não for retomado, a Secretaria Municipal de Saúde orienta a população que precisar dos serviços, a entrar em contato com o 193.

Bairro das Rendeiras recebe Jorge Gomes

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No final da tarde de ontem, 08, o candidato a prefeito de Caruaru, Jorge Gomes, e sua vice, Louise Caroline, participaram de uma grande reunião de mobilização, no comitê Central. De lá, eles seguiram uma caminhada nas Rendeiras.

As ruas do bairro ficaram pequenas para receber Jorge e Louise Caroline. O vermelho tomou conta das casas e da multidão que acompanhou a grande caminhada. Durante todo o percurso, os candidatos, sempre ao lado do prefeito José Queiroz, eram saudados pelos moradores. Em cada abraço, a cada aperto de mão, Jorge recebia o carinho das pessoas, o agradecimento pelas obras realizadas por ele e por Queiroz, além das mensagens de que Caruaru precisa continuar avançando. “A gente sabe como administrar uma cidade. Aqui, temos cras, escola, creche, unidade de saúde, parque e, em breve, uma grande UPA. É isso que nós mais sabemos fazer, cuidar das pessoas. Sabemos que precisamos fazer muito mais, pois não estamos plenamente satisfeitos. Quando um político se preocupa com o povo, ele sempre quer fazer mais. E tenho certeza que teremos uma grande vitória para que Caruaru continue avançando”.

A principal agenda da coligação Caruaru cada vez melhor será a caminhada nos bairros Boa Vista I e II.

Tony Gel é recebido com aplausos em visita a Ceaca

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O candidato a prefeito, Tony Gel (PMDB), visitou ontem (08) a Central de Abastecimento de Caruaru (CEACA). Tony foi recebido com aplausos e muita alegria pelos comerciantes do local nos mais diversos setores de venda de frutas e verduras. Em algumas horas, Tony Gel caminhou por todo o lugar conversando e ouvindo as necessidades de quem trabalha na CEACA.

Tony Gel ressaltou a importância da Central de Abastecimento para o município e apresentou as propostas destinadas para o lugar. “Aqui gira uma boa economia. O espaço é grandioso e muito já foi feito aqui por mim em outras gestões. Precisamos avançar mais, criando um plano de diálogo permanente com os feirantes da CEACA e melhorar a segurança que está muito precária”, disse.

Entre as reivindicações dos comerciantes, estão ainda a falta de banheiros para atender os feirantes e compradores, a limpeza da Central de Abastecimento e a alta cobrança de impostos pela prefeitura.